Olá, todo mundo!
Dois meses depois do meu último post, tô aqui pra deixar mais um dos meus contos.
Como eu sempre digo, são 100% reais. Alguns são um pouco longos, mas tento contar todos com o máximo de detalhes possível.
AQUI VOCÊS ENCONTRAM TODOS OS MEUS CONTOS
Isso aconteceu nesse sábado, 1/6. Tava rolando o aniversário de um dos meus melhores amigos, então teve encontro, comida e bebida. Desde cedo começamos a tomar umas e a falar de mulher e sexo, aí fiquei todo excitado lembrando das minhas experiências. Sentei num canto, peguei o celular e baixei o Grindr pra ver qual era, não tinha intenção de marcar um encontro, mas queria dar uma olhada.
Entro no meu perfil, era fim de semana, 10 da noite, muita gente online no aplicativo, mas nada que me interessasse. Nisso a comida ficou pronta e fomos jantar. Quando terminei, saí pra sentar no quintal, tomar um ar fresco, beber um gole, e abri meu site favorito de encontros pra ver o que tava rolando. Aí encontrei um post de um usuário dizendo que "coroa procurava novinho passivo pra realizar fantasias".
Me chamou a atenção, como vocês já sabem do meu gosto por coroas, mandei uma mensagem pra ele. Em 10 minutos recebi resposta e a gente conversou um pouco. O nome real dele era Alejandro, 65 anos, separado e com um filho. Alugava um apartamento e tinha um mercadinho próprio no centro de Rosário.
Batendo um papo mais a fundo, ela me contou sobre as fantasias dela. Tinha tido umas experiências com homens na juventude, mas já fazia anos que tava longe disso tudo, e tava procurando um cara jovem pra uns encontros. Pelo que me disse, queria que fizessem sexo oral nela em lugares diferentes.
Sem dar muitos detalhes, fiquei interessada na proposta. A gente conversou mais um tempão, e ele disse que tava num evento de família, mas que às 3 da manhã ia embora. E se eu tivesse a fim de nos conhecermos, podia passar no apê dele.
Como sempre em todos meus encontros, fiquei na dúvida, mas obviamente falei que sim.
A gente conversou mais um pouco até a uma, meus amigos iam pro baile, então falei pra ele me chamar quando ficasse livre e passei meu WhatsApp.
Não tava afim de ir pra balada, mas fui mesmo assim pra não levantar suspeita, além de que queria continuar bebendo mais um pouco pra me soltar mais.
Já na balada, eram 2:30 da manhã, chegou um WhatsApp de um número novo, li na hora. Era o Alejandro dizendo: "já tô em casa, me avisa se puder vir que te espero". E mandou o endereço.
Então respondi que, como a gente tinha combinado, às 3 da manhã eu ia estar no apartamento dela.
Guarda o celular, falei pros meus amigos que tava cansado, saí da balada e peguei um taxi pro encontro.
Entro no táxi, e no caminho chega uma foto do Alejandro (Como sempre, deixo elas no final do post). Tava meio bêbado e aquela foto me deixou com muito tesão.
Tava a duas quadras, mandei mensagem falando que tava chegando, e ela respondeu que me esperava na porta e disse que com certeza eu também ia ficar um pouco nervoso, e que se eu não falasse tanto era normal porque fazia muito tempo desde a última experiência dela com um homem. Mas que eu ficasse tranquilo. Não dei muita importância porque provavelmente eu ia estar na mesma situação.
Tô chegando no destino, meu coração acelera um pouco. Desço do táxi e lá estava ele, um coroa, 1,80m, grisalho, uma barriguinha, camisa e jeans claros. Chego meio nervoso, ele fala "Como cê tá?" e me cumprimenta com um aperto de mão, me convidando pra entrar no prédio.
Entramos, ele me diz "Chegou bem rápido, achei que ia demorar mais" enquanto a gente caminha pro elevador.
Aperta o botão do 7º andar e subimos sem falar nada. Eu tava tão nervoso que não conseguia falar, mesmo já tendo passado por várias experiências desse tipo.
Chegamos no 7º andar, o elevador abre, e ela fala "é por aqui", abre a porta e a gente entra.
Todas as luzes estavam apagadas, e no fundo de um corredor dava pra ver uma luz fraca acesa, que eu imaginei que era o quarto.
