Foi com a amizade de um casal que comecei a ser infiel, é errado, mas o prazer que sinto é tão único.
Meu marido e eu conhecemos o Gonzalo e a Sandra há anos, e ficamos muito próximos desde que um amigo em comum nos apresentou, já faz mais de seis anos. O Gonzalo é quatro anos mais novo que eu e tem 35, mas parece ter 10 anos a menos. Ele é bem alto e se mantém em forma perfeita.
Sandra tem 32 anos, tem cerca de um metro e setenta, é magra e esbelta, além de ter um rosto muito atraente. Com certeza, ela é uma mulher muito gostosa. Eu, por outro lado, também não sou nada mal. Tenho um metro e setenta e três e tenho o corpo e a aparência bem sexys, sou bem voluptuosa – diferente da Sandra – e mantenho tudo no lugar certo, graças a me matar de treinar seis dias por semana na academia e, no geral, me cuidar bastante.
Faz um tempão que eu percebi que o Gonzalo tava afim de mim, tipo, eu sacava os olhares e as atenções dele, mas nunca incentivei nem passei de um flerte sem graça, onde ele sempre elogiava como eu tava bem pra minha idade e como eu ficava mais gostosa a cada ano. Sinceramente, eu curtia muito o Gonzalo, até porque dava pra ver um volume bonito na calça dele, mas sentia que não devia arriscar a amizade que a gente, os quatro, tinha construído. Até agora.
Uma noite em particular, a gente tava se arrumando pra encontrar o Gonzalo e a Sandra, com a intenção de ir num bar tomar uns drinques. Enquanto eu tava no banheiro, o Julián – meu marido – e eu começamos a falar sobre nossos amigos e o quanto a gente era próximo. De repente, o Julián brincou sobre como o Gonzalo não se importaria de ser ainda mais próximo de mim. Virei pra ver meu marido, completamente pelada, e falei: "O que você quer dizer com isso.
Francamente, o comentário dele me surpreendeu. Mas Julián me respondeu: "Ah, qual é, com certeza você já percebeu como ele te olha quando a Sandra não está. Acho que ele daria o braço direito pra te comer." Dito isso, ele caiu na risada, me deixando pasma. Julián deixou o assunto de lado, mas eu não conseguia tirar aquilo da cabeça. Decidi terminar de me arrumar pra clarear um pouco a mente. Vestí um vestido preto bem decotado que deixava boa parte dos meus peitos à mostra e valorizava minhas coxas longas e bem torneadas. Me olhei no espelho satisfeita e considerei que estava "vestida pra matar.
Julián e eu chegamos no bar às 8 da noite e encontramos o Gonzalo sentado sozinho numa mesa. Ele contou que a Sandra teve que ir cuidar da mãe, que tava meio dodói, e que tudo aconteceu em cima da hora. Foi meio decepcionante, mas mesmo assim a noite ainda tinha potencial pra ser boa. Percebi que meu marido tava bem animado por causa do álcool e tava bem efusivo enquanto a gente conversava. Já o Gonzalo, não demorou pra começar com o flerte e uns comentários meio pesados. Me surpreendi do Julián não falar nada, mas afinal éramos amigos e acho que ele não levou muito a sério.
Depois de uma hora e meia, o Julián sugeriu que a gente pegasse um táxi e fosse pra casa. Na hora, sem pensar muito, falei pro Gonzalo que, em vez de voltar pra casa vazia dele, era melhor passar a noite com a gente e dormir no quarto de hóspedes. Meu marido adorou a ideia e ainda incentivou o Gonzalo a vir com a gente. Na real, não demorou pra convencê-lo, acho que ele tava morrendo de vontade de nos acompanhar. Mas naquele momento, vi um brilho nos olhos dele e um sorriso que me deixaram meio nervosa.
