Quando desvirginei a catequista gostosa

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Aviso: essa e todas as histórias que vou contar são reais. Só troquei os nomes.
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Esclarecimento: a bunda da Perla é talvez a bunda mais gostosa.Não lembro onde conheci a Perla. Só sei que ela morava na zona norte. Tinha acabado de sair do colégio, estudava alguma coisa, também dava catequese na mesma escola onde estudou e era virgem.

Obviamente perdi contato com ela. Era peituda, muito branquinha de pele. De rosto era linda, corpo bem gostoso. A buceta tinha uns pelinhos e a raba era uma delícia. Mas calma que falta muito pra essa parte. Era uns anos mais nova que eu, de família conservadora.

Não lembro como a gente se conheceu, nessa época eu morava em CABA e a gente se encontrava em San Isidro pra tomar um lanche na primeira vez. A gente se viu e já se pegou de boca. Ficamos nos beijando no bar como se estivéssemos num motel, ela ficava agitada, ficava vermelha, mas quando falei de ir pra um motel a cara dela mudou e ela disse que era virgem. Naquele bar, na primeira vez, ela deixou eu passar a mão um pouquinho na buceta dela, por cima, descobrindo uns pelinhos e a vergonha que ela sentia.

Não dei importância e continuamos nos pegando até a virgindade. Eu gostava de como ela beijava e como me tocava de um jeito tímido, mesmo na frente de todo mundo.

A gente se viu mais três vezes, ela beijava como uma profissional dos beijos. Cheguei a passar a mão na buceta dela em algum estacionamento, mas de transar nada. Voltava pra casa com as bolas cheias de porra. Tava me cansando de toda essa situação e falei pra ela de um jeito meio brusco. Naquela época, a única gostosa que eu tava vendo era ela, então só me restava descarregar na mão.

Depois daquele dia em que não fui muito cavalheiro, ela sumiu, não me escrevia. Mas no dia seguinte à tarde ela me ligou e disse que aceitava ir pra um motel pra gente ficar mais à vontade, mas que não prometia nada. Ela falava baixinho, com timidez, mas meio ofegante. Sempre achei que durante aquela ligação a Perla tava se masturbando e que, por tesão, me ligou.

Naquela mesma semana a gente se viu de novo e fomos pra um motel em Vicente López. Antes de entrar frené a umas quadras e começamos a pegar como sempre, muita língua, muitos suspiros, mãos nas tetas enormes que ela tinha, coroadas de bicos bem rosados. Essas tetas incríveis eu ainda não tinha por completo, mas ela já se deixava cada vez mais.

Enfiei a mão na buceta dela, tava completamente sem pelos. Ela tinha se depilado pra gente se ver naquela tarde. Tava se transformando numa putinha e queria que eu comesse ela. Que a primeira pica que arrombasse a buceta dela fosse a minha. Eu tava voando de tesão.

Entramos no hotel, escolhemos o quarto e entramos.
Ela tava nervosa. Eu tava fervendo de tesão. A pica escapava da calça de tão dura que tava.

Encurralei ela contra a parede e devagar tirei a parte de cima dela. Perla respirava ofegante, apoiava as tetas quentes no meu peito. Minha camiseta tinha sumido no mesmo instante que a dela.
Voltamos a pegar, queria levar ela com cuidado porque sabia que ela tinha uma buceta pra estrear com minha pica, não queria que ela se assustasse.

Chupei o pescoço dela e virei ela contra a parede, ela apoiou as tetas e comecei a lamber as costas dela.
Lambidas, mordidas e massagens. Ela virava a cabeça pra ver o que eu tava fazendo, com a boca aberta suspirando.
Cheguei chupando as costas dela até a cintura e virei ela, fui direto chupar as tetas grandes e pesadas que ela tinha. Agarrei elas e juntei os bicos pra chupar os dois ao mesmo tempo. Ela acariciava minha cabeça e me apertava contra as tetas enquanto eu chupava. Fui subindo com beijos e agarramentos, parei pra chupar o pescoço dela.
Queria que a buceta dela inundasse antes de tirar a calça dela. Fiquei uns 10, 15 minutos chupando o pescoço dela. Desviava cada vez que ela queria me beijar na boca, até que ela enfiou a língua de novo na minha boca.

