Me embebedaram por vacilar

me embriagaron por descuidarmehDesculpe, não posso traduzir esse conteúdo.Quando entrei na faculdade, não era muito gostosa, mas mesmo assim era disputada por vários caras e, com o tempo, me tornei uma das mais desejadas da escola.Naquela época — e digo isso porque passei por vários visuais —, eu tinha um cabelo castanho escuro, não tão puxado pro preto, mas suave, quase até a cintura. Tenho entre 1,53 e 1,60 de altura. Pra ser sincera, os peitos não são tão grandes, mas estão no lugar certo. Pele branca com tons de pêssego, talvez não branca, mas parecida com a cor de uma elfa. Meu rosto é igualmente lindo, pelo que sempre me disseram. Olhos castanhos e um olhar meigo, tímido, daqueles que matam e você sabe que na cama também muda, virando um olhar perverso. Cintura não tão fina, abdômen sensual, definido. Até tenho uma barriguinha um pouco saliente que me ajuda a parecer sexy — não sou gorda, mas tenho onde pegar. Frondosa, como os caras diziam quando alguém tava comigo fazendo o love. E, sinceramente, muito caderuda. Sempre usava os clássicos jeans justos e pretos, que marcavam muito essas cadeiras que, na época, confundiam com minha bunda. E, falando a verdade, era o que os homens sempre olhavam em mim, porque é a melhor parte do meu corpo. Minhas pernas são sensuais, mas do joelho pra baixo, num quarto da perna, eram bem finas, e o resto delas até as cadeiras aumentava de volume consideravelmente — eu diria umas pernudas.borrachaPelo olhar de alguns e confissões de outros, me diziam que sempre me imaginavam de saia e pensavam como eu ficaria com a saia escolar na hora de entregar os uniformes… A verdade é que da metade da perna pra cima até o quadril, naquela época, eu tinha uma silhueta de matar, mas sem ser exagerada. Pra uma garota do ensino médio, tava muito bom, uma cintura dos sonhos também. Com o tempo, formei meu círculo de amigos. Das minhas amigas, eu era a mais assediada; se chegavam perto da gente, era pra me procurar. Comecei a conversar com um cara que queria algo mais comigo, chamado Júlio, que na real nunca me interessou. Além disso, eu tinha namorado, que também estudava lá, embora tenha se formado dois anos antes de mim. Depois de dois semestres, não sou assim, mas me excitava o fato de muitos colegas me olharem de um jeito que me devoravam com os olhos e tentavam me levar pra cama ou roubar um beijo. No entanto, eu sou e sempre fui uma garota difícil e sempre respeitava meu namorado. Todos e cada um deles me queriam na cama, mesmo que fosse por uma noite. Júlio também, mas sabia que não podia me ter porque, apesar de ser muito gentil comigo, ele entrou na tal friendzone e dali nunca passaria. Mas o fato de me imaginar pelada ou transando com outro, ou algum tipo de carinho, excitava eles demais, eu sei. Ainda mais saber de que jeito eu fazia, meus movimentos junto com meus gemidos.
Uma noite fomos convidados pra uma festa à fantasia, já que era Dia dos Mortos. Nessa época, tava tendo problemas no meu relacionamento porque descobri que meu namorado tinha beijado outra mina, então aceitei ir pra festa com o Júlio, que tinha me chamado. Pra ser sincera, fui com a intenção de dar o troco ou algo assim, pra fazer meu namorado sentir ciúmes. Meu plano era pagar na mesma moeda e ter uma noite louca e cheia de tesão, ou pelo menos um amasso e uns beijos com alguém, porque eu tava muito magoada e puta com ele.raposaDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Era uma festa à fantasia, já que tava perto do Halloween em novembro, como eu já falei. Foi numa casa bem espaçosa de dois andares: o térreo tinha sofás, várias entradas pra cozinha e tal, e uns frigobares pra guardar as garrafas ou cervejas. No segundo andar, uns 7 quartos, cê sabe, depois de uns drinks, levam as minas pra passar um tempo gostoso. A gente já tinha combinado o que ia vestir, e o Júlio decidiu ir só de roupa casual, enquanto eu ia vestida igual a personagem do anime Code Geass ou parecida com a Amy Autumm, uma cantora. Eu tinha visto a roupa na internet: era um vestido branco que batia na metade da perna, quase três quartos do joelho pra cima, com uma série de ondas na parte de baixo, tipo um tutu de bailarina com rendas cinzas, e botas. Mas quando me viram entrar, nunca imaginaram que eu ia ser uma fantasia completa — e não só pro sortudo que fosse ficar comigo naquela noite, mas pra todos os caras que fossem me paquerar na festa.
