Parte 1:https://m.poringa.net/posts/relatos/5534279/Pau-hara-lo-que-sea-por-un-mejor-puesto-Parte-1.htmlParte 2:https://m.poringa.net/posts/relatos/5543232/Pau-hara-lo-que-sea-por-un-mejor-puesto-Parte-2.html A ideia de ter outra chance de foder a Pau, mas dessa vez pelo cuzinho apertado dela, me deixou excitado na hora. Não consegui evitar sorrir e balançar a cabeça, aceitando o convite provocante dela. Combinamos de nos encontrar no dia seguinte na casa dela depois do trabalho. Naquela noite, não parei de pensar no que tinha rolado entre a Pau e eu no escritório. A entrega dela, o tesão sem limites, a capacidade dela de me levar ao limite do prazer extremo — tudo isso me deixou obcecado. Só de pensar em comer o cu dela, fiquei acordado e duro por horas, desejando que o dia seguinte chegasse logo. No dia seguinte, mal consegui me concentrar no trabalho, ansioso pra chegar na casa da Pau. Finalmente, deu a hora de sair e não perdi um segundo: fui direto pra casa dela. Bati na porta e ela me recebeu com um sorriso safado, me convidando pra entrar. Sentamos no sofá e começamos a tomar um drink, rindo e zoando como se nada tivesse rolado entre a gente. Mas os dois sabiam o que queríamos, o que estávamos loucos pra fazer. Depois de um tempo de conversa fiada, a Pau chegou perto de mim com determinação no olhar. Me pegou pela mão e me levou pro quarto dela, onde a gente se encarou, com um tesão que dava pra cortar. "Tô pronta pra você", ela disse com uma voz suave, mas cheia de desejo. "Mas dessa vez quero algo em troca." Olhei pra ela com curiosidade, esperando ouvir qual era a proposta dela. O que a Pau falou em seguida me deixou sem fôlego. "Quero uma promoção na empresa", ela começou, com o olhar fixo no meu. "E quero liberdade pra faltar no trabalho quando eu quiser. Em troca, vou deixar você me comer pelo cu." Meus olhos se arregalaram de surpresa com o pedido dela, mas minha excitação não diminuiu nem um pouco. Sabia que não ia resistir à ideia de possuir aquele cuzinho gostoso, então balancei a cabeça com determinação. "Tá bom, Pau", falei com um sorriso safado. "Vou te dar o que você quer, em troca de provar essa buceta apertada sua." Pau sorriu satisfeita e começou a desabotoar minha calça com habilidade, enquanto aproximava a boca da minha para me beijar com paixão. Nossos lábios se encontraram num beijo lascivo e excitante, enquanto minhas mãos percorriam seu corpo, desejando cada pedaço dela. Sem parar de me beijar, Pau tirou a blusa com elegância, revelando um sutiã preto que mal segurava seus peitos voluptuosos. Meus olhos não conseguiam se desgrudar do corpo dela, do jeito que ela se movia com graça e sensualidade. Logo, Pau se livrou do sutiã e seus peitos ficaram à mostra, durinhos e tentadores. Não resisti à tentação de me aproximar e pegar um dos mamilos entre os lábios, chupando e mordiscando com gosto. Pau gemia de prazer, arqueando as costas e oferecendo os peitos pra eu aproveitar. Depois, Pau desabotoou a saia que vestia, revelando meias e ligas pretas que realçavam sua beleza e sensualidade. Devagar, ela deslizou a saia pelas pernas finas, ficando só com uma calcinha fio dental minúscula que mal cobria as partes mais íntimas. Meus olhos se cravaram naquela peça de renda, morrendo de vontade de arrancá-la e possuir Pau por completo. Mas me segurei e aproveitei o show que tinha na minha frente. Pau se virou pra mim, mostrando a bunda redonda e perfeita, me convidando a apreciar a vista. Depois disso, Pau se ajoelhou na minha frente e pegou meu pau na mão com