Chega um momento em que você precisa abrir os olhos e aceitar os fatos, não dá mais pra negar. Sua mãe é uma puta, uma mulher que curte a própria sexualidade abertamente e não tem nada que você possa fazer. Ela é divorciada, aos 44 anos tá no auge, e é gostosa pra caralho pros seus amigos, pros colegas de trabalho e pra todos os homens ao redor dela.
Tudo isso eu dizia pra mim mesmo.
E no que eu me acostumei?
Não sou cego, tive que me acostumar a ver como eles devoram ela com os olhos onde quer que a gente fosse. Sei que ela gosta de ser olhada, senão não usaria aqueles leggins transparentes, aqueles vestidos que batem na coxa e os decotes profundos pra exibir os peitos. Me acostumei com meus amigos olhando pra ela toda vez que vinham na minha casa e falando que queriam comer ela. Me acostumei que, em alguns metrôs lotados, sempre tinha um espertinho que se aproximava pra tentar, às vezes com sucesso, agarrar a bunda dela, enquanto minha mãe não conseguia evitar um sorrisinho, morder o lábio e ficar corada.
Me acostumei a descobrir como os chefes dela e vários colegas de trabalho da área de vendas comiam ela, e a ver na roupa íntima dela todo tipo de lingerie, com brinquedos como um plug anal, umas algemas, umas pinças de peito e um chicote de tiras pra dar palmadas. Sim, quando você tem uma mãe faminta de sexo, tem que se acostumar com isso e muito mais.
Mas obviamente, não fui o único que percebeu o quanto minha mãe é puta. J e M, meus melhores amigos, já tinham um plano. "Até onde você acha que as putarias da sua mãe vão?", me perguntaram, sem eu saber o que responder.
"Olha", me disse J, "você tem que aceitar que existe a possibilidade dos seus amigos comerem sua mãe. M e eu conversamos e decidimos tentar, não dá pra deixar passar a oportunidade. Então planejamos ir na sua casa essa sexta. Vamos te dar dinheiro pra comprar cerveja e um tira-gosto. Você sabe que com um pouco de álcool no sangue... certeza que sua mãe vai passar a bunda pra gente.
Fiquei na defensiva, falei pra eles que a fantasia e a luxúria tavam tomando conta, que voltassem pra realidade porque tavam sonhando demais. Perguntei: por que vocês acham que conseguiriam? E essa pergunta fez meu mundo tremer, porque a resposta me deixou congelado.
M. tirou o celular dele dizendo: olha, sua mãe pediu pra gente não te contar, mas olha essas fotos:




Não podia acreditar, eles realmente tinham fotos da minha mãe! Mas como? Como isso aconteceu? Como conseguiram?
Entre risadas, J e M me disseram: simplesmente criamos um grupo no WhatsApp, adicionamos ela, o tempo todo enchemos ela de elogios, mimamos e enchemos o ouvido dela. Em pouco tempo, era só pedir as fotos, ela até confessou que ficava excitada em mandar fotos pros amigos do filho. Viu, quando você tem uma mãe tão puta assim, essas coisas acontecem, não tem como evitar, mais cedo ou mais tarde a gente vai comer ela.
Resumindo, prepara tudo pra essa sexta, que sua mãe vai ser nossa puta.
Mas... vocês são loucos, mesmo que ela quisesse, eu vou estar em casa e na minha frente ela não vai fazer nada.
Tem certeza? M me perguntou. Porque eu e J temos a teoria de que com um pouco de álcool, uns carinhos e beijos, ela vai esquecer que você tá ali. Vamos falar que você vai fazer uma reunião e que queremos ela presente.
Ok, se vocês tão tão seguros assim, nos vemos sexta, mas não criem muitas expectativas.
Sexta-feira:
O quão puta minha mãe poderia ser? Será que ela deixaria meus amigos comerem ela na minha frente?
Eu bebia por nervosismo, tava tonto, dois dos meus amigos seduziam minha mãe na minha frente e ela parecia ceder. Música e dança mudaram tudo, já que a situação ficou sexual quando minha mãe tava no meio da sala dançando, já com umas cervejas na cabeça, acompanhada de J por trás e M na frente. Os carinhos não demoraram, quatro mãos tocavam a cintura dela, as coxas e a bunda, ela não conseguia resistir, o prazer vencia.