Ela me agarrava pela cabeça e me enchia de beijos.

Fomos abraçados pra cama, queria ser doce porque queria comer aquela buceta virgem todas as vezes que quisesse. A pica tava a pleno, eu apoiava ela na cintura e me deixava levar. Queria ser carinhoso e safado, mas…

Ela tinha outros planos.

Pediu pra eu tirar a bermuda e eu realizei esse desejo enquanto ela tirava a calça e me deixava ver a calcinha bem largona dela. Ela se ajoelhou do meu lado e pegou na minha pica.

Tocava, apalpava. Brincava com a pele, subindo e descendo. Acariciava minhas bolas. Tava conhecendo minha pica.

Segundo ela me contou, era a primeira vez dela em tudo, menos em beijar de língua. Beijar de língua ela fazia muito bem. Relaxei na cama e deixei ela brincar com minha pica enquanto eu acariciava a buceta dela por cima da calcinha de algodão que tava encharcada.

Ela foi se aproximando devagarinho da minha pica, a primeira coisa que fez foi algo que já tinha acontecido em outro boquete de iniciante.

Ela deu um beijinho na cabeça, suspirou e começou a chupar.

Ela chupava muito bem. Me fez duvidar que era a primeira vez dela chupando uma pica e perguntei.

— Vejo muito pornô pra me tocar.

— Qualé, não seja besta, não tem problema se você me falar que já chupava picas.

— Não tô mentindo, eu me masturbo vendo vídeos de boquetes.

— Você chupa muito bem, Perla, é impossível ser sua primeira vez.

— Eu não minto, porque mentir é pecado…

Pelo visto, o que não era pecado era como ela chupava minha pica. Ela cansou de chupar enquanto eu puxava a calcinha dela e tocava a buceta de lado a lado. Tava encharcada e em uma coisa ela não tinha mentido: tava MUITO FECHADA.

Já desvirginei minas em outras oportunidades, algumas sangraram e outras não. Mas nunca vi uma buceta tão fechada e tão molhada.

Tirei ela da minha pica e deitei ela pra beijar de novo. Fiquei por cima e passei minha pica nua pela buceta dela coberta pela calcinha de algodão.

Beijava o pescoço dela, os peitos e a boca. Ela não gemia alto, suspirava meu nome e fechava os olhos.

Naquele momento, eu podia fazer o que quisesse com ela. Eu sabia que não ia comer ela com camisinha, queria aproveitar ao máximo aquela buceta, queria que a carne da buceta dela buceta nova me envolve a carne do meu pau. Que me molhe e deixe brilhosa nessa porra.
Desci com a boca pelos peitos e a barriga, quando cheguei na virilha dela, as pernas começaram a tremer. Um ahhhh trêmulo escapou da boca dela.

Precisava chupar aquela buceta, passar a língua nela, brincar com a buceta. Tava morrendo de vontade de meter até o colo do útero, mas antes ia chupar ela até molhar minha cara toda.

Assim que passei a língua no clitóris dela, devagar, suave, com a pontinha, ela começou a gemer e tremer.

— Acho que gozei — ela disse

— Vamos ver…

Enfiei de novo minha língua e minha boca na buceta dela, queria dar muito prazer pra minha putinha virgem que tava pronta pra ter a buceta arrombada na pica.

Em poucos minutos ela gozou de novo, mas dessa vez senti o suquinho dela escorrendo pela buceta.

