Sinceramente, ter desvirgado a brunette me deixou com a cabeça a mil pensando nela. E é que a sweet girl era um puto sonho. Claramente, naquele momento, enfeitiçado pela novidade e pelos olhos verdes da sweet girl, não levei em conta as consequências graves que essa relação ia me trazer. Mas, no fim das contas, a gente tá nessa vida pra aproveitar, né? A questão é que, dia após dia, não só me esquentava e me excitava pensar na brunette e ver as fotos dela no face, mas de alguma forma fui me apaixonando por ela. E é aí que exatamente morou meu erro. É que com a Nahiara e com minha outra cunhada teve putaria, teve uma boa foda e, obviamente, infidelidade, mas no fundo sempre soube que meu lugar era ao lado da Jesica. A brunette, por outro lado, veio na minha vida pra quebrar essa harmonia quase perfeita. Por exemplo, depois do nosso primeiro encontro, eu passava todo o tempo que tava à toa no trampo falando com a More. Ela, claro, tava à toa na escola. Mas não só isso: eu ficava uma hora dentro do Fiat 147 estacionado na porta do trampo falando com a More. O segundo encontro rolou então sem planejar, simplesmente e com total cara de pau, mandei mensagem que queria vê-la. A brunette mentiu na casa dela, dizendo que ia pra casa de uma amiga, e me fez passar pra buscá-la na esquina da casa da amiga. Eu, enrascado nas minhas próprias desculpas, falei que tínhamos que fazer um trampo extra. Pouco crível, mas como disse antes, a brunette me tinha hipnotizado a ponto de eu dizer sim pra qualquer coisa. Já desde o meio da quadra, vi ela sentada nuns troncos que tinha na rua. Tava uma gostosa do caralho, com uma regatinha branca curta que deixava o umbigo de fora, uma calcinha preta brilhante bem chamativa que deixava transparecer a tanguinha fio dental branca dela. O cabelo loiro solto, e aquele olhar. Aquele olhar de anjo e diaba. De menina e safadinha. Eu, que me achava, por ter me transformado num putão, que sabia de tudo, tinha chegado uma criatura de colégio secundário e ela me tinha completamente aos seus pés. A morena me pediu pra levar ela pra comer, e eu, claro, aceitei na hora. Gastando dinheiro que eu não tinha e sem saber como ia me explicar em casa, mas sinceramente, não me importei. Assim que ela entrou no carro, me beijou com um beijo bem apaixonado, mas ao mesmo tempo doce. Ela disse que não tinha parado de pensar na primeira vez dela e que estava feliz por ter sido comigo: “você é um homem de verdade”, ela sussurrou no meu ouvido enquanto me dava beijinhos no pescoço. Eu disse que tinha sentido algo parecido, que não parava de pensar nela e que sentia muita falta daqueles beijos. A morena, aproveitando o corpinho pequeno dela, veio sentar no meu colo na hora. Com a mão direitinha, ela acariciava meu rosto e fazia carinho. Ter aquela bundinha minúscula em cima do meu volume fez o pau endurecer na hora. A morena sentiu tudo e com uma voz de menina inconfundível disse: “ai, meu amor, isso tá sempre durinho”. “É por sua causa”, respondi quase na hora. Se qualquer outra mulher tivesse percebido que essa resposta universal é bem de puta, mas a morena, na inocência dela, nem notou. Pelo contrário, começou a me beijar com a mesma doçura, mas com mais intensidade. “Te devo uma gozada”, ela disse como se fosse a coisa mais normal. Voltando às frases de puta, veio a segunda: “quero dar tudo pra você, bebê”. A morena me encarou, fundo, intenso, através dos olhos verdes dela. O pau tava bem duro, batendo na bundinha minúscula dela, e o fiozinho branco da calcinha fio dental aparecia por cima da calça. “Vamos foder e comer”, ela disse como se fosse algo do dia a dia. Claro que liguei o carro na hora e fomos bem rápido pra outro lugar que eu conhecia e que com certeza ia estar