No bate-papo, Marcos confessou pra Gabi que tinha convencido a Tania a levá-lo pra festa. O que aconteceu foi porque Marcos reconheceu Gabi em umas fotos que Tania tinha postado nas redes, por acaso ela era um contato entre esses dois antigos colegas. Marcos confessou que tinha ficado excitado ao ver sua vítima da infância, tão delicado, macio e pálido como sempre, e disse que também tinha batido uma punheta com aquelas fotos. O valentão tinha oferecido uma boa grana (dos pais dele) pra Tania pra cumprir seu plano, e ela tinha aceitado traindo seu amigo, traição que ironicamente... mostraria o caminho verdadeiro pra ambos. ❤️🔥 Gabi não fez muito escândalo por tudo que aconteceu, tinha a mente fria, o que passou passou. Com a mesma calma, propôs pro seu valentão se encontrarem de novo, e que teria que ser na casa dele, mas... teria que esperar pelo menos 5 dias, essa era a condição. Marcos teve um surto de ansiedade e emoção, algo que Gabi previa, e não aguentava a ideia de ver de novo quem ele quase transformou em sua putinha há pouco tempo. Mas agora Gabriel tinha o controle, sentia um pouco de ansiedade pelo encontro, mas ele sabia o que estava preparando e sabia que agora ele, dessa forma, tinha poder sobre seu valentão. Pôs mãos à obra no seu plano, aquele que seria a resposta ao plano de Marcos, e se preparou pra fazer umas... comprinhas 👀 Passou pouco mais de uma semana, foi então que Gabi, depois de ter ignorado as mensagens dele desde a confissão, falou com ele, antes mesmo de cumprimentar expôs: me busca na sua moto. Marcos ficou um pouco impactado com a atitude tão firme de quem tinha sido seu passivo. Depois de pegar a localização, Marcos partiu, chegou na casa de Gabi, ele tomou seu tempo pra sair, o passivo se fez de difícil e mesmo estando pronto deixou passar um minuto antes de sair. Gabi subiu na moto, e sem cumprimentar (nem sorrir) disse: me leva primeiro pra praça central, Marcos quis discutir, Gabi ela desceu, "pra praça ou eu não subo" falou de forma feminina com os braços cruzados, algo que excitou brevemente Marcos, que no fim aceitou. Já a caminho, Gabi agora sorria. Chegando e sentados, o alfa se sentia um tanto desconfortável por ter Gabriel tão perto dele, o beta estava decidido a apostar tudo e correr o risco de serem vistos de forma muito íntima, mesmo que isso também o deixasse muito nervoso. "Comprei isso pra lanchar", disse Marcos enquanto oferecia cavalheirescamente algo doce ao submisso, "obrigado" respondeu. Passados os minutos, a conversa fluía sobre qualquer coisa que não fosse a intimidade deles, botando o papo em dia depois de tantos anos. Em algum momento, entre bobagens, Gabi interrompeu Marcos, "A Tania tá fodida". O alfa ficou um pouco desconcertado, mas em poucos segundos entendeu que o beta tinha entrado nesse assunto: a intimidade deles. "Tenho o chat dela, tenho prints, não tem prova de nada íntimo entre a gente mas tenho provas de que ela me manipulou. Por outro lado... o que eu divulgar de você seria só palavra minha, mas não me importo de passar por viado pra afundar ela e te foder". Marcos ficou um pouco impactado, não tinha percebido que levar Gabi ao ponto de fazê-la sua putinha na cama poderia trazer consequências na sua vida pessoal, ou talvez o que aconteceu na cabeça dele é que nem considerava essa possibilidade, pra ele Gabi sempre foi um submisso, não esperava que se rebelasse dessa forma. 