Amiga da amiga gostosa

Olá, comunidade, como vocês estão? Fazia tempo que queria contar isso, mas não tava dando tempo por causa de coisas pessoais e também muito trampo, felizmente não tinha tempo. Isso que vou contar começou quase no final da aventura que contei antes.

Um fim de semana de março, um casal amigo me convida pra uma reunião na casa de fim de semana deles. Eles não têm nada a ver com nosso mundo, haha. Sabem que eu sempre saio pra caçar, mas não sabem nada do que vocês sabem sobre mim, sempre tem que manter o segredo bem guardado. Bom, chego lá e ela me diz: "Olha, tenho uma amiga pra você." Eu respondo: "Não, obrigado, não quero ninguém que vocês conheçam e depois cause confusão. Vocês sabem que eu como e vazo." Ela me olha e fala: "Olha, primeiro, vocês são grandes, e o primeiro que causar confusão a gente manda pastar. E segundo, ela tá na mesma vibe que você, não vá que ela te coma e te dê o fora primeiro." No lugar tinha gente que já conheço e outras não, como essa garota. Quando ela me mostra, vejo ela de costas, com uma bunda minúscula e linda, vestindo um shortinho jeans que marcava bem a rabeta e uma costas lindas com cabelo comprido. Parecia uma mina. Falo: "É mulher? Isso é encrenca na certa." E eles caem na risada e dizem: "Não, filhão, a única coisa que tem de 'depende' é se tem ou não entre as pernas. Todos temos a mesma idade aqui."

Bom, depois de cumprimentar os conhecidos e desconhecidos, chegamos nela. Ela tava num grupo de pessoas conversando. Nos apresenta, e minha amiga diz: "Aqui está o grupo dos solteiros." Bom, não quero alongar porque quero contar dois dias diferentes. O assunto termina que, embora tenhamos conversado, sempre tinha gente perto. Depois ela vai embora porque precisava buscar a filha, e aí o dia acaba. Minha amiga me pergunta como foi, e eu falei: "Ela é gostosa, mas não deu pra conversar muito porque sempre tinha alguém por perto." Ela diz: "Bom, passo o celular dela pra você, liga pra ela porque você despertou interesse." Eu sou meio burro às vezes pra iniciar uma conversa assim, de cara dura, ou fico na minha. Corto ou vazo fora, tipo umas nove da noite chego em casa depois de um banho e me jogo no sofá pra ver alguma coisa na TV, mando um zap dizendo "oi, sou fulano, não sei se lembra de mim", ela responde depois de um tempo "oi, como você tá?" "bem", falo "só queria saber como você chegou em casa". Ela diz "obrigada por se preocupar, cheguei bem com minha filha, depois fomos pra Güemes porque precisava comprar uma coisa". Bom, a gente conversa mais um pouco e ela fala "sábado você vai no aniversário de fulano?" Falo que não, porque mesmo a gente se conhecendo, não sou do grupo de amigos dele, e ela diz "se quiser, eu dou um jeito, a gente sempre se diverte, vai ser num bar". Respondo que sim, que não tenho problema, desde que ela não me deixe sozinho com gente que não conheço, e ela fala "não, vou cuidar de você". Bom, a gente se despede e na quarta-feira ela me liga falando que já estava tudo certo, pra passar buscá-la na casa dela tipo nove e meia da noite pra irmos juntos, porque primeiro come e depois tipo uma da manhã rola a festa.