tranquilo. Detalhe importante: em 2012 não tinha nem 10% das câmeras que têm hoje. Do tesão que a gente tava, lembro que bati feio o carro num buraco, mas chegamos e estacionamos debaixo de uma árvore. Nem tinha tirado a chave da ignição e já tinha a morena em cima de mim. Eu tava com o pau bem duro e a morena com a respiração ofegante. Levantei a camiseta dela e comecei a dar beijos suaves nos peitinhos quase nulos. Passava a língua nos bicos e chupava tudo. A morena tava adorando. Eu chupava eles como se tivéssemos o mundo inteiro pela frente. Pra mim, naquele momento, ela era minha princesinha, puta claro. Com o nível de tesão no máximo e os beijos de língua aumentando ainda mais, tirei a calça e a tanga dela. Era pequenininha, bem fio dental, saca. Tava encharcada. Abaixei meu moletom esportivo e deixei meu pau todo inchado, duro e cabeçudo apoiado na bucetinha super apertada dela, desvirginada uns dias antes. "Você tem ele enorme, meu amor", ela disse enquanto a pontinha do meu pau mal entrava na buceta dela. Incrivelmente, me excitou mais ela me chamar de "meu amor" do que falar que eu tava enorme. A morena tava com a carinha vermelha, respiração super ofegante, e quando entrou só mais um pouquinho do pau, nem metade, deu dois gritinhos de prazer. Super agudos, daqueles que estouram teu ouvido. Eu deixei os peitinhos pequenos dela encostarem no meu peito e, com um olhar de menina safada, ela me indicou pra continuar metendo o pau. Já com quase tudo bem dentro dela, sem camisinha, pele com pele, coloquei minhas mãos na cinturinha dela. Devagar, comecei a movê-la pra cima e pra baixo, como ensinando os movimentos. Mas a menina aprendeu rápido e, mesmo com a buceta partida no meio pelo meu pau, começou a me cavalgar com gosto. Foi fazendo sozinha, cada vez mais rápido, até que, meio bruta, começou a pular em cima do meu pau. Gemendo, gritando e apertando forte meu peito. Cravava as unhas em mim. Naquele momento, com uma enfiada gostosa, senti que ela tinha cravado bem forte as unhas, me marcando. "Ai, desculpa", ela falou, soltando uma risadinha, dando a entender que tinha feito de propósito. Eu me deixei levar e, depois de beijar bem a boca dela com paixão, falei: "O que você quer fazer comigo toda? teu". A morena encostou a boca no meu pescoço e, sem muita dúvida, respondeu: "óbvio, tudo meu". A morena então começou a me beijar o pescoço enquanto meu pau enterrava tudo na buceta dela, ela gozava pra caralho e eu tava louco de tesão. Enquanto a mina me chupava o pescoço inteiro, meu celular tocava — a Jéssica tava me ligando. Ignoramos duas vezes até que, na terceira, a morena cavalgando em mim ainda mais excitada (provavelmente por causa da ligação) falou: "aff, que chata que é a corna da sua mulher". E sem me deixar responder nada, continuou: "fala pra ela que vou te mandar sem uma gota de porra pra aquela corna". Toda essa situação foi demais até pra mim, que achava que sabia de tudo, e rapidinho enchi a buceta dela de porra. Foi uma explosão de leite dentro dela. A morena continuou me beijando o pescoço e, no meu ouvido, disse: "cuidado pra não me engravidar, hein". A morena subiu a calcinha fio-dental encharcada e o shortinho, e fomos passear no shopping e comer no McDonald's, como eu tinha prometido. Andamos de mãos dadas como um casal de namorados, e dava pra ver na cara de algumas velhas fofoqueiras que a gente tinha uma diferença de idade bonita. A morena, longe de se intimidar, ficava ainda mais grudenta. Se alguém quiser fazer uma contribuição, uma doação sem obrigação e sem compromisso, papa.cesara.batir.Private Message. Desde já, muito obrigado.
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14 comentários - Morena me seduz e goza - putaria de garotas (cap 50)