Durante uma viagem pra outra província por causa de um jogo de copa, aconteceu uma das histórias que eu mais gosto de lembrar. Era um grupo de conhecidos que se juntava de vez em quando pra ir pro estádio, principalmente em jogos importantes, tipo um clássico ou um jogo decisivo. Nesse grupo todo tinha a Nena B., uma mina com uma bunda do caralho e uns peitos que dava vontade de morder por horas. Várias vezes no estádio eu imaginava como seria aquela raba pelada, de quatro tomando pica, ou como seria a carinha dela chupando pica, algo que eu sabia de boa fonte que ela era expert. Naquela ocasião, a gente tava viajando de Buenos Aires até Córdoba por um jogo da Copa Argentina. A viagem foi sem muitos problemas: álcool, músicas de estádio, uns baseados e olhares cúmplices com a mina. Eu tinha minha mina, ela também tinha o dela, embora, paradoxalmente, ele fosse de uma torcida contrária à nossa. Nós dois já tínhamos sondado o terreno várias vezes e sabíamos que tava tudo certo pra dar uma trepada um dia desses, mas tinha que manter as aparências porque o bairro é pequeno. Mal chegamos perto do estádio, começaram uma série de problemas que mais tarde me deixariam sem ver o jogo, mas não tão na merda. Quem é do país sabe que nos jogos geralmente só tem uma facção do público, exceto na Copa Argentina, onde as duas facções são permitidas no estádio. Mas, claro, a segurança é quase o triplo. Não deixam passar nada, muito menos algumas coisas que a gente levava, como fogos, bebida e outras paradas. Depois de tomar toco em duas portas diferentes — a primeira porque acharam umas coisas comigo, e a segunda porque já tinha dado merda antes de eu chegar perto —, fiquei putasso no meio da rua, rodeado por um mar de gente. De repente, vi ela, também meio puta porque não deixaram ela passar e ainda tomaram o cinto dela, perdida procurando alguma cara conhecida. Assim que me viu, um sorriso apareceu no rosto dela. como feliz por ter uma desculpa pra andar juntos por aí. Nena B. - você também não conseguiu entrar? eu - Não, uns filhos da puta. já vai começar a puta da mãe. Nena B. - vamos esperar pra ver se daqui a pouco clareia um pouco e a gente consegue passar. eu - Acho que não, se já começaram a fazer bagunça agora fecham os portões e pronto. depois de dar umas voltas vendo o cenário decidimos que o melhor era ir pro lado onde estavam os ônibus. por sorte achamos o nosso rápido, falamos pro motorista que a gente ia ficar ali vendo o jogo no celular porque não nos deixaram entrar, como o cara tava na dele comendo e bebendo com os outros motoristas não teve problema. já dentro do busão trocamos uns xingamentos, montamos um vinho e colocamos o jogo no celular. falamos de besteira, nos fazendo de besta pra não começar de uma vez. até que vejo que chega uma mensagem do parceiro dela perguntando se ela tinha entrado e como tava, ela pausa o jogo um pouco pra dizer que sim, que entrou mas que tava sem bateria, que depois falava com ele. voltou a colocar o jogo meio sorrindo pela mentira. Nena B. - Pra ele não encher o saco haha eu - tá perfeito, eu cuido de você aqui falava enquanto abraçava ela pela cintura. nisso ela me dá um beijo morrendo de rir mas também meio tímida. entre beijos e apertadas acabou o primeiro tempo, 0 a 0 por enquanto. Nena B - o que a gente faz até começar de novo? eu - Sei lá, quer comer alguma coisa pra passar o tempo? Nena B - haha sei não, podem nos ver aqui. eu - se demorar sim, mas se você se apressar e fizer as coisas rápido ninguém vê a gente. Nena B. - mas eu não quero rápido, quero aproveitar também. eu - e você vai aproveitar, pode crer. e depois a gente repete mas com mais calma rapidinha como só ela desabotoou minha calça, tirou meu pau que já tava meio duro e meteu de uma vez na boca, chupava com muita baba e uma paixão pelo pau que poucas vezes vi. a cada duas chupadas olhava nos meus olhos, buscando aprovação de que eu tava me divertindo e ela tava fazendo um bom trabalho. ficou 10 minutos chupando cock divinamente, os lábios bem vermelhos de tanto chupar e a carinha cheia de baba e líquido pré-seminal de tanto passar a cock no rosto, realmente uma expert chupando cock. faltando pouco falo "vira", a princípio ela negou um pouco, mas pego ela pela tiny ass de cabelo, levanto com força dizendo "aqui quem manda sou eu girl" pra colocar ela contra um dos bancos e abaixar a calça jeans rapidinho, ela tava com uma calcinha branca de tecido delicado, com um lacinho pequeno de enfeite. ela me falava que não, mas ao mesmo tempo empinava mais a Booty pra eu pegar, quando enfiei dois dedos na pussy pra ver como tava, por sinal tava bem molhada e carnuda do jeito que mais gosto, ela mesma pediu pra eu meter. fui metendo um pouco, meio que contando o tempo, por causa do jogo. um pouco antes de sentir que ia gozar, começo a tocar com o polegar a tiny ass, desde o começo ela falava que não, que só tinha tentado com o namorado, falei que só tava tocando, que meu dedo não ia entrar, que era tipo uma massagem e ela confiante começou a curtir. quando senti que já ia gozar, tiro minha cock e coloco a cabeça na entrada da butt. entro meia cabeça, ela reclamou e na hora sentiu minha descarga de porra. tinha deixado a Booty cheia de cum, cum que eu vinha segurando pra ela há algumas semanas. assim que terminamos falo "agora você é minha slut, vai começar a fazer umas coisinhas pra mim. essa bunda vai receber muito mais cum" ela me olha fazendo biquinho e fala "aceito, mas tem que ficar tudo em segredo". tanto eu quanto ela temos parceiros, mas nem sempre entendem certas coisas na hora do sexo. por sorte temos amigos e amigas que nos fazem viver certas experiências. assim foi a primeira foda expressa que tivemos com minha amiga submisa. em breve trago mais. alguns contos sob medida, conforme ela desejar. mandem saudações que com certeza ela estará lendo.
1 comentários - La Sumisa de la cancha