Hoje decidi contar minhas histórias porque o tesão fala mais alto. Sou uma garota mexicana de 21 anos, tenho 1,72m, pernas não muito grossas, mas compridas, uns peitos 32b, uma bunda que malhei na academia, minha barriga é um pouco cheinha, mas reta, tenho cabelo curto na altura do ombro e uso óculos. Essa história aconteceu na pandemia, enquanto eu morava com minha mãe e meu padrasto. Naquela época, minha mãe e eu estávamos muito ligadas no assunto Onlyfans, porque víamos que várias meninas estavam se dando bem só com aquilo, até ficavam ricas. Minha mãe sempre brincava: "Não, gorda, acho que um dia desses vou postar meus vídeos também e assim você para de fazer Uber", e Gerardo só ria, chamando ela de doida. Gerardo era um ótimo advogado, mas na pandemia o trabalho dele caiu e ele teve que entrar no Uber pra dar uma segurada. Como as medidas já estavam começando a ser flexibilizadas, eu ia aproveitar pra sair com minhas amigas da escola (Aly, Claudia, Rebe e Ximena), já que a Ximena estava alugando um lugar sozinha e tinha espaço livre. Minha mãe disse que tudo bem, desde que eu levasse máscara e álcool em gel, enquanto Gerardo falou pra eu pedir um Uber, porque era onde tinha mais segurança pelos protocolos que exigiam e assim eu podia ir mais segura. Então preparei tudo e fui com minhas amigas. Chegando lá, conversamos sobre tudo que tinha acontecido: aulas online, crises, ex-namorados, ficantes, coisas de garota. Até que minha amiga Aly mencionou que uma conhecida nossa tinha Onlyfans, isso nos chamou a atenção e pagamos 3 meses pra ver o que ela tava postando. Bom, nossa surpresa foi vê-la fazendo isso em todos os lugares possíveis, e até algo que me chamou a atenção é que ela se dedicava a fazer com prestadores de serviço, tipo motoristas de Uber ou entregadores, o que me deixou muito excitada, e acho que alguma das minhas amigas também, mas só ficamos criticando ela. Depois de um tempo, umas 12 horas, a Ximena foi pra sala dela e trouxe uns biscoitos que tinha preparado pra gente. Nossa surpresa Isso aconteceu umas 2 horas depois, quando a gente começou a sentir muita sede, cansaço, tontura e uma puta risada. Foi aí que a Ximena se entregou e falou que eram biscoitos "espaciais", mas que era surpresa. Todas nós caímos na cama, rendidas, e deixamos rolar.
Claudia: Ei, e se a gente chamar um entregador?
Ximena: Já vai começar a ser tão puta quanto a outra?
Eu: Ah, para de fingir, acho que todas nós ficamos um pouco excitadas com o que vimos
Aly: Por mim, não seria ruim, só que nesse estado não sinto meu corpo pra levantar
Ximena: Nem eu
Eu: Então cala a boca e dorme um pouco, hahaha
Aly: Verdade, os vídeos me deixaram com tesão
Ximena: Eu também, mas essa coisa de ser puta não é muito minha praia
Claudia: É que ainda não te pagaram o suficiente, hahaha
Essa é a única parte da conversa que lembro, e depois de um tempo a gente apagou, dormindo umas 4 da tarde.
Umas 9 horas, acordei porque meu celular tava tocando. Abri os olhos e vi que era minha mãe. Não me perguntem como, mas o efeito passou na hora pra atender e fingir a melhor voz possível.
Mãe: Oi, filha, como você tá?
Eu: Bem, mãe. O que foi?
Mãe: É que já é tarde e você não deu notícias. Que horas você volta?
Eu: Desculpa, mãe, passou batido, mas já te aviso quando voltar.
Mãe: Tá bom, mas pede um táxi, por favor, vem com cuidado. Beijos.
Assim que desliguei com minha mãe, a bad bateu de novo, mas pelo menos já conseguia me controlar um pouco mais.
Ximena: O que foi?
Eu: Minha mãe perguntando que horas eu voltava
Ximena: E que horas são?
