Soy un cornudo super feliz. Cap 9

Capítulo 9 A entrega anal pro meu amigo A última semana de dezembro passou voando, ainda mais por causa da viagem que precisei fazer a trabalho. Foram três dias no Uruguai, onde trabalhava até altas horas da noite e só me sobrava energia pra trocar um sexting com a minha esposa. Fotos e vídeos chegavam no meu celular com bastante produção: ela trocava a calcinha que tava usando ou se vestia de enfermeira pra depois ir se despindo devagar, de um jeito sensual. Dizia que tava com saudades e que não via a hora de eu voltar pra casa porque tava pegando fogo. No outro dia de manhã, recebo um vídeo dela que me deixou de boca aberta. Ela tava sentada na cama com uma saia preta que cobria até os joelhos e falou que eu ia ter que perdoar ela porque não aguentava mais e precisava ser penetrada (na hora pensei que meu amigo tinha adiantado a viagem, o que me deixou nervoso). Mas aí ela vai abrindo as pernas e aparece o vibrador enfiado quase até a metade da buceta dela, e ligou ele pra sentir mais prazer. Ela soltava uns gemidinhos baixos, mostrando que tava gostando daquela penetração. O vídeo corta e ela manda outra mensagem com outro vídeo, mas nesse ela tava de costas, segurando o vibrador com uma mão e com a outra se apoiando pra não cair. Devagar, ela vai guiando o brinquedo de plástico entre as bandas, mas pra minha surpresa, não apontou pra buceta, e sim tentou enfiar no cu. Dava pra ver que tava custando porque ia bem devagar, mas aos poucos foi metendo até a cabeça do brinquedo sumir naquele rabo lindo e, infelizmente, o vídeo acaba. Eu tava ansioso esperando mais material até que chega o último vídeo, onde ela tava vestida com um conjunto esportivo e me diz que vai malhar e que eu me comporte. Mando um áudio pra ela e falo que é uma filha da puta porque me deixou com o pau durasso. Ela manda um coraçãozinho como última mensagem. Fiquei pensando um bom tempo. nos vídeos, até penso que esse material tem que ser compartilhado, mas não queria mandar pro Roque e foi aí que lembrei do nosso grupo "Fantasia", que tinha como foto de capa a bunda da Sonia. Ninguém tinha participado do grupo, parecia que todo mundo se sentia culpado pelas coisas que rolaram no Natal, mas eu peguei o touro pelos chifres e escrevi: bom dia, galera...
Eu: Esqueci que esse grupo existia.
Meu cunhado: Fala, brother in law, beleza? É, também tinha esquecido do grupo.
Meu primo Rodri escreve: Fala, também esqueci do grupo, mas nunca vou esquecer dessa bunda — e reenvia a foto da minha esposa de fio dental. (Pelo visto, o Rodri não tava nem aí pra culpa.)
Todo mundo caiu na risada e eu comentei que tava com muita saudade dela, já que ela tava no Uruguai há uns dias e eu não podia nem ver nem tocar aquela bunda — bom, ver até podia, porque tenho um monte de foto, falei. Na hora, meu primo e meu irmão começaram a pedir essas fotos, falando pra eu não ser egoísta. Falei: espera aí, otários, que vou liberar aqui e mando algumas. Meu cunhado não falava nada, mas tinha certeza que era o que mais queria ver essas fotos. Eu, como todo punheteiro, tinha no celular fotos de outras minas que mandam nos grupos de amigos (somos tudo tarado), então selecionei dez fotos, todas diferentes, mas entre elas vai uma foto verdadeira da minha esposa (a famosa foto com o fio dental vermelho). Mas obviamente não falo nada pra eles. Quando vi que apareceram os dois tiques azuis (sinal de que viram a mensagem), percebi que os três tavam esperando aquele momento mais que ansiosos. Espero o primeiro comentário, e é meu irmão falando que já sabia que eu não ia ter coragem de mostrar a cunhada dele. Meu cunhado só conseguiu dar um "hahaha, bem feito", comentou. Meu primo falou que eu era um cuzão porque fiz ele criar esperança à toa, e nenhuma daquelas fotos parecia com a bunda da Sonia, já que ele tinha aquela imagem gravada na retina. Eu reclamei que eles mandem fotos também. e meu cunhado fala que se eu mandar foto da sua irmã vocês vão ficar putos… a conversa terminou com o clássico "haha" dos três até que, três horas depois, recebo outra mensagem no grupo, era meu primo me marcando e dizendo que aquela bunda parecia familiar, apontando pra foto da bunda da Sonia. eu me fiz de besta e falei que nada a ver, são fotos aleatórias. aí ele, com grande sagacidade, pegou a foto de perfil do grupo e colocou do lado da outra, e realmente pareciam muito parecidas. ele ainda completa dizendo que, se a gente reparar bem, as duas têm uma pinta numa das bandas da buceta, então não dá mais pra mentir, Javi. por otário, você vai ter que passar mais fotos, haha. você é um monstro, mano, falei, mas vou te mandar fotos só pra você porque se vestiu de detetive. meu irmão pula e reclama, dizendo que os dois estavam juntos (não dá pra comprovar) e que perceberam juntos. haha, beleza, amanhã vou pra Buenos Aires e de lá mando mais. agora não enche o saco que vou trabalhar, falei antes de guardar o celular e voltar pro estande onde estava.