Tento andar uns passos no escuro e com o pé bato em alguma coisa, ouço um barulho de cadeira se mexendo, e por instinto dou um passo pra trás, esbarrando no Alejandro, minhas costas contra o peito dele, e com o movimento roço minha bunda nele. Ele, pra tentar controlar a situação e pra eu não cair, suponho, me segura com a mão no ombro, e no movimento encostei a bunda de novo, mas dessa vez fiquei ali, senti que tava batendo de cheio na braguilha dele, e ali começou tudo.
Apenas alguns segundos naquela situação, com minha bunda apoiada ali, milhares de sensações pelo meu corpo e minha cabeça voava.
Nós dois sabíamos que era a hora.
Foram poucos segundos, mas pra mim parecia uma eternidade, então continuei fazendo a mesma coisa, me movendo de um lado pro outro, roçando na vara dele. Depois de umas idas e vindas, encostava ela de novo por inteiro, umas quantas vezes, até que os suspiros começaram a vir, os roços já eram encostadas bem na cara, eu já tava a mil.
Nisso, sinto ele me pegar pela cintura, a gente anda uns 2 ou 3 passos e lá estava a mesa, entendo que tenho que me deitar um pouco, e sinto ele me apoiar, e começa a se esfregar mais e mais, me pega de novo pelos ombros e me deita completamente na mesa, e continua se esfregando, já dava pra sentir o volume dele e isso me deixava com muito tesão.
Ficamos ali por mais alguns minutos, até que com as mãos ela me convida a levantar, e sem pensar eu pego a braguilha e enfio a mão dentro da calça dela. Era incrível sentir o volume dela, ainda mole mas crescendo. Eu massageava a rola dela com uma mão, e com a outra começo a desafivelar o cinto dela.
Enquanto ele faz o mesmo, tiro os tênis na hora, ficando descalço, ele também. Continuo massageando ele já com a calça desabotoada, e tava tão excitado que queria tirar tudo.
Então desabotoei a camisa e tirei a calça, ficando completamente pelado.
Me acomodo, pego no volume dele de novo, mas dessa vez com a outra mão começo a puxar a calça dele pra baixo. Alejandro suspirava tanto que me deixava mais e mais excitada, então puxei a calça dele de uma vez. Ele tira a calça e fica só de cueca, me pega pelo braço e me leva pro outro canto da sala. Ele me solta, entrava um pouco de claridade da noite pela janela da sacada, então ele vai e fecha a cortina. Nisso, consigo ver um sofazinho à esquerda dele, ele fala "vem" e se apoia meio no sofá.
Eu já não aguentava mais de tesão, então, sem pensar duas vezes, me ajoelhei e comecei a esfregar meu rosto no volume da calça dela. Isso a deixava ainda mais excitada, porque ela não parava de suspirar. Aí comecei a passar a língua por cima da calcinha.
Eu passava a mão no volume dele de ponta a ponta, uma, duas, três vezes, e na quarta ouvi um suspiro forte. Alejandro se mexeu, tirou a cueca, ficando completamente nu, e lá estava eu, de joelhos, sem ver nada, mas sabendo que tinha o pau dele na frente do meu rosto.
Com a mão direita, tateio pra saber onde ele tava, e me deparo com o pau dele. Mesmo sem ver, dava pra perceber que era grosso e bem grande.
Alejandro inclina um pouco a poltrona e se meio deita, com as pernas abertas. Eu me ajoelho entre as pernas dele, seguro a pica dele com uma mão e começo a masturbar ele.
Os gemidos dela me deixavam a mil, então com a outra mão começo a massagear os testículos dela.
Foram alguns minutos onde só se ouviam gemidos de prazer. Parei de masturbá-lo e comecei a lamber o tronco da pica dele, indo e voltando umas vezes... Apoiei a cabeça da pica nos meus lábios, brinquei um pouco com aquilo, e ele adorava.
Começo a passar a língua de novo por todos os lados, mas dessa vez já na cabeça, e sem pensar começo a chupar.
Com uma mão eu massageava os testículos dele e com a outra segurava a pica enquanto chupava. Ficamos uns minutos assim, e sem tirar a pica da boca, solto as mãos e apoio nas pernas dele, fico de quatro bem perto do chão, e faço um movimento de vai e vem, engolindo todo aquele pedaço de carne, bem até o fundo, e saindo, vou até o fundo de novo, e volto, várias vezes. Os gemidos do Alejandro já eram gritos.
Se para de tirar a pica da minha boca, me agarra pelo braço e puxa a cortina. Tava abrindo a porta da varanda.
