A gente só trocou umas frases soltas desde que o amante da minha mulher saiu do quarto, mas bastava nossos olhares se cruzarem pra aparecer um sorriso cúmplice no rosto. Sofia tomou um banho tranquilo e depois, com uma toalha enrolada, ficou um tempinho no ar puro na varanda do quarto, relaxando e se preparando pro que a noite podia render. Eu, por minha vez, não conseguia parar de observar cada movimento dela, me deliciando com suas curvas enquanto pensava em tudo que tinha rolado nas últimas horas. E me excitando de novo com a perspectiva que a noite nos oferecia. Enquanto arrumava a cama e me lavava, não tirava os olhos do celular, esperando meio ansioso a ligação pra encontrar o Juan de novo. Só tinha passado uma hora e meia, mais ou menos, desde que ele foi embora, quando recebemos a ligação dele de novo. Eu já tava pronto, e como a Sofia ainda tava de toalha do banho, resolvi descer pra não deixar ele esperando muito. No tempo que ela demorou pra descer e se juntar a nós, a gente ficou conversando sobre a experiência passada e sobre os planos que podíamos fazer, tanto pra noite quanto pros próximos dias. Percebi quando minha mulher desceu pro hall porque ele calou a boca e a atenção dele foi pra trás de onde eu tava. Me virei e, de fato, lá estava ela, devolvendo a chave na recepção. Tava com um vestido verde, justinho na cintura, de costas nuas e levemente apertado e curto, insinuando sensual as curvas do quadril. Quando se virou pra gente e viu nossos olhares, pude ver o sorriso safado dela e como os olhos brilhavam ao se fixar no amante novinho em folha. Também deu pra ver que o pessoal da recepção não perdia um detalhe. Ela se aproximou de nós rebolando devagar, mostrando um decote generoso e sem desviar o olhar dele. Trocaram um beijo profundo de boas-vindas enquanto ele segurava a bunda dela descaradamente, e na sequência ele nos levou pra um... Lugar muito recomendado pela comida. O jantar foi super animado, como se fôssemos amigos de infância, mas com trocas de olhares safados, sorrisos promissores e umas carícias aqui e ali, aproveitando a proximidade. Ficava excitado vendo o comportamento dos dois, o desejo em cada gesto, e me divertia pra caralho quando algum garçom se aproximava e a Sofia se encolhia, se sentindo pega com uma mão que não era a minha nas coxas dela, ou só apoiada na mão dela. Ela perguntou se a gente queria ir dançar logo, e com a resposta animada da minha mulher, indicou um lugar onde costumava ir com os amigos e que não era longe. Mas avisou: se a gente não se incomodasse com o olhar ou a presença de conhecidos dele. A Sofia disse que não ligava, que tava a fim de dançar antes de subir de novo pro hotel, isso com um sorrisinho safado, e que se ele não se importava de ser visto, ela também não. Por mim, não tinha pensado em exibir os chifres novinhos por aí, mas a ideia tinha um puta tesão, então não falei nada e, depois de pagar a conta, fomos pro lugar que ele recomendou. Ver os dois andando na minha frente abraçados, observando ele acariciar a bunda da minha mulher por cima do vestido e cochichando segredos no ouvido dela, fez eu chegar no local completamente excitado. Eles entraram na minha frente, vi ele cumprimentar uns caras e, sem parar, levou minha mulher pra área onde três outros casais dançavam. Eu fui pro balcão, pedi uma cerveja e fiquei observando eles dançarem. O lugar era pequeno e não tinha muita gente, então dava pra ver quase do lado. Ficava de olho quando via os dois juntando os quadris, se esfregando, quando as mãos dele seguravam firme a bunda dela e, entre risadas, trocavam uns beijos rápidos. Devia ter uns quinze minutos quando eles voltaram pra onde eu tava, de mãos dadas e se divertindo com alguma coisa que ele tinha acabado de falar. No ouvido da minha mulher. Pedi umas cervejas pra cada um e ainda não tinham servido quando dois amigos dela chegaram. Fizeram as apresentações, sem esconder em nenhum momento que eu era o marido da mulher com quem ela tinha dançado tão ousadamente. Imaginei que não era a primeira