Chegamos em casa em menos de vinte minutos e o Julián trouxe três cervejas da geladeira. Sentamos na sala pra bater um papo. Eu e o Gonzalo sentamos no sofá grande, e o Julián sentou bem na frente, no sofá favorito dele. Ficamos bebendo e falando de coisas bestas por quase uma hora, até que meu marido disse que a cabeça tava começando a doer e que parecia o começo de uma enxaqueca. Ele se desculpou com o Gonzalo e falou que ia tomar um remédio e dormir, porque era o único jeito de evitar.
O Gonzalo disse pra ele não se preocupar, e eu falei que ia ficar só mais um pouco e depois iria fazer companhia pra ele. Quando o Julián foi embora, o Gonzalo foi na cozinha e voltou com mais duas cervejas. A gente ficou conversando animado por uns minutos, e logo ele começou com os ataques de sempre. Dessa vez também não incentivei, mas eu ria e respondia de um jeito provocante. Tava me sentindo meio quente e ansiosa, talvez porque tava um pouco bêbada ou talvez porque lembrava dos comentários do Julián.
Continuamos bebendo e rindo, e os olhares do Gonzalo estavam cada vez mais intensos. No começo, me sentia meio culpada pela situação e pensava na Sandra, mas aos poucos fui relaxando e me deixando levar. Só que chegou uma hora que já tava tonta o suficiente e falei pro Gonzalo que por hoje já deu, que ia dormir. Ele sugeriu um último gole antes de encerrar a noite. Falei que primeiro ia ver se o Julián tava bem. Fui no quarto e encontrei ele apagado. Dei uma leve mexida nele, e nada, os roncos só aumentaram. Voltei pro Gonzalo e falei que o mais provável era o Julián só acordar no dia seguinte.
Sentei do lado do Gonzalo e ele pareceu interpretar meu anúncio como um sinal verde, porque na mesma hora começou a acariciar uma das minhas coxas com a mão livre. Eu não reclamei, só continuei conversando, cada vez em assuntos mais quentes — o Gonzalo até repetiu várias vezes o quanto ele curtia sexo pesado. Ele tava no modo tesão e eu percebia, mas não conseguia — ou não queria — evitar. Minha paquera tava cada vez mais descarada, eu ria de toda piada que o Gonzalo fazia, jogava a cabeça pra trás e caprichava pra mostrar meus peitos por causa do decote generoso.
Não demorou muito até que o Gonzalo se inclinou pra mim, com a clara intenção de me beijar. Ficamos suspensos por uns instantes, acho que ele pensou que eu ia recusar, mas não fiz nada pra me afastar. Talvez eu devesse ter pensado melhor. Talvez não. O fato é que, sem encontrar rejeição, os lábios do Gonzalo logo encontraram os meus. Começamos a nos beijar só com os lábios, mas logo estávamos nos beijando de um jeito sensual, com as bocas bem abertas e entrelaçando as línguas. O Gonzalo começou a massagear meus peitos, o que me fez gemer de prazer. A sorte estava lançada.
Pensei no Julián, dormindo a poucos metros, e na Sandra, cuidando da mãe dela, mas por algum motivo, aquilo me excitava ainda mais. Comecei a massagear a piroca do Gonzalo por cima da calça dele e depois puxei o zíper pra baixo, com a intenção de pegar na piroca dele, já dura.
Paramos de nos beijar e eu tirei o vestido e o sutiã rapidinho. Meus peitos balançaram quando se libertaram da prisão. Antes que eu percebesse, o Gonzalo já tinha a cabeça enterrada nos meus peitos, com um dos meus mamilos na boca dele e massageando o outro com os dedos. Eu o afastei com cuidado e mandei ele ficar de pé. Ele obedeceu na hora e comecei a tirar a calça dele, que caiu no chão junto com a cueca. Peguei na pica dele enquanto ele terminava de se livrar da roupa e comecei a masturbar ele devagar, era exatamente como eu imaginei, uau que pica, porra. O Gonzalo gemeu de prazer enquanto eu passava minhas mãos na pica dele, completamente dura. Fiquei surpresa com o tamanho, devia ter uns 25 cm e era bem grossa também. Sorri ao pensar no quanto ia aproveitar quando ele enfiasse aquele pauzão na minha buceta. A pica do meu marido não chega a 13 cm e faz tempo que eu não curtia uma pica boa, grande, grossa, vibrante e dura, que me preenchesse com o volume dela. Não ia desperdiçar essa oportunidade.
