Quando cheguei no meu quarto, a Laura tava dormindo profundamente... os deuses estavam do meu lado, eu tinha comido minha sobrinha, e minha mulher a poucos metros não tinha percebido nada... era bom demais pra ser verdade.
Sem fazer barulho, me deitei junto da Lau, roçando nela, e só esse toque já foi o suficiente pra minha pica ficar dura de novo. Parecia um adolescente, e não um senhor de cinquenta e poucos anos, com 30 de casamento... Pensei em acordar a Laura, mas me segurei, falei pra esperar. Por mais tarado que eu esteja, sou um homem mais velho e talvez não consiga dar conta do recado como ela tá acostumada...
Virei de lado e me preparei pra dormir, quando sinto um carinho nas costas, a mão da Lau percorrendo minha espinha, enquanto com a outra ela procurava sem parar pela minha pica — "Achou que por mais trabalho que você tenha, ia escapar de me dar uma foda?" ela disse... E a cabeça dela afundou entre minhas pernas.
Ela chupou minha pica devagarzinho, sem tirar da boca, feito um bebê com a chupeta... Eu deixava ela fazer, ela acariciava minhas bolas e o prazer era fantástico... A Laura, num instante, se afastou, deixando minha pica toda babada, molhada, escorrendo pelo saco... — "Você tá cansadinho", ela disse — "Então quem vai te comer sou eu" e rapidinho subiu em cima de mim, enfiando a pica na buceta quente e bem molhada...
Ela começou a me cavalgar no ritmo, mexendo a cintura pra frente e pra trás... E começou a gemer cada vez mais alto quando a base da pica roçava no botãozinho rosado dela, que tinha inchado...
— "Vai, Papai, vamos, quero gozar!!! Me dá mais forte!" "Assim me come, assim!" "Assim que eu gosto!" "AAAAAAAH" e teve um orgasmo lindo, caindo em cima do meu corpo e me dando um beijo profundo... por sorte ela não percebeu (ou não falou nada) da pouca porra que eu tinha gozado...
- "Ai, Lori, com esses seus gritos você pode ter acordado a Jazmín", falei...
- "E você é tão ingênuo, Albert, acha que essa mina não dá pra qualquer um que aparece? Ela é uma gostosa, e com esses hormônios jovens, deve ter um monte de caras tarados doidos por ela..."
Eu concordei com ela e queria mudar de assunto...
- "E me diz, Albert, se você tivesse a chance de comer uma guria de 20 anos, não ia querer?"
- "Hahahaha, tá pensando que uma novinha vai se interessar por um coroa?", falei, tentando me livrar.
- "Bom, não seja tão humilde, você não está tão acabado assim, mas é melhor a gente dormir, que amanhã tem trabalho...
Na manhã seguinte, enquanto eu tomava café da manhã e a Laura trabalhava, a Jazmín se levantou.
— "Oi, tio, dormiu bem?" — e me deu o sorriso mais lindo do mundo.
— "Jaz, dormi da melhor maneira" — e pisquei o olho pra ela...
— "Albert, adorei o de ontem à noite, você me fez muito feliz", "Vamos repetir, né?"
— "Claro que sim, Jazmín, quando você quiser, eu tô dentro!"
Minha sobrinha se aproximou, sentou no meu colo e me beijou com paixão...
Ela encostou os peitos em mim e os esfregou contra os meus, eu já tava começando a sentir aquela sensação gostosa de prazer, mas me toquei a tempo e falei:
— "Olha, Jaz, a gente precisa conversar. Se vamos continuar transando, não dá pra fazer aqui. Eu adoro a Laura e não queria dar um baque nela se ela nos pegar, como quase aconteceu ontem à noite..."
— "Você tem razão, Albert. Melhor a gente se encontrar em outro lugar" — ela se levantou pra pegar café e completou — "Com certeza você vai me levar pra lugares lindos...
A história continuou, mas em outros lugares... mas isso eu conto outra hora.
CONTINUA.....
Sem fazer barulho, me deitei junto da Lau, roçando nela, e só esse toque já foi o suficiente pra minha pica ficar dura de novo. Parecia um adolescente, e não um senhor de cinquenta e poucos anos, com 30 de casamento... Pensei em acordar a Laura, mas me segurei, falei pra esperar. Por mais tarado que eu esteja, sou um homem mais velho e talvez não consiga dar conta do recado como ela tá acostumada...
Virei de lado e me preparei pra dormir, quando sinto um carinho nas costas, a mão da Lau percorrendo minha espinha, enquanto com a outra ela procurava sem parar pela minha pica — "Achou que por mais trabalho que você tenha, ia escapar de me dar uma foda?" ela disse... E a cabeça dela afundou entre minhas pernas.
Ela chupou minha pica devagarzinho, sem tirar da boca, feito um bebê com a chupeta... Eu deixava ela fazer, ela acariciava minhas bolas e o prazer era fantástico... A Laura, num instante, se afastou, deixando minha pica toda babada, molhada, escorrendo pelo saco... — "Você tá cansadinho", ela disse — "Então quem vai te comer sou eu" e rapidinho subiu em cima de mim, enfiando a pica na buceta quente e bem molhada...
Ela começou a me cavalgar no ritmo, mexendo a cintura pra frente e pra trás... E começou a gemer cada vez mais alto quando a base da pica roçava no botãozinho rosado dela, que tinha inchado...
— "Vai, Papai, vamos, quero gozar!!! Me dá mais forte!" "Assim me come, assim!" "Assim que eu gosto!" "AAAAAAAH" e teve um orgasmo lindo, caindo em cima do meu corpo e me dando um beijo profundo... por sorte ela não percebeu (ou não falou nada) da pouca porra que eu tinha gozado...
- "Ai, Lori, com esses seus gritos você pode ter acordado a Jazmín", falei...- "E você é tão ingênuo, Albert, acha que essa mina não dá pra qualquer um que aparece? Ela é uma gostosa, e com esses hormônios jovens, deve ter um monte de caras tarados doidos por ela..."
Eu concordei com ela e queria mudar de assunto...
- "E me diz, Albert, se você tivesse a chance de comer uma guria de 20 anos, não ia querer?"
- "Hahahaha, tá pensando que uma novinha vai se interessar por um coroa?", falei, tentando me livrar.
- "Bom, não seja tão humilde, você não está tão acabado assim, mas é melhor a gente dormir, que amanhã tem trabalho...
Na manhã seguinte, enquanto eu tomava café da manhã e a Laura trabalhava, a Jazmín se levantou. — "Oi, tio, dormiu bem?" — e me deu o sorriso mais lindo do mundo.
— "Jaz, dormi da melhor maneira" — e pisquei o olho pra ela...
— "Albert, adorei o de ontem à noite, você me fez muito feliz", "Vamos repetir, né?"
— "Claro que sim, Jazmín, quando você quiser, eu tô dentro!"
Minha sobrinha se aproximou, sentou no meu colo e me beijou com paixão...
Ela encostou os peitos em mim e os esfregou contra os meus, eu já tava começando a sentir aquela sensação gostosa de prazer, mas me toquei a tempo e falei:
— "Olha, Jaz, a gente precisa conversar. Se vamos continuar transando, não dá pra fazer aqui. Eu adoro a Laura e não queria dar um baque nela se ela nos pegar, como quase aconteceu ontem à noite..."
— "Você tem razão, Albert. Melhor a gente se encontrar em outro lugar" — ela se levantou pra pegar café e completou — "Com certeza você vai me levar pra lugares lindos...
A história continuou, mas em outros lugares... mas isso eu conto outra hora. CONTINUA.....
5 comentários - La hija de mi hermano parte 6