Eu: 9:20
Ximena: Caralho. Deixa eu preparar algo pra vocês baixarem, pra você e pra Aly, que também tinha que ir embora.
Enquanto a Ximena foi preparar a janta, fiquei acordando a Aly, que também tinha recebido ligações.
Depois da janta, combinei com a Aly de pedir um Uber pra irmos juntas e gastar menos.
Aly: Beleza, então bota primeiro minha casa e depois a sua, ok?
Eu: Sim, sem problema.
Enquanto a gente esperava aceitarem a viagem, a Claudia... Ela saiu do quarto falando pra gente que tava se sentindo mal e que o estômago dela tava fazendo muito barulho. Achei que era fome, então fui lá pra sentar ela na mesa, mas quando peguei ela, só ouvi ela vomitar o chão inteiro. Quando olhei pra baixo, vi minha calça cheia de vômito.
Ximena: "Espera aí, Fanny, não vai vomitar também não. Vem, deixa a Claudia no banheiro e já te empresto uma roupa."
Segurando o nojo, deixei a Claudia no banheiro.
Aly: "Já me aceitaram, ela disse que tá terminando uma viagem e chega em 10 minutos."
Eu: "Rápido, Ximena, me empresta algo antes que eu vomite."
Ximena entrou no quarto dela e, como ela é mais baixa que eu (tem 1,62), a única coisa que ela tinha pra eu usar eram vestidos.
Ximena: "Toma, acho que esse pode servir em você."
Me troquei no quarto dela e o vestido ficou muito curto, mal chegava debaixo da minha bunda, apertava na barriga e o decote quase não cobria nada, e olha que eu não tenho peito grande.
Na verdade, quando sentei, apertou demais, subiu e deixou o triângulo à mostra (a gente chama de triângulo quando um vestido não cobre bem as pernas e deixa um buraco em forma de triângulo onde dá pra ver a calcinha).
Eu: "É sério?"
Ximena e Aly riam sem parar.
Ximena: "Desculpa, amiga, mas é a única coisa que tenho que pode servir em você, quem manda você ser tão alta."
Aly: "Quanto você cobra, Fanny? Kkkk"
Eu: "Cala a boca, já tô me sentindo sem forças de novo e cansada."
Ximena: "É normal por causa da maconha do biscoito, amanhã você toma um soro e fica boa."
Enquanto elas riam de mim, a Aly recebeu uma mensagem da mãe dela falando pra ela ficar pra dormir porque já era tarde.
Eu: "E aí?"
Aly: "Não se preocupa, o Uber já tá pago, então é só você me transferir sua parte e pronto, porque não dá mais pra editar o destino pra você ir direto pra sua casa."
Eu: "Beleza, e quanto tempo falta?"
Aly: "Já tá a 3 minutos."
Ximena: "Agora só deixa sua calça aqui pra você não levar o vômito com você, e outro dia que a gente se ver eu te devolvo. Saí da casa da Ximena mal conseguindo andar por causa da maconha no biscoito, o vestido parecia que ia rasgar ou subir, e a máscara embaçava meus óculos. Quando entrei no carro, agradeci por ter uma divisória de plástico entre os bancos de trás e o motorista, o que me deixou mais confortável porque evitaria olhares estranhos.
Motorista: Senhorita Alondra, né?
Eu: Sim, isso mesmo.
Motorista: A senhora tá voltando da festa ou indo?
Eu: Não, já tô voltando pra casa.
Motorista: É que te vi muito arrumada quando subiu, pra falar a verdade.
Eu: Nada disso, haha.
A viagem começou e notei que ele tava meio devagar, mas tudo bem, prefiro isso do que passar do limite. O motorista ficou calado por um bom tempo, o que me deixou relaxar e tentar focar em recuperar as forças pra chegar em casa o melhor possível. O problema surgiu quando tive uma crise de tosse, mas entre não conseguir tossir direito e a máscara roubando meu ar, comecei a respirar pela boca.
Motorista: Tudo bem?