Eu tava sentada no sofá, bem na frente do Gonzalo, que tava parado na minha frente com a tranca dele na altura da minha boca. Peguei a bunda dura dele com as mãos e puxei ele pra perto, enquanto beijava as bolas dele e passava a língua por todo o comprimento do pauzão dele. Devagar, fechei meus lábios em volta da cabeçona daquela pica. O Gonzalo começou a mexer o quadril pra frente e pra trás de leve, fodendo minha boca devagar enquanto eu conseguia enfiar mais e mais daquela pica enorme na minha boca faminta. Logo, eu tava fazendo um "boquete profundo" nele, algo que eu achei que seria impossível, mas ali tava eu, com o nariz quase colado na pélvis dele e a língua por baixo do tronco do pau dele. Chupei ele por uns dez minutos e aí o Gonzalo, como se tivesse procurando uma posição melhor pra foder minha boca, colocou um pé no sofá e segurou minha nuca. Ele realmente tava enfiando a pica dele até o fundo da minha garganta!
Gonzalo começou a gemer, e os seus grunhidos e bufadas me avisaram que ele estava prestes a gozar. Mas não era isso que eu queria. Já teria tempo pra engolir o leite dele. Por enquanto, tava disposta a fazer aquele momento durar o máximo que pudesse, e tirei o pau dele da boca, segurando firme na base. Depois de alguns segundos, quando a vontade de gozar do Gonzalo diminuiu, me ajoelhei no chão, com os cotovelos apoiados no sofá. Fiz um sinal pro Gonzalo se aproximar. Queria que ele me comesse assim, no "estilo cachorrinho".
Não precisei pedir duas vezes e, em pouco tempo, o pau dele já estava entrando e saindo da minha buceta aberta. Tentava não gemer muito alto, mas a dose de pau que o Gonzalo tava me dando não deixava. Enquanto me comia com fúria, senti que tava chegando no clímax. Ele também percebeu, porque começou a me penetrar mais forte e rápido, se inclinando pra apertar com as mãos meus peitos, que balançavam no ritmo daquela fodida. Transamos nessa posição por mais de vinte minutos e eu gozei duas vezes. Não consegui evitar gritar com força enquanto gozava no pau de outro homem, com o risco de o Julián me ouvir. Depois, trocamos de posição de novo e eu obriguei ele a sentar no sofá, o que ele fez na hora, deixando o pau apontando pra cima. Aí eu sentei nele, com o rosto virado pro Gonzalo, meus peitos roçando no rosto dele.
Comecei a cavalgá-lo, devagar no começo, mas depois num ritmo acelerado, enfiando a pica gigantesca dele até o fundo da minha buceta molhada. Assim, não demorei pra sentir que tava perto do orgasmo de novo. Minhas nádegas quicavam sem parar nas coxas do Gonzalo, quando ouvi ele dizer: "Não aguento mais; vou gozar." Mal terminou de falar, soltou um gemido forte, rouco, quase animal, e encheu minha buceta com o esperma quente dele. Dava pra sentir os jatos de porra batendo com força lá dentro. A gente desabou no sofá e ficou naquela posição, com a pica dele ainda enterrada na minha buceta. Ficamos assim por uns minutos, aí eu desmontei e sentei do lado dele. Começamos a nos beijar e acariciar, nossas línguas se enroscando enquanto a gente se apalpava. Comecei de novo a acariciar e puxar a pica dele; tava pronta pra continuar o serviço.
