O nascimento da Abril (nossa segunda filha com a Jesi) foi mais ou menos como aquele meme do bebê que olha admirado que a mãe é uma girl sweet girl com tatuagens e piercings e o pai tem no colo o irmãozinho só um pouquinho maior que ela. Lembro que a primeira frase da Jesi quando pegou ela no colo foi "com a nenê eu vou dar umas putaria louca". Ficou gravado e até senti um tesão no pau de saber que tenho uma mulher tão girl. Mesmo que eu nunca a chamasse de "minha mulher" e menos ainda naquela época. Ainda nos tratávamos de "namorados". Se antes do nascimento da nenê a casa já era um caos, imagina depois. Jésica, já com o título de girl lutadora de lei bem merecido com dois bendis em pouquíssimos anos de vida, ficou ainda mais vagabunda e mais lutadora que nunca. Se antes limpava pouco ou nada, agora era nada. Se antes cozinhava pouco ou nada, agora era nada e assim foi. Dormia boa parte do dia com a bebê e ficava tomando mate com minha sogra ou com as amigas da Jesi que vinham visitar pra ver a nenê. Os gastos com a bebê obviamente aumentaram e como a ajuda dos dois filhos começou a ficar curta, eu voltei a sair pra procurar trabalho. Jesi tinha lavado bem as mãos e, como boa girl, usou a bendi como desculpa pra basicamente não sair pra trabalhar nem nada do tipo. Era outra época boa e conseguia-se trampo, não como hoje, então rapidamente comecei na manutenção fazendo cortes de grama e arbustos, essa vibe. Não era muito o pagamento, mas no nosso lindo mundo turro dava pra gente.
Minha cunhada Nahiara foi pro quartinho que tinha ficado vago porque não aguentava o choro da bebê e o nosso quarto virou assim, do nada, todo nosso. Jésica se apropriou dessa posse. Dizia que era graças às bendis e que enquanto a otária do fundo gastou fortunas construindo a casa, a Jesi conseguiu o quarto por esperar e ter bendis choronas. Nada mais. Sempre falava algo assim: "olha a otária do fundo, quanto gastou naquela casa, a re A grana foi embora. Mas a gente, com uns dois Bendis, já tá bem na nossa. Ele se fodeu legal.
Aqueles dias que você tem que esperar pra foder depois do parto foram muito divertidos. E é que a Jésica, além de ser uma mina linda, é super provocante pra caralho, então me deixava com tesão o tempo todo. Como a Abril nasceu ainda no final do verão, tava calor e a putinha andava com um fio dental que mal tapava aquela buceta já de mulher bem peluda e carnuda; deixando ver aquelas nádegas bem redondas, durinhas, firmes, mas ao mesmo tempo aumentadas um pouquinho por duas gravidezes. Ela sempre andava com uma regata sem sutiã e, obviamente, dando de mamar pra bebê em todo lugar. Mostrando aqueles mamilos grandes e escuros da lactação. Eu só de ver ela já tava pegando fogo, maluco. Em casa e na rua. Zero drama. A gente podia tá na pracinha e ela liberava o peito e dava de mamar. Eu alucinava de tesão, mano.
De noite a coisa ficava mais gostosa, a gente deitava pelado como sempre. Isso me perguntaram e sim, a Jésica e eu sempre dormimos pelados. Completamente pelados. Ela de buceta e peitos à mostra e eu de pau pra fora. Aí a gente começava a se tocar e a se esfregar e eu chupava os peitos dela. Fazendo aquele leite sair e cair pelo meu rosto todo. A Jésica tocava no meu pau até deixar ele duríssimo, cara. Depois ela fazia um boquete maravilhoso até a boquinha dela encher de toda a minha porra quente. Minha mina tomava até a última gotinha.
A primeira foda depois daqueles dias de espera foi, pra mim, uma das mais quentes. Já pelados na cama, eu comecei a chupar a buceta dela devagar. A buceta dela tinha mudado da buceta de uma garotinha doce pra uma buceta de mulherão, mãe de dois Bendis. Tinha os lábios bem carnudos e bem peluda. Fazia tempo que ela não depilava e tinha ficado com uma pelugem divina. Uma das minhas fraquezas. Eu comecei a passar a língua nos lábios dela suavemente enquanto a Jesi gemida que Era uma delícia. Depois comecei a passar a língua mais rápido e a chupar a buceta dela com a minha boca. Enfiava a língua e lambia tudo. Sentia os pelos dela e o cheiro de buceta bem de favelada. É um cheiro muito característico na buceta, o cheiro de buceta de mina da quebrada. Rapidamente ela começou a ficar molhada e eu comecei a sentir todo o mel na minha boca. Saía mel como se a gente estivesse no meio da foda e a gente tinha só começado. Eu estava louco com os pelos dela, sentia na minha boca, na minha cara, e tinha o pau completamente duro. Jesi gemia mais forte e apertava o colchão furado da cama, até arrancando um pedacinho de espuma. Detalhe: esse colchão o governo tinha dado pra gente. Quando minha mina estava com a buceta no ponto, soltando um melzinho gostoso, eu subi nela e, obviamente sem camisinha, pele com pele, comecei a enfiar o pau que estava latejando de quente. Fui metendo enquanto a gente se beijava loucamente. Os peitos dela batiam no meu peito e, quando não estava comendo a boca dela, eu chupava os peitos pra fazer esse leite sair e espirrar na minha cara toda. Jésica já não gemia, ela gritava. E gritava com vontade. "Aaaaaaiii siiiiii, meu amor, siiiiii, me come toda, me come toda". Eu metia cada vez mais selvagem, mesmo sentindo que minha excitação estava lá em cima. Quanto mais eu comia ela, mais ela gritava. Ecoava na casa toda.