vez, porque depois de um olhar curioso pra mim e pra minha mulher, e a mão na cintura do João, nos cumprimentaram sem dar muita importância pra situação. Depois de um tempo conversando animadamente com os amigos dela, no final eram uns cinco ao nosso redor, ele levou minha mulher pra dançar de novo. Todo mundo olhava como ele a conduzia pela cintura e todos viram que antes de começar a dançar, ele deu um tapinha na bunda dela. O casal foi o centro das atenções por um tempo. Falavam deles, e embora eu não entendesse o que conversavam por causa do volume da música, era evidente, por alguns gestos entre eles na direção da minha mulher e às vezes pra mim, junto com algumas risadas ou sorrisos, qual era o assunto. Pouco depois, perdi a Sofia de vista por uns dez minutos e quase na hora, como se perdessem o interesse, os amigos do João foram se espalhando, me deixando sozinho de novo. De onde eu estava, procurei eles com o olhar excitado, imaginando dezenas de possibilidades lascivas onde o casal tinha conseguido um momento de privacidade. Mas, como sempre, a imaginação foi mais rápida que a realidade, porque eu os encontrei de novo encostados atrás de uma coluna, só que se pegando firme. Me aproximei, vendo como se beijavam de boca aberta, como ele agarrava com força a bunda da Sofia e como ela se colava nele, esfregando virilha com virilha. Ela estava tão excitada que nem percebeu minha presença, mas assim que ele me fez um sinal com os olhos, sugeri a possibilidade de voltar pro hotel. Nenhum dos dois recusou a proposta, então saímos do lugar, cumprimentando um par de conhecidos, que olhavam para a Sofia com um interesse descarado e para mim com o que me parecia certa zombaria. De lá, entre beijos, carícias, risadas e abraços, fomos andando até o hotel, já que não era longe. E como algumas horas antes, me adiantei para pegar a chave e esperá-los, embora desta vez no quarto. Cinco minutos eternos depois, bateram na porta e eu abri. Se eu já não estivesse totalmente excitado, teria ficado duro que nem pedra ao abrir a porta. Sofia com o vestido na cintura, os peitos de fora sendo amassados no corredor e ele com as calças abertas e o pau, totalmente duro entre os dedos da minha mulher, enquanto com a outra mão me oferecia a calcinha fio dental que tinha tirado no caminho. Entraram entre risadas, me dizendo para me acalmar (eu já estava com o pau na mão) que só tinham feito umas putarias no elevador. Foram direto pra cama e Sofia empurrou ele de costas, ficando em cima por uns segundos, antes de terminar de tirar as calças dele e começar a masturbá-lo e chupá-lo. Na posição em que estava, de cócoras aos pés da cama, não pude evitar me aproximar e, enquanto beijava a bunda dela, acariciava suas coxas, ensopadas, além de explorar com meu dedo a sua buceta igualmente molhada. Tava com vontade de penetrá-la do jeito que estava, mas ela, depois de uns tremores, simplesmente se levantou e sentou de pernas abertas em cima do amante enquanto com uma mão ia enfiando o pau a pouco mais de um metro do meu rosto. Fiquei ali besta, me masturbando de joelhos, contemplando como minha mulher começava a cavalgar o amante, que segurava ela com as duas mãos na bunda enquanto empurrava o quadril pra cima. Não queria gozar tão rápido quanto à tarde, mas quando vi a Sofia começar a tremer e como molhava de forma evidente os colhões do amante com os fluidos dela, não consegui evitar apertar mais do que devia e gozar. Eles não demoraram muito, já que depois de uns minutos de atividade frenética, ele enfiou o pau dentro da Minha mulher, enquanto eu a abraçava com força, gozou. Uns minutos depois, estávamos nós três no terraço, pelados. Juan tava observando a laje do hotel e, depois de trocar um olhar safado com a minha mulher, perguntou se a gente topava subir pra laje do jeito que a gente tava, pelados. Sofia ficou meio relutante, mas quando eu falei "bora", ela embarcou na aventura. Saímos nós três pelados, mas claro, eu levei uma sacola com uns roupões e as camisinhas. Pegamos o elevador pra