Continuação da parte 12. Nos vestimos como se já fossemos embora de vez do lugar, peguei as chaves do carro e saímos do quarto, já eram umas 7h da noite. — OK, o plano é esse: presta atenção, vamos pegar a estrada principal e eu vou ligar pra mamãe... — falei. Caro só me olhava, toda confusa. — OK???? — ela disse. — Vou dizer que o carro ficou sem gasolina porque sou um idiota e esqueci de abastecer, e a gente ficou no meio da estrada... — falei. Ela me olhava ainda mais confusa. — Esse é o seu plano? Sério? Tamo ferrado! Como é que ela vai acreditar nisso? — ela falou, bem séria. — Ora, tem que acreditar, não tem como provar se é verdade ou não. Com certeza vai ficar puta, mas é um risco que vou correr, hahaha. — Sério... é isso que a gente vai fazer?... É que... e se ela mandar a gente ir num posto ou pedir ajuda pra alguém? — ela disse, exaltada. — A gente fala que ninguém ajudou e o posto é muito longe, e é muito perigoso andar a essa hora... por sorte... — eu tava falando, e ela me interrompeu. — Não me diga... por sorte tem um hotel perto e a gente vai passar a noite lá, hahaha... Mamãe vai nos matar! — respondeu ela. — Exatamente... tem um hotel de beira de estrada perto e a gente vai passar a noite lá. De manhã, eu vou comprar gasolina e a gente vai embora feliz e contente — falei, todo animado. — Sério... melhor a gente vazar, ainda dá tempo de ir embora, não é tão tarde. Mamãe vai nos matar, com certeza vai pensar um monte de coisa feia que a gente vai fazer... — eu a interrompi. — Mas se a gente já fez essas coisas, hahaha. Ei, calma... deixa eu falar com ela, você só entra na minha onda, ok? Não se preocupa, eu assumo toda a culpa — respondi, tentando acalmá-la. — Toda a culpa? Ela vai matar nós dois, não vai ligar se foi culpa sua ou não. Sério, melhor pegar as coisas e vazar — ela dizia, toda preocupada. — Já, Caro, love, olha pra mim — peguei as mãos dela e olhei bem nos olhos dela — calma, a gente faz isso rápido e volta pra ter uma noite gostosa, pode ser. que a gente não tenha outra chance como essa pra ficar junto e eu não quero perder ela — é que... sei lá... cê acha mesmo que vai dar certo? — ela falava toda angustiada — sei não, sinceramente não sei, só sei que vou fazer de tudo pra estar com você essa noite, eu falo tudo, eu converso, não se preocupa ok, vamos fazer isso rápido pra vir curtir essa noite, a nossa noite — respondi dando um beijo nela — mmmm... ok você fala tudo... você aguenta a bronca — disse ela me beijando. A gente subiu no carro e dirigiu até chegar numa estrada principal, era bem grande mas mal passava carro e tava bem escuro, dos lados da estrada tinha o que parecia milharais enormes que se perdiam no horizonte, mal dava pra ver umas luzes fracas na estrada, encostei no acostamento e liguei o pisca-alerta — cê tá pronta? — perguntei — não — disse ela toda nervosa — perfeito, vamos — falei animando ela. A gente desceu do carro, sinceramente eu também tava nervoso pra caralho mas tentava não demonstrar na frente dela, fomos na frente do carro e esperei uns minutos antes de ligar pra criar coragem, no final me decidi e liguei, o telefone tocou mas ela não atendia até que caiu na caixa postal — não atende — falei pra Caro, só fazendo o nervosismo dela aumentar e o meu também — que isso! O que a gente faz!? — ela falou — calma vou tentar de novo — falei. Liguei de novo, uma segunda vez e uma terceira mas não tive resposta, sinceramente eu também tava cagando de nervoso. — amor, melhor a gente vazar daqui, parece muito perigoso, por favor — ela falou já parecendo bem assustada — espera só mais uma vez — falei. Tentei de novo