Ai, espera! Minha mãe tentava abaixar o vestido de novo, mas J impedia. Ai, calma, nãooo, espera! Agora ela não conseguiu evitar que a calcinha fio dental descesse até as coxas, porque M segurava as mãos dela, enquanto beijava o pescoço dela pela frente.
Lá estava minha mãe, com o vestido levantado, a fio dental na altura das coxas e uma rola jovem atrás dela prestes a penetrar. Ai, devagarinho! Ela protestou quando sentiu que tava... prestes a ser penetrada. Nunca vou esquecer o que vi e o gemido que ela soltou quando J meteu nela pela primeira vez: "Aiiii... devagarzinho... mmm!" ela dizia e gemia enquanto os joelhos dobravam, perdendo força, as coxas e a bunda tremendo, e ela ficou na ponta dos pés quando o pau inteiro entrou e as bolas de J batiam na buceta dela. Minha mãe virou pra olhar ele, mordendo os lábios, com um olhar que pedia mais pau.
Aiiii! um gemido de dor e prazer ecoou quando ela levou um tapa na bunda de J, que deixou a marca na nádega. Enquanto isso, na frente, minha mãe masturbava o pau de M, e ele aproveitava pra beijar ela, apalpar os peitos e beliscar os bicos. Ela tava completamente dominada pelos dois novos amantes, e eles não pensavam em parar.
Eu tava em choque, completamente fora de mim, não conseguia me mexer de tanto que meu corpo tremia, vendo J puxar o cabelo da minha mãe, dar tapas na bunda dela e meter num ritmo desenfreado, até que de repente ele deixou o pau todo enterrado. Ela passou os braços em volta do pescoço de M, se apoiando, porque as pernas começaram a tremer, uma eletricidade percorreu o corpo dela, ela levantou a bunda, ficou na ponta dos pés e arqueou as costas, tudo sem conseguir esconder os gemidos. Sim, ela tava tendo um orgasmo intenso provocado pelo pau de J.
Acho que a cereja do bolo dessa cena foi que, quando J tirou o pau, um jato de porra escorria da buceta já dilatada e avermelhada da minha mãe, descendo pelas coxas até o chão. Eles gozaram juntos, e parecia que a buceta dela pedia um descanso de tanta penetração, mas isso não era possível, tinha outro pau pra atender.
M não perdeu tempo, bruscamente pegou ela pela cintura, virou ela pra ter acesso à buceta por trás, inclinou as costas dela pra se apoiar em J, e mais uma vez se ouviu a objeção: "Aiiii devagarzinho! mmmmm" mas M tava ansioso, com um tapa forte na bunda fez minha mãe saber que ele mandava, então pegou o pau dele, colocou na entrada da buceta da minha mãe e com um empurrão a penetrou até as bolas baterem. Obviamente, ouviu-se outro gemido entre prazer e dor, enquanto ela abria mais as pernas e levantava a bunda, garantindo que recebesse direito o segundo pau da noite.
M se arriscou um pouco mais, e num momento escutei "aiii pelo cu não!" e M forçava o polegar no cu apertado e estreito da minha mãe. Deixou assim, enquanto a macetava uma e outra vez, até que o inevitável chegou. De novo, o corpo dela tremia por uma eletricidade incontrolável, se agarrava em J pra não cair, enquanto ele beliscava os bicos dos peitos dela e beijava o pescoço. A putinha teve o segundo orgasmo da noite, recebendo de presente todo o leite de M nas nádegas, que escorria de novo pelas pernas dela.
Lá estava minha mãe, no meio da sala, o pescoço vermelho de tantos chupões e mordidas, os peitos balançando pra fora do vestido, apalpados e arranhados, com os bicos vermelhos. Da buceta dela bem aberta e esticada ainda saía porra, as nádegas estavam vermelhas de tanta palmada, o cu dela com certeza estava dilatado por causa do polegar de M, e pelas coxas corria o leite dos amantes. Assim, toda fodida, tirou a calcinha fio-dental, se ajoelhou, e se revezou pra chupar os paus dos jovens amantes.
