Fala, poringa boys... Demorei, mas voltei. Com a Mari as coisas esfriaram, já não via ela tanto. Como era período de férias e sem ir pra escola. Ela vinha um pouquinho às vezes pra cozinhar e só... Então, quando ela vinha e eu tava acordado... haha, a gente ia pro lavandero e transava em silêncio. Uma manhã, eu acordo bem de mansinho e ela confessou que tava muito feliz... Tava segura que tinha engravidado depois de tanto tentar. Abracei ela e parabenizei... E ela me pediu pra parar com o que rolava entre a gente... Me beijou bem ternamente e viu a ereção que eu tava... A pica tava escapando da cueca... Ela acariciou e disse que ia me dar meu último presente... E me deu um boquete bem babado, onde ela se engasgava a cada chupada. Bem devagar, subia e descia pela pica toda, uma e outra vez, chupava, sugava e passava a língua sem parar o ritmo. Daí a pouco não aguentei e gozei uma boa quantidade de porra matinal... E essa foi a última vez que fiquei com a Mari por um bom tempo. Naquela tarde, como quase todo verão, fui pro clube... Do meu grupo de amigos não tinha ninguém. Fui jogar bola, tava fresco, bem nublado, tempestuoso, bem feio, digamos. Flavia, minha mina, costumava vir tipo 17h, mas naquela tarde não veio. Fui pra piscina dos meninos, a praiazinha... Costuma ter a água quentinha, não tinha quase ninguém, 2 ou 3... O salva-vidas tava conversando com a moça da entrada, lembro como se fosse hoje... Nisso aparece a Mirna, minha colega de escola que tinha me dado mole fazia nada... Eu, por um lado, não queria ver ela, e por outro, queria comer ela... Ela diz: "Fala!!! Sozinho hoje?" "É... Não tem ninguém hoje." Respondi. Ela responde: "Muito melhor. Temos o clube só pra gente..." Sentou do meu lado. Tava com uma maiô preta inteira. A gente conversou um pouco, de um jeito bem picante... Ela perguntou pela Flavia. Falei que ela vem sempre mais tarde. Naquele instante, veio uma rajada de vento forte com muita... Terra... E ela me diz: "Aff, que frio, vamos pra outro lugar." Obediente, saímos da piscina. Pegamos as coisas e fomos pro quincho, que não sei por que tava fechado. Isso nunca acontecia em temporada... Aquela situação com o vento e a terra voando fez a gente ir pra minha barraca. Assim que nos aproximamos, eu já sabia que mal entrasse, ia ter que beijar ela... E que se dane tudo. Levantei o zíper da barraca, deixei ela entrar primeiro, feito um cavalheiro. Ao ver aquela bunda bem empinada, não resisti e, quando entrei, agarrei o rosto dela e comi a boca dela por um bom tempo. Arrumei o cabelo dela pro lado, beijei o pescoço, voltei pra boca dela, apertava a rabeta... A gente parou por um instante, eu abaixei o zíper da barraca, e ela me diz: "O que você vai fazer comigo?" "O que você me pediu outro dia, ou quer que a gente vá pra casinha?" E ela me beija apaixonadamente. Abaixei bem devagar as alças do biquíni dela e vi pela primeira vez os peitinhos dela, que comecei a beijar e acariciar lentamente. Ela, sem timidez, pegou no meu pau que tava duro dentro da minha bermuda. A gente continuou por um bom tempo se apertando, e comecei a tirar completamente a calcinha dela, deixando à mostra uma buceta coberta por um púbis loiro bem aparadinho, como era naquela época. Deitei ela sem parar de beijar um segundo, fui descendo com beijos e carícias, parei nos peitinhos dela... continuei descendo, passando devagar pela região íntima, beijando perto dos lábios dela, e segui até os joelhos. Abri bem as pernas dela e com a língua percorri a virilha dela, subia até a boceta e descia e subia... Já dava pra ver a buceta dela toda suadinha. E eu ainda não tinha chegado lá. Ela tava muito, muito quente, se contorcia de prazer. Eu sabia muito bem como chupar uma buceta... Tinha sido um excelente aluno adolescente de uma coroa. Mirma me pediu, por favor, pra comer ela... E eu mergulhei na rachinha dela que tava uma delícia, chupei, lambi, suguei e toquei tanto a boceta dela que ela começou a ter uns pequenos espasmos que eram o prelúdio de um... lindo orgasmo... Ela agradeceu com um abraço e beijos que duraram um tempão. Começou a descer na minha pica, que já tava explodindo... e me chupou com uma maestria que me chamou a atenção... Peguei ela pelo rosto, puxei pra cima de mim e ela enfiou a pica na buceta de uma vez... (Ficou bem claro que ela sabia o que tava fazendo) Como ela cavalgou, por Deus... A gente parou, coloquei uma camisinha e comi ela de quatro, e gozei... Bati uma punheta pra ela por um tempinho e ela também conseguiu gozar... Fazia 4 meses que eu era um cara virgem. E já tinha comido as duas colegas que eu tava afim. Me senti um rei...
0 comentários - Mirna se me pudrió todo ( saga 6)