e nada, não tive resposta, tentei também com o pai e ele também não atendeu — pai também não atende... tá bom, vamos embora — falei pra ela. Mal falei isso e ela correu e subiu rapidinho no carro, eu subi e quando ia ligar o carro *ring ring* o telefone tocou, era a mãe retornando a ligação — é ela! Ela tá me ligando! — falei pra ela Querida, ela pulou de susto quando ouviu o telefone - atende rápido! - ela disse - espera, tenho que descer, desce também! - eu falei, saindo rápido do carro. Saí do carro e atendi o telefone - oi, mãe! - falei, tentando soar o mais normal possível - porra, Eric!! Finalmente atendem, caralho!!! - ela disse quase gritando - eu sei, desculpa, mãe, é que o sinal é muito ruim aqui... mas - eu estava explicando, mas ela interrompeu - que custava me ligar! A única coisa que pedi e vocês não fazem! - ela continuava alterada - mas se eu avisei, te mandei mensagem e a Caro também tem te mandado mensagens, mas o sinal... - ela me interrompeu de novo - uma simples mensagem você me mandou! Como eu vou saber se vocês estavam bem o resto do dia... e já vêm? - ela disse - escuta, mãe... eh... tenho que te contar uma coisa - naquele momento eu estava quase me arrependendo de contar, estava muito nervoso, a Caro tinha ficado dentro do carro e me olhava muito assustada - me diz o que aconteceu! A Caro tá bem? - ela perguntou alterada - tá bem, mãe, nós dois estamos bem, não aconteceu nada... - eu falei, mas ela interrompeu - então o quê! O que foi, já vêm? - ela insistia - me escuta, mãe... por favor.... eh... a gente tem um problema - ao falar isso, senti minha voz falhar - que problema, Eric?! Fala! - ela perguntou alterada - OK, me escuta, por favor... a gente tá no meio da estrada e a - ela me interrompeu de novo - como assim no meio da estrada, o que aconteceu com vocês? - ela disse, mas eu a interrompi - mãe, me escuta, a gente tá bem, mas me escuta, sim! Olha - eu falei e mudei pra videochamada e mostrei o carro e a Caro - dentro, ela só acenava timidamente - olha, a gente tá bem, só que ficamos aqui porque fiquei sem gasolina, esqueci de encher o tanque quando viemos.... e... fiquei sem gasolina - porra, Eric! como você esquece isso, sério!! Manda a localização que a gente vai buscar vocês - ela disse - não, mãe.... é que a gente tá muito longe.... sério, desculpa, não quero preocupar vocês - eu falei muito nervoso - que Tão longe? Você disse que iam perto? Cadê vocês? — insistia ela — é que... a gente não foi onde tinha planejado no começo... eh, fomos pra outro lugar um pouco mais longe e... e na volta eu me perdi e... bom, a gente tá muito longe... mas — eu tava falando, mas ela me interrompeu de novo — como é que você sai sem conhecer! Até onde vocês foram, então!? — escuta, mãe... me escuta, sim... a gente tá muito longe, tem um posto de gasolina, mas eu tenho que andar muito pra chegar e não quero fazer isso a essa hora... faz... faz um quilômetro ou menos, eu vi um motel e... — eu tava tentando explicar, mas ela me interrompeu — nem pense que vocês vão ficar aí, Eric! Quem sabe que tipo de gente vai parar lá, pede ajuda pra alguém ou sei lá, empurra o carro... — ela continuava falando, mas nisso a Caro saiu do carro, veio até mim e pegou o telefone — oi, mãe, a gente tá bem... mas o que o Eric falou é verdade... eh... tá muito escuro e o posto é muito longe... acho melhor a gente voltar pro lugar e passar a noite lá... agora mesmo não tamo seguros aqui... — a Caro falou pra mãe — Caro, você tá bem, filha? — ela perguntou — sim, mãe, nós dois tamo bem... mas ficar aqui não é seguro... acho que o melhor é ir pra esse lugar e se proteger... a