Ela limpava a porra que restava nos paus deles, descia até as bolas, beijava o tronco, colocava a língua pra fora e lambia de cima a baixo, até que, graças à juventude deles, percebeu que os paus estavam prontos pra ação de novo. De repente, deu um beijo na ponta de cada pau, se levantou e disse: "Vamos pra cima". O que vinha depois? Não podia acreditar, me levantei como pude, mas ela disse: "Não, você fica aqui, já viu o suficiente". M e J riram, enquanto a seguiam escada acima, momento que J aproveitou pra virar e me olhar com um sorriso de orgulho e depois dar um tapa na bunda da minha mãe enquanto subiam.
Tudo isso aconteceu muito rápido, tipo em seis minutos, a gente tava todo mundo com muita adrenalina, ainda não conseguia acreditar se era real, e como consegui subi as escadas pra escutar tudo que desse. Lá estava eu, com o ouvido colado na porta, e meu pau pra fora, me masturbando com tudo que tava rolando. Não aguentei mais, e gozei quando escutei o que já reconhecia como um orgasmo da minha mãe. É sério que é o terceiro orgasmo que ela tem na noite?
Por que tá demorando tanto, já eram quarenta minutos e eles não saíam. Desci pra sala e depois de uns dez minutos, ouvi eles descendo do quarto. Não rolou mais nada, se despediram e eu e minha mãe ficamos sozinhos. Que porra foi essa, perguntei? Como você pôde? Ela respondeu: não se faz de bobo, eu vi o que você procura na internet, e vi as mensagens que manda pros seus amigos, e acha que não percebo que você gosta de ver minha lingerie? Isso é o que você queria, você pediu por isso. Além do mais, sou solteira, e não preciso da sua permissão.
Não sabia o que dizer, fiquei mudo com o que ela acabava de me falar de forma tão clara, só mais tarde pensei em mandar mensagem pro J e pro M, pra eles me contarem o que rolou. Basicamente me responderam:
Não podemos te contar, porque sua mãe disse pra gente não fazer isso, se a gente quisesse que ela continuasse sendo nossa putinha. Disse que queria que você ficasse na dúvida. Mas a gente não é tão ruim, com as fotos que tiramos você vai ter uma ideia:


Além disso, encontramos os brinquedos dela, e tivemos que castigá-la por ser uma putinha.
J e M me disseram: "agora você já sabe, a puta da sua mãe não tem limites
Tudo isso eu dizia pra mim mesmo.
E no que eu me acostumei?
Não sou cego, tive que me acostumar a ver como eles devoram ela com os olhos onde quer que a gente fosse. Sei que ela gosta de ser olhada, senão não usaria aqueles leggins transparentes, aqueles vestidos que batem na coxa e os decotes profundos pra exibir os peitos. Me acostumei com meus amigos olhando pra ela toda vez que vinham na minha casa e falando que queriam comer ela. Me acostumei que, em alguns metrôs lotados, sempre tinha um espertinho que se aproximava pra tentar, às vezes com sucesso, agarrar a bunda dela, enquanto minha mãe não conseguia evitar um sorrisinho, morder o lábio e ficar corada.
Me acostumei a descobrir como os chefes dela e vários colegas de trabalho da área de vendas comiam ela, e a ver na roupa íntima dela todo tipo de lingerie, com brinquedos como um plug anal, umas algemas, umas pinças de peito e um chicote de tiras pra dar palmadas. Sim, quando você tem uma mãe faminta de sexo, tem que se acostumar com isso e muito mais.
Mas obviamente, não fui o único que percebeu o quanto minha mãe é puta. J e M, meus melhores amigos, já tinham um plano. "Até onde você acha que as putarias da sua mãe vão?", me perguntaram, sem eu saber o que responder.
"Olha", me disse J, "você tem que aceitar que existe a possibilidade dos seus amigos comerem sua mãe. M e eu conversamos e decidimos tentar, não dá pra deixar passar a oportunidade. Então planejamos ir na sua casa essa sexta. Vamos te dar dinheiro pra comprar cerveja e um tira-gosto. Você sabe que com um pouco de álcool no sangue... certeza que sua mãe vai passar a bunda pra gente.
Fiquei na defensiva, falei pra eles que a fantasia e a luxúria tavam tomando conta, que voltassem pra realidade porque tavam sonhando demais. Perguntei: por que vocês acham que conseguiriam? E essa pergunta fez meu mundo tremer, porque a resposta me deixou congelado.