Já instalado em Buenos Aires e faltando um dia pro réveillon, recebia cobranças no grupo "Fantasía" pra cumprir o que tinha prometido, mas antes de mandar a foto, passei por várias coisas que a Sonia tinha me alertado, já que eles eram família e podia dar merda tudo. até que recebo uma foto no grupo enviada pelo meu primo de uma gostosa que só mostrava a parte de trás com uma fio dental que cortava os lábios da buceta, e ele fala: essa gostosa tô comendo agora, é tipo uma namorada, ele diz. meu irmão comenta: "caralho, Rodri, essa Vane é boa pra caralho". essa iniciativa do meu primo me dá coragem pra postar umas fotos da minha mulher de lingerie sem mostrar o rosto. todo mundo manda imagem de palmas elogiando a minha esposa, mas falam que eu não seja pão-duro, que com certeza eu tenho uma pornoteca dela, já que sou muito masturbador, falei que óbvio, mas tinha umas coisas que não dava pra mostrar. Tá tudo bem, eles disseram, e pra fechar o ano combinamos de nos encontrar na casa do meu irmão pra tomar umas cervejas. Nós quatro demos o ok e marcamos pras 20h.
Era uma sexta-feira e tava fazendo um calor danado, a noite só pedia pra tomar muita cerveja gelada. Cada um de nós contribuiu com uns packs das melhores cervejas e foram enchendo o freezer da geladeira do meu irmão. Quando chegamos, ele já tinha acendido o fogo pro churrasco.
Estávamos os quatro bem alegres, esvaziando o estoque de bebidas e também encerrando as conversas triviais de futebol ou trabalho. Inevitavelmente, surgiu o assunto das mulheres e, pontualmente, a minha mulher. Ficavam fazendo comentários sobre a bunda que a Sonia tinha e como ela era gostosa, não imaginavam que ela era tão puta. Meu primo me dizia que aquelas fotos tinham arrancado umas punhetas monumentais dele, elogiava os peitos empinados e a bunda que se mostrava bem firme, com uma fio dental partindo ela ao meio, parecia uma atriz pornô. Sem nenhum pudor, ele soltava tudo que pensava enquanto os outros dois concordavam com a cabeça, mas estavam mais na deles.
Diretamente ele me perguntou: "Essa bunda aí já foi estreada, né? Tem toda a pinta que não come só pano. Conta alguma coisa, filho da puta", ele dizia. E aí começou minha vez de contar como era aquela buceta: aperta delicioso, fiz pela primeira vez nela há pouco tempo e agora é ela quem me pede pra meter no cu. Me deixa louco, faz minha pica subir na hora. A Sonia é uma guerreira na cama, vocês não fazem ideia. Se pegar vocês, deixa de cama. "Já já", eles riam, "Deus te ouça". Uma risada dos quatro ecoou pela casa toda, mas eu sabia que eles queriam mais.
Então começaram a pedir provas, fotos e vídeos pra ver se ela era tão guerreira quanto eu tava vendendo. Eu tava era muito tarado pela conversa e também pelas lembranças da suruba que a gente fez com meu amigo, e tirei o celular procurando fotos delas, as primeiras que mostrei eram tranquilas, muitas de rabo empinado e de costas. Eu já tinha selecionado antes as coisas que queria mostrar pra criar um clima de tesão crescente. Passo pras fotos onde aparece o rosto dela e ela posa de lingerie bem sexy. Teve poucos comentários deles, mas todos descrevendo como minha esposa era gostosa. Vem um pack de 15 fotos seguidas onde ela escondia os peitos com a mão porque não tava de sutiã, mas tava de calcinha, e depois outras totalmente pelada, mas usando os braços e as mãos pra esconder as partes íntimas. Percebi que essas últimas fotos fizeram nós quatro pegarmos fogo de tesão. Eles obviamente queriam ver mais e eu tava disposto a mostrar mais.