delicadeza. Começou a beijá-lo suavemente, percorrendo cada centímetro com os lábios e a língua, mandando ondas de prazer pelo meu corpo inteiro. Aí, sem avisar, meteu a boca e começou a chupar com gosto, fazendo um boquete profundo incrível que me fez gemer de prazer. Os movimentos dela eram expertos e coordenados, como se tivesse praticado aquilo várias vezes. Minha excitação crescia a cada chupada, cada lambida, cada movimento da língua safada. Toda vez que eu sentia que ia gozar, ela diminuía o ritmo pouco, prolongando o prazer. Sentia a boca quente e molhada dela envolvendo minha ereção, me levando à beira do êxtase em questão de segundos. Comecei a mover meus quadris devagar, controlando o ritmo do boquete que estava recebendo. Pau gemia baixinho cada vez que eu enfiava na boca dela, fazendo minha excitação aumentar ainda mais. Não aguentei mais e peguei ela pelo cabelo, guiando pra ela aumentar o ritmo e a intensidade dos movimentos. Pau obedeceu sem hesitar, se entregando completamente ao meu prazer e deixando eu foder a boca dela sem pudor. Finalmente tirei de dentro da boca dela e, enquanto esfregava na cara dela, falei que queria que ela montasse em mim antes de eu comer o cu dela. Pau concordou com vontade, se levantou e tirou a calcinha fio-dental minúscula que cobria a buceta molinha e molhada dela. Ela subiu em cima de mim, guiando meu pau ereto pra entrada molhada dela, e começou a cavalgar num ritmo frenético. Os gemidos de prazer dela enchiam o quarto, se misturando com meus grunhidos guturais. Os quadris dela se moviam em círculos, buscando a profundidade e o prazer que só eu podia dar. A sensação de ter a Pau em cima de mim, sentindo o calor, a umidade e o desejo dela, era avassaladora. Minhas mãos se agarravam nos quadris dela, ajudando a manter o ritmo da cavalgada selvagem. Cada estocada era mais intensa que a anterior, levando nós dois à beira do abismo do prazer. Pau inclinou o corpo pra frente, aproximando o rosto do meu, e nossos lábios se encontraram num beijo apaixonado e safado. Nossas línguas se entrelaçavam numa dança selvagem, enquanto continuávamos fodendo com uma intensidade que tirava nosso fôlego. O suor molhava nossos corpos, fazendo a gente brilhar na luz da lua que entrava pela janela. O êxtase tomava conta de mim, sentindo as contrações do meu pau prestes a explodir numa torrente de prazer incontrolável. Pau gemia no meu ouvido, aumentando a intensidade dos movimentos dela, me levando ao limite da minha resistência. Meus braços a envolveram, acariciando suas costas suadas e sentindo seu coração batendo desenfreado. Mas sem dúvida o melhor de ter a Pau montando em mim era ver como aquelas tetonas enormes balançavam a cada movimento. Eram como dois balões lindos que enchiam minha visão, me tentando a apertá-los e curtir a maciez deles enquanto ela se entregava a mim com paixão. Minhas mãos pousaram nos melões dela, apertando com firmeza enquanto Pau gemia de prazer com meu pau dentro. A sensação de ter aqueles peitões enormes entre minhas mãos, enquanto ela continuava se movendo em cima de mim sem controle, era incrivelmente excitante. Podia sentir o calor que eles soltavam, a maciez da pele dela sob meus dedos, e o peso gostoso que tinham nas minhas mãos. Pau arqueou as costas, oferecendo os peitos com vontade, me convidando a aproveitar eles do meu jeito. Meus dedos deslizaram pelos mamilos dela, duros, beliscando de leve e arrancando gemidos de prazer dos lábios entreabertos dela. Me deliciei na entrega gostosa dela, curtindo a sensação de tê-la completamente