E aí, galera! Tô aqui de novo escrevendo pra vocês, mas dessa vez vai ser algo diferente dos meus contos de sempre, porque é uma coisa que aconteceu comigo e eu precisava contar. Tudo isso rolou com minha cunhada, faz uns meses. É algo mais soft, mas ao mesmo tempo muito excitante. Sem mais enrolação, vamos lá…
Faz alguns meses que minha cunhada veio morar com a gente por um tempo, porque tinha acabado de se separar. Depois de uns meses, a gente tava se dando super bem. Ela me contava as coisas dela, eu contava as minhas, tudo relativamente normal. Confesso que mais de uma vez eu dei uma espiada enquanto ela tomava banho e… uau, que espetáculo.
Uma vez, minha esposa viajou com as crianças e ficamos só eu e minha cunhada em casa. Tudo normal, com muito respeito mesmo. Fui trabalhar, ela foi trabalhar, tudo tranquilo. De noite, ela me mandou mensagem perguntando se eu podia buscá-la no trabalho. Como não tinha nada pra fazer, fui buscar.
No caminho, a gente foi conversando sobre como fazia tempo que a gente não bebia, e no meio da conversa eu comentei que tinha uma garrafa de whisky em casa. Quando chegamos, ficamos batendo papo, abri a garrafa e a gente começou a tomar uns copos. Aos poucos, o assunto da conversa foi esquentando cada vez mais: desde perguntar as posições favoritas uma da outra, se ela tava depilada ou não (ela disse que sim, mas não completamente), até como eram os gemidos dela na hora do sexo – ela até imitou alguns!
Nessa altura, ela já tava um pouco bêbada. A gente começou a dançar e eu aproveitava pra tocar de leve nas suas nádegas e nos seus quadris. Mas parece que ela não tava tão bêbada assim, porque ainda me segurava pra eu não passar dos limites. Ficamos assim um tempão, até que ela disse que tava com vontade de vomitar.
Levei ela ao banheiro e ajudei. Depois, ela disse que queria tomar banho, mas não conseguia tirar a roupa sozinha. Então me ofereci pra ajudar e ela aceitou. Só tirei a calça e a blusa dela, e pude vê-la só de calcinha preta e sutiã combinando. Os peitos dela eram menores que os da minha esposa, as nádegas eram muito boas, e aquele pouquinho de pelos que ela tinha me contado que tinha… Deixei ela no chuveiro, e quando ia sair ela pediu ajuda para levá-la até a cama. Ela saiu enrolada na toalha e eu ajudei a chegar até a cama, lá ela me abraçou e agradeceu por tudo. Vestiu apenas um pijama de algodão, sem calcinha, e deitou. Quando se virou, me perguntou se eu não queria conversar um pouco, então me deitei ao lado dela e ficamos conversando. Uma coisa levou à outra e dei um beijo nela. Ficamos nessa de beijo e conversa, e eu comecei a pegar no sono. De vez em quando eu a abraçava e ela a mim. Depois de um tempo assim, me animei para mais: meti a mão no pijama dela para pegar na sua bunda e ela não se opôs. Então esse era o sinal verde para mais. Ela se virou ficando de conchinha e eu aproveitei para meter a mão pela frente. Eu estava sem acreditar! Então ela começou a soltar uns gemidos bem baixinhos. Ficamos assim um tempo, ela levantava a bunda devagarinho e, em certo momento, se virou, me abraçou e disse que o que estávamos fazendo não estava certo, mas a mão dela foi direto no meu pau, que já estava duro. Só apertou um pouco e me disse para eu ir embora, que já era demais. Eu insisti um pouco para ver se ela mudava de ideia, mas diante da negativa, decidi não forçar. Tentei beijá-la e ela disse de novo que não estava certo e que já era demais. Acho que a consciência pesou e eu fui embora... No outro dia, acordei e ela já estava acordada. Não falava comigo. Perguntei se estava tudo bem e ela disse que tinha bebido muito e não lembrava de quase nada, só que tinha ido vomitar e tomar banho, mas ainda a sentia séria. Fingi demência e disse que sim, que eu tinha acompanhado ela ao banho, mas que também não lembrava de muita coisa depois disso. Aí ela me perguntou se podia fazer uma pergunta e eu responderia com a verdade. Eu disse que sim, e ela foi direto ao ponto: tinha a sensação de que tinha acontecido algo entre nós. Eu disse que não. Ela perguntou se a gente tinha se beijado e eu disse de novo, não, que a gente só dançou e foi só isso, ela ficou mais tranquila e tomamos café da manhã normalmente… até hoje a gente se dá super bem sem tocar nesse assunto, obviamente é uma coisa que eu NUNCA contaria pra minha esposa, mas precisava contar pra alguém hehehe e quem melhor que meus companheiros poringa boys… SAUDAÇÕES, MEUS AMIGOS… Já tem uma nova aventura da minha esposa, se quiserem ler, lembrem de me seguir, deixar pontos e seus comentários…
Faz alguns meses que minha cunhada veio morar com a gente por um tempo, porque tinha acabado de se separar. Depois de uns meses, a gente tava se dando super bem. Ela me contava as coisas dela, eu contava as minhas, tudo relativamente normal. Confesso que mais de uma vez eu dei uma espiada enquanto ela tomava banho e… uau, que espetáculo.