Saímos, ele se apoia no parapeito, coloca a mão no meu pescoço, insinuando descer, e sem pensar eu fiz, estávamos no sétimo andar mas já não ligava pra mais nada, então me agachei e continuei chupando, sem parar, até que Alejandro se vira. Eu não queria soltar a rola, então empurrei até o fundo, e com a rola na boca girei, ficando apoiado contra a sacada de vidro, sentado no chão. Continuo chupando, até que ele se abaixa um pouco, me pega pelos braços e levanta eles para o lado e acima da cabeça, e com uma mão me segurava como se estivesse algemado e com a outra segurava o parapeito, e começa a foder minha boca.
Sem parar, chupei a pica por uns bons minutos a mais, saboreei e engoli aquela carne o máximo que pude, até que o Alejandro me avisa que vai gozar, me solta, tira a pica da minha boca e me leva pra dentro de novo.
Me apoia e a gente vai assim até a área da cozinha, no meio do caminho eu paro, e encosto e esfrego bem a buceta no pau dele, e a gente continua assim umas duas vezes até chegar na bancada. Ele me pega pela cintura pra levantar um pouco a bunda, e começa a se esfregar nas minhas nádegas, cada vez mais forte, gemidos pra todo lado e sinto a porra na minha bunda, muita porra quente enquanto ele continuava se esfregando.
Quando ele diminuiu a marcha, me apoiei de novo e esfreguei por mais uns minutos. Viro e começo a bater uma pra ele, e ele fala "vou gozar de novo". Apoio a bunda de novo e ele joga todo o leite dele outra vez na minha rabeta.
Ele me esfregou até secar, e ficamos os dois ali, exaustos. Parados na cozinha, eu ainda meio excitada, encosto a bunda nele de novo, e ele me leva até o sofá. Ele senta e eu subo em cima, esfrego a pica nele por um tempo até que os dois decidimos parar, porque ele ainda não queria avançar pra penetração.
Então fui tomar banho, ele tomou banho também, me troquei. Trocamos umas palavras com promessas de nos encontrar de novo, e descemos do prédio. Quando já tava indo pra saída, ele me pega pela cintura, me dá uma encostada bem forte, eu esfrego a bunda nele e ele abre a porta e eu vou embora.
Até aqui meu relato de hoje, como falei, é 100% real e espero que vocês gostem.
Aqui vai a foto que o Alejandro me mandou de madrugada.

Dois meses depois do meu último post, tô aqui pra deixar mais um dos meus contos.
Como eu sempre digo, são 100% reais. Alguns são um pouco longos, mas tento contar todos com o máximo de detalhes possível.
AQUI VOCÊS ENCONTRAM TODOS OS MEUS CONTOS
Isso aconteceu nesse sábado, 1/6. Tava rolando o aniversário de um dos meus melhores amigos, então teve encontro, comida e bebida. Desde cedo começamos a tomar umas e a falar de mulher e sexo, aí fiquei todo excitado lembrando das minhas experiências. Sentei num canto, peguei o celular e baixei o Grindr pra ver qual era, não tinha intenção de marcar um encontro, mas queria dar uma olhada.
Entro no meu perfil, era fim de semana, 10 da noite, muita gente online no aplicativo, mas nada que me interessasse. Nisso a comida ficou pronta e fomos jantar. Quando terminei, saí pra sentar no quintal, tomar um ar fresco, beber um gole, e abri meu site favorito de encontros pra ver o que tava rolando. Aí encontrei um post de um usuário dizendo que "coroa procurava novinho passivo pra realizar fantasias".
Me chamou a atenção, como vocês já sabem do meu gosto por coroas, mandei uma mensagem pra ele. Em 10 minutos recebi resposta e a gente conversou um pouco. O nome real dele era Alejandro, 65 anos, separado e com um filho. Alugava um apartamento e tinha um mercadinho próprio no centro de Rosário.
Batendo um papo mais a fundo, ela me contou sobre as fantasias dela. Tinha tido umas experiências com homens na juventude, mas já fazia anos que tava longe disso tudo, e tava procurando um cara jovem pra uns encontros. Pelo que me disse, queria que fizessem sexo oral nela em lugares diferentes.
Sem dar muitos detalhes, fiquei interessada na proposta. A gente conversou mais um tempão, e ele disse que tava num evento de família, mas que às 3 da manhã ia embora. E se eu tivesse a fim de nos conhecermos, podia passar no apê dele.
Como sempre em todos meus encontros, fiquei na dúvida, mas obviamente falei que sim.
A gente conversou mais um pouco até a uma, meus amigos iam pro baile, então falei pra ele me chamar quando ficasse livre e passei meu WhatsApp.
