A asiática aproveitou a chance pra virar o jogo com aquele poder incomum dela, o que fez ele rir quando de repente se viu de costas. "Acho que você vai ganhar essa", disse ela com um sorriso. Ele abriu as pernas, revelando ainda mais a rola enorme no meio, enquanto ela entrava de fininho, rastejando na cama até ficar cara a cara com a porra da pica branca e suculenta dele. Com olhos calorosos, ela lambeu os lábios carnudos e imediatamente envolveu as duas mãos na base do pau, começando a girar os dedos, deixando espaço suficiente pra metade da rola e a cabeça ficarem de fora.Sem hesitar, ela mergulhou e deu um beijo longo e molhado na cabeça do pinto dele, começando a lamber o líquido pré-gozo que escapava com a ponta da língua, antes de seguir devagar o rastro de suco pelo tronco até chegar nas mãos dela. Loid observava tudo com admiração, amando como ela parecia corresponder à excitação intensa e à necessidade que ele sentia por ela, e deixou ela fazer o que queria enquanto se recostava e brincava com o cabelo dela.
"Olha só minha esposa asiática gostosa, me servindo com tanta fome..." Ele disse enquanto enroscava um fio preto que caiu. Ela murmurou contra o pau dele, antes de pegar a cabeça na boca devagar, começando a chupar enquanto ele sentia a sensibilidade intensa e o calor da língua dela nele.
Parecia que a rola dele estava sendo sugada pra um lugar desconhecido que oferecia tanto conforto e atrito no pinto carente dele. A língua dela girava contra a glande inchada dele, lambidas pequenas e tentadoras que arrancavam os gemidos mais obscenos dele.
Ele seguiu o ritmo dela, empurrando devagar o quadril pra enterrar mais o pau na boca dela quando viu que ela tava afim, admirando como as bochechas dela se encaixavam no membro dele enquanto chupava. Loid jogou a cabeça pra trás, saboreando o momento antes que ela tirasse o pau da boca com um estalo molhado.
"Loid-san, você tem um gosto tão bom..." Ela sussurrou. fracamente enquanto já começava a ficar confusa de tesão. A buceta dela tava pegando fogo. Intacta, ignorada, vestida, tudo enquanto ela fazia o trabalho com o marido. Mas ela não ligava o suficiente, só queria agradar ele. "Sou sua propriedade", repetiu de novo antes de mergulhar de volta. Dessa vez, ela pegou mais e mais do pau dele até bater na garganta e, felizmente pra ela, conseguiu controlar o reflexo de ânsia, que nem parecia afetá-la. Enquanto olhava pra ela, Loid ficou impressionado e insistiu em empurrar mais da rola dele pra dentro. "Abre, tira as mãos e engole mais da minha rola branca na sua boca quente", falou bem firme, e Yor era tímida demais pra admitir que gostava. Mas o simples rubor nas bochechas dela se entregou fácil demais, e Loid segurou a cabeça dela pelo cabelo enquanto começava a manipular do jeito que ele queria. Ele moveu a cabeça dela pra cima e pra baixo no pau dele, usando ela como um buraco de carne humana enquanto enfiava a boca quente dela na rola, sentindo a garganta dela se abrir pra caber ele. No começo foi devagar, mas vendo como ela aguentava com tanta graça, ele decidiu começar a ir mais rápido e com mais força. Ele agarra o cabelo dela com força enquanto empurra o pau inchado dele fundo na garganta dela, fazendo ela quase engasgar e ofegar por ar. É tão intenso que os sons de chupadas molhadas enchem o quarto enquanto ele fode a boca dela com força, grunhindo: "Porra! Como você tá mandando bem, Yor! Isso!" Falou entre os dentes enquanto começava a acelerar. Enquanto fodía a boca dela, com a ponta deslizando pelas partes mais fundas da garganta, ele percebe que os olhos da esposa encheram de lágrimas que escorriam pelas bochechas dela. A boca dela tá bem aberta enquanto ela luta pra recuperar o fôlego, com um fio de saliva escorrendo pelo queixo, caindo devagar no pescoço e nos peitos dela. O rosto de Loid exibe uma expressão de prazer e dominação enquanto controla cada movimento dela, alternando entre estocadas lentas e profundas e rápidas e rasas que a deixam sem fôlego. O quarto se enche com os sons da rola dele fazendo ela gargarejar na garganta, gemidos e suspiros, e o gemido ocasional de Yor, que estava mais do que satisfeita. "Parece que você está adorando ser meu brinquedo de merda..." comentou ele enquanto ela tentava balançar a cabeça através do aperto dele sobre ela. Ela estava com a boca cheia de rola e mal conseguia emitir um som. "Não me entenda mal, você é minha linda e amada esposa." acrescentou ele para tranquilizá-la. "Mas isso não te impede de satisfazer seu marido, né?" continuou ele. Tudo isso estava levando Yor a se tornar uma criatura voraz, faminta por rola. Ela esperava que Loid gozasse logo para finalmente poder sentir ele dentro dela.