Eu não conseguia responder, então só soltei um "mmmju".
Motorista: Já tava achando estranho uma moça assim subir no carro à toa...
Fiquei confusa e em silêncio, tentando recuperar o fôlego.
Motorista: Já peguei umas duas que sobem pra gravar os vídeos delas e não tenho problema, mas que tal a gente fazer um trato...
Não entendi do que ele tava falando até ele se abrir.
Motorista: Eu também tenho um canal no Onlyfans onde posto vídeos de mulheres que deixam comer ou amigas que gostam de fingir que são clientes. Que tal, senhorita, depois que terminar seu vídeo, me ajudar com um? É ganha-ganha.
De susto, tirei a máscara pra respirar e responder puta da vida.
Eu: Não sei quem você pensa que eu sou, mas não faço nada disso.
Motorista: Desculpa, senhorita, é que te vi subir e pelos barulhos me confundi.
A viagem virou uma nuvem densa de silêncio. Nela, lembrei do que a gente tinha visto no Only e comecei a ficar excitada, imaginando que o motorista tava me desejando pra... fazer isso. Sinceramente, naquele momento me deixei levar um pouco e acabei me tocando por cima da calcinha, atrás do motorista.
Motorista: E se eu te der 2 mil reais e a viagem de graça, você aceitaria? Desculpa se estou sendo insistente, mas não consigo evitar de imaginar como eu te comeria. E olha aqui, pode ver o que eu faço.
Ele me passou o celular dele e vi todo o conteúdo: desde câmeras espiãs nos bancos até ele transando com outras mulheres. O rosto dele era um mistério por causa da máscara e porque nos vídeos ele não mostrava, mas a piroca dele era enorme. No estado de tesão que eu estava, aceitei.
Motorista: Então vamos parar aqui, você passa pra frente e o vídeo vai começar quando você me disser: "Oi, não tenho como pagar".
Eu: Aceito, mas primeiro meu dinheiro.
Motorista: Claro, aqui está.
Desci do carro e subi no banco do carona.
Motorista: Como esse vestido fica bem em você. Vai ser um prazer tirá-lo.
Ele começou a gravar e eu fiz minha parte. Ele abaixou a calça e me mostrou a piroca dele. Quando vi, não acreditei, fiquei muito mais molhada do que antes. Tirei a máscara e fui direto nela.
Motorista: Fanny?
Congelei com a piroca na boca quando levantei o olhar e vi... Era o Gerardo, meu padrasto.
Gerardo: Por que você se veste como uma puta vagabunda?
Eu: Com licença, senhor, é do Onlyfans?
Gerardo: Nem pense em contar pra sua mãe.
Eu: Por quê? O que me impede?
Gerardo: Bom, pra começar, já te paguei 2 mil reais, então agora me chupa, e direito.
Eu: Você é doente?
Gerardo: Bom, então vamos ver o que você e sua mãe desempregada vão fazer quando eu expulsar vocês da minha casa. Melhor ainda, vamos pra um lugar do seu nível.
Gerardo acelerou bruscamente e foi direto pra um motel da região. Pagou o quarto e, assim que guardou o carro na garagem, me puxou à força pelos braços.
Gerardo: Queria ser uma puta, não é? Agora vai ser a minha. Só espero que faça melhor que a sua mãe, essa sem graça.
Eu: Você me dá nojo.
Gerardo: Mas tava bem que ia me chupar, sua cachorra maldita.