Usei aquele disfarce mesmo, pintei o rosto todo de branco e passei batom rosa claro, prendi o cabelo e fiz dois coques no topo da cabeça. Troquei as botas por uns coturnos escolares até o tornozelo, coloquei umas meias pretas fininhas, quase transparentes. Naquela noite, usei uma cinta-liga com uma calcinha fio dental ou bóxer feminino — a gente usa isso pra, quando tiver com alguém, poder tirar a roupa íntima sem precisar tirar toda a roupa, tipo as meias e a cinta-liga, facilitando a penetração e deixando o momento mais sensual e, principalmente, mais rápido. Por cima das meias pretas, coloquei umas meias de rede brancas com trama grossa, que só cobriam três quartos da perna, deixando o resto das meias pretas aparecendo — bem sugestivo e excitante, até onde começava o vestido branco, que era liso, sem gola, passava por debaixo dos braços e ficava espetacular. Por cima dele, vesti um espartilho gótico preto e uma jaqueta de couro preta. Na hora, enlouqueci todo mundo, dava pra ver no olhar. Nunca imaginei que me vestiria assim, porque sempre critiquei outras garotas que se vestiam desse jeito. Sempre me considerei uma moça séria e decente. Acho que naquele dia, por causa do problema com meu namorado, eu sabia o que ia rolar.goticaDepois de alguns minutos, uns caras começaram a falar quais minas iam cair primeiro e quais depois na festa, num quarto transando, e ainda apostaram. Algumas já eram conhecidas por ter fama de serem fáceis, e outras dava pra ver pelo jeito que agiam. Mas falaram que eu não seria tão fácil assim, até minhas amigas diziam que eu ia ser uma das poucas que não ia ter uma noite selvagem naquele dia. Só que a surpresa foi que eu fui a primeira a cair; e a noite inteira fiquei bebendo uísque daquelas latas de Jack Daniel, mesmo não bebendo álcool.
Um amigo de um colega da nossa sala chegou, se apresentou como Javi. Depois fiquei sabendo que ele disse pra vários que naquela noite eu ia ser dele, que desde que tinha chegado na festa me viu e não conseguia parar de olhar pras minhas pernas, que eram pra ele as melhores da festa e da vida dele. Depois fiquei sabendo que contou pra algumas amigas que também tinha namorada e que ela tava por ali, e que não tava nem aí, embora depois ele tenha me dito isso pessoalmente. Mesmo assim, alguns e algumas falaram que eu não era nada fácil. Depois de um debate, ele disse que em algumas horas ia me ter num quarto lá em cima, no segundo andar, gemendo de prazer. Pra ser sincera, ele não era muito atraente, era um pouco mais baixo que eu, a diferença só aparecia porque ele era muito magro, parecia até um menino do ensino médio, o típico que se acha galã, cabelo loiro meio castanho claro, olhos azuis, nariz pequeno e boca um pouco grande. Vocês diriam um pivete. Se nos comparassem lado a lado, eu parecia mais gorda, não por ser gorda, mas porque tinha muito mais corpo, mais onde pegar do que ele. Não acreditei, passaram alguns minutos e começamos a jogar garrafa. Numa rodada, as duas pontas caíram e foi a vez do Javi e do Júlio. Júlio escolheu um desafio pro Javi e mandou ele me dar um beijo. Eu respondi que só se ele tivesse coragem, desafiando ele de algum jeito e impondo minha educação de moça direita. Ele chegou perto e me roubou um beijo, o que me irritou, embora parecesse que eu tava curtindo por alguns segundos. Mas quando ele terminou de me beijar, dei um tapa na cara dele na hora e fui embora irritada. Passaram mais alguns minutos, no total já tinha ido umas meia hora, e quando terminei de jogar, fui embora e fiquei sozinha perto da cozinha. Javi chegou pra conversar, pediu desculpas pelo beijo e falou que tinha problemas com a namorada, igual eu. Inconscientemente, eu sabia que Javi só queria se fazer de bonzinho e tentar algo a mais comigo, coisa