A boca dela se apertou em volta dele, os lábios carnudos formaram um selo no pau dele e apertaram, fazendo de tudo pra bombar a vara sensível dele. Ela sentia a garganta esquentando, chegando perto da base do Loid, que começou a sentir o prazer intenso fervendo nas bolas dele, pronto pra gozar a qualquer momento. Yor lutou pra engolir e Loid não conseguiu evitar de elogiar ela."Você fica tão gostosa quando tá chupando meu pau tão fundo na sua boca", ele disse enquanto ela sugava as bochechas e massageava ele, "Você adora ser propriedade de um pau branco, né? Queria ouvir você dizer isso, mas é uma pena que sua boca tá cheia de mim!" Yor tava cobrindo ele de saliva e lambendo cada veia que encontrava. Ela passou a língua por elas enquanto ofegava por ar ao mesmo tempo, mas sem parar nem um segundo, preparando ele pra que pudesse gozar na boca dela. "Porra! Parece que você quer que eu goze dentro..." Comentou Loid, que não encontrou resistência. "Tá bom, então", avisou quando as estocadas dele de repente ficaram muito mais calculadas, fodendo ela enquanto sentia o orgasmo chegando. "Você vai engolir toda minha porra, Yor..." Ele rosnou quando a voz dele atingiu o auge. Yor não conseguiu evitar de manter os olhos abertos, admirando o marido branco gostoso se aproximando, batendo os cílios molhados pra ele, e logo ele já tava gozando, disparando grossos jatos dentro da boca dela, fazendo litros de porra escorrerem pela garganta dela e espalharem pela boca inteira numa explosão de sêmen. Ela engoliu tudo com fome, sem deixar uma gota se perder enquanto enchia a boca dela, e um Loid exausto tirou o pau da sucção dos lábios dela com um POP alto, o pau pulsante dele recebendo gotas perdidas de porra que caíram em todo lugar, do nariz ao queixo, e finalmente escorreram pros peitos dela. Depois ele desabou ao lado dela na colchão, os dois recuperaram o fôlego enquanto se olhavam nos olhos. A tensão sexual não tinha diminuído nem um pouco e os dois ainda se desejavam loucamente. Loid se arrastou até Yor, o pau dele ainda duro como pedra apesar do orgasmo enorme, e se posicionou na entrada dela. "Espera... tive uma ideia melhor", interrompeu a ação e a virou de bruços, os peitos pesados amorteceram a queda quando ela aterrissou sobre eles com um gemido, e Loid abriu as pernas dela enquanto empurrava o rosto dela contra o colchão. "Assim, posso ver a tatuagem muito melhor..." Ele disse mordendo o lábio e colocou uma mão na curva da lombar dela para que ela arqueasse mais fundo, o que ela fez. Dessa posição, ele podia ver perfeitamente a bunda em formato de pêssego, aberta o suficiente para Loid admirar a calcinha fio dental que quase revelava a buceta dela por trás. Inchada e ensopada, escorria pelo tecido que ele imediatamente arrancou do corpo dela enquanto ela ofegava: "Mmhm! Loid-san! Vai com calma..." Ela gemeu obscenamente enquanto a excitação subia à cabeça. Podia sentir um nó de calor se formando na parte inferior do corpo, a buceta em chamas ao ficar exposta ao ar. Loid sorriu ao vê-la completamente nua. "Que buceta asiática linda... Fiz uma boa escolha quando te escolhi, Yor..." Pensou em voz alta, fazendo ela mexer a bunda no ar como um bichinho feliz. "Vou te comer gostoso essa noite, entendeu?" Perguntou enquanto traçava com um dedo a tatuagem nova dela, sorrindo para si mesmo. "Vou te encher de porra", se surpreendeu ao dizer isso. Yor imediatamente ficou vermelha de vergonha. "Loid-san!" Gritou enquanto escondia o rosto no colchão. "Não posso ter certeza-" Tentou dizer, de repente interrompida por um pau grosso que penetrou a buceta dela a seco. "AHHH!" "Tava falando o quê?" Perguntou Loid de novo com um sorriso no rosto. "Não pode ter certeza? Por quê? Vai engravidar? Enquanto dizia isso, começou a enfiar o pau mais fundo na buceta dela, que já estava tão lubrificada que dava pra entrar até a metade sem problema. Ele separou os lábios inchados dela pra encaixar, e ela o envolveu tão perfeitamente que ele podia gozar na hora. As entranhas dela eram tão quentes, mas tão apertadas, que ele se viu incapaz de enfiar mais fundo.