Ele me jogou contra a cama. Porta-malas e rasgou meu vestido. Gerardo: A puta parece que não teve grana pra um vestido melhor, esse te deixava toda de fora, maldita puta, e ainda me diz que não é uma gostosa. Eu: Nem sei por que tô... Antes que eu terminasse minha frase, me deu um tapa, terminou de rasgar meu vestido e me jogou de novo contra o porta-malas. Gerardo: Já sabia que você tinha uma bunda boa e sabia que era questão de tempo te ter aqui. Olha só o que eu guardei pra você. Apertou meu rosto e me obrigou a olhar o celular dele enquanto encostava a pica na minha bunda. Gerardo: Olha só o que eu tenho. Era um vídeo da minha mãe chupando a pica dele. Gerardo: Desculpa, acho que me confundi, embora pareçam idênticas chupando, só que você é mais nova, mas assim, puta, você vai ficar quando chegar na idade dela. Agora sim, era esse. Me mostrou um vídeo meu enquanto tomava banho. O pior é que ele tinha publicado no Only dele. Gerardo: Já viu, puta? Sabia que mais cedo ou mais tarde você ia cair igual sua mãe, mas não pensei que a oferecida seria você. Agora vamos pra cima, maldita puta, e não se preocupa, não vou gravar. Me levou pro quarto e me jogou direto na cama. Gerardo: Sua mãe tem umas calcinhas idênticas, bom que sua bunda é mais firme. Depois disso, rasgou minhas calcinhas e me deu tantas palmadas que nem percebi quando parou. Desceu devagar e começou a chupar minha bunda. Mesmo eu não querendo, sentia muito gostoso, ele sabia o que fazia. Gerardo: Não aguento mais, maldita puta do caralho. Me deixou de bruços na cama e meteu a pica dele de uma vez. Gerardo: Porra, você ainda é apertada. Como você se vende tão barato? Maldita puta, além de vadia, é burra pra se vender. Começou a me comer tão forte que não consegui evitar gemer. Gerardo: Geme igual sua mãe, maldita puta, aliás, deixa eu botar o vídeo pra imaginar que a gente tá junto. Colocou o vídeo na minha frente e eu via minha mãe montando nele e gemendo. Gerardo: Porra, você é uma puta deliciosa. Continuou me comendo no mesmo ritmo que dava nela. Mamãe no vídeo, me dava palmadas na bunda, me puxava pelo cabelo, até que eu não aguentei mais. Me jogou no chão e encheu minha cara de porra, enquanto eu sentia que começava a gozar escorrendo pelas minhas pernas. Gerardo: Sua puta maldita, como você é gostosa, agradece que não enfiei tudo dentro de você, sua vadiazinha. Ele me pegou pela garganta e me beijou, mesmo eu não querendo. Gerardo: Agora toma banho que a gente tem que guardar esse segredo da sua mãe. Me jogou uma toalha e me deixou no chuveiro de vidro, ele se deitou na cama e começou a me gravar. Depois de um tempo, vi que ele saiu do quarto. Eu não sabia o que tinha acontecido, me sentia tão mal e usada, mas ao mesmo tempo me senti tão excitada com o que acabava de viver. Enquanto ouvi Gerardo voltar pro quarto. Gerardo: Como rasguei seu vestido, já te pedi um presente, não vou deixar você ir pelada no meu carro. Antes de eu sair do chuveiro, vi ele sair de novo, e enquanto eu me secava, entrou um trabalhador com um uniforme de colegial. Rapidamente me cobri com uma toalha pra evitar que ele me visse pelada. Gerardo: Veste isso. Eu: O quê? Trabalhador: Desculpa, senhor, não posso, é contra a política do motel. Gerardo chegou perto de mim e arrancou minha toalha à força, e mesmo eu tentando evitar, não consegui. Gerardo: Não me diga que você não quer provar um pouco dessa puta. Agora para de se cobrir, sua vagabunda. Trabalhador: Senhor, já falei que não posso. Gerardo: Não gostou? Trabalhador: Ela tem um corpo muito gostoso, mas não posso. Gerardo me segurou pelos braços pra evitar que eu me cobrisse. Gerardo: O que você gosta mais? Trabalhador: Os biquinhos dela. Gerardo: Bom, se não vai fazer nada, vaza. O trabalhador foi embora