Chega o dia, passo pra buscá-la e quando ela vinha em direção ao carro já me deixou excitado na hora, vinha com uma saia curta de couro marrom, uma camisa branca desabotoada até onde começavam aqueles peitos lindos. Quando entra no carro, me inunda com um perfume importado delicioso, só isso já me deixou a mil. Chegamos no lugar, comemos, bebemos e nos divertimos pra caralho, também tava o casal amigo meu. Depois levantaram tudo e fomos dançar e continuar bebendo. Não demorou muito pra cada um fazer o seu, eu tava com ela entre dança e drinks, num momento de dança ela começou a rebolando em mim e, óbvio, meu amigo começou a subir. Numa dessas, ela encostada e me esfregando, fala "e aí, gostosa, como a gente tá hoje?" E eu "linda, você me excita demais, juro que faria de tudo com você". Não fui muito poeta, mas já tava. Ela me olha séria e me dá um chupão curto, mas profundo. Falo "não, quer ir pra um lugar só nós dois?" Ela responde "pra um motel? Sim, ok, mas vamos". Mandamos um e voltamos. Na real, eu queria mais de um, mas era a oferta e sabia que ela ia aceitar. Nem fui buscar o carro, pegamos um táxi na porta e fomos direto pro motel. Quando fechei a porta do quarto, ela se virou e começamos a nos beijar feito animais, éramos dois adultos no auge do tesão. Ela mais do que eu, num momento pensei se era efeito do que tinha bebido ou se tava há muito tempo sem transar. Quando chegamos na cama, já estávamos quase pelados. Ela só tinha a saia e o sutiã, e eu a calça, o resto da roupa já tinha ficado espalhado pelo caminho. Comecei a beijar o pescoço dela, descendo até os peitos, e com um movimento só tirei o sutiã, deixando aqueles peitos lindos à mostra, nem grandes nem pequenos. Ela me prendeu como um bebê, passando de um peito pro outro, enquanto gemia e tirava a saia. Joguei ela na cama, ela ficou deitada com as pernas no chão, e fui direto pra entre as pernas dela. Não tinha tempo pra fazer direito, tirei a calcinha preta dela e mergulhei na buceta dela, quase molhada. Enfiei a língua pra dentro, depois abri um pouco os lábios pra passar a língua no clitóris. Ela gemia e dizia: "Assim, assim, come tudo." Parece que ela tinha se preparado, porque até a buceta tava perfumada, dava pra ver que ela ia trepar hoje. Depois, fiz ela sentar direito, e ela foi direto na minha braguilha, que tava na altura dela. Abriu a calça e baixou tudo junto, deixando meu pau pronto na altura dela pra ela chupar. E foi isso, ela enfiou tudo na boca e enquanto chupava, ia batendo uma punheta com a mão. Quando achei que já era suficiente, peguei uma camisinha das que deixam na mesinha de cabeceira, e ela, bem putinha, colocou com a boca. Peguei ela pelos braços, fiz ela levantar e coloquei ela de frente pro espelho na parede. Inclinei o corpo dela pra trás, deixando livre pra ação. Apoiei uma mão no pescoço dela e com a outra enfiei dois dedos na buceta já molhada e comecei a bater uma punheta nela com força, ela só gemia. dizia sim sim sim, seu filho da puta, depois tirei os dedos, fiz ela arquear mais e meti até o fundo. Ela gemendo dizia sim sim, me come, me come. Segurei ela bem pela cintura e dava uma porrada forte, ela só gemia. Eu falava: você gosta? Siiim, sua puta, falo sim, pussy. Depois ela me empurrou pra trás sem tirar, fiquei sentado na cama, ela agora subia e descia me comendo enquanto se punhetava e se olhava no espelho. Ficou assim um tempão, quando ia gozar parou, se levantou, me fez deitar direito na cama e antes de meter de novo deu mais uma chupada, subiu em cima, enfiou e começou a rebolar a cintura pra frente e pra trás, primeiro devagar e depois foi aumentando o ritmo enquanto eu agarrava os peitos dela e massageava, e de vez em quando chupava. Ela tava super quente, a pussy dela fervia, aumentou o movimento até que os gemidos viraram gritos roucos, tinha gozado, caiu rendida no meu peito. A gente se beijou um pouco, eu continuei martelando a pussy dela. Virei ela, agora de missionário, comecei a comer e ela só falava que delícia, rapidinho começou a se esfregar no clitóris, me deu vontade de gozar, aumentei o ritmo, ela também com a masturbação dela, e gozamos juntos. Ficamos um tempinho assim nos beijando enquanto ela fazia exercício com a vulva, apertava e soltava até que meu pau murchou e eu tirei, também tive que tirar a camisinha cheia de porra que ficou dentro dela, é super comum acontecer. Tinha passado uma hora, então levantamos, ela tomou um banho rápido sem molhar cara e cabelo, eu fiz o mesmo, não quis que a gente tomasse junto porque senão íamos continuar comendo. Nos trocamos, taxi de volta pro baile. Chegamos cada um na sua, os únicos que perceberam foram meus amigos kkkk tipo seis da manhã com esse casal e mais uns, fomos tomar café no Manolo, depois levei ela em casa e antes do beijo final ela falou: eu te ligo. Falei: beleza. Parece que Ela adora controlar tudo.