“S-Sim! Acho que o Loid-San não iria querer isso…” Ela disse hesitante, mesmo que seu corpo amasse a penetração crua e natural da pica branca dele bem no fundo dela. “Quem disse?” Ele perguntou enquanto parava. As mãos dele foram para a cintura curvada dela, moldando a figura esbelta dela entre os dedos enquanto ele abaixava o peito até se encaixar perfeitamente na curva das costas dela. A boca dele estava a centímetros da orelha dela e ele sussurrou: “Eu quero te engravidar, Yor. Quero colonizar essa sua buceta asiática e enchê-la com minha semente branca, entendeu? Você vai inchar com meu bebê branco, virar minha propriedade que só pertence a mim.” As palavras dele mandaram choques elétricos por Yor, que começou a tremer com o toque dele. O rosto dela ficou ainda mais vermelho e os joelhos quase cederam, fazendo ela cair na cama, segura por Loid, que sorriu com sucesso. “Então, o que você me diz?” Os dedos dele seguraram os peitos pesados dela de um jeito pra mantê-la ereta enquanto ele se enterrava dentro da buceta dela, o som molhado e úmido da buceta encharcada dela ecoando pelo quarto inteiro. Ele estava muito feliz que podiam ser tão barulhentos quanto quisessem, já que tinham levado a Anya pra uma festa do pijama depois do trabalho. A ideia de que ele e a esposa estavam sozinhos, capazes de foder a noite toda e o mais forte que pudessem, foi o pensamento mais apetitoso que ele já teve. “Mmmm… SIM! Eu… eu quero isso…” Gemeu Yor, que já estava perdendo a cabeça, começando a se hipnotizar pela pica do homem branco. “Sua pica branca é tão grande…” Ela gritou enquanto a rachadura dela tentava desesperadamente se adaptar ao membro do marido. “Então e daí? Você é uma orgulhosa rainha de copas, aguenta…” Sussurrou Loid suavemente, a calma dele, mas os instintos animais, se misturando nos movimentos dele que eram duros mas lentos. Cada estocada dele era como fogos de artifício dentro do corpo de Yor, que não conseguia evitar que o corpo e o clitóris pulsassem contra ele, a buceta dela se fechava contra o eixo, quase prendendo ele dentro da sua caverna quente de carne. "Porra, você é tão gostosa..." Ele acrescentou enquanto batia num ponto sensível específico nas paredes da Yor, fazendo ela de repente apertar mais forte em cima dele. Os corpos deles reagiam em harmonia um com o outro, o BWC do falsificador se enfiava dentro da sua esposa asiática, fazendo ele desaparecer no corpo dela assim que saía. Ela não conseguia acompanhar o ritmo, o corpo dela era incapaz de aguentar o prazer intenso, sentindo a ponta dele batendo no ponto G dela a cada estocada. "LOID-SAN... AHM... SE VOCÊ CONTINUAR, EU..." Ela gritou desesperada enquanto os olhos dela reviravam, empurrando a bunda gorda dela contra ele pra ser fodida mais fundo. "O que você vai fazer?" Perguntou Loid quando de repente começou a meter mais rápido na boceta dela, o pau dele deslizava pra dentro e pra fora com tanta facilidade por causa da lubrificação que ela começou a tremer. "EU... VOU GOZAR!! MMHMMMM... AHM... EU... TÔ GOZANDOOO..." Ela gritou, o corpo inteiro dela tremendo nas mãos dele enquanto as curvas dela pulavam e batiam uma na outra, a bunda dela batendo tão forte que ecoava pelo quarto inteiro. Sons de carne, de buceta molhada e de sexo enchiam a casa, e Yor sentiu o clímax dominar ela. Ela não conseguiu parar o tremor incontrolável em cima do pau do Loid, agindo como um vibrador contra o membro dele que sentia cada contração da buceta