Não tava afim de ir pra balada, mas fui mesmo assim pra não levantar suspeita, além de que queria continuar bebendo mais um pouco pra me soltar mais.
Já na balada, eram 2:30 da manhã, chegou um WhatsApp de um número novo, li na hora. Era o Alejandro dizendo: "já tô em casa, me avisa se puder vir que te espero". E mandou o endereço.
Então respondi que, como a gente tinha combinado, às 3 da manhã eu ia estar no apartamento dela.
Guarda o celular, falei pros meus amigos que tava cansado, saí da balada e peguei um taxi pro encontro.
Entro no táxi, e no caminho chega uma foto do Alejandro (Como sempre, deixo elas no final do post). Tava meio bêbado e aquela foto me deixou com muito tesão.
Tava a duas quadras, mandei mensagem falando que tava chegando, e ela respondeu que me esperava na porta e disse que com certeza eu também ia ficar um pouco nervoso, e que se eu não falasse tanto era normal porque fazia muito tempo desde a última experiência dela com um homem. Mas que eu ficasse tranquilo. Não dei muita importância porque provavelmente eu ia estar na mesma situação.
Tô chegando no destino, meu coração acelera um pouco. Desço do táxi e lá estava ele, um coroa, 1,80m, grisalho, uma barriguinha, camisa e jeans claros. Chego meio nervoso, ele fala "Como cê tá?" e me cumprimenta com um aperto de mão, me convidando pra entrar no prédio.
Entramos, ele me diz "Chegou bem rápido, achei que ia demorar mais" enquanto a gente caminha pro elevador.
Aperta o botão do 7º andar e subimos sem falar nada. Eu tava tão nervoso que não conseguia falar, mesmo já tendo passado por várias experiências desse tipo.
Chegamos no 7º andar, o elevador abre, e ela fala "é por aqui", abre a porta e a gente entra.
Todas as luzes estavam apagadas, e no fundo de um corredor dava pra ver uma luz fraca acesa, que eu imaginei que era o quarto.
Tento andar uns passos no escuro e com o pé bato em alguma coisa, ouço um barulho de cadeira se mexendo, e por instinto dou um passo pra trás, esbarrando no Alejandro, minhas costas contra o peito dele, e com o movimento roço minha bunda nele. Ele, pra tentar controlar a situação e pra eu não cair, suponho, me segura com a mão no ombro, e no movimento encostei a bunda de novo, mas dessa vez fiquei ali, senti que tava batendo de cheio na braguilha dele, e ali começou tudo.
Apenas alguns segundos naquela situação, com minha bunda apoiada ali, milhares de sensações pelo meu corpo e minha cabeça voava.
Nós dois sabíamos que era a hora.
Foram poucos segundos, mas pra mim parecia uma eternidade, então continuei fazendo a mesma coisa, me movendo de um lado pro outro, roçando na vara dele. Depois de umas idas e vindas, encostava ela de novo por inteiro, umas quantas vezes, até que os suspiros começaram a vir, os roços já eram encostadas bem na cara, eu já tava a mil.
Nisso, sinto ele me pegar pela cintura, a gente anda uns 2 ou 3 passos e lá estava a mesa, entendo que tenho que me deitar um pouco, e sinto ele me apoiar, e começa a se esfregar mais e mais, me pega de novo pelos ombros e me deita completamente na mesa, e continua se esfregando, já dava pra sentir o volume dele e isso me deixava com muito tesão.
Ficamos ali por mais alguns minutos, até que com as mãos ela me convida a levantar, e sem pensar eu pego a braguilha e enfio a mão dentro da calça dela. Era incrível sentir o volume dela, ainda mole mas crescendo. Eu massageava a rola dela com uma mão, e com a outra começo a desafivelar o cinto dela.
Enquanto ele faz o mesmo, tiro os tênis na hora, ficando descalço, ele também. Continuo massageando ele já com a calça desabotoada, e tava tão excitado que queria tirar tudo.
Então desabotoei a camisa e tirei a calça, ficando completamente pelado.
Me acomodo, pego no volume dele de novo, mas dessa vez com a outra mão começo a puxar a calça dele pra baixo. Alejandro suspirava tanto que me deixava mais e mais excitada, então puxei a calça dele de uma vez. Ele tira a calça e fica só de cueca, me pega pelo braço e me leva pro outro canto da sala. Ele me solta, entrava um pouco de claridade da noite pela janela da sacada, então ele vai e fecha a cortina. Nisso, consigo ver um sofazinho à esquerda dele, ele fala "vem" e se apoia meio no sofá.