"Pô, a Sonia tá uma delícia, uma verdadeira MILF", meu irmão falou pra mim. Meu cunhado só olhava as fotos sem dizer nada, mas tinha certeza que tava de pau duro. "Querem ver mais?", pergunto já sabendo a resposta dos três, e ouço um "Siiiiim, por favor". Então começo a mostrar fotos mais pesadas. Uma dessas fotos é ela deitada na espreguiçadeira, totalmente pelada, dá pra ver bem clarinhos aqueles mamilos lindos que ela tem e embaixo, toda depilada, com uma risquinha fina escondendo a pussy deliciosa dela. Mas acho que quebrei a cabeça deles quando mostro uma foto que tirei na minha cama, onde ela tava de quatro e dá pra ver absolutamente tudo: a bunda rosadinha e a pussy bem marcada com aqueles lábios dos sonhos. O silêncio tomou conta do lugar e só dava pra ver as expressões no rosto deles, que desenhavam um poema. "É inacreditável a bunda que a minha cunhada tem", saem as palavras da boca do meu irmão. "Porra, que isso", exclama meu cunhado com a cara vermelha, e não podia faltar as palavras do meu primo dizendo: "Como eu chuparia toda essa bunda linda que a Sonia tem". Acho que todos estavam imaginando comê-la naquela pose que era sublime. Rodri levanta a voz. dizendo que essas fotos são lindas e que a Sonia tava muito gostosa, mas nada provava que ela era tão guerreira quanto eu dizia, o cara sempre me empurrava pra arriscar um pouco mais. Aí eu tirei meu ás da manga e mostrei os vídeos que minha mulher me mandou quando tava no Uruguai, primeiro foi aquele que ela tava metendo o consolo na buceta de frente pra câmera e contando como adora umas putaria, eles não acreditavam no que tavam vendo, é muito raro ver alguém que você conhece bem fazendo pose pelada e ainda mais se filmando enfiando coisas. Depois de repetir o vídeo várias vezes, fiquei só na sala com meu primo, já que meu irmão e meu cunhado foram preparar outro fernet, aí mostro o segundo vídeo onde ela enfia com muita dificuldade a cabeça do consolo bem no cu, dilatando cada pedaço daquele lindo anel de couro que parecia bem apertado, meu primo solta um grito chamando os caras que tavam na cozinha e eles quase caíram de bunda quando viram o último vídeo. Os três falavam que eu era sortudo pra caralho por comer aquela mulher gostosa que parecia topa tudo. Num momento, acho que pelo excesso de álcool que a gente tinha bebido, criei coragem pra perguntar na cara se eles queriam comer minha mulher, todos obviamente disseram que sim, mas achavam meio impossível, mais ainda o Rodri foi além e rebateu aquelas minhas palavras que diziam que se a Sonia pegasse eles, deixava eles de cama e falou: talvez sua esposa me deixe de cama, mas eu queria saber se ela aguentaria essa pica, e tira da calça uma porra de uma rola dura e cheia de veia batendo na cadeira, todo mundo caiu na risada pela sacanagem e ousadia do meu primo. Já no fim da noite, a gente não aguentava mais de bêbado e cada um dava ideia de como comeria minha mulher, mas depois, num momento de lucidez, falavam que era impossível porque eu nunca ia compartilhar ela e que nunca ia rolar. De novo tavam me testando ou será que realmente pensavam aquilo? Eu falei pra eles: "vamos fazer uma parada, vocês planejem como a gente pode botar uma putaria os quatro sem que ela descubra quem é cada um". Mas eles tinham que organizar o lugar, a data e os detalhes do encontro. Eles, incrédulos, falavam que eu tava zoando eles e que não tinha culhão nem segurança pra dividir a Sônia, então não iam gastar palavras nem pensamento pra criar nada. Eu não falei nada, e aí eles sentiram que tavam certos. Peguei minhas coisas porque o Uber tinha chegado e me despedi deles falando: "vocês que tão perdendo". Só tinham passado 5 minutos de viagem e peguei meu celular procurando as fotos que eu tinha editado com a cara do Roque e mandei no grupo. Essas fotos mostravam como o Roque tava comendo ela e eu tirando foto, e a última que mandei foi numa posição onde eu tava metendo de quatro e ela tava chupando a pica do Roque. "Rapaziada, vocês tão vendo que ainda não me conhecem direito... Marquem o encontro e vejo se convenço ela!!! FALOU..."

