nos emborracharon en un a fiesta

Há dois meses, fomos convidados por um cliente para uma festinha íntima para comemorar os contratos que ele, o Mateo, conseguiu na sua residência, que vão render uma grana preta pra ele.
Para a ocasião minha esposa vestia um vestido vermelho bem curto com fitas cobrindo os peitos, por trás o decote chegava até abaixo da cintura e de saia ampla. Por causa desse tipo de decote ela não usava sutiã. Meia-calça escura com desenhos e salto alto vermelho.
Ao chegar,
nos emborracharon en un a fiesta

foi a sensação por causa do decote e da saia minúscula, porque ela realmente estava espetacular.
Nos colocaram em uma mesa onde já estavam sentados Mateo, seu sócio Miguel e um engenheiro químico que trabalhava na empresa, chamado Agustín. Ele era jovem (uns 30 anos) e, como soube depois, tinha fama de pegador. Havia outras 5 mesas ocupadas por amigos de Mateo e Miguel, e só. Uma orquestra tocava músicas suaves.
Como na nossa mesa não havia outras mulheres além da Sonia, os olhares dos presentes devoravam minha esposa sem vergonha nenhuma, enquanto ela fingia não perceber e conversava comigo.
Agustín não tirava os olhos de Sonia, e assim que a música começou ele me disse: Rodolfo, você me permite dançar com sua esposa? Eu respondi que ela quem decidia, ao que ela recusou dizendo que não gostava daquela música e que talvez mais tarde.
Mateo mandou trazer champanhe para brindar pelo sucesso do contrato e discursou para todos os convidados, enquanto os garçons logo serviram as taças de todo mundo.
A Sonia adora champanhe, então logo o copo dela acabou, sendo imediatamente reabastecido pelo Mateo, que estava sentado à sua esquerda. Eu, que estava sentado à sua direita, falei pra ela pegar leve ou logo estaria alegrinha, e ela me respondeu que estava tudo bem, que ela se controlava.
Logo trocaram minha bebida por um uísque (que é a minha bebida preferida) e brindávamos toda hora. O Agustín, que estava à minha direita, insistia em brindar comigo e enchia meu copo assim que eu ia acabando, então logo fiquei meio bêbado e comecei a rir e a conversar bem animado.
A Sonia também não estava indo melhor, já que Mateo também a pressionava para beber e enchia seu copo na hora.
Serviram o jantar e, depois da refeição, a música continuou. Dessa vez foi Miguel quem pediu para dançar com minha esposa, e ela aceitou, já bem alegrinha. Enquanto isso, continuavam enchendo minha taça toda hora, enquanto eu conversava animadamente com Mateo e Agustín.
Enquanto isso, Miguel (Sonia me contou tudo depois) enquanto dançava com Sonia, a apertava demais, colocando as mãos onde terminava o decote nas costas, um pouco abaixo da cintura dela, dizendo que ela era a mulher mais gostosa da festa e que a desejava muito. Sonia pedia para ele ficar quieto, tentando se afastar um pouco sem conseguir. Logo, ao perceber que era impossível se soltar, ela acabou desistindo de lutar. Miguel, ao notar isso, enfiou uma das mãos por baixo do decote na cintura em direção à sua bunda direita, e como Sonia usava um fio dental minúsculo, ficou totalmente exposta aos apalpões de Miguel. Então Sonia pediu para sentar, mas ele disse "só mais uma música", esfregando seu volume contra minha esposa e apertando descaradamente suas nádegas. Ela, já meio alegre como estava, resistia fracamente a Miguel, implorando para ele parar, que ela era casada e que ainda por cima podiam ser vistos.
Finalmente se sentaram, com Mateo recebendo Sonia com mais uma taça, e claro que sim, brindando com ela para que bebesse rápido e servindo-a mais duas vezes.
Rodo - ela me disse - Estou me sentindo meio bebida; por que a gente já não vaza?
Já respondi meio bêbado que a reunião estava tranquila e que a gente esperaria mais um pouquinho, dando um gole grande no meu uísque.
Dessa vez, Mateo chamou Sonia para dançar, e ela não recusou. Ele a levou até a parte mais escura da sala onde estavam dançando, começando a dançar com ela bem coladinha nele. Sonia logo tentou se soltar, mas foi presa por Mateo, que disse que a tinha visto dançando com Miguel e que ela parecia estar adorando ser acariciada por todos os lados, e que ele tinha o mesmo desejo e que ela não fosse tímida, que iria curtir. E claro, ele logo meteu a mão direita por dentro do decote nas costas, puxando-a para perto e começando a beijar e lamber seu pescoço e sua orelhinha, fazendo com que Sonia começasse a ficar excitada e parasse de resistir. Isso só aumentou o ataque de Mateo, que logo afastou a alça que cobria seu seio direito para começar a lamber e chupar com gosto. Sonia, mesmo na sua excitação e embriaguez, ainda estava consciente e tentou impedir, mas Mateo não permitiu mais. Minha esposa olhava para nossa mesa, onde eu, sem perceber nada, continuava bebendo com Miguel e Agustín, alheio à apalpação que minha esposa estava sofrendo, e que, já muito excitada, estava se esfregando no volume do Mateo, sentindo-se já molhada.