gente tem um ao outro, mãe... a gente cuida um do outro — ela falou bem meiga — mas Caro... e vocês tão muito longe? — ela perguntou — sim, mãe... não sei onde a gente tá, mas falta horas pra chegar... não se preocupa, mãe, eu cuido do Eric... — ela falou tentando convencer. A mãe ficou em silêncio uns segundos, a gente só se olhava fixo — e como vocês vão chegar nesse lugar? Não é tão longe? — ela perguntou — a gente passou por ele faz menos de um quilômetro, acho, vou empurrar o carro, devagar, mas a gente chega — respondi — sim, mãe... nós dois juntos a gente chega mais rápido — a Caro falou me ajudando. Ela ficou em silêncio de novo — ai, Eric... tá bom então... façam isso... se não tem outro jeito... vão logo... se apressem... eu conto pro seu pai. Pai", disse ela, se resignando. "Mas é verdade, mãe, vamos ficar bem, não se preocupa, a gente avisa quando chegar, ok? Sério, a gente vai, eu prometo", falei. "Mais te vale, Carol. Meu amor, toma cuidado, por favor, me avisa, tá?", ela gritou pra ela. "Sim, mãe, eu vou, eu prometo. Te mando mensagem, ok?", ela respondeu. "Bom, então, se apressem que já está ficando muito tarde", disse ela. "Ok, mãe, depois a gente avisa. Tchau", falei e desliguei a ligação.
Ficamos em silêncio por um momento e ela se jogou em cima de mim, me deu uns socos no peito e depois me abraçou. "Que plano horrível o seu! Sério que você pensou nisso? Agora me sinto ainda pior", ela dizia me abraçando. "Valeu por me ajudar... acho que exagerei um pouquinho, hahaha", falei brincando. "Agora não quero mais chegar em casa. Quando a gente chegar, ela vai nos matar...", ela dizia. "Então a gente tem que aproveitar a última noite das nossas vidas, nossa lua de mel, meu amor", falei, beijando ela.
Ficamos assim, nos beijando e abraçados por alguns segundos. "Então... me ajuda a empurrar o carro até o motel", falei brincando. Ela me deu um soco no peito, subimos no carro e voltamos pro hotel. Fomos pro quarto e esperamos um pouco, trocamos de roupa. Eu vesti um shorts e uma camisa, ela também, um shorts de lycra que usava pra malhar e uma blusa esportiva, meio decotada. "Bom, acho que já deu um tempo razoável", falei pra ela.
Carol mandou a mensagem pra mãe dizendo que já estávamos no hotel, que tínhamos chegado em segurança e que íamos jantar alguma coisa. Ela respondeu meio mal-humorada, mas mesmo assim ficou feliz que estávamos bem. Disse que já tinha contado pro pai também e perguntou se a gente tinha pedido quartos separados. Ela disse que não, mas que eu dormiria no sofá. A mãe só colocou "ok", disse que o sinal estava muito ruim caso a gente não respondesse durante a noite, e ela tirou uma foto do nosso quarto e mandou pra ela, claro, tentando não deixar aparecer nada que pudesse nos entregar. Pra falar a verdade, que... A história do sinal não era mentira, porque a última mensagem não foi enviada e a gente não recebeu mais resposta. A Caro me abraçou, me beijou e disse que tava com fome, então, sem mais enrolação, fomos jantar. Quando chegamos no lugar, tinha duas famílias e dois casais — literalmente, éramos os únicos hospedados ali. Nos serviram a janta e fomos pra uma mesa perto de uma família. Aí reparei que o cara que tinha olhado descaradamente pra Caro também tinha ficado com a mina dele. Dessa vez ele olhou de novo, mas parecia mais atento com a namorada. Jantamos, nos acalmamos um pouco, e a Caro já tava bem mais tranquila, sorrindo. A gente tava curtindo de novo. Terminamos de comer, batemos um papo e eu sugeri irmos caminhar. Fizemos isso, andamos de braços dados até a beira do mar, sentamos e ficamos abraçados, nos beijando.
