Mesma noite, umas nove horas. A gostosa da bunda grande me mandou mensagem, a pica ainda ardia do tesão que eu tinha metido nela. Ela disse que tinha ficado com vontade de repetir. Passei o endereço de casa e em 10 minutos ela já tava aqui. Mal abri a porta, a gente se pegou num beijo e metendo a mão um no outro. Nem sei se fechei a porta, mas puxei a pica pra fora e ela já foi chupar. É uma viciada divina, a Débora, a pica, a mina. Ficou um tempão assim, me destruindo a pica. Num momento, ela soltou, ficou pelada e falou: "Vem, enche meu cu de porra." Perdi a cabeça ouvindo aquilo. Ela ficou de quatro, e eu, com a pica bem babada, meti de uma vez. Não dava pra acreditar naquele cu fodido, enlouquece. Continuei metendo, comi ela com fúria. Ela dava gritos pedindo mais forte, botava a vida naquela transa. Meti com violência, e ela curtia ainda mais. Segurei ela firme pela cintura e enterrava com força. É um animal, a gostosa. Começou a reboladar a bunda e eu não aguentei mais. Minha pica explodiu, enchendo o cu dela de porra. Ela continuava rebolando, tirando até a última gota. Deixou minha pica literalmente seca. Tirei, ela virou, a gente se apalpou se beijando. Pra me recuperar, sugeri um banho. Entramos juntos. Ela me ensaboou, me limpou inteiro. Minha pica subiu de novo, e ela sentou no meu pau de novo. Enterrei de novo, mas a safada me encostou na parede do chuveiro e, com a bunda, começou a me foder a pica. Me destruiu. Dava umas reboladas enormes. Tirou outra gozada de mim como se fosse nada. Tirou, limpou minha pica de novo, e só aí se lavou. Saímos do chuveiro. Convidei ela pra comer ou beber algo, mas ela se trocou rápido, disse que tinha que ir, e saiu praticamente correndo. Minha pica ficou acabada, mas feliz.
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