que eu não ia permitir. Mas eu também sabia aonde ele queria chegar. Fui pra festa e fui dando mole aos poucos. Ele me disse que tava tendo problemas com a namorada, a ponto de se sentir sozinho e triste — algo que a gente sentia igual. Fomos conversando mais, ele me pagou umas cervejas e acho que foi aí que minha mente se misturou com a bebida, mesmo sabendo que aquele gostoso ia me comer de qualquer jeito. Depois de uns 15 minutos, ele já tinha começado com as carícias: me pegava pela mão, fazia cócegas e eu correspondia de um jeito bem safado. De repente, ele me olhou bem nos olhos, me puxou pela cintura e a gente se beijou de língua. Sabia que íamos acabar na cama naquela noite. Eu dei uma pausa no momento, fui falar com minhas amigas e disse que não tava afim, que era só um beijo e nada mais — mas falei toda sorridente e provocante. Enquanto isso, o Javi foi tentar arrumar camisinha com os outros caras da festa. Passou mais um tempo e eu fui pra sala. Antes de sentar, o Javi me pegou por trás da cintura, encostou a testa no meu pescoço e falou que tava adorando. Ele me levou pra um banheiro perto da cozinha e minutos depois a gente já tava se pegando, se comendo de beijo. Tinha um desnível perto da pia, e o Javi — que até hoje não sei como conseguiu me levantar, porque ele era magro — me pegou pelas pernas e me montou naquele desnível de pernas abertas, tentando chegar na minha bunda. A cena era excitante: dava pra ver minha perna, que ele segurava firme com a mão, tentando chegar na minha calcinha. O Javi tava com uma cara de satisfação por pegar o que ele tinha chamado antes de "pernudas" e ficar massageando. De repente, abriram a porta. Era uma amiga minha. Ela viu a cena e deu um grito de susto. Eu levei a mão até minha bunda, onde a mão do Javi já tava quase tirando minha cueca, segurei a mão dele por cima e baixei, fingindo ser sonsa, e só beijei ele. O Javi fechou a porta e a gente ficou mais uns minutos lá dentro. Dava pra ouvir uns gemidinhos baixos, mas não de sexo. Sinal de tesão, umas palmadas na porta e beijos. Fiquei sabendo porque no outro dia me contaram. Eu já tava tonta de álcool e me entregando completamente pra ele. Ele me abraçou, me deu um beijo e abriu a porta, me pegou pela mão e me levou pra escada. Naquela noite, tenho certeza que vários nos viram subindo pra um quarto, eu atrás dele, segurando a mão dele. Tinha sido a primeira naquela noite a cair rendida num quarto, e não era uma daquelas outras meninas fáceis.infielSubimos e tinha vários quartos, ele me colocou no terceiro. Assim que entramos, me pegou pela cintura e fechou a porta. Eu me sentei numa cama velha esperando ele se aproximar, e ele veio. Se inclinou um pouco e me beijou. Eu cruzei as pernas, e ele logo tentou abri-las. Se abaixou, pegou minha perna esquerda e começou a beijar desde meu pé até minha coxa. Foi tirando a meia de rede branca até minha bota, e então eu me levantei. Tirei as duas botas e ele terminou de tirar a meia. Me carregou, me levou contra a porta e eu me pendurei no pescoço dele. Sentia ele abrindo minhas pernas. Abaixei uma perna e, com a mão esquerda, ele pegou minha bunda por baixo do vestido. Ficamos assim por um tempo, e depois ele tirou minha jaqueta de couro e jogou no chão. Eu já estava sem a jaqueta, que estava largada. Tirei a camiseta do Javi. Ele tentava levantar meu vestido de novo, procurando tirar minha calcinha e me penetrar. Pegou minha perna e colocou na cintura dele. Parecia que já estava me bombando. Abracei o pescoço dele e comecei a gemer de prazer. Soltei um gritinho porque o Javi me levantou pelas pernas e me levou contra a parede. Enrolei as duas pernas na cintura dele, me segurando para não cair. Olhei nos olhos dele e o beijei fundo. Meu olhar era ao mesmo tempo meigo e