Depois do seu belo café da manhã, ele voltou ao trabalho com mais energia do que nunca. Foi ao atacadista para repor a mercadoria e trouxe coisas novas, claro. Quando abriu a loja, já havia dois clientes esperando. A cada dia que passava, ele vendia mais, por ter um negócio tão variado — agora vendia roupas e suplementos.
Sua manhã foi bem corrida, mas mesmo assim não conseguia esquecer o corpo gostoso que esteve em sua cama. Ele desejava com todas as forças possuir aquele corpo.
— Bom dia, seu Gastón — o cumprimento de Talía o tirou dos pensamentos.
— Oi, bom dia. Como está a venezuelana mais gostosa?
— Muito bem. Por duas semanas, a patroa e a neta vão viajar. Vou poder curtir a casa só pra mim — piscina, jacuzzi e dormir até tarde — a morena estava super feliz.
— Ideal para chamar seu namorado e dar uma alegria pro seu corpo.
— O senhor sabe que não pode entrar ninguém nesse bairro. Além disso, os solteiros daqui nunca me levariam a sério. São todos uns riquinhos que contariam pra todo mundo que transaram com a "big brest" da Venezuela só pra dar uma zuada.
— Eu sou solteiro, não prometo casamento, mas prometo uns filhos. Além disso, nunca zoaria uma deusa como você.
— Se fosse um pouco mais jovem, até pensaria. E até usaria o fio-dental que me deu. Mas como já sabe, sou tipo uma freira — aguento ficar sem homem.
— Entendo. Mas se quiser só conversar um pouco enquanto descansa na piscina da sua patroa, me chama no zap. — Quando viu Talía salvando o número dele, ficou feliz. Com Johana, ele chegou bem perto depois de uma ligação. Talvez tivesse sorte com ela também.
Tinha trabalhado pra caramba naquele dia, mas não conseguia tirar Johana da cabeça. Quando fechou a loja, mandou uma mensagem perguntando como ela estava e se queria ir jantar e depois dançar, já que ela ainda lhe devia uma dança.
Quando ela viu a mensagem, ficou animada. E quando percebeu isso, soube que estava encrencada — porque estava feliz com uma mensagem de um velho. Ele era legal e divertido, mas não era sexy, muito menos... menos jovem. Analiso com calma todas as suas opções, Johana. O melhor seria recusar para não dar falsas esperanças, embora na noite anterior ela tivesse se divertido muito. Queria ir, mas se fosse, certamente aquele homem tentaria algo. Não queria recusá-lo só por ser velho. Depois de um grande debate interno, Johana respondeu: "Sim, quero jantar, mas melhor na sua casa, como ontem à noite." Pensou que era o melhor; quando o recusasse, estaria perto de casa. Procurou um vestido curto e justo preto, com uns saltos altos, e assim foi bater na porta de Gastón. A conversa fluía como na noite anterior, mas Gastón notava que ela estava na defensiva, esperando sua jogada. Ele apenas falava com naturalidade e se certificava de que a taça de Johana estivesse sempre cheia. Depois do jantar, Gastón não aguentou mais e perguntou: "Está esperando que eu te convide para a cama, não é?" Ela se surpreendeu com a frontalidade do velho, embora soubesse que ele era assim. "Não quero isso, mas achei que você ia tentar fazer alguma coisa." Ela também tentou ser segura e direta. "Você é linda, e eu adoraria te fazer minha, mas você ainda não está pronta para um homem da minha experiência." Ela riu da sua observação. Parecia que nada afetava o velho; ela o tinha recusado com sutileza, mas ele seguia com sua rotina de sempre, o que a deixava desconcertada. "Não há nada que o afete ou o deprima, né?" "Não, querida, na minha idade não há tempo para isso. Temos que viver o momento. Agora estou jantando com uma jovem de vinte e três anos, muito sensual, que me olha com seus lindos olhos verdes confusos. E sabe qual é a melhor parte?" "Não sei, qual?" — perguntou com toda a sua inocência. "Essa mulher linda está prestes a fazer um striptease privado para mim." "O quê? Não, de onde você tirou isso?" "Você me deve uma dança, lembra? Eu cumpri minha palavra ontem à noite, espero que você também cumpra a sua." "Que trambiqueiro, você tinha tudo planejado, não é?" — Ela apenas balançava a cabeça em pequenos movimentos, tinha caído numa armadilha. "Nem um pouco, só me aconteceu que hoje eu desejo uma dança sensual de uma mulher sensual, se tivéssemos ido jantar fora eu teria pedido outra dança, mas na minha casa você poderia tirar suas roupas sem problema.