Já tinha passado uma semana e pouco, e numa quarta-feira ela me ligou perguntando se eu queria ir no fim de semana pra Tandil, que estavam emprestando uma cabana pra ela. Falei que sim e combinamos de sair na sexta depois do trampo. Durante esses dias, a gente acertou o que ia levar e, como eu me viro melhor com os horários do trabalho, cuidei de tudo. Chegou o dia, carreguei tudo na caminhonete e, quando ela avisou, fui buscá-la. Bom, pegamos a estrada e, passando Balcarce, começamos a tomar uns mates. A viagem ia bem, música, conversando e rindo de umas coisas, com uns mates bem tirados. Num momento, ela me passa um mate e, enquanto eu tava tomando, vejo ela esticar as mãos, abaixar o zíper da minha bermuda e puxar o amigo, que ainda tava dormindo. Olho pra ela rindo e falo: "Ah, beleza, então é assim que a gente tá." Ela pega o mate, serve um, toma rápido, larga o copo e vai direto pro meu pau. Quando colocou na boca quentinha por causa do mate, meu deus, que sensação gostosa. Juro que não demorou nada pro amigo ficar no auge. Ela continuou com o sexo oral, subia e descia, puxava o prepúcio e passava a língua por toda a glande. Eu tava no paraíso e ela curtindo a chupada. Nisso, vejo as cabines do pedágio lá na frente e aviso ela. A safada continuou até ver as luzes perto, aí sentou direitinho e deixou meu pau pra fora, bem durinho. Peguei um pano da porta e coloquei por cima, tentando esconder. Quando cheguei na cabine, queria pegar o dinheiro sem acender a luz interna, mas a filha da puta acendeu de propósito. Por sorte, a caminhonete é alta, acho que a moça não percebeu. Saímos dali e a sem-vergonha continuou cevando mate. Falei: "Você não vai continuar bebendo do canudo de couro, né?" Ela respondeu: "Não, quando chegarmos, isso é só pra ir avisando o que vem." Então, até chegar, fui com a pica pra fora e meio dura. Chegamos no lugar, baixamos as coisas e, óbvio, eu queria continuar o que a gente tinha deixado no caminho. Ela me segurou e disse: Primeiro a gente toma um banho, vamos comer alguma coisa rápida por aí e depois voltamos pra comer a sobremesa. Bom, eu não comi muito, queria guardar lugar pra sobremesa. Quando chegamos, abrimos um champanhe que a gente tinha deixado esfriar. Entre um gole e uma dança bem agarradinha de uns lentos dos anos 80, fomos esquentando, onde a gente se beijava bem apaixonado, passando pra beijos quentes, já metendo as línguas, e minhas mãos começaram a percorrer toda a costa dela até chegar naquela bunda linda. Com suavidade, comecei a acariciar as nádegas dela enquanto nossas bocas, principalmente a minha, começou a percorrer orelhas e pescoço pra achar o ponto de excitação dela. Ao mesmo tempo, comecei a apertar ela contra mim pra que ela encostasse toda a pélvis na minha e sentisse meu pau, que já tava acordando. Ela já tinha esquentado e começou a tirar minha camisa, e eu aproveitei e tirei a parte de cima dela também, deixando livres aqueles peitos lindos, onde, mais que óbvio, me agarrei como um bebê recém-nascido, passando de um pro outro. Ela é um fogo, já tava um fogo de tão quente que ficou. Ela me pega e a gente vai pro quarto, tira tudo, e eu deito ela na cama de barriga pra cima e começo toda a cerimônia de cima pra baixo: pescoço, peitos, barriguinha, até chegar na buceta dela, recém-depilada, totalmente lisinha. Aí começo com um linguetada lenta, passando por todos os lábios, depois, com a ponta da língua, penetro um pouquinho e noto que ela já tava toda molhada, pude saborear o fluxo gostoso e pegajoso dela. Ela tinha uma mão na minha cabeça, acariciando, e a outra nos peitos, com os olhos fechados, mordendo os lábios e soltando gemidinhos baixinhos. Ela, sozinha, já tinha aberto as pernas, e eu continuei passando minha língua, chegando agora na pontinha do clitóris dela, quando já era só gemidos e ela não tava mais me acariciando, mas empurrava minha cabeça. Encaixei minha boca na buceta dela e, enquanto minha língua saía e se enterrava no buraquinho dela, eu mexia a cabeça pra cima e pra baixo e pra cada lado. Depois, meti um dedo lá dentro e comecei a comer ela com ele. Enquanto minha língua se dedicava ao clitóris dela, onde eu alternava entre lamber e chupar com a boca, ela ficou toda excitada e me agarrou com as duas mãos, me apertando contra ela, enquanto mexia a cintura pra cima e pra baixo. Nessa altura, eu já tinha três dedos meus dentro da pussy dela. Ela começou a gemer cada vez mais até ter um orgasmo. Mesmo ela não querendo que eu continuasse chupando a vulva dela porque tinha ficado sensível, eu não liguei e segui em frente, mas dessa vez com os dedos lubrificados pelos sucos dela, enfiei dois dedos no cu dela. Chupei tanto que sequei