Garota simples (21)

Depois daquele primeiro round violento, meu corpo tava destruído. Minha buceta tava pulsando de tanta brutalidade que ele tinha me comido. Minutos me maquiando, tudo jogado fora, minha cara tava um desastre entre os tapas, minhas lágrimas e todo o resto. Tava acabada, sabia que merecia aquilo por ter provocado ele no dia anterior, mas não sabia se ia estar preparada pro que causei. Olhei quase com um certo medo pro pau dele, duro e imponente do meu lado. De algum jeito, meu cérebro achou que era boa ideia esticar a mão e acariciar ele. Fui devagar e bem suave, percorrendo todo o tronco que ainda tava banhado nas minhas próprias gozadas. Não conseguia envolver o pau dele com minha mão, então me virei e juntei a outra pra conseguir segurar. A respiração ofegante dele ia se entrecortando e acalmando ao mesmo tempo. Tive uma leve lembrança da minha época de "massagista" pro Miguel, há um tempão atrás. Achei legal aproveitar um pouco dessa experiência e comecei a massagear suavemente as bolas dele, as pernas e o pau. Fui brincando com essas combinações enquanto dava uns beijos no peito e na barriga dele. Tentei acalmar a fera sedando ele. Sentei no peito dele e punhetei suavemente enquanto deixava cair vários fios de baba no pau dele. Com minhas duas mãos, tentava envolver o máximo daquele pica incrível que ele tinha. Fui lubrificando cada vez mais até que minhas mãos já deslizavam sozinhas. Sem perceber, já tinha acelerado bastante o ritmo e toda a paz com que comecei virou uma punhetação com todas as letras. O pau dele inchado voltava a me dar o mesmo respeito de um tempo atrás. Naquele momento, senti o esforço dele pra alcançar minha bunda com a língua. Deixei, me inclinando um pouquinho pra trás. A língua dele foi pro meu buraquinho e eu comecei a gemer sem largar minha tarefa. Inacreditável como eu adorava que ele comesse minha bunda. Tanto que, sozinha, decidi me mexer e buscar o pau dele. Aproveitando o quanto eu tava molhada, subi apontando ele direto pro meu rabo. Deixei ele me abrir devagarinho. Por sorte, dessa vez ele teve pena de mim. Fui me sentando aos poucos e engolindo cada centímetro que meu macho me oferecia. Subia e descia devagar, me abrindo toda pra ele. Gon ficou quieto, vendo aquela puta com quem ele tava começando a sair encarar o pauzão dele com a raba, sem nenhum pudor. O ritmo já tava mais intenso, a timidez já tinha ido embora, meus pulinhos já buscavam aquela pica cravada até o fundo. A cintura dele foi acompanhando de leve. Minha raba batia nas pernas dele, nossos olhos se cruzavam cheios de desejo. Nenhum dos dois conseguiu se segurar mais. Eu jogava todo meu peso nele, e Gon enterrava a pica até onde meu corpo aguentava. Ele começou a bombar de novo, como se meu corpo pouco importasse. Agarrado nos meus peitos, ele destruía minha bunda sem pena. E olha que eu nem merecia piedade mesmo. Eu gritava e gemia, ou talvez só berrava de prazer. Como diferenciar? Só sei que vários centímetros de carne estavam virando meus olhos. Sentia a boca seca. A buceta encharcada, comecei a me tocar e só sentia prazer por todo lado. A gente trocava insultos um pro outro. Falei que ele era filho da puta por ter uma pica daquelas. Ele me chamou de puta de merda. Bem merecido. Eu tava implorando pra ele arrebentar meu cu, então merecia mesmo esse nome. Tudo isso fez a gente gozar junto. Eu gozei assim que senti aqueles espasmos da parte dele e os jatos de porra dentro de mim. Ele tava enchendo minha bunda. Me joguei pra beijar ele com muita paixão. Sentia as descargas dele dentro de mim, tava completamente rendida a ele. "Sou sua, por favor nunca pare de me comer." Falei sério. Não conseguia imaginar uma vida sem aquela pica. Nem queria, nem podia. "Você é incrível, adoro transar com você", foi a resposta dele. A gente continuou se beijando sem tirar a pica da minha raba. Demos a primeira pausa. Ficamos conversando abraçados por um tempinho. Um pouco de tudo, mas em um momento ele soltou O assunto é a Nadia. Ele quase nunca perguntava por respeito. Não queria parecer ciumento. No geral, só sabia o que eu ia contando. "Queria que vocês se conhecessem", falei pra ele. Gon: "mas... é algo que talvez eu não devesse interferir, né?" "Não ia interferir, eu sei. Por isso quero que se conheçam." Gon: "então adoraria! Você sempre falou muito bem dela." "E da raba enorme que ela tem! Hahaha, certeza que é por isso também." Gon: "uff, me lembrou disso..." Ele fez sinal pra eu olhar pra baixo e o pau dele tava duro igual pedra. Com um sorrisinho, falei: "eu cuido disso na ausência dela." Me joguei pra chupar ele e pensar no que ia sair desse encontro...

3 comentários - Garota simples (21)

El ardor que no cesa. Preciosa la experiencia, precioso el cuento, preciosa la autora en la foto de su avatar.
🥰😍