Nisso, abriram o minibar e a gente se aproximou. Pedimos umas bebidas e sentamos de novo. Ficamos ali um tempão, até que chegou outra família, pediu algo e foi embora. Aí eu levantei pra pedir outra bebida, mas a Caro me segurou e disse que queria ir pro quarto. Eu sabia o que ela queria, e eu também tava a fim. Então fomos juntos pro quarto. Quando chegamos, olhei o celular e a mensagem ainda não tinha sido enviada. Tranquei a porta com chave e fechei as cortinas, tampando até o menor buraquinho. A Caro, por sua vez, foi direto pra cama e se deitou, me esperando. Deitei sobre ela, beijando o pescoço dela. Ela me abraçou e jogou a cabeça pra trás. Depois nos beijamos na boca, muito apaixonadamente. A língua dela procurava a minha. Aqueles beijos tímidos que ela me dava no começo tinham ficado pra trás — agora ela queria devorar minha boca. Levantei e tirei minha camisa, enquanto ela fez o mesmo na cama, ficando só de sutiã. Passei minhas mãos pelas pernas dela, desabotoei o short e puxei ele devagar até tirar. De novo, tinha minha irmã escultural só de lingerie na minha frente, me esperando. Tirei meu short e apaguei a luz, uma luz fraca nos iluminava o suficiente pra ver nossos corpos. Subi nela e beijei ela de novo com paixão, ela abriu os braços e as pernas pra me receber, sentia meu pau roçando na buceta dela, imitando transar com roupa. Ela mexia a bunda contra mim, procurando meu pau. Ajoelhei na cama na frente dela e tirei o sutiã dela. Levantei e tirei a calcinha dela, ela ficou completamente nua com as pernas abertas na minha frente. Eu também tirei toda a minha roupa, me aproximei e beijei as pernas dela. Ela acariciando meu cabelo, abriu mais as pernas sabendo o que eu ia fazer. Passei a língua e comecei a chupar a buceta dela, ela se contorcia de prazer, mexia a bunda contra minha cara. Levantei as pernas dela completamente e coloquei as mãos dela em volta delas, indicando pra ela manter assim. A buceta dela ficava mais exposta pra mim, e até o cu dela, então passei a língua do clitóris dela por toda a buceta e terminei no cu dela. Quando ela sentiu minha língua roçar no cu dela, gemeu e empurrou minha cabeça. Peguei a mão dela e afastei, e comecei a chupar o cu dela. Ela se mexia ainda mais, gemia muito alto, não ligava se alguém lá fora ouvisse. Ela estava muito excitada, a buceta dela escorria. Enfiei um dedo na buceta dela, estava muito molhada e quente. Enfiei dois dedos e beijava o clitóris dela, ela abria mais as pernas e jogava a cabeça pra trás. Eu não aguentava mais, levantei e puxei ela pela cintura até a beirada da cama. A buceta dela ficou exatamente na altura do meu pau. Rocei a ponta na buceta dela, ela me olhava abrindo as pernas e devagar enfiei. Era lindo ver meu pau sumir completamente dentro da buceta dela. Quando ela sentiu que enfiei tudo, deu um suspiro e deixou o corpo cair na cama, só se deixando levar. Comecei com movimentos suaves, ela estava tão apertada e quente, tão molhada que meu pau sumia fácil dentro dela. Tirei, dei umas leves batidas no clitóris dela com a minha ponta e meti de novo, e comecei com os movimentos, enfiava e tirava devagar, ela tava de olhos fechados, mordendo o lábio, se segurando na cama, aumentei o ritmo, ela agarrou as próprias pernas pra se abrir mais pra mim, eu peguei os pés dela e coloquei no meu peito, continuei com o vai e vem, em cada estocada sentia a buceta dela chupando minha pica, acariciava os pés dela, ela levou a mão no próprio peito e começou a se acariciar, eu levei os pés dela até minha boca e fiquei beijando de leve, ela me olhou tão excitada, pelo visto gostou, deixou a cabeça cair de novo fechando os olhos, os gemidos dela eram claros, misturados com a respiração ofegante, abri as pernas dela completamente pra ver minha pica afundando nela, o som dos fluidos dela era muito alto cada vez que minha pica entrava, peguei ela pela cintura e aumentei a velocidade, dava pra ouvir ainda