Minha namorada exibida pro trem Roca (Avellada Gerli)

No dia seguinte, Sofi acordou.
Pediu desculpas por tudo que aconteceu. Mas deixou claro que nunca tinha se sentido assim comigo, e que essas novas experiências que Fernández tava propondo pra ela agradavam mais do que a vida sexualmente entediante que a gente tinha. Mesmo assim, ela não queria que a gente parasse de sair, mas de vez em quando eu tinha que aceitar que ela saísse com o Fernández. Aceitei com duas condições: que ela me contasse tudo que rolava e que fosse uma vez por semana. Ela pensou um segundo com os olhinhos pra cima, de lado, e sorriu muito feliz; senti que eu tava dando o melhor presente pra ela, a carinha de felicidade dela dizia tudo. Eu ainda tinha uma mina gostosa do meu lado, mas pelo preço de uma vez por semana um colega de escola tava comendo ela.

Chegou a primeira quinta-feira, o dia que minha mina ia ver o Fernández. Ela se encontrava com ele bem cedo (matavam aula) e de lá ele ia levar ela pra um lugar secreto pegar sol. A história se contava sozinha: ele ia foder ela depois de deixar ela de biquíni, deixando a pica dele dura.

Minha mina vestiu uma fio dental branca que fecha num triângulo bem rápido atrás e marca todos os lábios daquela buceta gorda que ela tem, e em cima um top azul celeste. Eu odiava aquilo porque sou do Independiente e assim minha mina tava com as cores do time rival que nem quero nomear. E o mais feliz com isso era o Fernández, que, como não podia ser diferente, é torcedor do time adversário.

Umas 7 da tarde, minha mina chegou na minha casa, entrou rápido pra tomar banho e eu não aguentava esperar. Entrei no banheiro, sentei no vaso e, com a pica na mão, pedi pra ela me contar tudo.

Ela me olhou, com um gesto quase de desprezo: "Ah, amor, você não pode ficar excitado assim porque outros tão comendo sua namorada."

Eu: "Eu sei que isso é melhor pra nós dois, me conta tudo."

Sofi: "Sim, meu bem. Fernández me levou pras quadras de tênis de Gerli, aquelas antes da estação."

(Aquele lugar já foi um clube com um espaço enorme, que na época tava semiabandonado.) Se tu viajasse no Roca de Avellaneda pra Gerli, dava pra ver as canchitas do lado direito
antes de chegar na estação, tinha um espaço verde com mesas e churrasqueiras
(e as canchitas)

Sofi: como o lugar tava meio abandonado, tivemos que pular um portão, eu tava com o coração a mil e
quando entramos, Juan (já não chamava mais de Fernández, tratava pelo primeiro nome)
me beijou com paixão contra a parede, ficamos um tempão assim
até ele baixar a parte de cima do meu vestido "que peitos lindos você tem, adoro eles" ele falou. Ele chupava e mordiscava eles e eu não aguentei e gozei no meu primeiro orgasmo, meu amor. "que piranha você é, goza com nada" ele dizia.

Amor, não sei como estavam meus mamilos, tirei o vestido e levantei o top e
saí correndo, ele me correu e me pegou contra uma parede, fiquei de costas pra ele,
ele se abaixou, puxou minha tanga e chupou minha bunda com uma vontade única
enquanto com o braço direito me segurava a perna e sem pedir licença enfiou o polegar na minha pussy, não deu pra esperar pelo segundo orgasmo.

Depois disso, ele terminou de puxar a tanga e baixou até meus joelhos, se levantou com uma mão me segurou pela cintura e com a outra me puxou pelo cabelo e me empurrou pra frente, o mesmo polegar lubrificado com os sucos da minha pussy ele enfiou no meu cu sem pedir licença de novo, não esperava e me arrepiou toda. Na hora, com a cock na ponta, ele chegou perto da minha pussy (ela falava pussy, mas era uma buceta gorda, nada difícil de achar, uma barbada que com a cock dura e naquela posição não precisei nem das mãos pra enfiar) e entrou como quis, senti até a garganta, soltei um grito do caralho, ele começou a me meter com força, com a barriga empurrava a mão e enfiava cada vez mais o dedo no meu cu, peguei a outra mão dele que segurava meu cabelo e comecei a chupar os dedos dele fazendo cara de puta por cima do ombro, nessa hora aconteceu algo que não esperava e me fez ter meu terceiro orgasmo em pouco tempo. ELE COMEÇOU A GOZAR TREM! Se eu passasse por ali bem perto, dava pra ver as janelas e os rostos deles, e claramente do trem eles me viam. Não dava pra fazer nada pra evitar, percebi que me excitou muito de novo essas situações de exposição inesperada que o Fernández me propõe, que em você daria pavor, ou você broxaria de medo, ele, como bom canalha, fica mais duro e me come com mais força. Me fez sentir a maior puta de Avellaneda na vista de um trem inteiro cheio de gente.