Depois de um momento, parei de beijar o Gonzalo e fui direto pro pau dele, enfiando ele inteiro na boca. No começo, parecia que ele não ia reagir, mas depois de alguns minutos chupando, o pau dele começou a endurecer. Gonzalo me obrigou a deitar de costas e começou a me montar na posição missionária. Enquanto o pau dele entrava e saía da minha buceta com força, Gonzalo disse que eu era uma safada e que ia me mandar de volta pro meu marido com a buceta cheia de porra. Eu gemi aprovando a intenção dele, e a gente se olhava diretamente enquanto ele continuava entrando e saindo da minha buceta. Gonzalo tirava quase por completo e depois enfiava o pauzão dele até o fundo, quase me fazendo desmaiar de prazer. Eu me contorcia e gemia debaixo dele, e não demorou muito até ele pegar um ritmo bom de novo e me foder bem forte, tão forte que pensei que a gente ia quebrar o sofá. Meu marido nunca tinha me comido assim, nem quando a gente era mais novo.
A foda durou muito mais dessa vez, já que o Gonzalo tinha gozado antes; ia levar mais tempo pra levar ele ao limite de novo. Isso me deixou ter vários orgasmos durante os quarenta minutos seguintes em que a gente trepou em todas as posições imagináveis. Se eu soubesse do prazer que aquele pistolão ia me dar, não teria esperado tanto tempo e já teria comido o Gonzalo faz tempo. A gente continuou comendo de quatro feito uns bichos, quando, de repente, ele me surpreendeu: tirou o pau da minha buceta e apertou ele na entrada do meu cu. Meu marido não é muito fã de sexo anal e a gente raramente faz isso. Mas eu adoro, embora estivesse um pouco preocupada com o tamanho do pau do Gonzalo. Logo, todos os meus medos foram embora. A gente tava de novo comendo de quatro quando eu senti a cabeçona do pau dele na entrada do meu cu. Estiquei o braço pra ajudar ele a se guiar melhor.
Demorou um pouco, mas depois de um tempo o Gonzalo conseguiu enfiar a cabeça da pica dele no meu cu, arrancando um gemido tão forte que até ele fez “shhh”. Eu tava com o corpo tenso enquanto sentia ele me penetrando, parecia que era a primeira vez que alguém me comia pelo rabo. “Devagar, devagar”, falei pro Gonzalo, que lentamente, centímetro por centímetro, enterrou a pica dele até o fundo do meu cu. Foi uma sensação poderosa, uma mistura de muita dor e muito prazer. Aos poucos, com determinação, a gente pegou um bom ritmo e aquele “devagar, devagar” que eu tava falando virou um “Ah, sim, me fode mais forte no cu”. Nessa altura, eu já tava adorando aquela porra de foda no cu, e o Gonzalo também, prova disso foi ele me comendo o mais forte que podia: “Vou deixar teu cu arrombado, foxy, você vai pedir mais”, ele dizia. Era inacreditável a sensação de ter aquela pica gigante cravada até o fundo, abrindo meu esfíncter de um jeito incrível, destruindo tudo no caminho. Um novo orgasmo me pegou e eu perdi o mundo de vista, me contorcendo e gritando, com a vara do Gonzalo perfurando meu cu sem parar.
Pra essa altura, já tava há vários minutos metendo com aquela intensidade e o Gonzalo não aguentou mais e gozou com força, inundando dessa vez meu cu com vários jatos de porra quente e grossa. Depois que os dois saímos do pico do orgasmo, nos separamos e deitamos no sofá pra descansar um pouco. "Adorei. A gente tem que repetir isso de novo", falou o Gonzalo. "Fica tranquilo", respondi, "Ainda tem muita noite pela frente... e as que virão", falei sorrindo.
Depois de alguns minutos nos beijando e nos acariciando, fomos para o quarto de hóspedes, pelados e de mãos dadas. Naquela primeira vez, o Gonzalo não parou de meter a pica em mim a noite inteira, tanto na buceta quanto no cu. Ele tinha muita resistência e não teve dificuldade nenhuma pra manter o ritmo. Foi uma experiência incrível e muito excitante. Ao amanhecer, voltei pro meu marido e tomei um banho antes de deitar ao lado dele. No fim, acabei dormindo pensando no que ainda estava por vir.