dela, e logo ele tava jorrando litros de porra por toda a virilha do marido dela. Vazou pra todo lado, poças de esperma grosso feminino mancharam os lençóis e os dois, já que eles já estavam suados, cheios de sucos sexuais e cansados, mas Loid não tinha terminado. "Boa garota, gozar tão gostosa no meu pau... Ah, eu senti tudo!" Ele elogiou ela e ela ficou ali sem fôlego enquanto ele não parava de foder ela. Os corpos deles continuavam se batendo um contra o outro e os gemidos da Yor já recomeçavam, soando ainda mais altos que antes, enquanto a buceta molhada dela engolia o pau dele ainda mais fundo dessa vez. "AHHMM... AMO SEU PAU BRANCO..." Ela gritou, aparentemente tão perdida no prazer que nem percebeu a obscenidade das próprias palavras. "SOU SUA! OOH... SUA PROPRIEDADE... FAZ O QUE QUISER COMIGO..." Ela implorou de novo, o olhar do Loid fixo na tatuagem dela enquanto ele ria baixinho. "É, você é... A rainha de copas mais gostosa, a única e mais sexy asiática que eu tenho..." Ele completou. As palavras dela e as dele foram o suficiente pra deixá-lo excitado. Nessa posição, ele tinha uma vista perfeita da rainha de copas bem desenhada gravada na pele dela.
Enquanto isso, Yor ficava ainda mais excitada do que antes. "EU AMO A SENSAÇÃO DE ESTAR COM UM HOMEM DE VERDADE... MHMM... SEU PAU TÁ BEIJANDO MINHA BARRIGA... AH... MAL POSSO ESPERAR PRA TER SEU BEBÊ BRANCO DENTRO DE MIM..." Ela gemeu antes de enfiar o rosto no colchão e dar a Loid um acesso melhor. Ela arqueou ainda mais as costas, mostrando o quanto tava ansiosa por aquilo, implorando. "MHMMM... HOMENS BRANCOS SÃO OS MELHORES..." Ela gritou quando ele acertou o ponto G dela de novo, batendo nele enquanto aprendia a lição. A personalidade observadora dele só permitiu que ele analisasse cada reação dela aos movimentos, guiando ele pra fazer ela gozar o mais rápido possível. "Isso aí, goza pro meu pau branco de novo..." Ele incentivou enquanto ela parecia ficar mais louca a cada segundo. “MHMM…ME USA PRA TE ALIVIAR SEXUALMENTE- AHM…É PRA ISSO QUE SERVE MULHER ASIÁTICA! PRA SATISFAZER HOMEM BRANCO IGUAL VOCÊ…” A respiração dela começou a falhar, pulando alguns suspiros enquanto ela ofegava e os olhos reviravam de novo. Ela levantou a cabeça, com a língua pendurada nos lábios carnudos enquanto começava a gozar sem controle de novo, ajudada pelo dedo de Loid no clitóris dela. Ele esfregou e estimulou ela até o ponto em que ela explodiu nas mãos dele e no pau inteiro. "É pra isso que servem mulheres asiáticas gostosas como você, isso mesmo... Pra serem possuídas e criadas..." Ele concordou com ela. Usou aquilo como lubrificante pra se enterrar de novo, o pauzão dele formando um calo no corpo apertado dela enquanto ela gritava e gozava uma e outra vez por ele. Loid começou a sentir o orgasmo se contorcendo na base do estômago enquanto bombeava dentro da esposa, o pau sendo ordenhado nela como uma ordenhadeira automática, e ele sentia ela apertando e envolvendo ele com tanta força que ia partir ele ao meio. Ele tava grunhindo contra a pele dela quando o próprio orgasmo trouxe o dele logo, e em segundos, o pau dele começou a despejar a reserva de porra o mais fundo que podia dentro da barriga dela. A ponta dele tava disparando o mais longe que conseguia, fazendo a Yor sentir fisicamente os jatos batendo em todo canto do estômago dela, e ela gozou de novo. A barriga dela tava inchando com a quantidade absurda de porra que ele tava jogando, e ela aceitou