Eu: love, não aguento mais, falei enquanto limpava a mão com o papel do banheiro.

Sofi: viu, já não aguenta mais? Você não é que nem ele. O Juan percebeu o que eu gostava, então me propôs irmos tomar sol perto dos trilhos, ele sentou apoiando os cotovelos numa canga, o corpo dele era incrível, todo definido e bronzeado, o corpo de um homem e não de um gordo infantil que nem você. (A coisa tava ficando agressiva, mas eu tava gostando, na hora subiu de novo a pica) eu me deitei de bruços com as pernas viradas pros trilhos. Os trens passavam e ele ria e me contava a cara dos caras que olhavam, logo notei que ele também tava gostando porque a pica dele ficou dura que nem a minha, esperava o trem passar e passava bronzeador em mim, me dava tapas fortes e gritava, pedia pra eu levantar colocando de quatro primeiro pra eles verem a raba.

Eu: love, a quantidade de caras que você deve ter excitado hoje que bateram uma punheta pro seu rabo é maior que qualquer puta que aparece na TV com o Tinelli.

Sofi: ah, é que não foi só a raba, alguns trens passavam mais devagar que outros porque perto da estação vão reduzindo a velocidade, mas outros paravam de vez por alguns segundos, até minutos em alguns casos, e o tempo de exposição era maior, aí o Juan ficava mais mão pesada, passava bronzeador e abria minhas nádegas, com a tirinha branca da tanga ele falava que marcava toda a sombra da bunda dos dois lados. (Meu Deus, aquela raba dava pra ver da lua) Num dos trens parados, ele tirou meus óculos e falou pra eu Corre, eu entendi na hora que ela queria fazer um pouco de show, então eu corria balançando as tetas o máximo que podia. Num momento senti que elas iam escapar, bem quando o Juan parou de correr. Ele tava do lado de uma mesa bem perto do trem, no máximo uns 3 metros, apoiou os óculos lá e atrás dele vi um monte de caras voltando do trabalho olhando a cena. O Juan largou os óculos e se afastou, eu fui andando quase em câmera lenta e encarando todos aqueles caras, me fazendo de gostosa enquanto andava até que o Juan, por trás, pegou meu top e deixou ele como cinto, fiquei com as tetas de fora. Por reflexo, em vez de me cobrir, tentei pegar o top mas não conseguia arrumar, minhas tetas continuavam balançando na cara dos estranhos do trem. Por algum motivo, percebi o tesão que me deu e prolonguei a cena, nunca me tapei completamente e quando subi o top fiquei com um mamilo de fora. Dei mais uns passos assim, olhei de novo pras janelas do trem notando umas caras chocadas, peguei os óculos, coloquei, mandei um beijo pra eles, me virei e voltei andando em direção à minha mala rebolando a bunda. O trem arrancou e a gente se cagou de rir. Depois disso, a gente se beijou de novo, o Juan me apoiou na mesa, baixou minha calcinha e me deu uma chupada na buceta que me fez ter um orgasmo novo, muuuuito intenso, enquanto o trem passava.
Eu: Amor, é muito arriscado, qualquer conhecido podia te ver fazendo isso. (enquanto limpava o leite das mãos de novo)
Sofi: Amor, por isso você vai ser sempre bonzinho e sem graça. Eu te amo do jeito que você é, mas nas quintas-feiras eu preciso de alguém mau e divertido que me faça sentir desejada.

Assim, minha namorada continuou por várias quintas-feiras aumentando o tom das saídas dela com meu colega de escola. Se vocês quiserem que eu conte mais alguma dessas, mandem pontos e comentem que me inspira um montão.

2 comentários - Minha namorada exibida pro trem Roca (Avellada Gerli)

Peeeeeeeero que trolita divina sofi, hay chance de que hagamos encuentro y me tire la goma? soy de caba.
que mao que nonpones una foto de ella para verla