Experiência voyeur desta quinta-feira, 10 de outubro, no meio da tarde. Terminei de trabalhar cedo na zona sul da Capital, então fui para a Av. Escalada ver se tinha algo. Cheguei por volta das 13:30, mas só vi uns caras sozinhos procurando ativos (não é minha praia). Como não tinha nenhum casal, peguei a autoestrada Richeri e fui pra casa. Lá pelas 14h costuma ter um casal que curte se exibir, mas não estavam. Tinha uma Kangoo com os vidros quase transparentes com um casal dentro, mas parecia que tinham acabado de fazer o delicioso e estavam na fase de beijos e carícias... Cheguei tarde pra ver o melhor desse encontro. Como não tinha nada promissor, segui viagem, mas antes usei o último recurso: os bosques de Ezeiza. Fui direto pra uma área onde rola dogging (antes que perguntem, a zona é sinalizada com uns panos vermelhos de roupa feminina pendurados nas árvores... O propósito desses panos não sei se é marcar o local ou se é um feitiço de alguma bruxa 😅). Nesse lugar, já aconteceu de eu encontrar um casal que curte se exibir e às vezes deixava participar. Não sei se já fiz um relato sobre isso, depois vou ver e conto pra vocês 😁. Também não tinha nada, só camisinhas que testemunhavam os encontros que rolam por ali. Comecei a explorar o lugar porque, se não for ali, em algum canto dos bosques sempre rola algo. Tinha uma Spin onde dava pra notar movimentos, mas parecia que não era do ramo porque estavam muito afastados e os vidros eram escuros. Me movi um pouco e encontrei outra caminhonete, mas a mesma coisa... Sem sorte... Já ia indo embora quando vi ao longe, através do mato, uma figura vermelha. Era uma mulher com o parceiro, mas me chamou a atenção não ter percebido ou visto o carro: eles estavam de moto. Desliguei o carro e fiquei no local pra não parecer desesperado. Depois de alguns minutos, tentei ver qual era. Por causa da vegetação, não dava pra ver direito, mas dava pra ver que eles sabiam que eu tava por ali porque o cara ficava de olho pra mim enquanto fumava e levantava a cabeça. A gente tava a menos de 200 metros. Desci do carro pra ver melhor e tentar descobrir se eles tavam procurando alguma coisa ou se só queriam privacidade (mesmo estando num lugar público e sem a proteção da privacidade de um carro). Eu tava de camisa branca, então acho que dava pra me ver no meio da vegetação. E mesmo longe, me deixei ser visto pra eles saberem que tinha alguém perto. Depois que a gente fez contato, voltei pro carro porque parecia que eles tavam se preparando pra tomar mate naquele lugar, o que é bem comum entre a galera "normal" que vai pra esses bosques. Pensei: hoje não foi o dia. Fui embora... Não sei por que, mas uns metros depois, voltei pro lugar pela outra entrada, perto deles, mas segui em frente, como se fosse pro fundo do bosque. Deve ter ido uns 300 metros pra dentro e voltei pelo mesmo lugar bem devagar, e vi o que tava procurando. Ela tava apoiada na mesa de cimento que tem ali, de calça arriada, uma bunda linda bem carnuda, e ele metendo forte por trás. Quando viram o carro voltar, ela sentou e ele se dobrou sobre a mesa, tentando esconder o quanto tava duro. Dei a volta no lugar onde eles tavam e pensei em deixar eles em paz, já que quando me viram, pararam com o que tavam fazendo. Mas depois pensei: se não são exibicionistas... por que tão transando perto da entrada do lugar e ao ar livre? Tendo áreas mais discretas dentro do bosque... Deixei o carro a menos de 200 metros, do outro lado, num lugar com o mato bem alto e fui me aproximando a pé de uma árvore que poderia servir de escudo caso não fosse bem-vindo 🤭. Tava a menos de 100 metros deles, escondido no meio do mato. Os dois tavam sentados, ela de costas pra mim, no banco de cimento, e ele apoiado na mesa, olhando pra área onde eu tava. Conversaram uns instantes e depois ele sentou junto com ela. Ela, mas continuava virado na minha direção. Nós dois no mesmo banco, ela olhando pra