Conforme a situação econômica da mal comida do fundo ia melhorando cada vez mais e a nossa piorando a ponto de basicamente depender só do auxílio universal por filho e alguma outra ajuda do governo, as coisas no fuck iam em sentidos opostos. Com a Jésica, a gente tinha um fogo sexual cada dia maior (sem contar minhas aventuras com a Nahiara) — era aquela parada de passar o dia na casinha se pegando, zoando, enchendo o saco e, como já contei antes, noites de cumbia e fucks. Por outro lado, minha cunhada do fundo já basicamente não transava com o marido, não comiam nunca, porque segundo minha sogra, eles passavam o tempo todo trabalhando e, quando não tavam trabalhando, discutiam por besteira. Isso precisa ser esclarecido porque me perguntam muito por mensagem: tem vários tipos de mina. Não é tudo igual. Minha cunhada do fundo é uma mina nascida em rua de barro, mas com ares de patricinha ou aspiração a ser patricinha. Odeia La Matanza, odeia o povo dela e, com o tempo, isso só aumenta. Jésica, pelo contrário, ama ser uma mina guerreira. Adora o bairro, a cumbia, beber até as seis da manhã, adora ser sustentada e ganhar presentes. Em outras palavras e com detalhes mais gráficos: enquanto os do fundo tinham coisas melhores, como TV nova, mesa nova, uma geladeira maior e um banheiro mais parecido com um banheiro de verdade, a gente curtia mais o fuck no nosso quartinho pobre, sem luxo, só os pneus e as roupinhas da Jesi. Sem privacidade, mas com fucks que iam explodir a mente de qualquer um. E assim a coisa foi crescendo em roças e discussões entre as irmãs. A mina com alma de patricinha exigia que a Jésica parasse de fazer festinhas, encontros e colocar música toda noite, porque o pátio dava pro quarto dela e elas não conseguiam dormir. Minha mina com alma de vilareja gostosa respondia: "se fode". Assim, curto e grosso. Minha sogra, que deveria intervir no assunto, tinha conhecido um malandro de Catan e passava mais tempo lá do que aqui, então ninguém podia. realmente poner ordem. A casa era um barco à deriva. Uma tarde, acordo da sesta com o barulho que a minha mina e a Nahiara estavam fazendo no quarto. "Olha, bebu, olha, a gente afanou tudo". A Jésica me dizia, com garrafas de birita na mão e dinheiro na outra cama. Tinha várias notas de cem pesos, e lembra que o dinheiro valia naquela época. "Que?" perguntei, confuso, não entendia nada. Jésica: "Arrombamos a casa daquela vaca da minha irmã, que vá pra puta que pariu. Hoje vamos fazer uma puta farra." A Nahiara concordava com a cabeça e ria como se fosse normal, como se fosse coisa de todo dia. O verdadeiro batismo de fogo de um malandro não é só quantas minas você consegue engravidar, mas o quanto você é mão de vaca (o quanto briga e defende o que é seu). Claro que eu não tava pronto pra isso. Todas as minhas brigas tinham sido com playboys filhinhos de mamãe, e não deu em nada. Aqui é outro mundo, mas já tava no baile, evidentemente. À noite, começaram a chegar os amigos da Nahiara e algumas amigas da Jesi. Minha mina tava um tesão, arrebentando, com um vestidinho rosa choque colado no corpo, bem curtinho, me deixando louco. Dava pra ver bem as pernas carnudas (não gorda, mas carnudas). Aquela bunda bem redonda, bem de mulher guerreira, que explodia no vestidinho pequeno, e transparecia todo o triângulo e o fiozinho da calcinha fio dental branca. Até sentada dava pra ver a calcinha fio dental branca, e sabia que atrás tinha aquela buceta um pouco peludinha. Os peitos se destacavam no decote, e como ela não usava sutiã, os bicos ficavam bem marcados. As amigas da Jesi também eram umas putinhas gostosas, algumas de jeans marcando bem aqueles rabos de malandra, e outras com uma saia curta que ficava uma loucura. Os amigos da Nahiara eram bem favelados, e logo colocaram as caixas de som que trouxeram, fazendo a casa inteira vibrar. Minha mina rebolava pra mim que dava gosto, já tava bebendo há um tempão, e o calor, mais o calor do álcool, deixava ela em chamas. Ela mexia a raba sobre o meu volume todo duro. Eu dava pra elas a grana que tinham roubado dos Turros pra irem comprar faso e birita. Enquanto rebolávamos, a gente se beijava loucamente, mas loucamente. Tão soltos que eu metia a mão por baixo do vestidinho dela e tocava a buceta peluda enquanto ela rebolava pra mim. "Hoje eu vou te foder todinha, bebu", minha mina repetia sem parar. Depois das duas da madrugada, minha cunhada veio reclamar pela primeira vez. Ainda sem saber que toda a putaria tava armada com o dinheiro dela. Cunhada: "Dá uma segurada, louca, amanhã eu trabalho, para um pouco, doido." Jéssica, enquanto ainda rebolava em mim: "Vaza daqui, aqui tamo numa puta festa com as minas." Cunhada: "Você é uma nóia de merda, não liga pra nada, mas eu trabalho, menina." Jéssica: "E weeeee, foda-se o teu trabalho. Eu quero é festa, pô. Dorme e pronto." Ela soltou uma risadinha cúmplice com as