No dia seguinte tive que silenciar o grupo e arquivar pra não ficar entrando mensagem toda hora. Obviamente eles ficaram loucos, mas agora eu tinha que cuidar dos preparativos da festa e, melhor ainda, planejar outro ménage com o Roque. Talvez vocês pensem que tudo que relatei antes não faz sentido, mas acreditem, pra mim era como alimentar com fogo o vulcão que eu carregava dentro, imaginando a Sônia sendo penetrada por várias pessoas e, ainda por cima, essas pessoas eram muito conhecidas. Eu tinha medo de usar ela como um brinquedo sexual, mas jurei que todas as coisas que a gente fosse fazer precisavam do consentimento dela, porque meu objetivo principal era que ela curtisse e assim eu alcançava um êxtase nunca visto.

Chegou o dia 31 de dezembro e fomos passar a noite na casa dos meus sogros. Tudo rolou de um jeito bem tranquilo, os meninos felizes, os sogros maravilhados, todo mundo brindando e eu ali com meus pensamentos. distribuídos entre a festa de réveillon e a FESTA que íamos ter no começo do ano, eu tinha organizado tudo com o Roque, mas pra Sônia falei quase nada, só comentei que íamos deixar os meninos com meus sogros e ir pra casa de um casal amigo pra continuar a putaria, ela não reclamou, só pedi pra ela ir de minissaia e vestir a tanga vermelha que eu tanto gosto. Chegou a hora de sair da casa do meu sogro e partimos pra casa dos meus amigos, ela tinha se vestido com umas sandálias de salto alto que levantavam ainda mais a bunda, a minissaia preta que pedi e, suponho, a tanga vermelha, em cima usava uma blusa que cobria bem os peitos, mas deixava à mostra aquele canalzinho que se forma entre as tetas, tava realmente espetacular, já sentia cócegas no saco. Chegamos no lugar e abre a porta um cara que fazia um tempão que eu não via, o que que cê faz aqui, Javi, ele me diz me dando um abraço forte e depois cumprimenta a Sônia muito educadamente, ele era o Esteban, o irmão mais novo do Roque, o Roque tinha passado o réveillon com a família do irmão e a ideia era a gente se encontrar naquela casa com ele. Depois de cumprir com todos os cumprimentos de praxe, a Sônia me pega pelo braço e me belisca, me perguntando por que eu não tinha falado que o Roque ia estar lá, ficando meio corada com a situação, calma, falo, ninguém sabe de nada, então vamos aproveitar. Ficamos mais umas duas horas conversando e dançando, a Sônia tava realmente explodindo e vi como os homens do lugar olhavam disfarçadamente pra ela, diferente do Roque que devorava ela com os olhos, com certeza o filho da puta tava mais tarado que eu (duvido). Levanto da cadeira e vou dizendo que já era hora de ir pra casa senão não ia conseguir voltar depois, o Roque do outro lado também diz que vai indo e o irmão se oferece pra levá-lo, e é aí que rapidamente falo: Fica tranquilo, Esteban, a gente leva ele, que passamos perto daquela área... Ficamos todos bem tranquilos e partimos nós três pra casa do Roque. Quase chegando na casa, o Roque fala pra gente ficar mais um pouco e tomar mais uma dose na casa dele, já que a Sonia nunca tinha ido lá e ainda era bem cedo. "Cara, a última coisa que você quer é tomar mais uma dose, te acreditaria se tivesse dito que quer comer essa gostosa", falei apontando pra Sonia com os olhos. Nós três demos risada, e vejo minha esposa virar a cabeça e procurar a boca do meu amigo, e eles se dão um beijo bem longo, de língua. Dava pra ver que ela também tava quente. "Gente, não sei se vocês perceberam, mas na festa tinha uns caras que queriam me comer, não paravam de me olhar." Nós dois aplaudimos o comentário, e eu falei que agora íamos comer ela em nome deles e mais. Estacionamos o carro e entramos na casa do meu amigo. Ele entra primeiro e fala: "Alexa, coloca uma música pra dançar..." O cara já tinha tudo na mão. Começa a tocar umas cumbias antigas, e a gente começa a se mexer os três, enquanto o Roque vai até a geladeira e traz umas latas