mais o som da minha pica entrando nela, ela segurou minhas mãos gemendo mais alto, tava prestes a gozar, dava pra sentir, então aumentei o ritmo, ela esticou o corpo, se movia contra mim, se agarrou na cabeceira da cama e gozou, a buceta dela apertou minha pica, senti os fluidos dela me encharcando, continuei com o movimento, ela respirava muito ofegante, levantou o quadril e se pressionava contra minha pica, eu tirei e jorros de fluidos saíram da buceta dela, ela me puxou pelos braços pra deitar em cima dela e me beijou, melhor dizendo, devorou minha boca, a língua dela se mexia freneticamente procurando a minha, o hálito e a respiração ofegante dela batiam na minha, eu queria mais, levantei, peguei ela pela cintura e virei, ela só deixou eu fazer, coloquei ela de quatro, a vista era linda, aquele rabo redondo perfeito na minha frente, a buceta dela tava muito molhada, formava um fio de fluidos escorrendo, não aguentei, empurrei as costas dela pra levantar mais a bunda, e ela mesma se deixou cair na cama, tava com o rosto contra a cama e isso fazia pra ficar mais inclinada, abri um pouco as pernas dela e enfiei a pica na buceta, ela gemeu bem alto ao me sentir dentro, eu aumentei a velocidade, dava pra ouvir o som das batidas da minha pélvis contra a bunda dela, peguei ela pela cintura e mexia no ritmo das minhas estocadas, ela se levantou e ela mesma empurrava o corpo contra o meu, colocou as mãos na borda da cama e se movia no meu ritmo, era lindo ver como a bunda dela batia em mim, senti de novo, ela estava tendo outro orgasmo, acariciei as nádegas dela, e pegando ela pela cintura de novo aumentei a velocidade, não me importava com o barulho das batidas na bunda dela, ela gemia mais alto, aumentei minhas estocadas e senti quando ela começou a tremer, acariciei as costas dela, meio suadas, ela se contorcia de prazer e se deixou cair, eu ainda não tinha terminado e ela percebeu, então ela mesma se virou e sentou na beira da cama e começou a chupar, fazia muito rápido, sugava forte, mexia a cabeça passando a língua por toda a minha pica, eu estava prestes a gozar, não aguentava mais e não consegui evitar, agarrei a cabeça dela entrelaçando meus dedos no cabelo dela e gozei na boca dela, ela ficou parada, me olhando fixamente, vi o leite escorrendo de um lado dos lábios dela, era tão lindo, ela fechou os olhos e engoliu... tirei a pica bem molhada pela saliva e pelo leite, ela respirou fundo e limpou o leite dos lábios, tinha engolido meu leite, não podia acreditar, ela me olhou com carinho e eu simplesmente me abaixei pra beijar ela, nos beijamos apaixonadamente e caímos na cama, cansados, recuperando o fôlego, ela me abraçava, beijava meu peito, eu acariciava a cabeça dela, o cabelo dela, estávamos cansados, ficamos assim, simplesmente abraçados em silêncio por alguns minutos. Ela levantou pra ir ao banheiro, aparentemente pra lavar o rosto e escovar os dentes, eu levantei e abracei ela por trás e também escovei meus dentes, fomos de novo, pelados, pra cama e nos abraçamos. — Te amo, Caro... você é tão gostosa... — eu disse. Ela só me beijava sem dizer nada – valeu a pena a bronca – falei brincando, ela riu – vou fingir que essa foi minha primeira vez, com você, com meu namorado – ela disse baixinho – Espero que tenha gostado da sua primeira vez – respondi – amei... foi melhor do que eu imaginava – ela disse. Ficamos abraçados, eu dava beijos na testa dela, acariciava seus braços, seus peitos, a perna dela estava por cima de mim, ela estava agarrada em mim, acariciava o cabelo dela, fiquei assim por vários minutos até perceber que ela tinha dormido, dei um beijo na boca dela e me acomodei pra dormir, caímos no sono profundo. Continua... a última parte? Obrigado por acompanhar essa história e desculpa a demora, mas é que também tenho vida hahaha, mas sério, muito obrigado por todo o apoio, a próxima parte vai ter surpresas, pode ser ou não a última... Até logo.