e nos deixou sozinhos de novo. Gerardo: Você gosta de ser uma putinha que se vende? Eu: Já quero ir embora. Gerardo: Veste o uniforme e a gente vai. Coloquei o disfarce de colegial que mal me cobria, e ainda por cima não tinha calcinha porque Gerardo tinha rasgado a minha, então tive que ficar sem roupa íntima. Gerardo: Vamos, putinha, antes que... Sua mãe devia se preocupar mais. Saímos do motel e fomos direto pra casa. O Gerardo desceu primeiro e foi no meu quarto pegar roupa pra eu trocar enquanto eu esperava no carro dele. Gerardo: Toma, putinha, trouxe uma calça e essa tanguinha que achei pra você. Eu: Você é um imbecil. Gerardo: Um imbecil que te fez gozar. Troquei de roupa rápido e o Gerardo levou o uniforme de colegial. Depois de uns minutos, fingi que tinha chegado. A viagem que começou às 9:30 da noite fez eu chegar às 11:40. Mãe: Nossa, agora você passou dos limites. Não tinha outra roupa? Eu: É que eu levei roupa extra porque a gente ia fazer uns desafios e como íamos nos sujar, até tive que tomar banho. Mãe: Bom que você se divertiu e voltou bem. Chegou quase na mesma hora que o Gerardo. Quer jantar? Eu: Não, mãe, valeu, já vou subir pro meu quarto. Naquela noite, não sei se foi a maconha, o sexo ou toda a experiência que vivi, mas capotei. Acordei umas 2:30 da manhã com muita sede e quando me toquei, ainda tava toda molhada. Quando saí do quarto, ouvi gemidos vindo do quarto da minha mãe e do Gerardo. Entre o quanto eu tava molhada e a curiosidade, espiei um pouco pra ver o que rolava e, bom, a cena era minha mãe montando no Gerardo com o uniforme de colegial que eu tinha usado até umas horas atrás. Fim da parte I.
Claudia: Ei, e se a gente chamar um entregador?
Ximena: Já vai começar a ser tão puta quanto a outra?
Eu: Ah, para de fingir, acho que todas nós ficamos um pouco excitadas com o que vimos
Aly: Por mim, não seria ruim, só que nesse estado não sinto meu corpo pra levantar
Ximena: Nem eu
Eu: Então cala a boca e dorme um pouco, hahaha
Aly: Verdade, os vídeos me deixaram com tesão
Ximena: Eu também, mas essa coisa de ser puta não é muito minha praia
Claudia: É que ainda não te pagaram o suficiente, hahaha
Essa é a única parte da conversa que lembro, e depois de um tempo a gente apagou, dormindo umas 4 da tarde.
Umas 9 horas, acordei porque meu celular tava tocando. Abri os olhos e vi que era minha mãe. Não me perguntem como, mas o efeito passou na hora pra atender e fingir a melhor voz possível.
Mãe: Oi, filha, como você tá?
Eu: Bem, mãe. O que foi?
Mãe: É que já é tarde e você não deu notícias. Que horas você volta?
Eu: Desculpa, mãe, passou batido, mas já te aviso quando voltar.
Mãe: Tá bom, mas pede um táxi, por favor, vem com cuidado. Beijos.
Assim que desliguei com minha mãe, a bad bateu de novo, mas pelo menos já conseguia me controlar um pouco mais.
Ximena: O que foi?
Eu: Minha mãe perguntando que horas eu voltava
Ximena: E que horas são?
Eu: 9:20
Ximena: Caralho. Deixa eu preparar algo pra vocês baixarem, pra você e pra Aly, que também tinha que ir embora.
Enquanto a Ximena foi preparar a janta, fiquei acordando a Aly, que também tinha recebido ligações.
Depois da janta, combinei com a Aly de pedir um Uber pra irmos juntas e gastar menos.
Aly: Beleza, então bota primeiro minha casa e depois a sua, ok?
Eu: Sim, sem problema.
Enquanto a gente esperava aceitarem a viagem, a Claudia... Ela saiu do quarto falando pra gente que tava se sentindo mal e que o estômago dela tava fazendo muito barulho. Achei que era fome, então fui lá pra sentar ela na mesa, mas quando peguei ela, só ouvi ela vomitar o chão inteiro. Quando olhei pra baixo, vi minha calça cheia de vômito.
Ximena: "Espera aí, Fanny, não vai vomitar também não. Vem, deixa a Claudia no banheiro e já te empresto uma roupa."