Meu marido e eu conhecemos o Gonzalo e a Sandra há anos, e ficamos muito próximos desde que um amigo em comum nos apresentou, já faz mais de seis anos. O Gonzalo é quatro anos mais novo que eu e tem 35, mas parece ter 10 anos a menos. Ele é bem alto e se mantém em forma perfeita.
Sandra tem 32 anos, tem cerca de um metro e setenta, é magra e esbelta, além de ter um rosto muito atraente. Com certeza, ela é uma mulher muito gostosa. Eu, por outro lado, também não sou nada mal. Tenho um metro e setenta e três e tenho o corpo e a aparência bem sexys, sou bem voluptuosa – diferente da Sandra – e mantenho tudo no lugar certo, graças a me matar de treinar seis dias por semana na academia e, no geral, me cuidar bastante.
Faz um tempão que eu percebi que o Gonzalo tava afim de mim, tipo, eu sacava os olhares e as atenções dele, mas nunca incentivei nem passei de um flerte sem graça, onde ele sempre elogiava como eu tava bem pra minha idade e como eu ficava mais gostosa a cada ano. Sinceramente, eu curtia muito o Gonzalo, até porque dava pra ver um volume bonito na calça dele, mas sentia que não devia arriscar a amizade que a gente, os quatro, tinha construído. Até agora.
Uma noite em particular, a gente tava se arrumando pra encontrar o Gonzalo e a Sandra, com a intenção de ir num bar tomar uns drinques. Enquanto eu tava no banheiro, o Julián – meu marido – e eu começamos a falar sobre nossos amigos e o quanto a gente era próximo. De repente, o Julián brincou sobre como o Gonzalo não se importaria de ser ainda mais próximo de mim. Virei pra ver meu marido, completamente pelada, e falei: "O que você quer dizer com isso.
Francamente, o comentário dele me surpreendeu. Mas Julián me respondeu: "Ah, qual é, com certeza você já percebeu como ele te olha quando a Sandra não está. Acho que ele daria o braço direito pra te comer." Dito isso, ele caiu na risada, me deixando pasma. Julián deixou o assunto de lado, mas eu não conseguia tirar aquilo da cabeça. Decidi terminar de me arrumar pra clarear um pouco a mente. Vestí um vestido preto bem decotado que deixava boa parte dos meus peitos à mostra e valorizava minhas coxas longas e bem torneadas. Me olhei no espelho satisfeita e considerei que estava "vestida pra matar.
Julián e eu chegamos no bar às 8 da noite e encontramos o Gonzalo sentado sozinho numa mesa. Ele contou que a Sandra teve que ir cuidar da mãe, que tava meio dodói, e que tudo aconteceu em cima da hora. Foi meio decepcionante, mas mesmo assim a noite ainda tinha potencial pra ser boa. Percebi que meu marido tava bem animado por causa do álcool e tava bem efusivo enquanto a gente conversava. Já o Gonzalo, não demorou pra começar com o flerte e uns comentários meio pesados. Me surpreendi do Julián não falar nada, mas afinal éramos amigos e acho que ele não levou muito a sério.
Depois de uma hora e meia, o Julián sugeriu que a gente pegasse um táxi e fosse pra casa. Na hora, sem pensar muito, falei pro Gonzalo que, em vez de voltar pra casa vazia dele, era melhor passar a noite com a gente e dormir no quarto de hóspedes. Meu marido adorou a ideia e ainda incentivou o Gonzalo a vir com a gente. Na real, não demorou pra convencê-lo, acho que ele tava morrendo de vontade de nos acompanhar. Mas naquele momento, vi um brilho nos olhos dele e um sorriso que me deixaram meio nervosa.
Chegamos em casa em menos de vinte minutos e o Julián trouxe três cervejas da geladeira. Sentamos na sala pra bater um papo. Eu e o Gonzalo sentamos no sofá grande, e o Julián sentou bem na frente, no sofá favorito dele. Ficamos bebendo e falando de coisas bestas por quase uma hora, até que meu marido disse que a cabeça tava começando a doer e que parecia o começo de uma enxaqueca. Ele se desculpou com o Gonzalo e falou que ia tomar um remédio e dormir, porque era o único jeito de evitar.