Eu já não aguentava mais de tesão, então, sem pensar duas vezes, me ajoelhei e comecei a esfregar meu rosto no volume da calça dela. Isso a deixava ainda mais excitada, porque ela não parava de suspirar. Aí comecei a passar a língua por cima da calcinha.
Eu passava a mão no volume dele de ponta a ponta, uma, duas, três vezes, e na quarta ouvi um suspiro forte. Alejandro se mexeu, tirou a cueca, ficando completamente nu, e lá estava eu, de joelhos, sem ver nada, mas sabendo que tinha o pau dele na frente do meu rosto.
Com a mão direita, tateio pra saber onde ele tava, e me deparo com o pau dele. Mesmo sem ver, dava pra perceber que era grosso e bem grande.
Alejandro inclina um pouco a poltrona e se meio deita, com as pernas abertas. Eu me ajoelho entre as pernas dele, seguro a pica dele com uma mão e começo a masturbar ele.
Os gemidos dela me deixavam a mil, então com a outra mão começo a massagear os testículos dela.
Foram alguns minutos onde só se ouviam gemidos de prazer. Parei de masturbá-lo e comecei a lamber o tronco da pica dele, indo e voltando umas vezes... Apoiei a cabeça da pica nos meus lábios, brinquei um pouco com aquilo, e ele adorava.
Começo a passar a língua de novo por todos os lados, mas dessa vez já na cabeça, e sem pensar começo a chupar.
Com uma mão eu massageava os testículos dele e com a outra segurava a pica enquanto chupava. Ficamos uns minutos assim, e sem tirar a pica da boca, solto as mãos e apoio nas pernas dele, fico de quatro bem perto do chão, e faço um movimento de vai e vem, engolindo todo aquele pedaço de carne, bem até o fundo, e saindo, vou até o fundo de novo, e volto, várias vezes. Os gemidos do Alejandro já eram gritos.
Se para de tirar a pica da minha boca, me agarra pelo braço e puxa a cortina. Tava abrindo a porta da varanda.
Saímos, ele se apoia no parapeito, coloca a mão no meu pescoço, insinuando descer, e sem pensar eu fiz, estávamos no sétimo andar mas já não ligava pra mais nada, então me agachei e continuei chupando, sem parar, até que Alejandro se vira. Eu não queria soltar a rola, então empurrei até o fundo, e com a rola na boca girei, ficando apoiado contra a sacada de vidro, sentado no chão. Continuo chupando, até que ele se abaixa um pouco, me pega pelos braços e levanta eles para o lado e acima da cabeça, e com uma mão me segurava como se estivesse algemado e com a outra segurava o parapeito, e começa a foder minha boca.
Sem parar, chupei a pica por uns bons minutos a mais, saboreei e engoli aquela carne o máximo que pude, até que o Alejandro me avisa que vai gozar, me solta, tira a pica da minha boca e me leva pra dentro de novo.
Me apoia e a gente vai assim até a área da cozinha, no meio do caminho eu paro, e encosto e esfrego bem a buceta no pau dele, e a gente continua assim umas duas vezes até chegar na bancada. Ele me pega pela cintura pra levantar um pouco a bunda, e começa a se esfregar nas minhas nádegas, cada vez mais forte, gemidos pra todo lado e sinto a porra na minha bunda, muita porra quente enquanto ele continuava se esfregando.
Quando ele diminuiu a marcha, me apoiei de novo e esfreguei por mais uns minutos. Viro e começo a bater uma pra ele, e ele fala "vou gozar de novo". Apoio a bunda de novo e ele joga todo o leite dele outra vez na minha rabeta.
Ele me esfregou até secar, e ficamos os dois ali, exaustos. Parados na cozinha, eu ainda meio excitada, encosto a bunda nele de novo, e ele me leva até o sofá. Ele senta e eu subo em cima, esfrego a pica nele por um tempo até que os dois decidimos parar, porque ele ainda não queria avançar pra penetração.
Então fui tomar banho, ele tomou banho também, me troquei. Trocamos umas palavras com promessas de nos encontrar de novo, e descemos do prédio. Quando já tava indo pra saída, ele me pega pela cintura, me dá uma encostada bem forte, eu esfrego a bunda nele e ele abre a porta e eu vou embora.
Até aqui meu relato de hoje, como falei, é 100% real e espero que vocês gostem.
Aqui vai a foto que o Alejandro me mandou de madrugada.

2 comentários - Realizei a fantasia de um coroa