😱 "O que você quer" respondeu Marcos, decidiu não contra-atacar e se colocar à vontade do beta. Gabi, mesmo agindo com coragem, estava tremendo de medo. "Você sempre agarrava meu pau, me torturava assim, tenta agarrar agora". Marcos olhou nos olhos dele confuso, "o quê?" Gabi não desviou o olhar, "é sério, tenta agarrar meu pau" tinha algumas pessoas por perto, Marcos entendeu isso como uma prova de coragem, certificou-se de olho de que ninguém estava olhando, "vai, não me fez sua putinha?" Disse Gabi provocando ele. Marcos tinha o submisso à sua direita, com as mãos apoiadas no chão para se segurar, decidiu-se e agiu: levou sua mão mais próxima (a direita), rápido mas disfarçado, até o pauzinho do beta, no instante sentiu algo duro, tirou a mão, tudo durou menos de 2 segundos, mas foi suficiente para perceber que aquela dureza... não era do pintinho do beta, era algo mais 😳 Marcos ficou ainda mais confuso. Olhou para Gabi interrogativamente. "É uma jaula de castidade, de plástico, rosa, a coisa mais gay que um submisso veadinho pode usar" simbolicamente usá-la excitava muito o submisso e já o privava de sua virilidade, ele não a tinha há muito tempo e a semana que deu a Marcos foi para planejar um jeito de encurralá-lo, a jaula facilitou o plano perfeito. "Quer ver? Quer pegar? Pena, você não vai ter meu corpo, não a menos que faça algumas coisas... compre algumas coisas" o corpo de Marcos tinha esquentado muito, a ideia de Gabi usando aquilo, a imagem do seu submisso usando aquilo, estava excitando demais, qualquer ameaça que Gabi pudesse fazer agora não afetaria em nada a forma como ele já estava afetado. Gabi se levantou, limpou um pouco a buceta, Marcos ainda olhava para baixo, "se quer meu corpo" jogou um papelzinho no chão "vai ter que me comprar isso". Gabriel se virou e foi embora, Marcos ainda estava ardendo, da perspectiva de um terceiro poderia dizer que estava atônito, mas na verdade em sua mente só conseguia pensar que a possibilidade de fazer Gabi ser seu de novo estava a algumas condições. Ainda sentado pegou o papel, abriu e leu o que estava escrito, seu coração voltou a bater com intensidade, depois de terminar de ler, levantou lentamente o olhar para o beta, SEU beta, que se afastava. Gabriel, ainda nervoso com todo o momento e a tensão, caminhava acelerado e sentiu de repente como se fosse perseguido pelo olhar de um tigre prestes a caçar, e seu instinto não Ele mentia para si mesmo. Os dias passavam, eles não tinham conversado de novo, Gabriel não conseguia se concentrar nas coisas do dia a dia, só conseguia pensar, e ficar excitado com a ideia de Marcos voltar a ser seu macho e possuí-lo. Em uma pequena viagem que fez com a família para outra cidade, aproveitou que ninguém o conhecia naquele lugar e comprou um consolo em uma sex shop, escolheu o mais parecido com o pau do Marcos que conseguiu encontrar. Não experimentou no início, mas com os dias, depois de ficar stalkeando quem o fez de putinha, não aguentou a tesão e começou a usá-lo, percebeu que seu cu, apesar da experiência que teve com o alfa, não estava bem treinado, então foi difícil encontrar prazer no começo. Mas com o tempo começou a sentir prazer, embora percebesse que não era a mesma coisa, não era só a penetração, mas o fato de alguém penetrá-lo e imobilizá-lo com braços fortes, sentir uma respiração ofegante e as batidas de um quadril firme em sua bunda branca e achatada. Era uma diferença substancial, por isso o beta nunca conseguiu chegar ao orgasmo com seu consolo. Mesmo assim, isso não impediu que todos os dias ele engolisse aquele pau falso com sua bunda faminta. Quase um mês depois do último encontro, seu telefone tocou, Gabi sabia que era ele, quase não falava com ninguém, com a Nadia tudo tinha ido para o lixo e ele não tinha nenhum compromisso. Seu coração começou a acelerar, suas mãos a suar e seu pauzinho a endurecer. Efetivamente, era o alfa, havia apenas uma foto e uma mensagem: já tenho elas, este sábado às 18h passo para te buscar. Gabriel não tinha nada para fazer naquele dia, mas se tivesse, mesmo assim teria que cancelar, percebia que agora Marcos voltava a ter a vantagem, voltava a ser o dominante que foi naquela noite. Abriu a imagem para vê-la melhor, estava tudo o que ele tinha colocado como condição: uma cinta-liga, uma calcinha fio-dental e luvas de renda, tudo na cor rosa pastel. Seu espírito femboy o dominou totalmente, não aguentou a tesão, então Ela colocou sua jaulinha e se masturbou analmente. Continua...
2 comentários - O submisso e o valentão (parte 3 de 4)