Segurando o nojo, deixei a Claudia no banheiro.
Aly: "Já me aceitaram, ela disse que tá terminando uma viagem e chega em 10 minutos."
Eu: "Rápido, Ximena, me empresta algo antes que eu vomite."
Ximena entrou no quarto dela e, como ela é mais baixa que eu (tem 1,62), a única coisa que ela tinha pra eu usar eram vestidos.
Ximena: "Toma, acho que esse pode servir em você."
Me troquei no quarto dela e o vestido ficou muito curto, mal chegava debaixo da minha bunda, apertava na barriga e o decote quase não cobria nada, e olha que eu não tenho peito grande.
Na verdade, quando sentei, apertou demais, subiu e deixou o triângulo à mostra (a gente chama de triângulo quando um vestido não cobre bem as pernas e deixa um buraco em forma de triângulo onde dá pra ver a calcinha).
Eu: "É sério?"
Ximena e Aly riam sem parar.
Ximena: "Desculpa, amiga, mas é a única coisa que tenho que pode servir em você, quem manda você ser tão alta."
Aly: "Quanto você cobra, Fanny? Kkkk"
Eu: "Cala a boca, já tô me sentindo sem forças de novo e cansada."
Ximena: "É normal por causa da maconha do biscoito, amanhã você toma um soro e fica boa."
Enquanto elas riam de mim, a Aly recebeu uma mensagem da mãe dela falando pra ela ficar pra dormir porque já era tarde.
Eu: "E aí?"
Aly: "Não se preocupa, o Uber já tá pago, então é só você me transferir sua parte e pronto, porque não dá mais pra editar o destino pra você ir direto pra sua casa."
Eu: "Beleza, e quanto tempo falta?"
Aly: "Já tá a 3 minutos."
Ximena: "Agora só deixa sua calça aqui pra você não levar o vômito com você, e outro dia que a gente se ver eu te devolvo. Saí da casa da Ximena mal conseguindo andar por causa da maconha no biscoito, o vestido parecia que ia rasgar ou subir, e a máscara embaçava meus óculos. Quando entrei no carro, agradeci por ter uma divisória de plástico entre os bancos de trás e o motorista, o que me deixou mais confortável porque evitaria olhares estranhos.
Motorista: Senhorita Alondra, né?
Eu: Sim, isso mesmo.
Motorista: A senhora tá voltando da festa ou indo?
Eu: Não, já tô voltando pra casa.
Motorista: É que te vi muito arrumada quando subiu, pra falar a verdade.
Eu: Nada disso, haha.
A viagem começou e notei que ele tava meio devagar, mas tudo bem, prefiro isso do que passar do limite. O motorista ficou calado por um bom tempo, o que me deixou relaxar e tentar focar em recuperar as forças pra chegar em casa o melhor possível. O problema surgiu quando tive uma crise de tosse, mas entre não conseguir tossir direito e a máscara roubando meu ar, comecei a respirar pela boca.
Motorista: Tudo bem?
Eu não conseguia responder, então só soltei um "mmmju".
Motorista: Já tava achando estranho uma moça assim subir no carro à toa...
Fiquei confusa e em silêncio, tentando recuperar o fôlego.
Motorista: Já peguei umas duas que sobem pra gravar os vídeos delas e não tenho problema, mas que tal a gente fazer um trato...
Não entendi do que ele tava falando até ele se abrir.
Motorista: Eu também tenho um canal no Onlyfans onde posto vídeos de mulheres que deixam comer ou amigas que gostam de fingir que são clientes. Que tal, senhorita, depois que terminar seu vídeo, me ajudar com um? É ganha-ganha.
De susto, tirei a máscara pra respirar e responder puta da vida.
Eu: Não sei quem você pensa que eu sou, mas não faço nada disso.
Motorista: Desculpa, senhorita, é que te vi subir e pelos barulhos me confundi.