subir, com aquela excitação de torcer pra ele vir vazio, e fomos pro último andar e subimos o último lance de escada, tesudos, minha mulher na frente, tentando escutar qualquer presença por perto e procurando a porta de saída pra laje. Nós dois íamos atrás, olhando o corpo pelado dela se mexendo de um jeito excitante. Depois de uns segundos de dúvida, sem saber qual era a porta certa, e a tensão de alguém aparecer por ali, conseguimos sair. Lá em cima, tentando fazer o menor barulho possível, fomos pra uma das beiradas, onde eles dois continuaram com as carícias por uns minutos. Juan enfiou a cabeça entre as pernas dela, acariciando as coxas enquanto os lábios dele iam em direção à buceta dela. De onde eu tava, sentado numa espreguiçadeira, dava pra ver tanto a Sofia, respirando ofegante, com os peitos dela subindo e descendo, enquanto eu de vez em quando vigiava a porta do hotel pra não aparecer ninguém. Também dava pra ver as sacadas dos prédios na frente, a maioria no escuro, e embora a princípio não visse ninguém lá fora, pouco depois tava mais que convencido de que tinha gente olhando de alguns quartos. Curiosamente, eu tentava não me masturbar enquanto via a Sofia esticar e contrair as pernas em volta da cabeça do amante dela, no começo menos por medo de gozar antes da hora, e mais pra não ser visto pelos tarados. que pudesse ter havido. Mas aí eu simplesmente fiquei hipnotizado pelo movimento dos mamilos da minha mulher, acompanhando a respiração ofegante e pesada dela enquanto o amante dela dava um boquete daqueles. Foi assim que fiquei quando ele me pediu, meio apressado, pra passar um camisinha. Depois de colocar, sem tirar a cabeça dele de entre as pernas dela, ele a levantou e, segurando pelas axilas, se posicionou atrás dela e ali mesmo, de pé, meteu de novo, dessa vez sem frescura, rebolando as cadeiras igual um louco enquanto segurava os peitos dela. Nessa posição, fiquei alucinado vendo a Sofia completamente entregue. Mal conseguia se segurar nas pernas, que dobravam toda vez que tocavam o chão, e a bunda dela balançava solta pra frente cada vez que ele enfiava o pau até o fundo. A gente tava nessa há uns minutos, e eu já tava batendo uma na maior cara de pau, vendo ele amassar os peitos dela com as mãos e a bunda com a barriga, quando em algumas sacadas começaram a ficar mais animados e soltos com a festa que a gente tava dando. Começaram os gritos de incentivo, uns engraçados e outros mais humilhantes, e até começaram a gritar pra gente ir pra frente pra se juntar à festa. Aí, pensando que eles podiam subir e a coisa sair do controle (tava com cara disso), e que já na primeira noite a gente arrumasse um escândalo, sugeri que a gente descesse pro quarto. O caminho de volta foi ainda mais excitante que a subida, com o perigo extra de trombar com algum hóspede. Com toda a excitação que a gente tava, mal entramos no quarto e ele já pegou ela de novo por trás, encostou na parede do corredor e continuou fodendo ela com força, abraçando com as duas mãos, sem parar de rebolar até gozar. Pouco depois, a Sofia se esticou na cama exausta, de barriga pra cima e com as pernas abertas, então, sem pensar duas vezes, e enquanto o amante dela entrava no banheiro, eu me enfiei entre as pernas dela. pernas, beijando-a enquanto meus lábios subiam e, finalmente, quando nossos lábios e línguas se encontraram, e eu sentia o calor da buceta dela no meu pau, meti com vontade, mas devagar, aproveitando cada respiração e gemido que ela soltava no meu ouvido. A noite de sexo podia ter continuado um pouco mais, mas infelizmente meu touro tinha que ir embora, porque ele ia entrar no trabalho em poucas horas. Quando gozei, ele já estava arrumado e pronto. Tinha esperado eu terminar para se despedir de nós dois naquela noite. No dia seguinte, ele voltaria à tarde para nos atender, como guia turístico e como garanhão pra minha mulher, mas o que aconteceu no dia seguinte deixo pra outra ocasião.
1 comentários - De vacaciones por Pinamar 2
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