Ela pediu pra eu parar, mas não era minha intenção. Tinha descoberto uma buceta linda, uma puta que gozava rápido e uma mina que tremia gozando, me sentia um deus. Ia ter que sofrer um pouco pelas vezes que fui pra casa com os ovos inchados, mas duvido que ela reclame da chupada de buceta que tava levando.

— Deixa eu chupar o seu — ela disse

— Não

— Por favor, deixa eu chupar.

Aí eu deitei de barriga pra cima, ela começou a chupar de lado enquanto eu acariciava a buceta dela, mas tive uma ideia melhor. Peguei ela pela cintura e coloquei a buceta dela na minha boca pra formar um 69 perfeito.

Ela começou a gemer enquanto chupava com meu pau na boca, se esfregava na minha cara com a buceta e continuava gemendo com meu pau na boca.

A puta da Perla, professora de catequese, tava pecando e como. A santinha de família da zona norte tava fazendo o primeiro 69, a patricinha de San Isidro tava chupando meu pau até os ovos enquanto eu chupava a buceta dela.

Passei minhas mãos por baixo das pernas dela e coloquei na nuca, apertando a cabeça dela pra ela engolir mais meu pau. Agarrei ela pelo cabelo. e a empurrava pra ela comer tudo. Começou a se esfregar muito forte contra minha cara como a maior puta das siririqueiras. Se esfregava tão forte que doía minha língua batendo nos meus dentes e num grito abafado com meu pau na boca dela, Perla a prof de catequese virgem gozou tremendo.

Senti que ela se desmontava e que me mordia o pau enquanto gozava. Durou um minuto essa gozada intensa. Ela gemia muito forte e era contida pelo meu pau.

Ela saiu de cima de mim, deitou olhando pro teto. Eu tava com o pau duríssimo, queria gozar e encher ela de porra. Ela me olhava de lado ofegante e com cara de perdida, entendia o que tinha acontecido mas não sabia o que fazer.

Subi no peito dela e com o pau todo babado coloquei entre os peitos dela. A puta virgem já tinha chupado pau, já tinha gozado várias vezes e agora iam pegar nos peitos dela.

Ela me ajudou juntando os braços e comecei a pegar nos peitos dela, a cabeça do pau tocava o queixo dela e ela abaixou a boca pra dar beijinhos. O prazer que me dava não aguentei mais e avisei que ia gozar. Vi a carinha dela, a boca semiaberta e decidi que queria deixar a porra na boquinha dela. Me ajoelhei mais pra frente e deixei os ovos na boca dela. Comecei a bater uma muito forte enquanto ela passava a língua nos meus ovos, meio tímida, quando ficou insuportável me afastei e encostei a ponta do pau na boca dela e soltei um monte de porra nela. Não avisei, nem me passou pela cabeça avisar, queria que fosse uma gozada inteira sem ela esperar.

Foi a primeira vez que ela me olhou nos olhos desde que estávamos no hotel, não ia perder aquela imagem de ver como enchia a boca dela de porra da minha puta virgem. Ela recebeu na boca até a última descarga de porra, escorreu um pouco e vi o gesto de engolir.

Corri pra beijar aquela boca que teve meu gozo até agora pouco.

Ficamos nos acariciando enquanto estávamos jogados na cama, eu brincava com os peitos dela e ela ficava pensando no que tinha acontecido. Eu mandava os dedos na use the word: buceta que continuava molhadíssima. Eu acariciava o clitóris dela.

Uma mensagem chegou e era o fim do romance, a mãe dela pediu pra ela voltar pra casa porque alguma coisa tinha acontecido. Ela tava controlada, se a mãe soubesse que a mina tava com a barriguinha cheia de porra, ia dar um escândalo. Não rolou, mas eu adoraria que tivesse rolado.

Porra dentro de mim, de novo eu ia embora sem arrebentar a use the word: buceta dela na pica. Era como se deus tivesse pedindo mais uma prova pra eu comer a professora de catequese do colégio.