M. tirou o celular dele dizendo: olha, sua mãe pediu pra gente não te contar, mas olha essas fotos:





Não podia acreditar, eles realmente tinham fotos da minha mãe! Mas como? Como isso aconteceu? Como conseguiram?Entre risadas, J e M me disseram: simplesmente criamos um grupo no WhatsApp, adicionamos ela, o tempo todo enchemos ela de elogios, mimamos e enchemos o ouvido dela. Em pouco tempo, era só pedir as fotos, ela até confessou que ficava excitada em mandar fotos pros amigos do filho. Viu, quando você tem uma mãe tão puta assim, essas coisas acontecem, não tem como evitar, mais cedo ou mais tarde a gente vai comer ela.
Resumindo, prepara tudo pra essa sexta, que sua mãe vai ser nossa puta.
Mas... vocês são loucos, mesmo que ela quisesse, eu vou estar em casa e na minha frente ela não vai fazer nada.
Tem certeza? M me perguntou. Porque eu e J temos a teoria de que com um pouco de álcool, uns carinhos e beijos, ela vai esquecer que você tá ali. Vamos falar que você vai fazer uma reunião e que queremos ela presente.
Ok, se vocês tão tão seguros assim, nos vemos sexta, mas não criem muitas expectativas.
Sexta-feira:
O quão puta minha mãe poderia ser? Será que ela deixaria meus amigos comerem ela na minha frente?
Eu bebia por nervosismo, tava tonto, dois dos meus amigos seduziam minha mãe na minha frente e ela parecia ceder. Música e dança mudaram tudo, já que a situação ficou sexual quando minha mãe tava no meio da sala dançando, já com umas cervejas na cabeça, acompanhada de J por trás e M na frente. Os carinhos não demoraram, quatro mãos tocavam a cintura dela, as coxas e a bunda, ela não conseguia resistir, o prazer vencia.
Ai, espera! Minha mãe tentava abaixar o vestido de novo, mas J impedia. Ai, calma, nãooo, espera! Agora ela não conseguiu evitar que a calcinha fio dental descesse até as coxas, porque M segurava as mãos dela, enquanto beijava o pescoço dela pela frente.
Lá estava minha mãe, com o vestido levantado, a fio dental na altura das coxas e uma rola jovem atrás dela prestes a penetrar. Ai, devagarinho! Ela protestou quando sentiu que tava... prestes a ser penetrada. Nunca vou esquecer o que vi e o gemido que ela soltou quando J meteu nela pela primeira vez: "Aiiii... devagarzinho... mmm!" ela dizia e gemia enquanto os joelhos dobravam, perdendo força, as coxas e a bunda tremendo, e ela ficou na ponta dos pés quando o pau inteiro entrou e as bolas de J batiam na buceta dela. Minha mãe virou pra olhar ele, mordendo os lábios, com um olhar que pedia mais pau.
Aiiii! um gemido de dor e prazer ecoou quando ela levou um tapa na bunda de J, que deixou a marca na nádega. Enquanto isso, na frente, minha mãe masturbava o pau de M, e ele aproveitava pra beijar ela, apalpar os peitos e beliscar os bicos. Ela tava completamente dominada pelos dois novos amantes, e eles não pensavam em parar.
Eu tava em choque, completamente fora de mim, não conseguia me mexer de tanto que meu corpo tremia, vendo J puxar o cabelo da minha mãe, dar tapas na bunda dela e meter num ritmo desenfreado, até que de repente ele deixou o pau todo enterrado. Ela passou os braços em volta do pescoço de M, se apoiando, porque as pernas começaram a tremer, uma eletricidade percorreu o corpo dela, ela levantou a bunda, ficou na ponta dos pés e arqueou as costas, tudo sem conseguir esconder os gemidos. Sim, ela tava tendo um orgasmo intenso provocado pelo pau de J.
Acho que a cereja do bolo dessa cena foi que, quando J tirou o pau, um jato de porra escorria da buceta já dilatada e avermelhada da minha mãe, descendo pelas coxas até o chão. Eles gozaram juntos, e parecia que a buceta dela pedia um descanso de tanta penetração, mas isso não era possível, tinha outro pau pra atender.
