Depois de um bom tempo conversando com alguém daqui e de como a curiosidade/prazer dele em ser cuck tava comendo a cabeça dele, eu não conseguia parar de pensar, até no trabalho, em como ia fazer dela uma putinha. Ela é bonitinha, mas com baixa autoestima, então foi fácil pra gente fazer ela aceitar. E nesse fim de semana, o cuck levou os moleques pra passear enquanto eu dava a primeira lição nela, sozinho. O que no começo ia ser só uma sessão de fotos e troca de histórias...


Conversamos bastante e com o vinho foi se soltando aos poucos, comentou que gostou do quanto foi boa aquela saída no Bash e como eu encarei a mina que ela escolheu e do jeito que meti a mão nela na frente do cuck sem me importar, que assim ela queria ser, se deixar levar. Aí já enfiava os dedos fundo, largou o pudor e começou a se liberar na frente da câmera.

Mais vermelha que um tomate, começou a falar de como queria ser usada, mas não deu tempo porque o corno já tinha falhado com a gente e ela precisava trazer a família dela de novo.
Começou desesperada a se tocar, dizendo tudo que queria que eu fizesse da próxima vez. Comi bem a buceta dela e falei que o corno tem que se dedicar a isso, e ela tem que sufocar ele com as coxas, não deixar ele respirar se for preciso, usar bem as mãos pra afundar ele dentro dela, fazer ele sentir bem o quanto ela tá aberta.
Embora o acordo fosse só conversa e fotos, ela decidiu quebrá-lo e, desesperada, baixou minha calça, foi direto chupar minhas bolas gostoso e sentir o cheiro de macho que eu tava soltando. Admito que queria meter nela ali mesmo, mas o corno já tava em casa com os moleques. Dava pra ouvir bem como ela tava chupando, mas não sei que desculpa eles inventaram. Enquanto ele levava os meninos pro quintal, eu saí pistola da casa dele.
Deixei ela com a última ordem, não podia limpar sozinha, só tinha que fazer o chifrinho. Não me contaram como ela limpou, mas soube que fiz bem meu trabalho. PS: Tô repostando porque escaparam umas fotos do rosto dela.



Conversamos bastante e com o vinho foi se soltando aos poucos, comentou que gostou do quanto foi boa aquela saída no Bash e como eu encarei a mina que ela escolheu e do jeito que meti a mão nela na frente do cuck sem me importar, que assim ela queria ser, se deixar levar. Aí já enfiava os dedos fundo, largou o pudor e começou a se liberar na frente da câmera.

Mais vermelha que um tomate, começou a falar de como queria ser usada, mas não deu tempo porque o corno já tinha falhado com a gente e ela precisava trazer a família dela de novo.
Começou desesperada a se tocar, dizendo tudo que queria que eu fizesse da próxima vez. Comi bem a buceta dela e falei que o corno tem que se dedicar a isso, e ela tem que sufocar ele com as coxas, não deixar ele respirar se for preciso, usar bem as mãos pra afundar ele dentro dela, fazer ele sentir bem o quanto ela tá aberta.
Embora o acordo fosse só conversa e fotos, ela decidiu quebrá-lo e, desesperada, baixou minha calça, foi direto chupar minhas bolas gostoso e sentir o cheiro de macho que eu tava soltando. Admito que queria meter nela ali mesmo, mas o corno já tava em casa com os moleques. Dava pra ouvir bem como ela tava chupando, mas não sei que desculpa eles inventaram. Enquanto ele levava os meninos pro quintal, eu saí pistola da casa dele.
Deixei ela com a última ordem, não podia limpar sozinha, só tinha que fazer o chifrinho. Não me contaram como ela limpou, mas soube que fiz bem meu trabalho. PS: Tô repostando porque escaparam umas fotos do rosto dela.
15 comentários - Emputeciendo a la mujer de un seguidor
Este cornudo al final se arrepentio que venga los fines a mi casa y no se comunique por estar divirtiéndose conmigo