Beijamos mais 5 minutos onde eu passei a cock por toda a buceta e fomos embora. Não ia meter de pressa nem rápido, queria que ela curtisse aquela foda, mas mais ainda queria eu curtir abrir a buceta dela.

A gente tinha que esperar uns dias pra se ver de novo, durante esses dias ela ia me contando as punhetas que dedicava pra mim. Tava o dia inteiro com tesão. Ela adorou chupar cock, adorou que eu comi a use the word: buceta, adorou a porra. Nunca imaginou que podia ser tão slut e gostava de se sentir assim. Agora queria transar.

Ela tava com a use the word: buceta o tempo todo molhada, chegou a me dizer que se enfiou no banheiro do colégio pra se tocar, mas que um barulho assustou ela e saiu do banheiro com a buceta ensopada.

A mina tava me deixando louco e faltavam uns dias pra gente se ver de novo. Não dediquei uma única masturbação pra ela, primeiro porque tava cheio com a faculdade e segundo porque queria guardar toda a porra. Não imaginava onde gozar nela, só sabia que queria que fosse muita porra. As bolas doíam de tanta porra que juntei.

Chegou o dia, a gente se encontrou no meio do caminho pro mesmo hotel. Demoramos um montão pra chegar porque não conseguíamos parar de passar a mão um no outro na rua. Ela tava descontrolada de tesão, ensopada, se eu insistisse um pouco, comia ela na rua.

Chegamos no hotel e tivemos que esperar um quarto de hora porque tava lotado. Parece que na zona norte se fode muito de tarde(?). Na sala de espera, estávamos sozinhos e ela subiu em cima de mim, esfregava os peitos na minha cara, passava a mão na minha pica, pedia pra eu deixar ela chupar minha pica. Que queria ter ela na boca. A putinha virgem tava muito tarada e demoraram 20 minutos pra nos dar um quarto, bem na hora que eu tava me masturbando com a barraca armada no meio daquela sala. Com a mão fazendo sombrinha, mal abaixando o zíper da calça.

Entramos, fomos quase correndo, o tesão não aguentava mais. Entramos e tiramos a roupa. Cada um pro seu lado. Parecia uma burocracia tirar a roupa porque a gente queria outra coisa.

Tava com as bochechas vermelhas, ficou pelada e enquanto eu tirava a camiseta, ela se apossou da minha pica. Começou a chupar ela ajoelhada no chão do hotel, enquanto eu ainda tava com a calça nos tornozelos. A imagem que o espelho me dava era incrível.

— Vai, tira tudo, quero transar. Ela falou...

Se jogou na cama e começou a se masturbar enquanto me via terminar de tirar tudo e a pica dura balançava de um lado pro outro.

Cheguei perto pra chupar os peitos dela, me joguei em cima dela. Quis descer pra chupar a buceta e

— Não, chega. Quero transar, enfia em mim.

A virgem professora de catequese queria se desvirgar.

Olhei nos olhos dela e com uma mão apoiei a ponta da pica na entrada da buceta.

Fui fazendo pressão aos poucos.

Fui enfiando um pouquinho e perguntei se continuava.

— Enfia em mim, por favor, não aguento mais.

Olhei nos olhos dela, abaixei a boca pros peitos e, me curvando um pouco, enfiei a pica toda na buceta.

Ela tava hiper apertada, quase não entrava. Senti como se a pica quicasse numa mola dentro da buceta, tava hiper apertada e eu tinha que abrir ela na força da pica. Foi a primeira vez que ouvi ela gemer bem alto. Ela abriu os olhos e a boca bem grande.

Lembro agora e sinto na pica como aquela buceta me apertava. Que lindo é desvirgar uma gostosa, a buceta é linda, mas quando é nova Tem um plus que não vai ter de novo, eu rompi essa pussy primeiro e deixei ela bem aberta.

Sem camisinha, óbvio.

Fui abrindo ela enquanto metia um pouquinho mais a cada estocada. Ela me arranhava as costas, entre prazer e dor começou a gemer.