O Gonzalo disse pra ele não se preocupar, e eu falei que ia ficar só mais um pouco e depois iria fazer companhia pra ele. Quando o Julián foi embora, o Gonzalo foi na cozinha e voltou com mais duas cervejas. A gente ficou conversando animado por uns minutos, e logo ele começou com os ataques de sempre. Dessa vez também não incentivei, mas eu ria e respondia de um jeito provocante. Tava me sentindo meio quente e ansiosa, talvez porque tava um pouco bêbada ou talvez porque lembrava dos comentários do Julián.
Continuamos bebendo e rindo, e os olhares do Gonzalo estavam cada vez mais intensos. No começo, me sentia meio culpada pela situação e pensava na Sandra, mas aos poucos fui relaxando e me deixando levar. Só que chegou uma hora que já tava tonta o suficiente e falei pro Gonzalo que por hoje já deu, que ia dormir. Ele sugeriu um último gole antes de encerrar a noite. Falei que primeiro ia ver se o Julián tava bem. Fui no quarto e encontrei ele apagado. Dei uma leve mexida nele, e nada, os roncos só aumentaram. Voltei pro Gonzalo e falei que o mais provável era o Julián só acordar no dia seguinte.
Sentei do lado do Gonzalo e ele pareceu interpretar meu anúncio como um sinal verde, porque na mesma hora começou a acariciar uma das minhas coxas com a mão livre. Eu não reclamei, só continuei conversando, cada vez em assuntos mais quentes — o Gonzalo até repetiu várias vezes o quanto ele curtia sexo pesado. Ele tava no modo tesão e eu percebia, mas não conseguia — ou não queria — evitar. Minha paquera tava cada vez mais descarada, eu ria de toda piada que o Gonzalo fazia, jogava a cabeça pra trás e caprichava pra mostrar meus peitos por causa do decote generoso.
Não demorou muito até que o Gonzalo se inclinou pra mim, com a clara intenção de me beijar. Ficamos suspensos por uns instantes, acho que ele pensou que eu ia recusar, mas não fiz nada pra me afastar. Talvez eu devesse ter pensado melhor. Talvez não. O fato é que, sem encontrar rejeição, os lábios do Gonzalo logo encontraram os meus. Começamos a nos beijar só com os lábios, mas logo estávamos nos beijando de um jeito sensual, com as bocas bem abertas e entrelaçando as línguas. O Gonzalo começou a massagear meus peitos, o que me fez gemer de prazer. A sorte estava lançada.
Pensei no Julián, dormindo a poucos metros, e na Sandra, cuidando da mãe dela, mas por algum motivo, aquilo me excitava ainda mais. Comecei a massagear a piroca do Gonzalo por cima da calça dele e depois puxei o zíper pra baixo, com a intenção de pegar na piroca dele, já dura.
Paramos de nos beijar e eu tirei o vestido e o sutiã rapidinho. Meus peitos balançaram quando se libertaram da prisão. Antes que eu percebesse, o Gonzalo já tinha a cabeça enterrada nos meus peitos, com um dos meus mamilos na boca dele e massageando o outro com os dedos. Eu o afastei com cuidado e mandei ele ficar de pé. Ele obedeceu na hora e comecei a tirar a calça dele, que caiu no chão junto com a cueca. Peguei na pica dele enquanto ele terminava de se livrar da roupa e comecei a masturbar ele devagar, era exatamente como eu imaginei, uau que pica, porra. O Gonzalo gemeu de prazer enquanto eu passava minhas mãos na pica dele, completamente dura. Fiquei surpresa com o tamanho, devia ter uns 25 cm e era bem grossa também. Sorri ao pensar no quanto ia aproveitar quando ele enfiasse aquele pauzão na minha buceta. A pica do meu marido não chega a 13 cm e faz tempo que eu não curtia uma pica boa, grande, grossa, vibrante e dura, que me preenchesse com o volume dela. Não ia desperdiçar essa oportunidade.