— Nunca fiz uma dança desse tipo, por que acha que você seria o sortudo? — Ela cruzou os braços desafiadoramente.
— Porque você me prometeu ontem à noite, disse que me devia uma dança, achei que você era uma moça de palavra.
— Mas pensei que seria uma lenta, não um strip.
— Você precisa fechar melhor seus acordos, no futuro pode acabar se dando mal — Ele riu com malícia.
— Pensei que estava fazendo um acordo com um amigo, não com o diabo.
— Eu disse que não sou seu amigo, além disso ontem à noite já te vi quase nua, qual é a diferença?
— O fato de você ter que perguntar me ofende bastante — Depois de uma pausa, continuou — que tal se eu dançar sensual, mas não nua, só de lingerie?
— Se você muda as regras, eu também quero mudar uma parte.
— Qual parte? — Ela faria qualquer coisa para não ter que se despir.
— Como você comprovou ontem à noite, sou um verdadeiro cavalheiro, e não toquei em você em nenhuma parte enquanto dançávamos ou dormíamos, nessa dança eu gostaria de sentir a firmeza do seu corpo — Enquanto falava, seu pau já estava duro só de imaginar a situação.
Ela ficou petrificada, tinha duas opções: ficar nua na frente de um velho, ou deixar-se tocar. Embora tivesse uma terceira opção, ela a descartou: não iria para casa como uma menina assustada. Já bastava ter um assediador, pelo menos o velho atrevido que tinha na frente dela era divertido, diferente do seu assediador que dependia de dinheiro para ter mulheres.
— Pode me tocar onde quiser enquanto durar a dança — Essas palavras fizeram ela sentir algo que nunca havia sentido antes… morbidez? Pensou, mas não era hora de se analisar, ela tinha que tirar a roupa.
Gastón apenas sorriu quando a viu se levantar e deixar o vestido cair no chão, ficando apenas com sua lingerie preta justa — Mas você veio preparada hoje, querida, essas pecinhas minúsculas são muito… provocativas. — Apesar de seus olhos percorrerem todo o corpo da jovem, sua língua continuava igualmente afiada.
— Vim com um vestido, por isso estou usando isso — percebeu que estava dando explicações, irritou-se consigo mesma por ser boba, decidiu continuar falando como se nada — Vai colocar a música?
— Claro, mas antes — Gastão se levantou e começou a tirar a roupa.
— Por que está se despindo? — Ela estava desconcertada.
— Em alguns minutos você vai rebolando contra meu corpo, quero sentir seu corpo contra minha pele nua — Sem dizer mais nada, se despiu completamente e sentou-se numa cadeira perto da mesa.
Em toda essa sequência ela não sabia o que fazer, muito menos quando o viu completamente nu. Já tinha visto seu corpo enrugado, mas suas partes íntimas também estavam, principalmente os testículos que pendiam como os de um touro, além disso seu pau era venoso e duro, não era grande, só uns quinze centímetros — Que duro — murmurou. Ela imaginou que os velhinhos tinham que tomar algo para deixá-lo tão duro.
Antes de apertar o botão da música, ele perguntou — Quer ver de mais perto?
Aí ela percebeu que não tinha tirado os olhos daquele pau, tinha que dizer algo, mas o quê? — Aproveita, essas coisas não acontecem duas vezes na vida — Sem dizer mais, começou a mover seu corpo, caminhando sensual em direção ao velho que estava sentado nu e com o pau duro.
Uma vez de frente para ele, sua mente ficou em branco sem saber o que fazer, Gastão percebeu, agarrou sua cintura e a virou, deixando aquela bunda perfeita à sua mercê, mas ele, fazendo um pouco de força, a obrigou a sentar, ficando com seu pau entre suas duas nádegas — Rebola, devagar — ela começou a mover seus quadris em círculos lentos no ritmo da música.