tudo com olhos carinhosos. “MMHM… ISSO! SOLTA TODA A SUA SEMENTE DENTRO DE MIM… AHM… PORRA… ISSO! COLONIZA MEU ÚTERO… ME ENCHE COM SUA PORRA BRANCA!” Ela implorou, e pra sorte dela, o Loid não tava por perto. O pau dele ficou enterrado na buceta dela por uns minutos inteiros, e esvaziou as bolas pesadas dentro do estômago dela, falando com ela enquanto ela desabava. “É isso, seja minha boa descarregadora de porra asiática… Porra…” Ele grunhiu enquanto se juntava a ela na cama, o pau finalmente saindo dela com um barulho, quebrando o selo do pau dele que tava segurando tudo. Rios de porra escorriam da buceta da Yor num creampie da semente de homem branco dele. “Não aguento… Espera… Mais…” Yor gemeu, a bunda arrebitada ainda no ar enquanto tentava recuperar o fôlego. “Ah, ainda não terminei”, respondeu o Loid, que já tava de joelhos ao lado dela, e virou ela de barriga pra cima enquanto abria as pernas dela. A barriga dela tava manchada de porra que tinha escorrido, e ele usou um dedo pra pegar um pouco e levar aos lábios, antes de lamber e saborear. Loid sorriu com a ação. “Você ama tanto assim minha porra?” “É… Um gosto tão viril, másculo que só homem branco tem…” Ela disse fraca num gemido. Loid já tava esfregando a ponta inchada dele entre os lábios dela, se esfregando na porra e espalhando enquanto enfiava dentro dela. “Vou te foder com minha própria porra.” Ele avisou antes de começar a meter dentro dela. O pau dele ainda tava tão duro quanto quando entrou no quarto. Ele segurou o corpo dela As mãos dele, aproveitando com carinho da carne dela enquanto entrava e saía da buceta dela, os sons molhados dos sucos e da porra dele batendo dentro da barriga dela. "Tá gostoso ter tanta porra no teu útero?" Ele perguntou com um grunhido, separando os lábios inferiores dela pra encaixar o pauzão grosso.
Era grosso e, na posição missionária, Yor parecia ainda mais apertada do que o normal. Ele teve que se segurar para não gozar de novo assim que sentiu as pulsações incontroláveis dela ao redor. Não conseguia controlar as próprias batidas, o pau dele endurecia dentro dela e a estimulava, e os dois gemiam juntos. "Mmhmm… Loid…" Ela gemeu, sem energia. "Me fode, por favor… sou sua putinha branca…" Loid absorvia cada palavra dela como um sinal pra ir ainda mais forte e bruto. O pau dele tava esticando a buceta dela, moldando ela pra se encaixar só no pau dele e de mais ninguém. Ele enfiou com força dentro da buceta dela, as bolas pesadas batendo na carne que já tava vermelha de tanto empurrar, e ela não conseguiu segurar os gemidos obscenos. Os olhos dela reviraram enquanto ela começava a gemer com sons curtos e agudos. O corpo inteiro de Yor pulava com cada estocada do Loid, se adaptando a ele enquanto se encaixavam como peças de um quebra-cabeça. Ela gemeu alto quando Loid começou a meter fundo e pesado. O pau dele ia tão fundo que roçava no colo do útero cheio de porra, o suficiente pra fazer ela tremer de arrepios. A sensação era intensa e ela teve que prender a respiração enquanto ele segurava os quadris dela, os dedos cravando nas curvas enquanto puxava ela mais pra perto. O prazer foi quase demais enquanto ele continuava metendo, ainda mais forte do que antes. Ela tava completamente sob o controle dele, só deitada na cama enquanto ele fazia todo o trabalho. Ela olhou pra ele com os olhos brilhando e disse: "Adoro servir meu marido asiático. Por favor, me usa pro teu prazer, Loid-san…" Então, Loid levou um dedo