Finalmente se sentaram; Sonia estava com o rosto vermelho como seu vestido e parecia extremamente excitada. Imediatamente vieram mais doses. Já só estávamos nós e mais um casal que logo se despediu. Tive que levantar para ir ao banheiro, para o qual fui fazendo zigue-zague. Assim que saí da privada, lavei o rosto com a intenção de clarear a cabeça, embora tenha conseguido pouco, então pensei na minha bebedeira que já era hora de pedir um táxi.
Ao sair do banheiro, notei que Miguel e Mateo estavam sentados um de cada lado da minha esposa, mas muito próximos. Mas bobo de mim, não percebi que os dois estavam assediando ela por todo o corpo com as mãos, enquanto Agustín servia mais uma taça pra ela comentando algo que não ouvi.
Ao me sentar, Agustín começou a puxar conversa e me serviu uma dose mais do que generosa de uísque, o que conseguiu me deixar ainda mais grogue, já que eu sentia meus olhos se fechando enquanto Miguel e Mateo se dedicavam a acariciar as coxas da Sonia e a tocar por cima da calcinha fio dental sua deliciosa bucetinha, que já estava mais do que molhada. Eu comecei a me sentir pior, então me levantei com dificuldade e disse à Sonia que estávamos indo embora.
Mateo imediatamente disse que não podíamos ir embora assim, já que eu mal conseguia ficar em pé, então eles nos levariam. Eles pegaram mais duas garrafas de champanhe e duas de uísque, depois me ajudaram a chegar até o carro do Mateo, me colocaram no banco da frente e Agustín sentou-se ao volante, enquanto eles iam atrás com minha esposa no meio. Mateo, diretamente de uma das garrafas de champanhe, deu para a Sonia beber, que se esforçava para tomar sem derramar a bebida, enquanto Miguel começou a acariciar suas coxas e a levantar seu vestido até onde dava para ver a calcinha e suas pernas totalmente expostas. Mateo puxou a alça que cobria seu seio direito, deixando-o à vista, e começou a chupá-lo enquanto Sonia já protestava fracamente, então não foi difícil para eles começarem a puxar a calcinha minúscula até conseguirem baixá-la até os joelhos. Então Mateo abriu sua braguilha e tirou seu pau e, pegando-a pelas axilas, a levantou e a sentou, encaixando-a em sua rola. Sonia gemeu e tentou empurrar para fora, segurando-se no encosto do banco da frente, mas com isso só conseguiu que Mateo se ajustasse melhor para enfiá-la completamente, começando a bombear com força, enquanto Miguel tirava seus seios e os chupava avidamente, sem que Sonia oferecesse qualquer resistência; pelo contrário, começou a gemer baixinho e a se mover também, colaborando na foda que Mateo estava dando nela. Mateo sussurrou em seu ouvido se ela gostava do seu pau, ao que ela apenas murmurou um sim, movendo-se e dando sentadas cada vez mais excitada, até sentir as estrelas descerem sobre ela e ter um orgasmo delicioso e prolongado. Ela pediu a Mateo que não gozasse dentro dela, já que ela não tomava precauções, mas Mateo riu e disse que adoraria fazer uma "barriguinha" nela para que ela se lembrasse dele. Eu cochilava na frente e Agustín via pelo retrovisor como minha amada Sonia estava sendo comida. Finalmente, Mateo sentiu que ia gozar e, abraçando-a pela cintura, apertou, injetando uma grande porção de porra, o que... fez a Sonia gozar de novo, com gemidinhos de prazer. Finalmente ela conseguiu se sentar no banco, mas imediatamente foi Miguel quem puxou ela para si, colocando-a de costas para ele para enfiar um pau nela por trás — tinha pelo menos 23 centímetros de comprimento e era grosso como um copo. Dessa vez Sonia gritou e pediu para ele tirar, começando a chorar, mas Mateo forçou a cabeça dela para baixo, em direção ao seu pau, e a fez começar a enfiar na boca, fazendo com que Sonia agora só gemesse de dor pela intrusão daquele inimigo enorme na sua buceta. Logo a dor deu lugar ao prazer e ela começou a chupar com força o pau de Mateo, enquanto Miguel enfiava e puxava seu mastro com força, fazendo Sonia ter um orgasmo atrás do outro. Finalmente ele a encheu de porra de novo, enquanto ela começava a beber como bezerro a porra do pau de Mateo. Enquanto tudo isso acontecia, estávamos chegando em casa e Sonia arrumou sua roupa como pôde, e Agustín me acordou.
Mateo disse então: Temos que acabar essas garrafas que trouxemos, então nos convida, Rodo; eu, claro, disse pra eles irem em frente. Sonia foi abrir mancando um pouco.

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