Movendo-se em círculos, com as pernas levemente abertas, Gastão começou a dar pequenos beijos em suas costas, ela estava quase reclamando, mas eles eram muito bons, não eram violentos, mas ternos, embora a mão direita dele O velho, que rapidamente se posicionou entre suas pernas, tocando-a por cima da calcinha, como parte do acordo ela não disse nada e deixou que ele percorresse sua buceta com o dedo indicador de cima a baixo.
A segunda música começou, era mais lenta que a anterior, mas os quadris de Johana se moviam com mais velocidade, as carícias de Gastão tinham feito efeito, e a temperatura do seu corpo tinha subido, muito mais a da sua buceta, que já tinha encharcado não só sua calcinha, mas também o dedo do velho.
— ahn — Ela tapou a boca, ao deixar escapar esse pequeno gemido ficou muito envergonhada por estar gostando dessas brincadeiras com um velho.
Percebendo que ela estava perdendo totalmente o controle, ele a agarrou pela cintura e a levantou um pouco, e moveu seu pau, o suficiente para que ele ficasse na entrada da buceta, separado apenas pelo tecido fino da calcinha. Ela, ao sentir o pau quente na entrada da sua bocetinha, gostou e continuou com seus movimentos.
Em poucos minutos, os fluidos vaginais de Johana escorriam pelo pau duro do velho, que já estava agarrando seus peitos por cima do sutiã, enquanto mordia o braço da jovem. Ambos tinham se deixado levar pela luxúria, ela precisava ter aquele pau duro dentro de si. Sem pensar, puxou sua própria calcinha para o lado e aquele pau entrou até o fundo da sua buceta encharcada — ahaah — O som ecoou por toda a casa, vindos dos dois seres que tinham se entregado à luxúria ao se tornarem um.
— ahh, que gostoso — Ela gritou alguns segundos antes de chegar ao orgasmo.
Ela ficou parada, sentada em cima do pau dele, mas ele não tinha terminado. Ele a colocou de pé e a levou contra a parede, onde começou a comê-la com muita força. Cada investida daquele velho arrancava um gemido da jovem, que parecia estar sendo comida por um rapaz de vinte anos.
Gastão, sem parar seu ritmo, deu algumas palmadas fortes em sua bunda, acompanhando seus movimentos. Johana estava encantada com a forma como estava sendo enrabada, estava perto do seu segundo orgasmo, tinha os olhos fechados. ouvindo o som das nádegas dela batendo contra a pélvis do seu homem.
— Ahh, outro di... Deus meu — Os gritos de prazer da jovem pela sua segunda gozada, mais a pulsação da sua buceta apertando o pau dele, o velho não aguentou mais e despejou todo o seu sêmen no fundo de Johana.
Os dois ficaram parados, recuperando o fôlego, ela apoiada na parede e ele segurando seus quadris, com a cabeça apoiada nos ombros da jovem.
— Vou ao banheiro, já volto — Gastão tirou o pau dela com cuidado, enquanto via o sêmen escorrendo de dentro dela. Deu vontade de tirar uma foto daquele momento, mas preferiu ir se lavar antes.
Lavou-se e olhou no espelho. Parecia que o que tinha vivido há poucos minutos era surreal — ele tinha acabado de transar com uma das mulheres mais gostosas do bairro, ele, um simples velho. Deu vontade de gritar de felicidade, mas se controlou e saiu do banheiro.
Ela demorou a se recuperar. Aos poucos, a cabeça esfriou, e ela percebeu que tinha deixado um velho comer ela. Ela era cobiçada pelos solteiros mais sensuais. De qualquer forma, se excitar com um velho enrugado significava que algo estava errado com ela. Começou a se vestir rápido, não queria vê-lo.
Ele saía do banheiro, e ela calçava o último sapato.
— Desculpa, tenho que ir — Sem dizer mais nada, saiu quase correndo. Ao ver o rosto do velho, se sentiu suja — poderia ser seu avô. Quando chegou em casa, mandou uma mensagem:
— Foi um erro, não vai acontecer de novo, não me mande mensagem. — Tomou banho e foi para a cama, choramingando como uma menina confusa.
Ele leu a mensagem enquanto estava nu tomando uma taça de vinho, sorriu e disse:
— Essa sua bucetinha molhada vai querer mais. — Embora ele tivesse gostado de passar a noite com ela e comê-la mais, sua experiência dizia que aquela não era a última página da história deles.