Quando ela estava com a buceta escorrendo mel em mim, ela subiu em cima de mim. Começou a cavalgar que era uma delícia. Eu estava super excitado e só conseguia pensar nos gritos dela, nos peitos e na buceta. Minha cunhada Nahiara passou na frente do quarto e viu a Jesi me cavalgando toda putinha. Lembrando que nunca teve porta no nosso quarto.
Nahiara: Nossa, assim vocês vão ter mais filhos, hein.
Jesi: Se mete na sua vida, menina.
Nahiara ficou espiando um pouco como a Jesi me cavalgava e, sabendo disso, ela começou a gritar mais e mais alto. "Aaaaaa siiiiii, aaaaaaaai, meu amor, que gostoso". Enfia essa pica em mim todinha". "Aperta meus peitos, amor, tira todo o leitinho" a Jesi me dizia enquanto a Nahiara observava pela moldura da porta do quarto. A Jesi me olhava e dava uma espiadinha na Nahiara pra ver se ela ainda estava na porta. Ela gritava bem exagerada e pulava em cima de mim, toda bruta e puta. A Nahiara estava com o rostinho vermelho, dava pra ver que estava com tesão vendo aquilo. Não conseguia evitar.
A Jesi me disse bem alto: "Ai, meu amor, me enche de porra, me dá todinha dentro". Eu já estava no meu limite e minha mina me solta uma dessas com a minha cunhada vendo tudo, não resisti mais. Acabei enchendo a buceta dela de porra, mal. Uma porra linda. A Jesi recebeu com muitos gritos e gemidos: "Issoooo, aaaaah, issoooo, me dá todinha, siiiim, aaaaaaaa". A putinha virou a cabeça devagar pra encarar a Nahiara e disse: "Ai, amor, que pica gostosa, é toda minha". A Nahiara desapareceu, com certeza hiper excitada e pensando em quem poderia aliviar essa vontade.
Com a Jesi seguimos nos comendo de beijos e transamos mais duas vezes. Foi literal a noite toda. Nas duas vezes enchi a buceta dela de porra e tive que ir trabalhar sem dormir e sem tomar banho. A Jesi pegou meu moletom do trabalho e passou ele todinho na buceta. Ela me disse: "Usa assim, pra todas as putas saberem que você é meu". Ela se limpou a buceta com meu moletom e deitou pra dormir nua, melada, gozada e suada. Zero problema.
Se alguém quiser fazer uma doação e ajudar a gente a continuar subindo histórias, agradecemos... sem obrigação, sem compromisso.
papa.cesara.batir.Private Message
Minha cunhada Nahiara foi pro quartinho que tinha ficado vago porque não aguentava o choro da bebê e o nosso quarto virou assim, do nada, todo nosso. Jésica se apropriou dessa posse. Dizia que era graças às bendis e que enquanto a otária do fundo gastou fortunas construindo a casa, a Jesi conseguiu o quarto por esperar e ter bendis choronas. Nada mais. Sempre falava algo assim: "olha a otária do fundo, quanto gastou naquela casa, a re A grana foi embora. Mas a gente, com uns dois Bendis, já tá bem na nossa. Ele se fodeu legal.
Aqueles dias que você tem que esperar pra foder depois do parto foram muito divertidos. E é que a Jésica, além de ser uma mina linda, é super provocante pra caralho, então me deixava com tesão o tempo todo. Como a Abril nasceu ainda no final do verão, tava calor e a putinha andava com um fio dental que mal tapava aquela buceta já de mulher bem peluda e carnuda; deixando ver aquelas nádegas bem redondas, durinhas, firmes, mas ao mesmo tempo aumentadas um pouquinho por duas gravidezes. Ela sempre andava com uma regata sem sutiã e, obviamente, dando de mamar pra bebê em todo lugar. Mostrando aqueles mamilos grandes e escuros da lactação. Eu só de ver ela já tava pegando fogo, maluco. Em casa e na rua. Zero drama. A gente podia tá na pracinha e ela liberava o peito e dava de mamar. Eu alucinava de tesão, mano.