Eu tava sentada no sofá, bem na frente do Gonzalo, que tava parado na minha frente com a tranca dele na altura da minha boca. Peguei a bunda dura dele com as mãos e puxei ele pra perto, enquanto beijava as bolas dele e passava a língua por todo o comprimento do pauzão dele. Devagar, fechei meus lábios em volta da cabeçona daquela pica. O Gonzalo começou a mexer o quadril pra frente e pra trás de leve, fodendo minha boca devagar enquanto eu conseguia enfiar mais e mais daquela pica enorme na minha boca faminta. Logo, eu tava fazendo um "boquete profundo" nele, algo que eu achei que seria impossível, mas ali tava eu, com o nariz quase colado na pélvis dele e a língua por baixo do tronco do pau dele. Chupei ele por uns dez minutos e aí o Gonzalo, como se tivesse procurando uma posição melhor pra foder minha boca, colocou um pé no sofá e segurou minha nuca. Ele realmente tava enfiando a pica dele até o fundo da minha garganta!
Gonzalo começou a gemer, e os seus grunhidos e bufadas me avisaram que ele estava prestes a gozar. Mas não era isso que eu queria. Já teria tempo pra engolir o leite dele. Por enquanto, tava disposta a fazer aquele momento durar o máximo que pudesse, e tirei o pau dele da boca, segurando firme na base. Depois de alguns segundos, quando a vontade de gozar do Gonzalo diminuiu, me ajoelhei no chão, com os cotovelos apoiados no sofá. Fiz um sinal pro Gonzalo se aproximar. Queria que ele me comesse assim, no "estilo cachorrinho".
Não precisei pedir duas vezes e, em pouco tempo, o pau dele já estava entrando e saindo da minha buceta aberta. Tentava não gemer muito alto, mas a dose de pau que o Gonzalo tava me dando não deixava. Enquanto me comia com fúria, senti que tava chegando no clímax. Ele também percebeu, porque começou a me penetrar mais forte e rápido, se inclinando pra apertar com as mãos meus peitos, que balançavam no ritmo daquela fodida. Transamos nessa posição por mais de vinte minutos e eu gozei duas vezes. Não consegui evitar gritar com força enquanto gozava no pau de outro homem, com o risco de o Julián me ouvir. Depois, trocamos de posição de novo e eu obriguei ele a sentar no sofá, o que ele fez na hora, deixando o pau apontando pra cima. Aí eu sentei nele, com o rosto virado pro Gonzalo, meus peitos roçando no rosto dele.
Comecei a cavalgá-lo, devagar no começo, mas depois num ritmo acelerado, enfiando a pica gigantesca dele até o fundo da minha buceta molhada. Assim, não demorei pra sentir que tava perto do orgasmo de novo. Minhas nádegas quicavam sem parar nas coxas do Gonzalo, quando ouvi ele dizer: "Não aguento mais; vou gozar." Mal terminou de falar, soltou um gemido forte, rouco, quase animal, e encheu minha buceta com o esperma quente dele. Dava pra sentir os jatos de porra batendo com força lá dentro. A gente desabou no sofá e ficou naquela posição, com a pica dele ainda enterrada na minha buceta. Ficamos assim por uns minutos, aí eu desmontei e sentei do lado dele. Começamos a nos beijar e acariciar, nossas línguas se enroscando enquanto a gente se apalpava. Comecei de novo a acariciar e puxar a pica dele; tava pronta pra continuar o serviço.