tudo. Subi e começamos a nos beijar, e ela disse: "Agora é minha vez". Fiquei deitado de costas no meio da cama, ela começou a descer bem devagar, dando beijinhos e deixando os peitos dela roçarem na minha pele de um jeito bem sutil. Assim foi descendo, passando pelas minhas bolas e seguindo pelo meu abdômen até chegar no meu pau. Se o que veio antes já era bom, isso foi melhor ainda. Quando chegou no meu pau, ela só cobriu com os lábios, dando uma boa chupada na cabeça, e depois deixou ali. Ela abriu um pouco as pernas e foi para a minha entrepernas, começou a passar a língua, depois foi para as bolas. Já tinha começado a tocar no meu ponto G, depois subiu e com os lábios percorreu todo o meu pau várias vezes sem engolir, que era o que eu queria, mas ela estava me fazendo sofrer de prazer. Depois desceu de novo até chegar no meu cu, fazendo eu levantar a cintura, e ela, abrindo bem minhas nádegas, começou a devorar meu cu. Nessa altura, era eu quem gemia como um louco. Vendo como eu estava curtindo, ela disse: "Vira agora". Fiquei deitado de costas, e ela subiu em cima de mim e começou a me beijar suave no pescoço até chegar de novo nas minhas nádegas. Aí me colocou de quatro. A única coisa que eu disse foi: "Chupa meu cu que eu adoro, mas nada de dedo", sabendo o que ela queria fazer. Ela riu e me deu uma chupada de cu impressionante, enquanto me masturbava suave no meu pau, que já estava mais duro que ferro. Depois desceu... passo pelos meus ovos e entrando por baixo entre minhas pernas chego na minha pijama enfiando tudo na boca e em movimentos combinados enfiava tudo e tirava chupando e quando chegava na cabeça fazia movimentos circulares pra recomeçar. Depois de um tempo saí de lá porque senão ia me fazer gozar. Aí do jeito que ela tava eu penetrei ela, ela já tava voando de tesão agora éramos nós dois gemendo, ela me pede pra subir, mas dessa vez ela levanta minhas pernas como pernas no ombro, tira minha pica pra trás e enfia. A posição era perninha no ombro, mas eram minhas pernas e ela enfiando minha pica no ombro fazia movimento como se estivesse me comendo com uma pica. Embora já tivesse visto isso fazerem, nunca fizeram comigo. Me deu uma comida impressionante, mesmo não estando muito confortável porque verdade tem que ser elástico pra isso kkkk curti muito, ela teve seu grande orgasmo onde foi diminuindo o movimento devagar aproveitando o gozo dela. Aí falei pra ela ficar de quatro, agora era minha vez. Ela tomou posição e quando tive atrás não resisti à tentação e abrindo as nádegas dei uma boa chupada de buceta e cu com dedos nos dois buracos, babiei bem gostosa logo começou a gemer e falar qualquer coisa, fiquei assim um tempo até que ela gozou de novo ali mesmo enfiei naquela buceta bem lubrificada e quente como uma caldeira e eu de cócoras agarrado na cintura dela comecei a penetrar ela só falava me arrebenta toda me come papai me come e gemia. Enquanto isso comecei a preparar o cuzinho primeiro um dedo depois dois e depois três, enquanto continuava metendo pica com a outra mão dava tapa na bunda uffff isso parecia que acendia ela mais. Quando vi que o cu dela já tava bem aberto num movimento meio bruto saio da buceta dela apoio minha cabeça no cu dela e antes que ela falasse alguma coisa comecei a empurrar. Depois que passou a cabeça mandei até o fundo e deixei lá um tempo e ela deu um grito você é um filho da puta faz anos que não Faço por aí. E aí comecei devagar, ela falava baixinho que doía, bom, digamos que fui com calma, mas rapidamente me veio na memória aquela bunda que marcava o short que ela tava usando quando conheci ela e aí mesmo comecei a meter nela, ela começou a gemer mordendo o travesseiro, depois começou a se tocar e nós dois gozamos juntos, eu enchendo aquela bunda linda de porra. Eu continuei com movimento lento, aproveitando aquela sensação gostosa depois de gozar. Tirei e pra mostrar quem mandava, já que ela ainda tava de quatro, mas com a cabeça apoiada no travesseiro, falei: "pega, limpa" e com o pau meio mole e cheio de porra, enfiei na boca dela e fiz ela chupar o resto do meu leite que tinha ficado no meu pau. Claro que naquela noite teve mais uma e no fim de semana continuamos transando ou fazendo sexo oral, mas já ficou longo. Espero que tenham gostado, porque eu sim, ela continua dominando os encontros, de vez em quando chama e pra mim tá mais que bom porque não tô preso, cada um faz o seu e ela, te digo, é muito intensa e vocês viram, numa certa idade é difícil acompanhar ela. Embora a gente tenha a mesma idade, ela tá recuperando o tempo perdido, já que se separou faz dois anos. Bom, se comportem aí.

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