Ficamos em silêncio por um momento e ela se jogou em cima de mim, me deu uns socos no peito e depois me abraçou. "Que plano horrível o seu! Sério que você pensou nisso? Agora me sinto ainda pior", ela dizia me abraçando. "Valeu por me ajudar... acho que exagerei um pouquinho, hahaha", falei brincando. "Agora não quero mais chegar em casa. Quando a gente chegar, ela vai nos matar...", ela dizia. "Então a gente tem que aproveitar a última noite das nossas vidas, nossa lua de mel, meu amor", falei, beijando ela.
Ficamos assim, nos beijando e abraçados por alguns segundos. "Então... me ajuda a empurrar o carro até o motel", falei brincando. Ela me deu um soco no peito, subimos no carro e voltamos pro hotel. Fomos pro quarto e esperamos um pouco, trocamos de roupa. Eu vesti um shorts e uma camisa, ela também, um shorts de lycra que usava pra malhar e uma blusa esportiva, meio decotada. "Bom, acho que já deu um tempo razoável", falei pra ela.
Carol mandou a mensagem pra mãe dizendo que já estávamos no hotel, que tínhamos chegado em segurança e que íamos jantar alguma coisa. Ela respondeu meio mal-humorada, mas mesmo assim ficou feliz que estávamos bem. Disse que já tinha contado pro pai também e perguntou se a gente tinha pedido quartos separados. Ela disse que não, mas que eu dormiria no sofá. A mãe só colocou "ok", disse que o sinal estava muito ruim caso a gente não respondesse durante a noite, e ela tirou uma foto do nosso quarto e mandou pra ela, claro, tentando não deixar aparecer nada que pudesse nos entregar. Pra falar a verdade, que... A história do sinal não era mentira, porque a última mensagem não foi enviada e a gente não recebeu mais resposta. A Caro me abraçou, me beijou e disse que tava com fome, então, sem mais enrolação, fomos jantar. Quando chegamos no lugar, tinha duas famílias e dois casais — literalmente, éramos os únicos hospedados ali. Nos serviram a janta e fomos pra uma mesa perto de uma família. Aí reparei que o cara que tinha olhado descaradamente pra Caro também tinha ficado com a mina dele. Dessa vez ele olhou de novo, mas parecia mais atento com a namorada. Jantamos, nos acalmamos um pouco, e a Caro já tava bem mais tranquila, sorrindo. A gente tava curtindo de novo. Terminamos de comer, batemos um papo e eu sugeri irmos caminhar. Fizemos isso, andamos de braços dados até a beira do mar, sentamos e ficamos abraçados, nos beijando.