Continua...
Sua manhã foi bem corrida, mas mesmo assim não conseguia esquecer o corpo gostoso que esteve em sua cama. Ele desejava com todas as forças possuir aquele corpo.
— Bom dia, seu Gastón — o cumprimento de Talía o tirou dos pensamentos.
— Oi, bom dia. Como está a venezuelana mais gostosa?
— Muito bem. Por duas semanas, a patroa e a neta vão viajar. Vou poder curtir a casa só pra mim — piscina, jacuzzi e dormir até tarde — a morena estava super feliz.
— Ideal para chamar seu namorado e dar uma alegria pro seu corpo.
— O senhor sabe que não pode entrar ninguém nesse bairro. Além disso, os solteiros daqui nunca me levariam a sério. São todos uns riquinhos que contariam pra todo mundo que transaram com a "big brest" da Venezuela só pra dar uma zuada.
— Eu sou solteiro, não prometo casamento, mas prometo uns filhos. Além disso, nunca zoaria uma deusa como você.
— Se fosse um pouco mais jovem, até pensaria. E até usaria o fio-dental que me deu. Mas como já sabe, sou tipo uma freira — aguento ficar sem homem.
— Entendo. Mas se quiser só conversar um pouco enquanto descansa na piscina da sua patroa, me chama no zap. — Quando viu Talía salvando o número dele, ficou feliz. Com Johana, ele chegou bem perto depois de uma ligação. Talvez tivesse sorte com ela também.
Tinha trabalhado pra caramba naquele dia, mas não conseguia tirar Johana da cabeça. Quando fechou a loja, mandou uma mensagem perguntando como ela estava e se queria ir jantar e depois dançar, já que ela ainda lhe devia uma dança.
Quando ela viu a mensagem, ficou animada. E quando percebeu isso, soube que estava encrencada — porque estava feliz com uma mensagem de um velho. Ele era legal e divertido, mas não era sexy, muito menos... menos jovem. Analiso com calma todas as suas opções, Johana. O melhor seria recusar para não dar falsas esperanças, embora na noite anterior ela tivesse se divertido muito. Queria ir, mas se fosse, certamente aquele homem tentaria algo. Não queria recusá-lo só por ser velho. Depois de um grande debate interno, Johana respondeu: "Sim, quero jantar, mas melhor na sua casa, como ontem à noite." Pensou que era o melhor; quando o recusasse, estaria perto de casa. Procurou um vestido curto e justo preto, com uns saltos altos, e assim foi bater na porta de Gastón. A conversa fluía como na noite anterior, mas Gastón notava que ela estava na defensiva, esperando sua jogada. Ele apenas falava com naturalidade e se certificava de que a taça de Johana estivesse sempre cheia. Depois do jantar, Gastón não aguentou mais e perguntou: "Está esperando que eu te convide para a cama, não é?" Ela se surpreendeu com a frontalidade do velho, embora soubesse que ele era assim. "Não quero isso, mas achei que você ia tentar fazer alguma coisa." Ela também tentou ser segura e direta. "Você é linda, e eu adoraria te fazer minha, mas você ainda não está pronta para um homem da minha experiência." Ela riu da sua observação. Parecia que nada afetava o velho; ela o tinha recusado com sutileza, mas ele seguia com sua rotina de sempre, o que a deixava desconcertada. "Não há nada que o afete ou o deprima, né?" "Não, querida, na minha idade não há tempo para isso. Temos que viver o momento. Agora estou jantando com uma jovem de vinte e três anos, muito sensual, que me olha com seus lindos olhos verdes confusos. E sabe qual é a melhor parte?" "Não sei, qual?" — perguntou com toda a sua inocência. "Essa mulher linda está prestes a fazer um striptease privado para mim." "O quê? Não, de onde você tirou isso?" "Você me deve uma dança, lembra? Eu cumpri minha palavra ontem à noite, espero que você também cumpra a sua." "Que trambiqueiro, você tinha tudo planejado, não é?" — Ela apenas balançava a cabeça em pequenos movimentos, tinha caído numa armadilha. "Nem um pouco, só me aconteceu que hoje eu desejo uma dança sensual de uma mulher sensual, se tivéssemos ido jantar fora eu teria pedido outra dança, mas na minha casa você poderia tirar suas roupas sem problema.