ao clitóris dela e começou a esfregar devagar, sem parar de explorar a buceta melada dela. O pau dele tava enterrado nela, os dedos brincavam com as partes mais sensíveis e a outra mão começou a vagar pela parte de cima do corpo dela de novo. Ele levantou a mano, agarrando os peitos dela com força, apertando e amassando enquanto redobra os esforços no clitóris dela. A Yor sentia a pressão familiar crescendo dentro dela de novo, e sabia que tava chegando no limite. O corpo dela começa a tremer, a cama range forte enquanto ele continua batendo contra a parede, o prazer dela aumenta e se aprofunda. A barriga dela ardia com um fogo de prazer, a buceta dela ainda escorrendo o esperma que o marido tinha gozado antes. "MMHM… TO GOZANDO DE NOVO…" Ela gemeu e ele começou a ir mais rápido. "Goza no meu pau branco, Yor. Eu sei que você ama!" E ela foi lá e fez, o corpo inteiro tremendo de prazer, vibrando por todo lado enquanto a buceta dela apertava ele de novo, os dedos dos pés curvando e as coxas grossas tremendo de pura felicidade enquanto alcançava o nirvana dela. O aperto frenético da buceta dela só ajudou o Loid a chegar no limite, e ele teve que se segurar por uns segundos antes de se render completamente ao prazer do pau dele. As bolas dele pareciam que tavam explodindo em fogos de artifício de esperma, jorrando pra todo lado de novo dentro da Yor, e ele não conseguiu evitar gemer o nome dela. "Porra, Yor... Sua buceta asiática apertada é tão gostosa..." Enquanto disparava montes e montes de esperma fértil dentro dela, garantindo que enfiava o mais fundo possível enquanto metia o pau, as bolas dele batendo na bunda dela com força pra garantir que tava até o talo. Ele encheu ela até a borda com rios de porra pegajosa, e os olhos dela viraram com o impacto do jato dentro dela. Ela tava deitada numa poça de esperma, cobrindo as coxas e a bunda dela, escorrendo dela num creampie sensual. Os corpos deles tremeram um contra o outro, a Yor gozou de novo no pau do marido, que ficou dentro dela por uns minutos antes de amolecer, e se retirou sozinho com um barulho quando ele desabou. Junto dela. Um gêiser de porra jorrava da buceta da Yor enquanto ela ainda escorria, restos dos orgasmos anteriores, formando uma poça de sêmen ao redor da cama. Os dois se olharam com olhos cheios de amor, antes de se beijarem profundamente, seus corpos suados e exaustos se fundindo no abraço um do outro. "Tô tão cheio da sua massa de bebê..." comentou Yor. "Isso te torna oficialmente minha propriedade, minha rainha." Ele respondeu enquanto o dedo dele traçava suavemente a omoplata dela, onde estava a tatuagem. "Você é oficialmente propriedade de brancos." A mulher asiática sorriu contra os lábios dele, seu amor reconfortante e dedicação ao marido branco, a intimidade crescendo no ar enquanto se abraçavam, sem fôlego. "Você acha que eu tô grávida do seu bebê?" Ela perguntou com uma timidez que nem sabia que tinha, e tentou esconder o rosto na curva do pescoço dele. Essas palavras iluminaram o rosto do Loid. "É impossível que eu não tenha te deixado grávida. Duas cargas sentadas aí... Garantindo que colonizassem seu útero..." Ele disse enquanto acariciava a barriga dela manchada de porra, fazendo-a tremer com o toque. "Como a gente devia chamar nosso bebê?" Perguntou Yor, com o rosto corado. E antes que percebessem, tinham caído no sono abraçados, se banhando no calor um do outro.
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