Conheci pelo msger a Karina.gordinha, 43 anos, pele macia e branca, cabelo longo e ondulado.
Bem gordinha, mas com o corpo bem desenhado, peitão bonito, rabão gordo, mas dava pra ver que era firme. Vestindo uma saia na altura da canela, pernas curtas e grossinhas, blusa justa no corpo que me mostrava um par de peitos que queriam escapar daquela blusa azul.
Fazia dois meses que eu a conhecia. A gente se beijou várias vezes e nossas mãos fizeram explorações curtas pra conhecer nossos corpos, mas ela não me deixava tocar muito além disso. Na segunda vez, minhas mãos se encheram nas tetas dela ou apalparam a buceta dela por baixo do vestido, quando avancei, ela não deixou eu chegar a tocar a pele da vulva dela, passar a ponta dos meus dedos pelos lábios bem inchados e molhados. Ela dava pequenos suspiros, gemia baixinho, fechando os olhos e se mexendo como se tivesse espasmos. "Isso, filha da puta, continua assim que eu vou gozar, continua, continua, não para", agarrando minha mão com força, se esfregando mais rápido e sem parar, gemendo, gemendo de olhos fechados. Meu pau duro como pedra e mais ereto do que nunca, ela apertava e punhetava com a mão, ela mordia, colocava na boca e lambia, me segurava pelas bolas, colocava na boca e habilmente apertava, mordia e apertava como se quisesse comê-las. No final, a gente fez um 69.

Bem gordinha, mas com o corpo bem desenhado, peitão bonito, rabão gordo, mas dava pra ver que era firme. Vestindo uma saia na altura da canela, pernas curtas e grossinhas, blusa justa no corpo que me mostrava um par de peitos que queriam escapar daquela blusa azul.
Fazia dois meses que eu a conhecia. A gente se beijou várias vezes e nossas mãos fizeram explorações curtas pra conhecer nossos corpos, mas ela não me deixava tocar muito além disso. Na segunda vez, minhas mãos se encheram nas tetas dela ou apalparam a buceta dela por baixo do vestido, quando avancei, ela não deixou eu chegar a tocar a pele da vulva dela, passar a ponta dos meus dedos pelos lábios bem inchados e molhados. Ela dava pequenos suspiros, gemia baixinho, fechando os olhos e se mexendo como se tivesse espasmos. "Isso, filha da puta, continua assim que eu vou gozar, continua, continua, não para", agarrando minha mão com força, se esfregando mais rápido e sem parar, gemendo, gemendo de olhos fechados. Meu pau duro como pedra e mais ereto do que nunca, ela apertava e punhetava com a mão, ela mordia, colocava na boca e lambia, me segurava pelas bolas, colocava na boca e habilmente apertava, mordia e apertava como se quisesse comê-las. No final, a gente fez um 69.
0 comentários - A curvy e eu - 1ª parte