A puta que realizava minhas fantasias

Como os limites com a More cada vez iam se afastando mais, porque toda perversão ela aceitava e entrava junto, um dia eu tava muito tesudo e falei: “Sabe o que eu tava afim? Te amarrar de quatro na cama pra você não conseguir se mexer, e deixar um por um te usar pra gozar e passar pro próximo, com os olhos vendados pra você nem saber quem tá metendo a pica em você, enquanto eu vejo todos, pra ninguém tirar a camisinha e pra eu curtir como tão te usando.”
Deu umas voltas, me fez várias perguntas sobre como seria, quem participaria, se eu saberia que era ela ou não. Mas como respondi de forma firme a todas as questões, ela disse: "Bom, se você montar direitinho, dá pra fazer." Na minha cabeça, aquilo foi sinal verde, então comecei a contatar gente que podia entrar na ideia sem questionar.
Pra sexta-feira tinha confirmado 8, mas pro sábado caíram 3.
No sábado à tarde, falei pra ela: "Se prepara que vou te buscar, já organizei aquele negócio do outro dia". Sem entender muito, ela respondeu: "Beleza, então tá".
Quando cheguei em casa com a More, pedi pra ela se despir, amarrei os pulsos dela e dei um nó na cabeceira da cama.
Amarrei os tornozelos dela e, da mesma amarração, peguei mais uma corda para cada uma das pernas traseiras da cama. Antes de vendar os olhos dela, mostrei que tinha montado um bocal de lâmpada que coloquei debaixo da cama, e que dali só dava pra ver até a altura dos joelhos de quem entrasse no quarto. Dela, só se via a silhueta, e seria impossível reconhecer quem era.
Quando ela se acalmou, já faltavam poucos minutos para a hora marcada dos convidados chegarem, então coloquei a venda nos olhos dela e a amordacei pra voz não entregar.
Enquanto esperava, deixei numa mesinha de cabeceira os 9 camisinhas que achei que ia precisar, gel íntimo e minha poltrona pra ver tudo na primeira fila.
Tocaram a campainha, então fui até a porta e fui fazendo eles entrarem um por um.
Quando os 5 estavam na cozinha, eu falei pra eles que antes de entrar tinham que deixar os celulares na cozinha, que não podiam tirar a camisinha em momento nenhum e que só podiam voltar a passar se, quando terminasse a volta toda, a protagonista confirmasse que aguentava mais uma volta completa.
Todos aceitaram, então fiz eles pegarem um papelzinho de uma tigela que eu tinha na cozinha, e o número do papel era a ordem em que iam passar.
 
Passei o primeiro, sentei e falei “pode começar quando quiser”, toquei um pouco na buceta da More que ainda tava seca, acho que por nervosismo, mas bem rápido começou a se ouvir a umidade dos fluidos dela transbordando.
Ele começou a comer ela e meteu sem parar o tempo todo, deve ter sido uns 8 ou 9 minutos, gozou, indiquei onde jogar a camisinha, ele vestiu a calça e eu acompanhei ele pra fora do quarto pra buscar o segundo participante.
Ele entrou bem mais solto, chupou a bunda da More e começou a meter bem forte. A More, já mais tranquila, soltava gemidos, mas a mordaça não deixava a voz dela aparecer 100%.
Esse pau ficou menos duro, mas quando tava quase gozando, perguntou se podia dar o gozo na boca dela. Estiquei a mão e tirei a mordaça da boca da More, e ela forçou a voz pra fazer mais grave: “Não, só nas costas e na bunda”. Coloquei a mordaça de volta e falei pro participante: “Já ouviu qual é o limite”. Bombeei com força umas 4 ou 5 vezes, ele tirou o pau, arrancou a camisinha e, batendo uma, gozou tudo no cu da More.
Passou o terceiro e enquanto começava a meter, dei a nova instrução de que ele podia gozar nas minhas costas.
Durou muito mais que os anteriores, acho que uns 20 ou 25 minutos. A More tava tão agitada como se tivesse corrido uma maratona. O cara terminou igual ao anterior, subiu a calça e vazou.
Antes de buscar o quarto, perguntei pra More se queria que desse água pra ela, ela respondeu que não e eu me preparei pra limpar a porra que tava escorrendo pela bunda dela toda, mas com um movimento leve e um gemido ela mostrou que não queria que eu limpasse, então deixei ela assim e fui buscar o quarto.
Esse foi o que menos durou, no máximo uns 5 minutos, mas tenho que admitir que foi o que mais fez ela gritar. Ele metia com força e batia na bunda dela como se a More não sentisse dor. Pra gozar, ele tirou a camisinha e encostou a cabeça da rola no cu da More e esporrou ali, não jorrou, mas meio que escorreu tudo direto no buraquinho.
Se acomodou e saiu.
Chamei o último e a sequência foi parecida com a primeira, devem ter sido uns 12 ou 15 minutos, mas acabou na camisinha.
Quando tava saindo, perguntei pra More se ela aguentava mais uma rodada com cada um, mas ela disse que não, então saí, agradeci e mandei eles embora.
Quando voltei pro quarto, tirei a mordaça da More e ela disse que tinha adorado, que dava um tesão danado não saber quem tinha usado ela. Falei que ainda faltava o dono, por isso não tinha tirado a venda dos olhos dela. Então baixei as calças e, quando ia meter, ela disse: “se for fazer, faz no meu cu, porque não aguento mais”. Vendo tudo escorrido, enfiei meu pau no cu dela, que não ofereceu resistência nenhuma, mas tava apertado igual da primeira vez que usei. More gemia solta, sem a mordaça. Não durei muito, uns 10 minutos e já não aguentava mais. Mas, como dono do circo, quis fazer o que os outros não podiam: tirei a camisinha e gozei na boca dela.
Eu a soltei, ela pediu pra eu tirar fotos da bunda dela e das gozadas que estavam no corpo dela, foi tomar banho e depois levei ela pra casa.


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