Depois de um momento, parei de beijar o Gonzalo e fui direto pro pau dele, enfiando ele inteiro na boca. No começo, parecia que ele não ia reagir, mas depois de alguns minutos chupando, o pau dele começou a endurecer. Gonzalo me obrigou a deitar de costas e começou a me montar na posição missionária. Enquanto o pau dele entrava e saía da minha buceta com força, Gonzalo disse que eu era uma safada e que ia me mandar de volta pro meu marido com a buceta cheia de porra. Eu gemi aprovando a intenção dele, e a gente se olhava diretamente enquanto ele continuava entrando e saindo da minha buceta. Gonzalo tirava quase por completo e depois enfiava o pauzão dele até o fundo, quase me fazendo desmaiar de prazer. Eu me contorcia e gemia debaixo dele, e não demorou muito até ele pegar um ritmo bom de novo e me foder bem forte, tão forte que pensei que a gente ia quebrar o sofá. Meu marido nunca tinha me comido assim, nem quando a gente era mais novo.
A foda durou muito mais dessa vez, já que o Gonzalo tinha gozado antes; ia levar mais tempo pra levar ele ao limite de novo. Isso me deixou ter vários orgasmos durante os quarenta minutos seguintes em que a gente trepou em todas as posições imagináveis. Se eu soubesse do prazer que aquele pistolão ia me dar, não teria esperado tanto tempo e já teria comido o Gonzalo faz tempo. A gente continuou comendo de quatro feito uns bichos, quando, de repente, ele me surpreendeu: tirou o pau da minha buceta e apertou ele na entrada do meu cu. Meu marido não é muito fã de sexo anal e a gente raramente faz isso. Mas eu adoro, embora estivesse um pouco preocupada com o tamanho do pau do Gonzalo. Logo, todos os meus medos foram embora. A gente tava de novo comendo de quatro quando eu senti a cabeçona do pau dele na entrada do meu cu. Estiquei o braço pra ajudar ele a se guiar melhor.
Demorou um pouco, mas depois de um tempo o Gonzalo conseguiu enfiar a cabeça da pica dele no meu cu, arrancando um gemido tão forte que até ele fez “shhh”. Eu tava com o corpo tenso enquanto sentia ele me penetrando, parecia que era a primeira vez que alguém me comia pelo rabo. “Devagar, devagar”, falei pro Gonzalo, que lentamente, centímetro por centímetro, enterrou a pica dele até o fundo do meu cu. Foi uma sensação poderosa, uma mistura de muita dor e muito prazer. Aos poucos, com determinação, a gente pegou um bom ritmo e aquele “devagar, devagar” que eu tava falando virou um “Ah, sim, me fode mais forte no cu”. Nessa altura, eu já tava adorando aquela porra de foda no cu, e o Gonzalo também, prova disso foi ele me comendo o mais forte que podia: “Vou deixar teu cu arrombado, foxy, você vai pedir mais”, ele dizia. Era inacreditável a sensação de ter aquela pica gigante cravada até o fundo, abrindo meu esfíncter de um jeito incrível, destruindo tudo no caminho. Um novo orgasmo me pegou e eu perdi o mundo de vista, me contorcendo e gritando, com a vara do Gonzalo perfurando meu cu sem parar.
Pra essa altura, já tava há vários minutos metendo com aquela intensidade e o Gonzalo não aguentou mais e gozou com força, inundando dessa vez meu cu com vários jatos de porra quente e grossa. Depois que os dois saímos do pico do orgasmo, nos separamos e deitamos no sofá pra descansar um pouco. "Adorei. A gente tem que repetir isso de novo", falou o Gonzalo. "Fica tranquilo", respondi, "Ainda tem muita noite pela frente... e as que virão", falei sorrindo.
Depois de alguns minutos nos beijando e nos acariciando, fomos para o quarto de hóspedes, pelados e de mãos dadas. Naquela primeira vez, o Gonzalo não parou de meter a pica em mim a noite inteira, tanto na buceta quanto no cu. Ele tinha muita resistência e não teve dificuldade nenhuma pra manter o ritmo. Foi uma experiência incrível e muito excitante. Ao amanhecer, voltei pro meu marido e tomei um banho antes de deitar ao lado dele. No fim, acabei dormindo pensando no que ainda estava por vir.

1 comentários - Levaram no meu cu com força.