Pois aqui estamos nós, de chifrudo assumido e mais submisso à minha namorada e ao macho dela. Dessa vez, vou contar o melhor encontro que a gente poderia ter tido como casal cuckold com o macho dela. Já fazia um tempo que eu queria aumentar a intensidade nas nossas safadezas e brincadeiras, tornando tudo mais público em outros lugares. Nessa ocasião, a gente teve a oportunidade de ir pra Puebla. Então, decidimos fazer algo especial.
Assim que a gente ficou de pau duro, contei pra ele como queria que ele chegasse em casa pra apalpar minha mina na porta do Air bnb, sem se importar com mais nada, entrar na sala pra acariciar os ovos dele enquanto ele continuava se esbaldando no corpo da minha novinha.
E aí, a gente decidiu que ia pro cinema, pra ter um encontro bonitinho como manda o figurino, depois de escolher a lingerie que ele queria que eu colocasse na minha mina, e com o vibrador dela já dentro, fomos pra sala. Já de cara dava pra ver que eles eram o casal e eu era mais um amigo acompanhando eles (amo essa sensação em outros lugares). Aí entramos na sala e sentamos com ela no meio, e entre nós dois a gente ia acariciando devagar a minha mina, a gente tinha o filme inteiro pra curtir isso. Mas pelo menos esse era meu plano, a real é que quando ela já tava bem molhada, sem eu esperar, ele trocou de lugar pra ficar no meio, e essa foi uma das decisões mais filha da puta que eu já amei. O filho da puta me mandou masturbar ele enquanto ele continuava enfiando as mãos em cada canto da minha mina, e além disso eu tinha comentado antes que tinha a fantasia de ele meter o pau na pipoca ou gozar na bebida que a gente tinha, mas não esperava que ele fosse fazer de verdade.
Essa foi uma humilhação tão gostosa, sentir uma pica grande enquanto ouvia aos poucos os gemidos da minha namorada. Chegou num ponto que ele já tava mais que pronto pra gozar, e, como eu pedi, ele esvaziou um pouco na pipoca e no meu refrigerante. A pipoca a gente dividiu numa boa, eu e minha namorada, enquanto o refrigerante eu consegui beber de uma vez. Sem dúvida, foi um encontro bem único e que recomendo pra quem tiver coragem de virar corno. No final, antes de irmos pro que mais interessava, o macho passou os dedos com os fluidos da buceta da minha namorada na minha cara durante o filme, adiantando um pouco o que eu teria que comer mais tarde naquela noite — uma noite de chifre mais que completa. Em breve vou postar como continuou, desculpem a falta de fotos, mas pra esses encontros a gente também precisa do consentimento do nosso macho, e, embora alguns topem, é meio difícil tirar fotos estando tão exposto em público.
Assim que a gente ficou de pau duro, contei pra ele como queria que ele chegasse em casa pra apalpar minha mina na porta do Air bnb, sem se importar com mais nada, entrar na sala pra acariciar os ovos dele enquanto ele continuava se esbaldando no corpo da minha novinha.
E aí, a gente decidiu que ia pro cinema, pra ter um encontro bonitinho como manda o figurino, depois de escolher a lingerie que ele queria que eu colocasse na minha mina, e com o vibrador dela já dentro, fomos pra sala. Já de cara dava pra ver que eles eram o casal e eu era mais um amigo acompanhando eles (amo essa sensação em outros lugares). Aí entramos na sala e sentamos com ela no meio, e entre nós dois a gente ia acariciando devagar a minha mina, a gente tinha o filme inteiro pra curtir isso. Mas pelo menos esse era meu plano, a real é que quando ela já tava bem molhada, sem eu esperar, ele trocou de lugar pra ficar no meio, e essa foi uma das decisões mais filha da puta que eu já amei. O filho da puta me mandou masturbar ele enquanto ele continuava enfiando as mãos em cada canto da minha mina, e além disso eu tinha comentado antes que tinha a fantasia de ele meter o pau na pipoca ou gozar na bebida que a gente tinha, mas não esperava que ele fosse fazer de verdade.
Essa foi uma humilhação tão gostosa, sentir uma pica grande enquanto ouvia aos poucos os gemidos da minha namorada. Chegou num ponto que ele já tava mais que pronto pra gozar, e, como eu pedi, ele esvaziou um pouco na pipoca e no meu refrigerante. A pipoca a gente dividiu numa boa, eu e minha namorada, enquanto o refrigerante eu consegui beber de uma vez. Sem dúvida, foi um encontro bem único e que recomendo pra quem tiver coragem de virar corno. No final, antes de irmos pro que mais interessava, o macho passou os dedos com os fluidos da buceta da minha namorada na minha cara durante o filme, adiantando um pouco o que eu teria que comer mais tarde naquela noite — uma noite de chifre mais que completa. Em breve vou postar como continuou, desculpem a falta de fotos, mas pra esses encontros a gente também precisa do consentimento do nosso macho, e, embora alguns topem, é meio difícil tirar fotos estando tão exposto em público.
1 comentários - Corno no cinema - A melhor noite pt.1