perverso enquanto ele soltava meu cabelo e foi direto pra cama, me deixando cair. Dava pra ver de lado quem entrasse no quarto. Ele me deitou de um jeito que quem entrasse veria minha perna direita ainda com a meia de rede. A cena estava extremamente excitante. Ele se colocou sobre mim e abriu minhas duas pernas. Ficamos um tempo nos agradando. Olhei pra ele com ternura perversa de novo e balancei a cabeça. Sabia que tinha dado a entender pro Javi meu consentimento pra me penetrar, e eu estava morrendo de vontade. Javi logo desabotoou a calça e começou a acariciar minha perna. Subiu até minha cintura por baixo do vestido e enfiou as duas mãos. Começou como se estivesse procurando algo, e por um momento pareceu que já estávamos. transando, mas só tirei um pano do meu vestido, era minha calcinha fio dental, joguei no chão e sem pena nem glória começou a ação, saiu do fundo do meu ser um gemidinho e eu abracei ele, o Javi foi metendo devagar, naquele momento eu já tinha virado a mais fácil da festa, despeitada pelo problema com meu namorado, com uns drinks a mais já dava pra esperar mais.
Eu sabia que o Javi tinha namorada, e ele sabia que eu também tinha namorado, e a gente não ligou. O Javi passou a mão por baixo da bunda, de onde tinha tirado a cueca até minha perna, e segurou com força.
Ficamos assim por uns minutos, até que de repente ele ergueu o tronco e se ajoelhou, me segurou pela cintura e me puxou pra perto dele, levantando minhas coxas por dentro pra que as nossas batessem uma na outra, o que me deixou em transe, a ponto de soltar um gemido forte de "ahhh". Levantei minhas pernas até que meus tornozelos ficassem por cima das costas do Javi, quase na altura do quadril dele, mas ainda não o abraçava com elas. Javi se deixou cair de novo sobre mim, e eu o abracei com as mãos em volta da parte de cima das costas. Dava pra ouvir o som das nossas coxas batendo, como se alguém estivesse batendo palmas devagar, e a cama velha rangendo. Dava pra ver minhas pernas e tornozelos se mexendo pra cima e pra baixo, como se estivessem quicando. Ele me penetrava ainda com as meias pretas vestidas e só uma de rede na perna direita, com o vestido quase todo levantado. Javi parecia tão excitado, e como não estar com aquele pedaço de menina que ele tava devorando? Pensei sobre ele, como tinha sido o sortudo por comer tudo aquilo naquela noite, mesmo não sendo quem eu tinha em mente, e aquela garota tão excitante que ele tava comendo não era ninguém menos que a mais gostosa da festa. E ele me devorava sem piedade. Quando parecia cansado de tanto me foder, ele se levantou de novo, se ajoelhou e me puxou pra perto dele. Dessa vez, me segurou pelos peitos do corset e me puxou pra cima. Eu, ainda meio tonta e excitada, me entreguei, e ele começou a desabotoar. O corset preto foi afrouxando aos poucos até que ele puxou e jogou no chão, deixando minha pele só com o vestido branco e as meias pretas, e só uma de rede na perna direita. Realmente parecia uma puta.me embriagaron por descuidarmeO vestido era sem mangas nem gola, só do peito pra baixo. Javi me beijou no pescoço e começou a tirar o vestido por cima. Eu soltei um gemidinho de prazer e virei ele pra ficar por cima. Javi me segurou pelas duas pernas e gritou de tesão, sabia que tinha sentado no pau dele de uma vez, e foi bruto. Ficamos um tempão assim, eu cavalgando e ele desabotoando o vestido. Quando ele tirou até a cintura e deixou ver meu sutiã preto, que mostrava minha barriga dos sonhos e meus peitos não tão grandes mas bem torneados, Javi começou a acariciar eles enquanto eu apoiava as mãos no peito dele pra me equilibrar e poder rebolar de frente pra trás à vontade, como se tivesse malhando em cima dele. Sem dúvida, uma das coisas que mais me excitava naquela noite era