amigas, que já estavam se engraçando com os Turros que trouxeram as caixas de som. Assim, a gente continuou rebolando e se provocando até umas quatro da manhã. Eu tava com a pica bem inchada, duríssima, bem quente, louco de tesão, e minha mina tava com a buceta quente, molhadinha, digo, ensopada. A gente podia ter ido pro quarto, mas minha mina tinha outros planos. Ela me pegou pela mão, me levou pra sala do barraco e me jogou no sofá. Começou a me beijar loucamente, mas loucamente, e rapidinho subiu em cima de mim. Enquanto lá fora rolava a festa e a cumbia bonner, minha mina deixou minha pica deslizar com o fluxo dela e rapidamente sentou tudo até o fundo da buceta peluda dela. Gritou de prazer bem alto: "Aiiii, bebuuuuu, sim, arrebenta minha buceta!" "Sou tua rocha, bebu", ela repetia enquanto minha pica enfiava mais e mais. Eu tirei os peitos dela do decote e, com eles na minha cara, comecei a chupar. Passava a língua nos bicos e fazia ela pirar de tesão enquanto minha Rocha pulava em cima de mim, destruindo minha pica, pele com pele, sem camisinha. Jesi gritava, não gemia, gritava que nem uma puta no cio, e logo Gritos loucos das amigas ecoaram. "Eeeee olha ela a jeesiii e" "destroça ela amiga, já era". Eu tava doido e algumas amigas olhavam da entrada da sala como minha mina me cavalgava que dava gosto. Não sei quanto tempo passou até que uma das amigas foi com um dos caras do paredão direto pro nosso quarto. Obviamente pra fuder. Entre os gemidos de prazer da minha mina, dava pra ouvir algum grito da amiga que tava re fudendo no nosso quarto. Minha mina levantou com meu pau completamente duro e ereto e subiu no sofá. Ela colocou a buceta na minha cara e eu comecei a chupar ela igual um louco. Ela gritava que ecoava na casa toda. Poucos minutos depois, enquanto eu comia aquela buceta peludinha e ensopada com a boca, ela começou a gozar tudo na minha boca. Eram jorros de fluido e de mijo que me molhavam todo. Eu sentia sair o fluido e o mijo dela e ouvia seus gritos, seus gemidos. "Siiiii bebê, sou sua putinha, sua putinha vadia" ela repetia sem parar. Depois de me encharcar todo e o sofá virar um mar de fluido e mijo, ela sentou de novo em cima de mim pra terminar de me cavalgar. Dava pra ouvir algum grito da amiga ao fundo e logo eu enchi a buceta da minha mina de porra. Foi uma gozada incrível, bem violenta e bem fundo dentro dela. Toda a porra quentinha na buceta dela. Era tanta tesão que a gente tava por tudo que tinha rolado que minha mina continuou me beijando e rapidamente meu pau ficou duro de novo. Nunca tinha saído de dentro dela. E com movimentos suaves, ela começou a me cavalgar de novo com os peitos de fora. Nessa hora, minha cunhada apareceu do fundo feito um raio de fúria e empurrou minha mina pra fora de cima de mim gritando: "Vagabunda de merda, sua puta arrombada, vou te matar". Minha mina se levantou e partiu pra cima dela. Jéssica: "Que porra é essa, sua suja? Quem te roubou, idiota? Eu não peguei nada, sua burra". Elas se enroscaram numa discussão 100% feminina, tudo no grito. Atrás, meu irmão chegou. O cunhado tava nervoso e veio pra cima de mim me chamando de ladrão e falando que minha mina era ladra também. Eu subi a calça e me preparei (com medo, admito) pra briga. O que mais lembro foi o olhar da minha mina, claramente esperando minha reação. Mais por aquele olhar do que por qualquer outra coisa, eu acertei um belo soco no cara do fundo. O lábio dele sangrou. A gente se pegou numa troca de dois golpes e rapidamente os amigos da Nahiara caíram em cima, até o que tava comendo a amiga da Jéssica no nosso quarto. Teve uns gritos de discussão e um dos amigos da Nahiara puxou um ferro e ficou balançando com as mãos. Aí sim, todo mundo recuou. Meu cunhado levou minha cunhada embora enquanto gritavam um monte de coisa pra gente, mas já indo. Minha mina gritava de volta de onde a gente tava e o cara do ferro se cagava de rir. Pra não prolongar, a briga deixou a gente ainda mais excitado, é como se a gozada multiplicasse, você se sente um puta selvagem e minha mina tava adorando, bem quente. Sem dizer uma palavra, ela me pegou pela mão e me levou pro nosso quarto. Ela me montou de um jeito selvagem em cima da cama onde a amiga e o cara tinham acabado de transar. Os gritos dela ficaram ainda mais altos e ela dizia: "ai bebe, como você me excita, você é meu ladrão" "te amo, meu ladrão". A gente transou umas horas na maior putaria e ela gozou tudo em cima de mim de novo. Eu enchi ela de porra de novo, usei a palavra: buceta bem selvagem. A gente tava completamente solto, sem limites. Quando saímos do quarto, a Nahiara tava comendo um dos caras. Deu uma pontinha de ciúme, mas fazer o quê, minha mina na vinda pra Rocha já me deixava louco.



15 comentários - Jesi vira Rocha e me come numa festa (cap 43)
jajajajajaj olvidate aca siempre se garcha. se duerme cuando se puede pero garchar se garcha