Meu padrasto e minha esposa 5

Passam quase dois meses sem que eu os veja de novo, ele não veio vê-la em nenhum momento, ela também não passa tanto tempo em casa, enquanto isso nossas relações continuam bem espaçadas, ela ainda cuida de um garoto como trabalho e estuda a faculdade, não sei o que pensar, às vezes acho que talvez tenham parado de se ver, outras vezes acho que se encontram em outro lugar, no fim essa é a ideia que me parece mais provável, principalmente pelo jeito que ela me evita na hora de transar, eu precisava encontrar uma solução pro problema. Depois de pensar muito, me pareceu que tinha que falar com o Pedro, mas como eu ia encará-lo, não sabia muito bem como fazer, fiquei um tempão pensando nisso, um dia finalmente me decidi, mandei uma mensagem pra ele e disse que precisava conversar, ele marcou na casa da minha mãe num dia que ela não estava. Na noite anterior não conseguia dormir pensando em como tocar no assunto, o dia de trabalho foi interminável, ficava olhando o relógio toda hora, quando saí do trampo, sentei num bar, pedi uma cerveja, não parava de remoer na cabeça, lembrava que ele era o homem que costumava trazer as amantes pra casa quando minha mãe não estava, deixava a porta entreaberta e da escuridão da sala, me deixava ver ele transando com várias minas em troca do meu silêncio. O tempo tinha passado, olhei pela janela as pessoas passando, terminei minha cerveja e fui pra casa da minha mãe. Toquei a campainha, o Pedro abriu, tava vestindo uma camiseta velha, um shorts de banho, me fez entrar, me deu um abraço, me senti estranho, ele sempre me abraçava, mas dessa vez não senti igual. Sentamos, ele trouxe uma cerveja gelada, acendeu um cigarro, perguntou se não me importava que ele fumasse, minha mãe nunca queria que ele fumasse em casa.
— Então… e o que tá rolando com você… no que posso ajudar…
— Olha, Pedro… não sei como dizer… mas minha esposa… a Ruth… tô achando ela estranha… me evita o tempo todo… acho que ela tá me traindo. Tá enganando com alguém..." -ele deu uma tragada funda no cigarro, bateu a cinza no cinzeiro, deixou ele apoiado ali, tomou um gole de cerveja, me olhou nos olhos e desabafou.
- Acho que você tem um monte de amigos da sua idade e da sua confiança pra falar disso... -fez uma pausa longa, eu não falei nada. - você sabe que sou um mulherengo... na verdade, já compartilhamos um monte de momentos... bom, você sabe... se você veio me ver... é porque com certeza acha... que, já que sua mulher é tão gostosa, a semelhança que as curvas deliciosas dela têm com as curvas da sua mãe, mas mais nova... você deve achar que ela tá tendo algo comigo... -fiquei em silêncio, não esperava que ele fosse tão direto. Ele fez uma pausa longa, deu outra tragada no cigarro, largou ele de novo, tomou outro gole de cerveja, levantou o copo brindando comigo, quer que eu prepare uma tábua de frios, pra você não beber de estômago vazio. E foi pra cozinha preparar, eu não me mexi do sofá, ele cortou um salaminho, um pouco de queijo, um pouco de pão, umas batatas fritas. Parecia que o papo tinha parado. Ele trouxe tudo pra mesa, comeu um pouco de salame com pão, bebeu de novo, me encarou nos olhos.
- Acho que nos encontros de família você percebeu como aproveitei cada momento que tive pra chegar nela... ela era muito tímida... muito fechada no começo... mas foi se soltando... se abrindo... -ele disse isso com uma cara que dava vontade de dar um soco nele, se eu fosse outra pessoa, claro. - e sim... faz vários meses que ela é minha amante... -fiquei quase tremendo sentado no sofá, não sabia como continuar o assunto, não esperava que ele fosse tão direto.
- E como começou...? Sei lá... quero dizer... ela não é assim... -ele sorriu de lado.
- Comecei com várias desculpas pra ir na sua casa... no começo ela era muito fechada... muito tímida... agora é outra pessoa... você tinha que ver... -ele disse enfatizando isso.
- E vocês fazem na minha casa...? -agora ele sorria abertamente, serviu mais pão, salame, queijo, comeu devagar, bebeu de novo, ele O cigarro já tinha se consumido no cinzeiro. Ele parecia não ter pressa nenhuma, nem medo, nem nada do tipo, estava confortável, parecia saber qual seria o desfecho da situação.

— No começo a gente fez várias vezes na sua casa… depois a Rutita… ficou com aquele tesão de fazer na cama que eu durmo com sua mãe… ela tem muito tesão em fazer na nossa cama… então quando dá… ela vem pra cá… a nora visitando o… padrasto??? Será que existe essa palavra? Ninguém vai pensar que a gente vai fazer algo errado… e na real é uma delícia o que a gente faz…

Eu sentia a ereção que tinha naquele momento, estava tão excitado, por sorte a calça jeans me permitia esconder e ele não perceber.

— Olha… daqui a umas duas semanas sua mãe tem um casamento de uma sobrinha no interior… ela vai passar o fim de semana fora… eu arrumei tudo pra não trabalhar… sua esposa quer que eu leve ela pra jantar e depois dançar… e depois a gente vem pra cá… pra você ela vai dizer que saiu com amigas ou algo assim… mas a gente vai vir fazer isso tranquilo aqui depois de sair…

— E o que você quer que eu faça com isso que você tá me dizendo… que eu te parabenize? — eu tentava fingir raiva, mas sentia mais tesão do que raiva, ele percebeu claramente, meu tom de voz estava estranho, parecia que minha voz ia falhar.

— Eu pensei que você podia vir pra cá de noite… afinal você tem a chave de casa, entra no seu quarto… dorme de boa… quando a gente chegar em casa e você ouvir a gente indo pro quarto, posso deixar a porta aberta pra você olhar… isso sim… tem que ser discreto… e se ela te descobrir… bom… você vai ter que assumir que gosta de olhar… — eu tomei toda a cerveja que tinha servido, servi um pouco mais. Não sabia o que dizer pra ele, de verdade, tantas vezes ele tinha trazido as amantes dele e me deixado olhar, mas dessa vez era minha esposa, claro, e liberar a situação era aceitar que ele fosse e continuasse sendo amante dela quando quisesse. Ele pareceu notar minhas dúvidas, embora eu ache que ele sabia qual seria o resultado.

— Faz uma coisa… pensa com calma… ainda faltam um par de semanas…
-Mas não é certo você estar transando com minha esposa… – falei como num rompante.
-Isso, se quiser, fala com sua esposa… – disse seco – ela é minha amante agora… tá cada vez mais… desinibida… tá descobrindo coisas novas nela… gosta de brincar… gosta que eu guie… – ele se levantou. – bom… acho que tá tudo claro… preciso dormir um pouco, tenho que cobrir um plantão hoje à noite… – começou a andar até a porta, me levantei, ele abriu a porta, nem olhei pra ele, saí do apartamento e fui andar pela cidade, já estava escurecendo.

1 comentários - Meu padrasto e minha esposa 5

Que desenlace te dio tu padrasto y vos impotente que decir sabiendo, que en fondo de tu ser sabias lo que te iba a decir. Te propuso algo y que vas hacer? Para mi tenes queblanquear y asumir que te gusta ser cornudo consiente y mas con tu padrastro. Van puntos