Novo professor: caçando bucetas

Estou tão feliz que você aceitou me ajudar a invocar os Blibbering Humdingers, professor Martin", disse Luna Lovegood depois de terminar de lamber todo o sêmen dele dos dedos. Ela não fazia ideia do que diabos era um Blibbering Humdinger, mas se ajudar a doce e distraída Luna a convocá-los significava que ela ia masturbar ele e lamber o esperma, ele estava mais do que feliz em ajudar. Luna era uma pessoa única, então não foi surpresa que o encontro com ela tivesse sido bem diferente de qualquer outro aluno com quem ele tinha transado. Ele não precisou manipular ela nem um pouco para tirar a roupa. Luna tinha ido até ele. Era uma situação única, mas ele não reclamava. Se Luna queria envolver o pau dele com a mão e acariciar, ele aceitava. E se ela queria se levantar, subir na mesa dele e convidar ele pra foder, ele daria tudo que ela quisesse. Ele esfregou o pênis nos lábios externos dela e olhou pro rosto dela, vendo só um sorriso vazio. A maioria das mulheres que ele tinha tido nessa posição não parecia tão animada antes de ser comida, mas Luna sempre foi uma bruxa única. Ele empurrou e ela gemeu. — Ah, que grande que é, professor Martin! — disse Luna. — Muito maior que minha varinha. — Ela deu uma risadinha. "Quer sentir mais?", ele perguntou. "Quer que eu meta mais forte com ele?" — Sim, professor Martin! — disse ela, balançando a cabeça contra a mesa. — Por favor, mete com força! É o único que consegue tirar os Humdingers dos esconderijos! Ele balançou a cabeça, achando muito engraçado estar do outro lado disso. Colocou as mãos nos quadris magros dela e começou a empurrar com força pra dentro. Luna não era exatamente uma órfã, mas era muito magra e pálida, quase parecia uma boneca. O corpinho compacto dela também era incrivelmente apertado; bem podia ser a mais apertada que ele já tinha comido até agora. Um homem menos forte Poderia ter gozado rápido naquela apertura apertando o pau dele, mas o Professor Martin não se permitiu perder o controle. Ele se esticou, apertou os peitos lindos e alegres dela e comeu ela com mais força. A escrivaninha batia enquanto o corpo magro e gostoso da Luna balançava no ritmo das estocadas, e ela ofegava e gemia com a fodida. Pela própria admissão dela, essa era a primeira transa da vida dela, mas ela se entregou muito rápido. Uma mulher jovem e pequena como ela sendo tão fodida por um pau tão grande quanto o dele na primeira vez provavelmente sentiria mais do que um pouco de dor, mas Luna parecia estar se divertindo pra caralho, não importava o quanto ele apertasse os peitos dela, quanta força colocasse atrás do quadril ou quão fundo enterrasse o pau dentro dela. Ela era estranha, Luna Lovegood, mas isso não precisava ser algo ruim. Na cabeça dele, era algo muito bom, especialmente naquele momento. Luna, a doce e inocente Luna, se apertou contra ele e gritou tão alto que ele ficou feliz por ter decidido colocar feitiços de silêncio ao redor do quarto sempre que uma bruxa ficava depois da aula. Os olhos grandes e prateados dela pareciam atônitos com o prazer que a atravessou quando ela teve o primeiro orgasmo provocado por outra pessoa. O Professor Martin mal tinha conseguido se segurar até aquele momento, mas agora não conseguia mais. Ele grunhiu e bateu o quadril contra ela com ainda mais força, e o grito de Luna foi interrompido por gemidos em resposta ao ritmo mais bruto que ele alcançou no final. — Certifique-se de liberar seu sêmen na minha barriga — Luna conseguiu dizer. — Isso vai atrair os Humdingers! Ele sentiu vontade de ignorar ela e gozar dentro dela, mas ela tinha pedido tão educadamente e tinha sido uma conquista tão ansiosa e disposta que ele não conseguiu ir contra os desejos dela daquele jeito. Ele conseguiu mais algumas estocadas fortes e quando sentiu que estava chegando ao fim, ele se retirou. Bem na hora, ele disparou a semente dela sobre a barriga pálida dela. "Muito obrigada, professor", ela disse depois. Respirava com dificuldade, mas tinha um sorriso tranquilo no rosto. "Tenho certeza de que os Humdinger vão me visitar agora." "Fico feliz em ter ajudado", ele disse. Ele se limpou e vestiu a roupa íntima e o jaleco de novo. "Pode ficar o tempo que quiser descansando. Vou pro meu estúdio trabalhar na correção das redações que meus alunos do quarto ano acabaram de entregar." Ele entrou no estúdio, satisfeito com a reviravolta inesperada que o dia dele tinha tomado. Bem antes de se sentar pra começar a corrigir, ele olhou por cima do ombro pra dar uma última olhada na adorável Luna, nua e toda melada de porra. Por um segundo, ele jurou que via uma luz prateada estranha rodopiando em volta dela, mas desapareceu tão rápido que ele descartou como um efeito da iluminação da sala de aula.

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