M não perdeu tempo, bruscamente pegou ela pela cintura, virou ela pra ter acesso à buceta por trás, inclinou as costas dela pra se apoiar em J, e mais uma vez se ouviu a objeção: "Aiiii devagarzinho! mmmmm" mas M tava ansioso, com um tapa forte na bunda fez minha mãe saber que ele mandava, então pegou o pau dele, colocou na entrada da buceta da minha mãe e com um empurrão a penetrou até as bolas baterem. Obviamente, ouviu-se outro gemido entre prazer e dor, enquanto ela abria mais as pernas e levantava a bunda, garantindo que recebesse direito o segundo pau da noite.
M se arriscou um pouco mais, e num momento escutei "aiii pelo cu não!" e M forçava o polegar no cu apertado e estreito da minha mãe. Deixou assim, enquanto a macetava uma e outra vez, até que o inevitável chegou. De novo, o corpo dela tremia por uma eletricidade incontrolável, se agarrava em J pra não cair, enquanto ele beliscava os bicos dos peitos dela e beijava o pescoço. A putinha teve o segundo orgasmo da noite, recebendo de presente todo o leite de M nas nádegas, que escorria de novo pelas pernas dela.
Lá estava minha mãe, no meio da sala, o pescoço vermelho de tantos chupões e mordidas, os peitos balançando pra fora do vestido, apalpados e arranhados, com os bicos vermelhos. Da buceta dela bem aberta e esticada ainda saía porra, as nádegas estavam vermelhas de tanta palmada, o cu dela com certeza estava dilatado por causa do polegar de M, e pelas coxas corria o leite dos amantes. Assim, toda fodida, tirou a calcinha fio-dental, se ajoelhou, e se revezou pra chupar os paus dos jovens amantes.
Ela limpava a porra que restava nos paus deles, descia até as bolas, beijava o tronco, colocava a língua pra fora e lambia de cima a baixo, até que, graças à juventude deles, percebeu que os paus estavam prontos pra ação de novo. De repente, deu um beijo na ponta de cada pau, se levantou e disse: "Vamos pra cima". O que vinha depois? Não podia acreditar, me levantei como pude, mas ela disse: "Não, você fica aqui, já viu o suficiente". M e J riram, enquanto a seguiam escada acima, momento que J aproveitou pra virar e me olhar com um sorriso de orgulho e depois dar um tapa na bunda da minha mãe enquanto subiam.
Tudo isso aconteceu muito rápido, tipo em seis minutos, a gente tava todo mundo com muita adrenalina, ainda não conseguia acreditar se era real, e como consegui subi as escadas pra escutar tudo que desse. Lá estava eu, com o ouvido colado na porta, e meu pau pra fora, me masturbando com tudo que tava rolando. Não aguentei mais, e gozei quando escutei o que já reconhecia como um orgasmo da minha mãe. É sério que é o terceiro orgasmo que ela tem na noite?
Por que tá demorando tanto, já eram quarenta minutos e eles não saíam. Desci pra sala e depois de uns dez minutos, ouvi eles descendo do quarto. Não rolou mais nada, se despediram e eu e minha mãe ficamos sozinhos. Que porra foi essa, perguntei? Como você pôde? Ela respondeu: não se faz de bobo, eu vi o que você procura na internet, e vi as mensagens que manda pros seus amigos, e acha que não percebo que você gosta de ver minha lingerie? Isso é o que você queria, você pediu por isso. Além do mais, sou solteira, e não preciso da sua permissão.
Não sabia o que dizer, fiquei mudo com o que ela acabava de me falar de forma tão clara, só mais tarde pensei em mandar mensagem pro J e pro M, pra eles me contarem o que rolou. Basicamente me responderam:
Não podemos te contar, porque sua mãe disse pra gente não fazer isso, se a gente quisesse que ela continuasse sendo nossa putinha. Disse que queria que você ficasse na dúvida. Mas a gente não é tão ruim, com as fotos que tiramos você vai ter uma ideia:



Além disso, encontramos os brinquedos dela, e tivemos que castigá-la por ser uma putinha.
J e M me disseram: "agora você já sabe, a puta da sua mãe não tem limites
4 comentários - Quão puta minha mãe pode ser? (Com fotos dela)