Uma vez, minha esposa viajou com as crianças e ficamos só eu e minha cunhada em casa. Tudo normal, com muito respeito mesmo. Fui trabalhar, ela foi trabalhar, tudo tranquilo. De noite, ela me mandou mensagem perguntando se eu podia buscá-la no trabalho. Como não tinha nada pra fazer, fui buscar.
No caminho, a gente foi conversando sobre como fazia tempo que a gente não bebia, e no meio da conversa eu comentei que tinha uma garrafa de whisky em casa. Quando chegamos, ficamos batendo papo, abri a garrafa e a gente começou a tomar uns copos. Aos poucos, o assunto da conversa foi esquentando cada vez mais: desde perguntar as posições favoritas uma da outra, se ela tava depilada ou não (ela disse que sim, mas não completamente), até como eram os gemidos dela na hora do sexo – ela até imitou alguns!
Nessa altura, ela já tava um pouco bêbada. A gente começou a dançar e eu aproveitava pra tocar de leve nas suas nádegas e nos seus quadris. Mas parece que ela não tava tão bêbada assim, porque ainda me segurava pra eu não passar dos limites. Ficamos assim um tempão, até que ela disse que tava com vontade de vomitar.
Levei ela ao banheiro e ajudei. Depois, ela disse que queria tomar banho, mas não conseguia tirar a roupa sozinha. Então me ofereci pra ajudar e ela aceitou. Só tirei a calça e a blusa dela, e pude vê-la só de calcinha preta e sutiã combinando. Os peitos dela eram menores que os da minha esposa, as nádegas eram muito boas, e aquele pouquinho de pelos que ela tinha me contado que tinha… Deixei ela no chuveiro, e quando ia sair ela pediu ajuda para levá-la até a cama. Ela saiu enrolada na toalha e eu ajudei a chegar até a cama, lá ela me abraçou e agradeceu por tudo. Vestiu apenas um pijama de algodão, sem calcinha, e deitou. Quando se virou, me perguntou se eu não queria conversar um pouco, então me deitei ao lado dela e ficamos conversando. Uma coisa levou à outra e dei um beijo nela. Ficamos nessa de beijo e conversa, e eu comecei a pegar no sono. De vez em quando eu a abraçava e ela a mim. Depois de um tempo assim, me animei para mais: meti a mão no pijama dela para pegar na sua bunda e ela não se opôs. Então esse era o sinal verde para mais. Ela se virou ficando de conchinha e eu aproveitei para meter a mão pela frente. Eu estava sem acreditar! Então ela começou a soltar uns gemidos bem baixinhos. Ficamos assim um tempo, ela levantava a bunda devagarinho e, em certo momento, se virou, me abraçou e disse que o que estávamos fazendo não estava certo, mas a mão dela foi direto no meu pau, que já estava duro. Só apertou um pouco e me disse para eu ir embora, que já era demais. Eu insisti um pouco para ver se ela mudava de ideia, mas diante da negativa, decidi não forçar. Tentei beijá-la e ela disse de novo que não estava certo e que já era demais. Acho que a consciência pesou e eu fui embora... No outro dia, acordei e ela já estava acordada. Não falava comigo. Perguntei se estava tudo bem e ela disse que tinha bebido muito e não lembrava de quase nada, só que tinha ido vomitar e tomar banho, mas ainda a sentia séria. Fingi demência e disse que sim, que eu tinha acompanhado ela ao banho, mas que também não lembrava de muita coisa depois disso. Aí ela me perguntou se podia fazer uma pergunta e eu responderia com a verdade. Eu disse que sim, e ela foi direto ao ponto: tinha a sensação de que tinha acontecido algo entre nós. Eu disse que não. Ela perguntou se a gente tinha se beijado e eu disse de novo, não, que a gente só dançou e foi só isso, ela ficou mais tranquila e tomamos café da manhã normalmente… até hoje a gente se dá super bem sem tocar nesse assunto, obviamente é uma coisa que eu NUNCA contaria pra minha esposa, mas precisava contar pra alguém hehehe e quem melhor que meus companheiros poringa boys… SAUDAÇÕES, MEUS AMIGOS… Já tem uma nova aventura da minha esposa, se quiserem ler, lembrem de me seguir, deixar pontos e seus comentários…
2 comentários - Algo tranqui com minha cunhada