saber que eu era uma das minas da festa que muitos queriam comer, mas só o menos esperado — e muito menos quem menos imaginava — tava fazendo aquilo. Saber que meu amigo, que me levou e tava morrendo de vontade de me dar um beijo pelo menos, tava morrendo de ciúme porque outro cara tava me comendo naquele quarto, e saber da impotência dele, já que ele achava que eu nunca faria uma coisa dessas. Nossas línguas brincavam e eu mordia a orelha dele sempre que podia. Ele sussurrava no meu ouvido que eu era um corpanzil de mulher e que era muito mais gostosa que a namorada dele. Enquanto eu cavalgava, ele mordeu um mamilo meu e eu sentia o suor dele escorrendo no meu peito. Logo depois, ele me virou de novo. Dessa vez, começou a me meter com tanta força que eu estiquei os braços pra cima, agarrei na grade da cama e me segurei firme. Senti a coisa mais gostosa do mundo. Ele segurou minha cintura com as duas mãos, beijou meu umbigo, desceu pras minhas pernas e depois lambeu minha buceta, enquanto eu me contorcia e arqueava a cintura pra cima. Ele me meteu de novo por uns minutos, segurando minhas mãos esticadas pra cima com as dele. Depois, tirou o pau que tava dentro de mim e sussurrou no meu ouvido que queria que eu fosse a mãe. Dos filhos dele, eu ainda tava tonta, beijei ele e ele começou a tirar a camisinha, e o esperma dele saiu como se fosse mijando e caiu na minha barriga. Enquanto isso rolava, uma mina abriu a porta e gritou o nome do Javi putassa, depois descobri que era a namorada dele. Ele me olhou fixo nos olhos e gritou meu nome: Wendy!!! Meu amor, você é a melhor. Vi a mina saindo chorando, mas isso me excitou ainda mais, o fato de saber que eu era mais gostosa que a namorada dele. Ele passou as mãos nas minhas costas e me abraçou, e logo senti o esperma dele em mim, saindo muito rápido e em grande quantidade. Eu comecei a gemer e, entre um gemido e outro, cortava a respiração como se tivesse me afogando no mar. Esse som também me excitou, só de ver aquela cena por trás dele, com minha cabeça apoiada no ombro direito dele. Levantei as pernas até as costas do Javi e abracei ele com elas, apertei tanto que ele gritou bem alto de tanto prazer. Parecia que, com esse movimento, eu tinha contraído os músculos da minha buceta, prendendo o pau do Javi. Parecia impossível nos separar, aqueles corpos só se mexiam, ele tentava balançar o quadril pra baixo como se fosse fazendo flexão e me empurrando contra a cama. Ele não conseguia soltar o pau, e foi aí que eu soube que ia engravidar dele. Ele gozou completamente dentro de mim, mesmo sabendo que não tava usando camisinha e não ligamos pra isso, e gememos rápido. Assim que senti o esperma do Javi escorrer e me penetrar, ele pegou minhas pernas e começou a massagear, deixou o pau dele dentro de mim e, enquanto terminava de gozar, ficamos abraçados um tempão. Eu só soltava uns gemidinhos "ahm-ahm" e comecei a beijar ele, abracei ele com ainda mais força com minhas pernas nas costas dele e levantei elas quase até o pescoço. A cara dele dizia tudo, eu tinha devorado ele por completo, ele tava exausto e feliz.
Até o dia seguinte, quando a festa acabou, ele foi o primeiro a sair. Uma hora depois, minhas amigas vieram me buscar no quarto, tentaram me maquiar de novo e arrumar minha fantasia, pra que meu namorado não percebesse, nem ninguém. Me deram uma pílula do dia seguinte, e o Javi só disse que tinha sido espetacular e me agradeceu por aquela noite. Nunca mais nos vimos, mas eu repetiria aquilo sem dúvida nenhuma.
A verdade é que, se eu tivesse que escolher entre meu namorado descobrir o que eu fiz naquela noite, me roçando toda com o Javi, e repetir aquilo, com certeza não me importaria que ele soubesse…borracha

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