Nisso, abriram o minibar e a gente se aproximou. Pedimos umas bebidas e sentamos de novo. Ficamos ali um tempão, até que chegou outra família, pediu algo e foi embora. Aí eu levantei pra pedir outra bebida, mas a Caro me segurou e disse que queria ir pro quarto. Eu sabia o que ela queria, e eu também tava a fim. Então fomos juntos pro quarto. Quando chegamos, olhei o celular e a mensagem ainda não tinha sido enviada. Tranquei a porta com chave e fechei as cortinas, tampando até o menor buraquinho. A Caro, por sua vez, foi direto pra cama e se deitou, me esperando. Deitei sobre ela, beijando o pescoço dela. Ela me abraçou e jogou a cabeça pra trás. Depois nos beijamos na boca, muito apaixonadamente. A língua dela procurava a minha. Aqueles beijos tímidos que ela me dava no começo tinham ficado pra trás — agora ela queria devorar minha boca. Levantei e tirei minha camisa, enquanto ela fez o mesmo na cama, ficando só de sutiã. Passei minhas mãos pelas pernas dela, desabotoei o short e puxei ele devagar até tirar. De novo, tinha minha irmã escultural só de lingerie na minha frente, me esperando. Tirei meu short e apaguei a luz, uma luz fraca nos iluminava o suficiente pra ver nossos corpos. Subi nela e beijei ela de novo com paixão, ela abriu os braços e as pernas pra me receber, sentia meu pau roçando na buceta dela, imitando transar com roupa. Ela mexia a bunda contra mim, procurando meu pau. Ajoelhei na cama na frente dela e tirei o sutiã dela. Levantei e tirei a calcinha dela, ela ficou completamente nua com as pernas abertas na minha frente. Eu também tirei toda a minha roupa, me aproximei e beijei as pernas dela. Ela acariciando meu cabelo, abriu mais as pernas sabendo o que eu ia fazer. Passei a língua e comecei a chupar a buceta dela, ela se contorcia de prazer, mexia a bunda contra minha cara. Levantei as pernas dela completamente e coloquei as mãos dela em volta delas, indicando pra ela manter assim. A buceta dela ficava mais exposta pra mim, e até o cu dela, então passei a língua do clitóris dela por toda a buceta e terminei no cu dela. Quando ela sentiu minha língua roçar no cu dela, gemeu e empurrou minha cabeça. Peguei a mão dela e afastei, e comecei a chupar o cu dela. Ela se mexia ainda mais, gemia muito alto, não ligava se alguém lá fora ouvisse. Ela estava muito excitada, a buceta dela escorria. Enfiei um dedo na buceta dela, estava muito molhada e quente. Enfiei dois dedos e beijava o clitóris dela, ela abria mais as pernas e jogava a cabeça pra trás. Eu não aguentava mais, levantei e puxei ela pela cintura até a beirada da cama. A buceta dela ficou exatamente na altura do meu pau. Rocei a ponta na buceta dela, ela me olhava abrindo as pernas e devagar enfiei. Era lindo ver meu pau sumir completamente dentro da buceta dela. Quando ela sentiu que enfiei tudo, deu um suspiro e deixou o corpo cair na cama, só se deixando levar. Comecei com movimentos suaves, ela estava tão apertada e quente, tão molhada que meu pau sumia fácil dentro dela. Tirei, dei umas leves batidas no clitóris dela com a minha ponta e meti de novo, e comecei com os movimentos, enfiava e tirava devagar, ela tava de olhos fechados, mordendo o lábio, se segurando na cama, aumentei o ritmo, ela agarrou as próprias pernas pra se abrir mais pra mim, eu peguei os pés dela e coloquei no meu peito, continuei com o vai e vem, em cada estocada sentia a buceta dela chupando minha pica, acariciava os pés dela, ela levou a mão no próprio peito e começou a se acariciar, eu levei os pés dela até minha boca e fiquei beijando de leve, ela me olhou tão excitada, pelo visto gostou, deixou a cabeça cair de novo fechando os olhos, os gemidos dela eram claros, misturados com a respiração ofegante, abri as pernas dela completamente pra ver minha pica afundando nela, o som dos fluidos dela era muito alto cada vez que minha pica entrava, peguei ela pela cintura e aumentei a velocidade, dava pra ouvir ainda mais o som da minha