— Nunca fiz uma dança desse tipo, por que acha que você seria o sortudo? — Ela cruzou os braços desafiadoramente.
— Porque você me prometeu ontem à noite, disse que me devia uma dança, achei que você era uma moça de palavra.
— Mas pensei que seria uma lenta, não um strip.
— Você precisa fechar melhor seus acordos, no futuro pode acabar se dando mal — Ele riu com malícia.
— Pensei que estava fazendo um acordo com um amigo, não com o diabo.
— Eu disse que não sou seu amigo, além disso ontem à noite já te vi quase nua, qual é a diferença?
— O fato de você ter que perguntar me ofende bastante — Depois de uma pausa, continuou — que tal se eu dançar sensual, mas não nua, só de lingerie?
— Se você muda as regras, eu também quero mudar uma parte.
— Qual parte? — Ela faria qualquer coisa para não ter que se despir.
— Como você comprovou ontem à noite, sou um verdadeiro cavalheiro, e não toquei em você em nenhuma parte enquanto dançávamos ou dormíamos, nessa dança eu gostaria de sentir a firmeza do seu corpo — Enquanto falava, seu pau já estava duro só de imaginar a situação.
Ela ficou petrificada, tinha duas opções: ficar nua na frente de um velho, ou deixar-se tocar. Embora tivesse uma terceira opção, ela a descartou: não iria para casa como uma menina assustada. Já bastava ter um assediador, pelo menos o velho atrevido que tinha na frente dela era divertido, diferente do seu assediador que dependia de dinheiro para ter mulheres.
— Pode me tocar onde quiser enquanto durar a dança — Essas palavras fizeram ela sentir algo que nunca havia sentido antes… morbidez? Pensou, mas não era hora de se analisar, ela tinha que tirar a roupa.
Gastón apenas sorriu quando a viu se levantar e deixar o vestido cair no chão, ficando apenas com sua lingerie preta justa — Mas você veio preparada hoje, querida, essas pecinhas minúsculas são muito… provocativas. — Apesar de seus olhos percorrerem todo o corpo da jovem, sua língua continuava igualmente afiada.
— Vim com um vestido, por isso estou usando isso — percebeu que estava dando explicações, irritou-se consigo mesma por ser boba, decidiu continuar falando como se nada — Vai colocar a música?
— Claro, mas antes — Gastão se levantou e começou a tirar a roupa.
— Por que está se despindo? — Ela estava desconcertada.
— Em alguns minutos você vai rebolando contra meu corpo, quero sentir seu corpo contra minha pele nua — Sem dizer mais nada, se despiu completamente e sentou-se numa cadeira perto da mesa.
Em toda essa sequência ela não sabia o que fazer, muito menos quando o viu completamente nu. Já tinha visto seu corpo enrugado, mas suas partes íntimas também estavam, principalmente os testículos que pendiam como os de um touro, além disso seu pau era venoso e duro, não era grande, só uns quinze centímetros — Que duro — murmurou. Ela imaginou que os velhinhos tinham que tomar algo para deixá-lo tão duro.
Antes de apertar o botão da música, ele perguntou — Quer ver de mais perto?
Aí ela percebeu que não tinha tirado os olhos daquele pau, tinha que dizer algo, mas o quê? — Aproveita, essas coisas não acontecem duas vezes na vida — Sem dizer mais, começou a mover seu corpo, caminhando sensual em direção ao velho que estava sentado nu e com o pau duro.
Uma vez de frente para ele, sua mente ficou em branco sem saber o que fazer, Gastão percebeu, agarrou sua cintura e a virou, deixando aquela bunda perfeita à sua mercê, mas ele, fazendo um pouco de força, a obrigou a sentar, ficando com seu pau entre suas duas nádegas — Rebola, devagar — ela começou a mover seus quadris em círculos lentos no ritmo da música.
Movendo-se em círculos, com as pernas levemente abertas, Gastão começou a dar pequenos beijos em suas costas, ela estava quase reclamando, mas eles eram muito bons, não eram violentos, mas ternos, embora a mão direita dele O velho, que rapidamente se posicionou entre suas pernas, tocando-a por cima da calcinha, como parte do acordo ela não disse nada e deixou que ele percorresse sua buceta com o dedo indicador de cima a baixo.