de Gancia já preparado. A música é muito boa, e claramente a Sonia era a atriz principal do filme. Quando dava, a gente roçava o corpo nela, e várias vezes a mão descia pra baixo da cintura. Nesse pot-pourri de música, começa a tocar uma Bachata que tem uns sons bem quentes (é incrível como a mulher vira um ser tão sensual quando dança), e ela vai de um braço pro outro, até que eu seguro ela e, mexendo bem devagar, começo a beijar ela e a apertar a bunda por cima da minissaia. Ela estica os braços e segura meu pescoço, colando a buceta na minha. Eu já tava com o pau duro fazia tempo, e esfregava ele todo na barriga dela. De repente, ela dá um pulinho, porque meu amigo cola por trás, encostando a pica toda na bunda dela e começando a beijar o pescoço dela. A gente tava fazendo um sanduíche, mas de roupa. Meu amigo, por trás, vai descendo até a cintura dela, beijando cada parte do A Booty vai tirando a minissaia dela até chegar no chão, sobe de novo beijando cada parte das pernas torneadas dela e com as mãos amassava aquela bunda monstra que tava partida por aquela fio dental vermelha que me deixa louco, eu tiro a parte de cima dela incluindo o sutiã e começo a descer chupando os peitos dela primeiro e depois a barriga saboreando aquele perfume gostoso, quando tô na cintura vejo meu amigo babando na bunda da Sonia e ao mesmo tempo nós dois pegamos as tiras da fio dental e começamos a puxar até os tornozelos da minha mulher, depois vamos subindo e como se tivesse combinado antes nós dois enfiamos a cara naqueles buracos sexuais deliciosos que estavam totalmente depilados e soltavam um aroma que embriagava. Roque se dedicou a chupar aquele cu abrindo as nádegas com as duas mãos e eu do outro lado enfiava a língua na pussy dela e pressionava o clitóris alternando lambidas e lábios, a Sonia tava gemendo como nunca, a gente tava dando prazer duplo mas com as nossas línguas, numa hora as pernas da minha mulher começaram a tremer e ela pediu pra gente se afastar um pouco porque não aguentava mais, a gente se levantou e ela em vez disso se ajoelhou entre nós dois e começou a procurar o prêmio dela que eram dois mastros super duros, claramente um maior e mais grosso que o outro mas esse detalhe não parecia importar pra ela porque dedicava o mesmo tempo e atenção pra cada cock. Ela ficou vários minutos alternando chupadas de pica até a gente falar pra ir pro quarto, eu era o primeiro que tava indo pro quarto quando ouço um gemido abafado e vejo a Sonia nos braços do Roque enrolando a cintura dele com as pernas, o filho da puta já tinha enfiado nela em pé e tava levando ela igual um coala pra cama, uma imagem deliciosa, várias metidas e tiradas até chegar na cama e continuar na posição de missionário se movendo devagar, cada penetração era aproveitada, eu dei a volta da cama e ofereci meu pau pra ela chupar, ela pegou com uma mão e meteu na boca, chupando com desespero, dava pra ver que tava muito excitada e gemia bem alto, claramente tava aproveitando ao máximo. Eu tava muito louco, se ela continuasse chupando ia gozar na hora, então fui no banheiro esvaziar a bexiga, peguei meu celular e um gel lubrificante que tava no meu bolso da calça. Quando volto pro quarto, vejo que o Roque tá segurando ela pelos tornozelos, perninha no ombro, e metendo com muita delicadeza, tirando o pau todo, esfregando no clitóris e voltando a penetrar. Enquanto isso, eu tirava umas fotos dessas posições, mesmo no meio do trio, pensava no meu grupo do WhatsApp. Roque deve ter me visto com cara de tristeza, porque ele cedeu o lugar pra eu possuir minha mulher. Mandei ela virar de quatro e, de uma vez, meti até o fundo. Ela soltou um gemido, mas logo começou a rebolar a bunda pra frente e pra trás, pedindo mais pau. Vendo aquela bunda tão apertada, deu uma vontade do caralho de penetrar ela. Comecei com um dedo, fazendo movimentos circulares no cu todo, e depois passei um pouco