pica entrando nela, ela segurou minhas mãos gemendo mais alto, tava prestes a gozar, dava pra sentir, então aumentei o ritmo, ela esticou o corpo, se movia contra mim, se agarrou na cabeceira da cama e gozou, a buceta dela apertou minha pica, senti os fluidos dela me encharcando, continuei com o movimento, ela respirava muito ofegante, levantou o quadril e se pressionava contra minha pica, eu tirei e jorros de fluidos saíram da buceta dela, ela me puxou pelos braços pra deitar em cima dela e me beijou, melhor dizendo, devorou minha boca, a língua dela se mexia freneticamente procurando a minha, o hálito e a respiração ofegante dela batiam na minha, eu queria mais, levantei, peguei ela pela cintura e virei, ela só deixou eu fazer, coloquei ela de quatro, a vista era linda, aquele rabo redondo perfeito na minha frente, a buceta dela tava muito molhada, formava um fio de fluidos escorrendo, não aguentei, empurrei as costas dela pra levantar mais a bunda, e ela mesma se deixou cair na cama, tava com o rosto contra a cama e isso fazia pra ficar mais inclinada, abri um pouco as pernas dela e enfiei a pica na buceta, ela gemeu bem alto ao me sentir dentro, eu aumentei a velocidade, dava pra ouvir o som das batidas da minha pélvis contra a bunda dela, peguei ela pela cintura e mexia no ritmo das minhas estocadas, ela se levantou e ela mesma empurrava o corpo contra o meu, colocou as mãos na borda da cama e se movia no meu ritmo, era lindo ver como a bunda dela batia em mim, senti de novo, ela estava tendo outro orgasmo, acariciei as nádegas dela, e pegando ela pela cintura de novo aumentei a velocidade, não me importava com o barulho das batidas na bunda dela, ela gemia mais alto, aumentei minhas estocadas e senti quando ela começou a tremer, acariciei as costas dela, meio suadas, ela se contorcia de prazer e se deixou cair, eu ainda não tinha terminado e ela percebeu, então ela mesma se virou e sentou na beira da cama e começou a chupar, fazia muito rápido, sugava forte, mexia a cabeça passando a língua por toda a minha pica, eu estava prestes a gozar, não aguentava mais e não consegui evitar, agarrei a cabeça dela entrelaçando meus dedos no cabelo dela e gozei na boca dela, ela ficou parada, me olhando fixamente, vi o leite escorrendo de um lado dos lábios dela, era tão lindo, ela fechou os olhos e engoliu... tirei a pica bem molhada pela saliva e pelo leite, ela respirou fundo e limpou o leite dos lábios, tinha engolido meu leite, não podia acreditar, ela me olhou com carinho e eu simplesmente me abaixei pra beijar ela, nos beijamos apaixonadamente e caímos na cama, cansados, recuperando o fôlego, ela me abraçava, beijava meu peito, eu acariciava a cabeça dela, o cabelo dela, estávamos cansados, ficamos assim, simplesmente abraçados em silêncio por alguns minutos. Ela levantou pra ir ao banheiro, aparentemente pra lavar o rosto e escovar os dentes, eu levantei e abracei ela por trás e também escovei meus dentes, fomos de novo, pelados, pra cama e nos abraçamos. — Te amo, Caro... você é tão gostosa... — eu disse. Ela só me beijava sem dizer nada – valeu a pena a bronca – falei brincando, ela riu – vou fingir que essa foi minha primeira vez, com você, com meu namorado – ela disse baixinho – Espero que tenha gostado da sua primeira vez – respondi – amei... foi melhor do que eu imaginava – ela disse. Ficamos abraçados, eu dava beijos na testa dela, acariciava seus braços, seus peitos, a perna dela estava por cima de mim, ela estava agarrada em mim, acariciava o cabelo dela, fiquei assim por vários minutos até perceber que ela tinha dormido, dei um beijo na boca dela e me acomodei pra dormir, caímos no sono profundo. Continua... a última parte? Obrigado por acompanhar essa história e desculpa a demora, mas é que também tenho vida hahaha, mas sério, muito obrigado por todo o apoio, a próxima parte vai ter surpresas, pode ser ou não a última... Até logo.
8 comentários - Mi hermana Caro 12 parte 2