rendida aos meus desejos. Finalmente, Pau gozou, gemendo alto enquanto o corpo dela tremia de prazer. Ficamos ali, abraçados e encharcados de suor, tentando recuperar o fôlego depois da explosão de paixão que acabamos de compartilhar. Pau se aninhou no meu peito, suspirando de satisfação. Depois de um momento, nos olhamos nos olhos e sorrimos cúmplices, sabendo que ainda tinha mais uma rodada de prazer pela frente. Sem dizer uma palavra, Pau ficou de quatro na cama, me oferecendo aquele rabo tentador. Peguei um pouco de lubrificante e passei na entrada traseira dela, preparando ela para o que vinha. Comecei com um dedo, explorando o cu dela com cuidado e delicadeza. Pau gemeu baixinho, curtindo as sensações novas que eu tava dando. Depois, coloquei outro dedo e comecei a mexer devagar dentro dela, preparando ela pro meu pau. Pau arqueou as costas e empurrou a bunda pra trás, toda ansiosa pra me receber. Sem mais enrolação, coloquei meu pau na entrada dela e comecei a empurrar devagar. Com um gemido de prazer, fui entrando no cu apertado e quente dela, sentindo ela me envolver num êxtase indescritível. Pau gemia de prazer e dor ao mesmo tempo, se adaptando ao meu tamanho e à sensação de ser comida por trás. Parei um momento pra dar tempo dela se acostumar, acariciando as costas e a bunda dela, toda molhada de suor. Quando ela tava pronta, comecei a meter, aumentando o ritmo a cada estocada. Pau gemia e se contorcia de prazer, adorando a sensação de ser comida no cu. Os gemidos dela eram música pros meus ouvidos, me excitando ainda mais e me levando a um nível de prazer que eu achava impossível. "Ai, papi, continua assim", Pau gemia entre suspiros ofegantes. "Tá tão duro e grande, adoro". As palavras dela me excitavam e me motivavam a comer ela com mais força e mais paixão. Sentia a buceta dela se contrair em volta do meu pau, me apertando com força e aumentando meu prazer a níveis insuspeitados. Minhas estocadas ficavam cada vez mais intensas, levando Pau à beira do êxtase de novo. "Tá gostando assim, putinha?", perguntei entre gemidos, enquanto continuava metendo com tudo. "Sim, sim, sim! Sou sua putinha, me come mais forte!", respondeu Pau com tesão, as palavras saindo dos lábios dela entre gemidos fortes. Minhas estocadas ficaram mais rápidas e descontroladas, sentindo o prazer queimar em cada fibra do meu ser. O som dos nossos corpos batendo e os gritos de prazer de Pau enchiam o quarto, criando uma sinfonia de luxúria e desejo. Não dava mais pra segurar, tava prestes a gozar e liberar todo o prazer acumulado dentro de mim. "Pau, vou gozar!", gritei entre gemidos, sentindo o prazer me dominar por completo. "Sim, papi, enche meu cu de porra! Enche ele e vai Ser seu pra sempre!", respondeu Pau com a voz entrecortada pelo prazer. Aquelas palavras foram a gota d'água que transbordou minha excitação. Minhas estocadas ficaram ainda mais intensas, buscando o clímax final. E finalmente, com um urro de prazer, me deixei levar pela onda de êxtase e gozei dentro de Pau, enchendo sua bunda apertada com meu leite quente e grosso. Os dois ofegávamos exaustos, com o suor banhando nossos corpos e o ar carregado da tensão sexual que havíamos liberado. Me deixei cair ao lado dele, abraçando Pau com satisfação e cumplicidade. Daquele dia em diante, toda vez que Pau queria algo no trabalho, me dava a bunda pra conseguir. E eu não conseguia resistir aos seus encantos, à sua entrega, à sua bundinha deliciosa que já me pertencia por completo.
1 comentários - Pau faz de tudo por um cargo melhor (Parte 3)