do gel lubrificante pra começar a abrir o esfíncter. Consegui enfiar dois dedos e achei que já tava pronto pra ser invadido. Passei um pouco de gel na cabeça e no tronco do meu pau e comecei devagar a penetrar aquele cu lindo e apertado. Os gemidos do sexo anal são totalmente diferentes, é como se fossem se alimentando no ritmo da metida. Já tava quase gozando quando vejo meu amigo parar do meu lado, pegar o gel lubrificante e passar no pau inteiro. Na hora, soube o que vinha. Ia avisar minha esposa, mas decidi sair da bunda dela e dar lugar pro meu amigo. O buraco já tava dilatado, mas pro meu tamanho. Como eu disse antes, o pau do Roque é mais comprido e grosso. Eu pensei que ia rasgar ela e que a Sonia não ia aguentar. Ela mantinha o olhar pra baixo, respirando. Bem forte por causa da foda que a gente tava dando até que eu vejo o Roque jogar um pouco de gel no cu da minha esposa e começar a se abaixar com a pica duríssima na mão, quando ele apertou o tronco a cabeça ficou bem vermelha e parecia ainda mais larga, ele começa a se inclinar cada vez mais até que a ponta do pau faz contato com o cu da minha esposa, nesse momento ele freia o impulso e começa a entrar devagar, esticando as paredes do rabo e dá pra ver perfeitamente como, graças ao gel e à dureza daquela pica, a cabeça vai sumindo dentro do cu da minha esposa, ela solta um gemido bem mais forte que o primeiro e fala num tom de súplica pra ele parar porque é muito grande e vai machucar ela… Roque fala "para, que você vai me arrebentar o cu", essas palavras fizeram eu gozar com a pica na mão e vejo meu amigo, como se ignorasse, se levantar mais por cima dela e pressionar com mais força no cu dela, já enterrando a cabeça toda, e meu amigo fala pra ela ficar tranquila que não vai machucar… "Por favor, devagar" se ouve minha mulher falar enquanto enterra o rosto no travesseiro. Roque começa a brincar de mete e tira só com a cabeça da piroca, tentando fazer a Sonia se acostumar com a grossura e perder o medo, parecia que tava dando certo porque dava pra ouvir ela gemer como se tivesse gostando, eu olhava a situação com a pica meia dura na mão e com resto de gozo no lençol, era inacreditável o que eu tava vendo, a pica do Roque saía da bunda da minha mulher e ele colocava mais gel, fazendo que a cada estocada a pica entrasse mais fundo, o filho da puta sabia o que tava fazendo e tava curtindo pra caralho. Parece que de tanta excitação minha mulher mexe a bunda pra trás e faz entrar uns centímetros a mais, mas com força, e dá um grito de dor que foi abafado de novo pelo travesseiro, aí ela entendeu que não podia se mexer mais e tinha que deixar na mão do meu amigo que sabia o que tava fazendo, passaram vários minutos dessa foda anal centímetro por centímetro e acho que o tesão do meu amigo não deixou ele aguentar mais, faltando vários centímetros pra meter tudo no cu, ele começa a aumentar o ritmo da foda até terminar num gemido abafado, gozando toda a porra no cu da minha mulher, ela bufava sem parar e também teve um orgasmo do caralho. Roque sai de dentro dela e se deita ao lado, eu vejo o buraco anal voltando ao normal aos poucos, mas sabendo que estava totalmente dilatado, que com certeza eu podia meter meu pau bem até o fundo sem problema nenhum. A porra começa a escorrer pelo caminho da buceta, se misturando com os sucos vaginais que brilhavam na luz do quarto. Ela se levanta e me dá um beijo quando a vejo indo pro banheiro, com certeza ia se lavar.
Amigo, finalmente conseguiu, arrombou bem o cu dela – falo impressionado pro Roque.
É, ela tem um cu dos sonhos, mas não consegui meter até o fundo, gozei na hora, acho que nunca acabei desse jeito, sua mulher é muito gostosa e me deixa com muito tesão – ele falava baixinho.
Você não sabe a vontade que eu tava de comer ela de novo, passei muito tempo pensando nesse momento e parece que você e ela tavam com a mesma vontade hahaha – falo.