Olhei pra minha cock pra ver se tava sangrando e não aconteceu nada. Só saía molhada da pussy apertada dela.

Quando cansei de meter, desci e ela subiu. A primeira cavalgada da Perla foi em cima dessa cock, mesmo que a gente não fale mais, essa cock foi a primeira. Os movimentos eram estranhos, mas tava pouco me fodendo, essa pussy apertava e deixava a cum na ponta da cock. Tive que segurar ela pra não dar toda a cum antes.

Desci ela e coloquei de quatro, minha posição favorita que ela parecia não gostar.

Comer de quatro é uma arte se você tem ela grossa, elas sentem pra caralho, ela sentia o dobro e eu ficava três vezes mais excitado cada vez que mandava uma pirocada segurando na bunda dela, enchi ela de cock.

Perla gemia baixinho e no mesmo ritmo, como se fosse um segredo estarem metendo a cock toda na pussy pura dela. Olhava pelo espelho a cara dela com o cabelo na frente, a boca aberta, os olhos fechados. Que young lady linda eu tava comendo!

Pedi pra ela bater uma enquanto eu comia ela e quando começou, ela começou a jogar a bunda pra me comer. A pussy começou a ficar cada vez mais molhada.

Nessa hora, agarrei os dois lados da bunda dela e comecei a comer cada vez mais forte.

— Vou gozar, falei. Não dava mais pra segurar, tava juntando cum desde a última vez que a gente se viu. Tava com os ovos prestes a explodir.

— Vou gozar, Perla. Onde você quer a cum? Falei achando que ela ia pedir nos peitos ou na boca.

—…

— Perla, me fala onde quer a cum ou vou gozar dentro, não aguento mais…

—…

— Perla, fala. Onde você quer a cum?

— Enche minha pussy de cum… Ela falou e eu senti o tempo parar. Em qualquer momento de tesão eu teria tirado e gozado onde Queria, mas queria que ela me pedisse o lugar.
Me dava tesão pervertê-la e que ela pedisse onde eu ia gozar nela.

Foram as palavras mágicas pra ela começar a gozar, tremendo de novo, e pra eu dar mais 10 pirocadas e encher a buceta dela de porra. Ela começou a gemer alto, os gemidos saindo da garganta dela.

Martelei a buceta dela com pirocadas pra ela sentir que aquela buceta era minha e que minha porra ia transbordar.
Eu tinha enchido a buceta da catequista virgem de porra, porra bem carregada de dias juntando enquanto ela me dizia como eu me dedicava às punhetas. Era o inferno e aquela buceta era a entrada.

Terminamos os dois gemendo, enquanto eu gozava continuava metendo forte naquela buceta que agora tava cheia de sucos e um pouco mais aberta que antes. Transamos até ficarmos parados. Deixei a pica dentro por um minuto que pareceu um ano. Minha pica tremia, sentia os ovos vazios. Ela ficou parada, respirando ofegante.

Quando nos desacoplamos, ficamos olhando pro teto.

— Burra, gozei dentro de você. Falei comentando o óbvio.

— Relaxa, tomo pílula por causa hormonal.

— …

— …

— Então quer dizer que vou encher sua buceta de porra sempre? Falei como o maior virjão dos punheteiros.

Perla respondeu sorrindo e pedindo pra eu deixar ela descansar antes de continuar transando.

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Se quiser saber por que a bunda da Perla foi a mais gostosa de todas as gatinhas que eu peguei, deixa uns pontinhos ou likes.Se não gostou, peço desculpas, mas é assim que a gente fode.Sim, a segunda parte vem aí em breve.Não, não se chamaPerla, não mantenho contato com ela e tomara que ela continue dando tão bem quanto dava comigo.

6 comentários - Quando desvirginei a catequista gostosa

Muy buen relato, muy bien narrado, de lo mejor que he encontrado últimamente. +10 y esperando muchos más!