Lua de mel da Flor e do Fer

assim continua essa história
Flor não se priva de nada e começa a curtir o casamento dela.
Espero que vocês curtam muito ler isso.
OBRIGADO PELOS VOSSOS PONTOS
POR ME SEGUIR
E POR ME DAR ÂNIMO NOS COMENTÁRIOS DE VOCÊS












Os pais dela tinham alugado uma casa na serra, adorei a ideia de ficar a sós com meu amado. Chegamos e, depois de comer, fomos explorar a serra. Voltamos pra casa e, naquela noite, eu só queria descansar. Meu corpo ainda tava meio dolorido, mas quis atender meu marido da melhor forma. Mesmo estando vestida bem gostosa pra ele, o pau não subiu. Abracei ele e falei.


Amor, não tem problema, isso é algo normal. Se você quiser, eu chupo sua buceta, vida.


Fer, não, deixa, não sei o que tá rolando comigo, pode ser o estresse desses dias pra tudo dar certo, amor. A verdade é que eu quero, mas cê vê.


Não quer que eu te conte o que aconteceu com a sua buceta? Isso sim que faz ela endurecer, não é, meu céu?


Fer, sem amor, eu já sei que ele te comeu e tá tudo bem, meu bem, cê vê, eu não consigo e ainda tenho uma pica pequena, amor. Só espero que você tenha curtido muito.


Não, bebê, você sabe muito bem que são só fantasias pra te deixar com tesão.


Assim a gente seguiu a semana toda sem nada acontecer, até que um dia, caminhando pela serra, a gente cruzou com dois vizinhos. Quando nos viram, começaram a puxar papo mais com o Fer do que comigo, e nos convidaram pra ir pescar num rio — coisa que o Fer adora. E fomos, não dava pra segurar o Fer. Eles já trouxeram as varas na hora, e passamos a tarde toda naquele lugar lindo. Tava calor, mas como eu não tinha levado biquíni, fiquei com vontade de entrar na água, mesmo o Fer falando pra eu ir de calcinha mesmo, já que a gente tava sozinho lá. E mesmo o Alberto e o João me incentivando, não fui. No fim, só o Alberto e o Fer pescaram alguma coisa, e nos convidaram pra jantar na casa deles, mas como o Fer tava cansado, a gente não foi. Eles nos trouxeram pra casa, sentamos pra bater um papo enquanto o Fer preparava os peixes.


Alberto, então vocês são recém-casados?


Sim, sim, mas com a Fer faz um ano que a gente mora junto.


Juan, mas é diferente quando são casados, né?


Bom, acho que sim, pelo menos um pouco mais excitante pra mim.


Alberto e por que mais excitante? Espero que não seja por causa das armadilhas hahaha


Isso sim que é picante kkkkk se vocês não se importam, vou me trocar, tô cheia de areia


Juan não anda, princesa, nós ajudamos o Fernando.


Tomei um banho e já não aguentei meu gênio, não seria ruim me vestir um pouco mais sexy e talvez o Fer se excitasse e naquela noite a gente pudesse transar. Então coloquei um vestidinho bem soltinho, decotado e curto, embora não tanto. Quando cheguei na sala de jantar, todo mundo já estava sentado tomando um fernet. Todos me olharam de um jeito bem tarado — afinal, era o que eu queria. O Fer não me deixou levantar da cadeira. A gente continuou conversando e tomando fernet antes de comer. Tanto o Alberto quanto o Juan não conseguiam parar de olhar pros meus peitos, esperando eles escaparem do vestidinho. E foi aí que, depois de comer, eles propuseram um jogo bem inocente, mas com prendas — o Fer já ficou todo animado na hora. Quem perdesse tinha que tomar um copinho de tequila de uma vez, sem respirar, e dizer na frente de todo mundo que tinha perdido. Como eu disse, era um jogo inocente. O primeiro a perder foi o Alberto, depois o Fer, e aí eu perdi. Em seguida, meu amado Fernando perdeu três vezes seguidas — ele já estava com os olhos fechando. Aí, inesperadamente pra mim, ele se levantou e disse, entre risadas...


Fazer o quê, galera, vou nessa, tô exausto, não aguento mais. Vocês fiquem à vontade o tempo que quiserem, a Flor tá se divertindo pra caralho, não me incomoda. Não abaixem a música, porque tenho certeza que assim que deitar, apago na cama.


Era verdade, a gente tava se divertindo pra caralho, a gente ria o tempo todo e não dava pra ver segundas intenções, era uma pena cortar o jogo assim.


Alberto, meu amigo, se tu for embora, a gente também vai e continua amanhã em casa depois de comer um belo churrasco.


Fer não, não, olha a flor como ela tá se divertindo, não sejam ruins, pelo menos como se fosse um presente de casamento.


Aí me toque que eu tava me entregando de bandeja. O cuck, o que ele queria? Me deixar sozinha e muito bebada com dois caras que a gente acabou de conhecer? Se era assim, não ia dar esse gosto pra ele, mesmo que no final ele foi embora e a gente continuou jogando, mas eu já tava com outra atitude, mais recatada. Mesmo assim, o Alberto perdeu de novo, e depois o Juan. As risadas não paravam, mas aí comecei a perder eu. Não sei quantas vezes perdi, mas foram muitas, e o tequila já tava fazendo efeito. Eu não tinha reação, e os dois se aproveitaram disso. Começaram com as mãos passando pelas minhas tetas e pela minha buceta, me provocando gemidos, mesmo eu não querendo. Juro que não queria ser comida por eles, não assim, desse jeito, mas não tinha forças pra me opor. Foi assim que já tinha uma pica enfiando na minha boca até as bolas, enquanto minha buceta era chupada com capricho e me fazia torcer no sofá de um corpo. Ali mesmo fizeram comigo o que queriam. Minha buceta não parava de receber pica, assim como meu cu. Notei que os filhos da puta tinham cuidado pra não ficar bêbados. Não sei quantas vezes gozei, mas foram muitas. Fiquei totalmente entregue no sofá. Só lembro de ter ouvido a última coisa que eles disseram: nos esperavam na casa deles com o churrasco e uma surpresa.



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