Cara, se fosse por mim, eu comia ela na frente do meu irmão e da minha cunhada, tava pouco me fodendo, toda vez que eu via aquelas pernas e aquele cu, meu pau pulsava, vocês são uns gênios, amigo, ele me abraçava com o pau meia-bomba. – Não me encosta com essa coisa na buceta da sua irmã – falei, e a gente se cagou de rir por um tempo. Eram quatro e meia da manhã e eu tava fresquinho que nem uma alface, minha esposa aparece de minissaia e blusa, sem calcinha, e senta do meu lado, e Roque aproveita pra ir no banheiro também.
Meu amor, que foda que me deram, achei que o Roque ia rasgar minha raba – ela fala com voz de puta. Percebi que ainda tinha lenha pra queimar e falei pra ela Eu só de olhar como ele te comia o cu já gozei, ele abriu teu rabo com tudo, pensei que tu não ia aguentar. Ela fala: "meu bem, esse cu aguenta tudo" e não sei o que dá em mim, mas tô tesuda pra caralho, quero passar o ano novo transando. E ela pega na minha pica e começa a chupar, deixando ela dura na hora. Ela manda eu deitar e enfia meu pau na buceta dela, começando a pular em cima da minha bacia. "Ah, me come, me come que tô muito tesuda". Ela ainda tava de roupa e já tava dando uns pulos que me fascinavam. Nessa hora, entra o Roque e fica meio surpreso olhando, mas com a pica já meia bomba. Ele sobe na cama e oferece o brinquedo dele pra Sonia chupar. Ela pega com uma mão e começa a bater uma pra baixo e pra cima, dava pra ver que ela tava adorando aquela pica. Em minutos, minha pica já tava dura igual um mastro e ela sussurra no meu ouvido: "cê tá muito tarado hoje, e só tem um jeito de acalmar esse fogo". Ela pega o pote de gel de novo e passa tudo, colocando bastante no meio do cu dela, levantando a minissaia até a cintura. Sobe em cima dela e, com minha pica já dentro da caverninha, meu amigo começa a apertar no meio do cu dela, fazendo a cabeça entrar bem mais fácil que da outra vez. Com as mãos, segura ela pra não se mexer mais em cima da minha pica e começa a meter parte do tronco. Eu sinto como essa pica me aperta através daquela parede fina, me dando mais prazer. Roque começa a se mover rápido e os gritos da Sonia já são bem claros... "Aii, aii, aii, aii, vai, continua, vão, vai" – ela gritava igual uma louca. Esses gritos deixam meu amigo mais excitado e com as duas mãos ele abre bem o cu penetrado da minha mulher e dá uma última apertada pra fazer entrar todo o comprimento da pica no cu da minha amada esposa. Nessa hora, ela grita desesperadamente, que com certeza se tivesse algum vizinho acordado teria ouvido. Já não eram gemidos, eram gritos que ecoavam pelo quarto inteiro, não dava pra entender o que ela dizia, só gritava, sem saber se era de prazer ou de dor. dor, mas eu tava muito excitada. Ela agarra minha cabeça e procura minha boca pra chupar minha língua inteira, e aguentava cada estocada do meu amigo fechando os olhos e suspirando pela boca quando não tava ocupada com a minha. Num momento de tanta penetração profunda do meu amigo e pelo atrito que eu tava recebendo, sinto que vou gozar e começo a jogar a bunda pra cima, descarregando todo meu gozo abundante na pussy dele. E vejo que meu amigo sopra como um touro e mete até os ovos a porra do pau dele no cu da Sonia, tremendo e gozando de um jeito descomunal. Pra não ficar atrás, minha esposa ainda com os dois paus dentro dela treme como uma folha de papel, também gritando e curtindo um gozo nunca vivido antes. Foi incrível, em questão de segundos gozamos os três e ficamos uns minutos na mesma posição até a Sonia dizer que não aguentava mais e que precisava ir ao banheiro. Nunca nos meus anos de casado vi aquela cara, era de destruição total, mas com um sorriso de felicidade incrível. Nós dois ficamos exaustos na cama, um do lado do outro, tentando processar a surra de sexo que demos na minha mulher, que agora também era a puta do meu amigo. A surra anal que ele deu nela foi terrível, entrou tudo completamente e esvaziou os ovos duas vezes no cu dela. Meu amigo finalmente pôde aproveitar a bunda da Sonia, e eu fui participante e testemunha da melhor fodida da minha vida.
O ano novo começou de um jeito super incrível pra nós, mas no fundo eu sabia que esse era o primeiro dia de momentos incríveis que íamos viver.

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