De noite a coisa ficava mais gostosa, a gente deitava pelado como sempre. Isso me perguntaram e sim, a Jésica e eu sempre dormimos pelados. Completamente pelados. Ela de buceta e peitos à mostra e eu de pau pra fora. Aí a gente começava a se tocar e a se esfregar e eu chupava os peitos dela. Fazendo aquele leite sair e cair pelo meu rosto todo. A Jésica tocava no meu pau até deixar ele duríssimo, cara. Depois ela fazia um boquete maravilhoso até a boquinha dela encher de toda a minha porra quente. Minha mina tomava até a última gotinha.
A primeira foda depois daqueles dias de espera foi, pra mim, uma das mais quentes. Já pelados na cama, eu comecei a chupar a buceta dela devagar. A buceta dela tinha mudado da buceta de uma garotinha doce pra uma buceta de mulherão, mãe de dois Bendis. Tinha os lábios bem carnudos e bem peluda. Fazia tempo que ela não depilava e tinha ficado com uma pelugem divina. Uma das minhas fraquezas. Eu comecei a passar a língua nos lábios dela suavemente enquanto a Jesi gemida que Era uma delícia. Depois comecei a passar a língua mais rápido e a chupar a buceta dela com a minha boca. Enfiava a língua e lambia tudo. Sentia os pelos dela e o cheiro de buceta bem de favelada. É um cheiro muito característico na buceta, o cheiro de buceta de mina da quebrada. Rapidamente ela começou a ficar molhada e eu comecei a sentir todo o mel na minha boca. Saía mel como se a gente estivesse no meio da foda e a gente tinha só começado. Eu estava louco com os pelos dela, sentia na minha boca, na minha cara, e tinha o pau completamente duro. Jesi gemia mais forte e apertava o colchão furado da cama, até arrancando um pedacinho de espuma. Detalhe: esse colchão o governo tinha dado pra gente. Quando minha mina estava com a buceta no ponto, soltando um melzinho gostoso, eu subi nela e, obviamente sem camisinha, pele com pele, comecei a enfiar o pau que estava latejando de quente. Fui metendo enquanto a gente se beijava loucamente. Os peitos dela batiam no meu peito e, quando não estava comendo a boca dela, eu chupava os peitos pra fazer esse leite sair e espirrar na minha cara toda. Jésica já não gemia, ela gritava. E gritava com vontade. "Aaaaaaiii siiiiii, meu amor, siiiiii, me come toda, me come toda". Eu metia cada vez mais selvagem, mesmo sentindo que minha excitação estava lá em cima. Quanto mais eu comia ela, mais ela gritava. Ecoava na casa toda.
Quando ela estava com a buceta escorrendo mel em mim, ela subiu em cima de mim. Começou a cavalgar que era uma delícia. Eu estava super excitado e só conseguia pensar nos gritos dela, nos peitos e na buceta. Minha cunhada Nahiara passou na frente do quarto e viu a Jesi me cavalgando toda putinha. Lembrando que nunca teve porta no nosso quarto.
Nahiara: Nossa, assim vocês vão ter mais filhos, hein.
Jesi: Se mete na sua vida, menina.
Nahiara ficou espiando um pouco como a Jesi me cavalgava e, sabendo disso, ela começou a gritar mais e mais alto. "Aaaaaa siiiiii, aaaaaaaai, meu amor, que gostoso". Enfia essa pica em mim todinha". "Aperta meus peitos, amor, tira todo o leitinho" a Jesi me dizia enquanto a Nahiara observava pela moldura da porta do quarto. A Jesi me olhava e dava uma espiadinha na Nahiara pra ver se ela ainda estava na porta. Ela gritava bem exagerada e pulava em cima de mim, toda bruta e puta. A Nahiara estava com o rostinho vermelho, dava pra ver que estava com tesão vendo aquilo. Não conseguia evitar.
A Jesi me disse bem alto: "Ai, meu amor, me enche de porra, me dá todinha dentro". Eu já estava no meu limite e minha mina me solta uma dessas com a minha cunhada vendo tudo, não resisti mais. Acabei enchendo a buceta dela de porra, mal. Uma porra linda. A Jesi recebeu com muitos gritos e gemidos: "Issoooo, aaaaah, issoooo, me dá todinha, siiiim, aaaaaaaa". A putinha virou a cabeça devagar pra encarar a Nahiara e disse: "Ai, amor, que pica gostosa, é toda minha". A Nahiara desapareceu, com certeza hiper excitada e pensando em quem poderia aliviar essa vontade.
Com a Jesi seguimos nos comendo de beijos e transamos mais duas vezes. Foi literal a noite toda. Nas duas vezes enchi a buceta dela de porra e tive que ir trabalhar sem dormir e sem tomar banho. A Jesi pegou meu moletom do trabalho e passou ele todinho na buceta. Ela me disse: "Usa assim, pra todas as putas saberem que você é meu". Ela se limpou a buceta com meu moletom e deitou pra dormir nua, melada, gozada e suada. Zero problema.
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7 comentários - Mi turra me garcha mi cuñadita nos mira (cap 47)