mesa e ele olhando pra onde eu estava. Aí eu percebi um detalhe: ela tava sentada com a bunda no cimento — não tinha mais a calça abaixada, tinha tirado ela de vez!!! Ver ela de costas, com a raba nua naquele banco de cimento, e ver que aquela bunda não deformava, mantinha uma forma perfeita, fez meu pau começar a ganhar vida e eu não consegui evitar de começar a apertar meu membro por cima da calça. Continuavam conversando. Achei que estavam enrolando pra eu ir embora, mas aí vejo ela virar a cabeça e olhar pra onde eu estava, com um sorriso, enquanto ele se abaixa e começa a chupar o peito direito dela. Se beijavam, conversavam e olhavam pra onde eu estava. Apesar de todos os sinais, eu ainda queria confirmar a aprovação deles. Enquanto isso, aos poucos, ia tirando sutilmente a vegetação ao meu redor pra enxergar melhor e pra eles também confirmarem que eu tava ali. Continuavam com os beijos e, de vez em quando, uma chupada de peito e uns tapas dela no pau dele. Já tinha meu pau pra fora da calça e tava me masturbando vendo a cena, quando vi ela se levantar e ele também, enquanto se punhetava e endurecia mais o pau dele. Com a mão esquerda que tava livre, vejo ele pegar saliva e levar a mão babada até a bunda e a buceta dela. Se preparavam pra transar e, ao mesmo tempo, me confirmavam que sabiam que eu tava ali, porque, em vez de foder do lado da mesa onde estavam, foram pro lado da mesa. Se eles não mudassem de posição, eu só ia conseguir ver as costas dele enquanto comia ela, e não ia ver ela. Mas, ao trocar de lugar, fizeram o espetáculo ser completo, porque eu podia ver ela e ele do lado direito dele, ou seja, de perfil. Confirmei que ela tinha se livrado da calça, só tava colocou a parte de cima, embora um dos peitos dela estivesse de fora: o mesmo que foi chupado enquanto estavam sentados. Ela se inclinou sobre a mesa, ficando a 90 graus. Ele agora se punhetava com a mão esquerda e, com a direita, juntou mais saliva e molhou ela de novo. E finalmente meteu a pica. Começou a bombar devagar. Suponho que queria que ela sentisse cada centímetro de pica entrando e saindo do fundo dela. Começou a aumentar o vai e vem, e eles se alternavam olhando de vez em quando pra onde eu estava. Da minha parte, praticamente já tinha limpado o mato ao redor da árvore pra ter uma visão melhor e pra eles também me verem. Num momento, saí da proteção da árvore e fiquei de perfil pra eles verem o que o espetáculo causava em mim e que, graças a eles, eu tava fazendo uma punheta da porra. Adoraria ter chegado mais perto, mas não dava por causa dos cardos bem grandes que tinha na área. Pra me aproximar, teria que pegar um caminho e isso ia esfriar a situação. Quando confirmaram minha presença e viram o que eu tava fazendo e como tentava sincronizar minha punheta com os movimentos deles, os dois sorriram. Ele começou a meter com mais força, mas sem pressa, devagar, enquanto amassava o peito direito dela que tava de fora. Ficamos os três curtindo a situação por uns minutos até que ele acelerou, agarrou a cintura dela e meteu a pica bem fundo. Mas dessa vez rápido, profundo e, pelo que parecia, com bastante brutalidade até que ficou parado e esguichou o gozo dentro dela. Foi uma pausa de 2 segundos em que eles ficaram imóveis enquanto o pau dele saía de dentro dela. Segundos que aproveitei pra intensificar minha punheta e também derramar meu gozo na vegetação. Nessa hora, ela saiu pra se limpar enquanto ele ainda recuperava o fôlego e eu tava dando joinha pra eles e começando a me retirar, agradecendo. internamente o que vivi. Como sempre, quando encontro um casal novo, tento não ser tão invasivo e me limito a olhar discretamente, a menos que haja um chamado de um deles. PS: hoje cedo voltei ao local dos fatos pra confirmar o quanto eles podiam ter me visto... Da posição deles, procurei a árvore onde eu estava e sim... Eles podiam me ver pra caralho!!! 🤭🤭
3 comentários - Zona Dogging