A segunda música começou, era mais lenta que a anterior, mas os quadris de Johana se moviam com mais velocidade, as carícias de Gastão tinham feito efeito, e a temperatura do seu corpo tinha subido, muito mais a da sua buceta, que já tinha encharcado não só sua calcinha, mas também o dedo do velho.
— ahn — Ela tapou a boca, ao deixar escapar esse pequeno gemido ficou muito envergonhada por estar gostando dessas brincadeiras com um velho.
Percebendo que ela estava perdendo totalmente o controle, ele a agarrou pela cintura e a levantou um pouco, e moveu seu pau, o suficiente para que ele ficasse na entrada da buceta, separado apenas pelo tecido fino da calcinha. Ela, ao sentir o pau quente na entrada da sua bocetinha, gostou e continuou com seus movimentos.
Em poucos minutos, os fluidos vaginais de Johana escorriam pelo pau duro do velho, que já estava agarrando seus peitos por cima do sutiã, enquanto mordia o braço da jovem. Ambos tinham se deixado levar pela luxúria, ela precisava ter aquele pau duro dentro de si. Sem pensar, puxou sua própria calcinha para o lado e aquele pau entrou até o fundo da sua buceta encharcada — ahaah — O som ecoou por toda a casa, vindos dos dois seres que tinham se entregado à luxúria ao se tornarem um.
— ahh, que gostoso — Ela gritou alguns segundos antes de chegar ao orgasmo.
Ela ficou parada, sentada em cima do pau dele, mas ele não tinha terminado. Ele a colocou de pé e a levou contra a parede, onde começou a comê-la com muita força. Cada investida daquele velho arrancava um gemido da jovem, que parecia estar sendo comida por um rapaz de vinte anos.
Gastão, sem parar seu ritmo, deu algumas palmadas fortes em sua bunda, acompanhando seus movimentos. Johana estava encantada com a forma como estava sendo enrabada, estava perto do seu segundo orgasmo, tinha os olhos fechados. ouvindo o som das nádegas dela batendo contra a pélvis do seu homem.
— Ahh, outro di... Deus meu — Os gritos de prazer da jovem pela sua segunda gozada, mais a pulsação da sua buceta apertando o pau dele, o velho não aguentou mais e despejou todo o seu sêmen no fundo de Johana.
Os dois ficaram parados, recuperando o fôlego, ela apoiada na parede e ele segurando seus quadris, com a cabeça apoiada nos ombros da jovem.
— Vou ao banheiro, já volto — Gastão tirou o pau dela com cuidado, enquanto via o sêmen escorrendo de dentro dela. Deu vontade de tirar uma foto daquele momento, mas preferiu ir se lavar antes.
Lavou-se e olhou no espelho. Parecia que o que tinha vivido há poucos minutos era surreal — ele tinha acabado de transar com uma das mulheres mais gostosas do bairro, ele, um simples velho. Deu vontade de gritar de felicidade, mas se controlou e saiu do banheiro.
Ela demorou a se recuperar. Aos poucos, a cabeça esfriou, e ela percebeu que tinha deixado um velho comer ela. Ela era cobiçada pelos solteiros mais sensuais. De qualquer forma, se excitar com um velho enrugado significava que algo estava errado com ela. Começou a se vestir rápido, não queria vê-lo.
Ele saía do banheiro, e ela calçava o último sapato.
— Desculpa, tenho que ir — Sem dizer mais nada, saiu quase correndo. Ao ver o rosto do velho, se sentiu suja — poderia ser seu avô. Quando chegou em casa, mandou uma mensagem:
— Foi um erro, não vai acontecer de novo, não me mande mensagem. — Tomou banho e foi para a cama, choramingando como uma menina confusa.
Ele leu a mensagem enquanto estava nu tomando uma taça de vinho, sorriu e disse:
— Essa sua bucetinha molhada vai querer mais. — Embora ele tivesse gostado de passar a noite com ela e comê-la mais, sua experiência dizia que aquela não era a última página da história deles.
Continua...
4 comentários - El semental y sus adorables vecinas - Cap 4 - Striptease