A viagem virou uma nuvem densa de silêncio. Nela, lembrei do que a gente tinha visto no Only e comecei a ficar excitada, imaginando que o motorista tava me desejando pra... fazer isso. Sinceramente, naquele momento me deixei levar um pouco e acabei me tocando por cima da calcinha, atrás do motorista.
Motorista: E se eu te der 2 mil reais e a viagem de graça, você aceitaria? Desculpa se estou sendo insistente, mas não consigo evitar de imaginar como eu te comeria. E olha aqui, pode ver o que eu faço.
Ele me passou o celular dele e vi todo o conteúdo: desde câmeras espiãs nos bancos até ele transando com outras mulheres. O rosto dele era um mistério por causa da máscara e porque nos vídeos ele não mostrava, mas a piroca dele era enorme. No estado de tesão que eu estava, aceitei.
Motorista: Então vamos parar aqui, você passa pra frente e o vídeo vai começar quando você me disser: "Oi, não tenho como pagar".
Eu: Aceito, mas primeiro meu dinheiro.
Motorista: Claro, aqui está.
Desci do carro e subi no banco do carona.
Motorista: Como esse vestido fica bem em você. Vai ser um prazer tirá-lo.
Ele começou a gravar e eu fiz minha parte. Ele abaixou a calça e me mostrou a piroca dele. Quando vi, não acreditei, fiquei muito mais molhada do que antes. Tirei a máscara e fui direto nela.
Motorista: Fanny?
Congelei com a piroca na boca quando levantei o olhar e vi... Era o Gerardo, meu padrasto.
Gerardo: Por que você se veste como uma puta vagabunda?
Eu: Com licença, senhor, é do Onlyfans?
Gerardo: Nem pense em contar pra sua mãe.
Eu: Por quê? O que me impede?
Gerardo: Bom, pra começar, já te paguei 2 mil reais, então agora me chupa, e direito.
Eu: Você é doente?
Gerardo: Bom, então vamos ver o que você e sua mãe desempregada vão fazer quando eu expulsar vocês da minha casa. Melhor ainda, vamos pra um lugar do seu nível.
Gerardo acelerou bruscamente e foi direto pra um motel da região. Pagou o quarto e, assim que guardou o carro na garagem, me puxou à força pelos braços.
Gerardo: Queria ser uma puta, não é? Agora vai ser a minha. Só espero que faça melhor que a sua mãe, essa sem graça.
Eu: Você me dá nojo.
Gerardo: Mas tava bem que ia me chupar, sua cachorra maldita.
Ele me jogou contra a cama. Porta-malas e rasgou meu vestido. Gerardo: A puta parece que não teve grana pra um vestido melhor, esse te deixava toda de fora, maldita puta, e ainda me diz que não é uma gostosa. Eu: Nem sei por que tô... Antes que eu terminasse minha frase, me deu um tapa, terminou de rasgar meu vestido e me jogou de novo contra o porta-malas. Gerardo: Já sabia que você tinha uma bunda boa e sabia que era questão de tempo te ter aqui. Olha só o que eu guardei pra você. Apertou meu rosto e me obrigou a olhar o celular dele enquanto encostava a pica na minha bunda. Gerardo: Olha só o que eu tenho. Era um vídeo da minha mãe chupando a pica dele. Gerardo: Desculpa, acho que me confundi, embora pareçam idênticas chupando, só que você é mais nova, mas assim, puta, você vai ficar quando chegar na idade dela. Agora sim, era esse. Me mostrou um vídeo meu enquanto tomava banho. O pior é que ele tinha publicado no Only dele. Gerardo: Já viu, puta? Sabia que mais cedo ou mais tarde você ia cair igual sua mãe, mas não pensei que a oferecida seria você. Agora vamos pra cima, maldita puta, e não se preocupa, não vou gravar. Me levou pro quarto e me jogou direto na cama. Gerardo: Sua mãe tem umas calcinhas idênticas, bom que sua bunda é mais firme. Depois disso, rasgou minhas calcinhas e me deu tantas palmadas que nem percebi quando parou. Desceu devagar e começou a chupar minha bunda. Mesmo eu não querendo, sentia muito gostoso, ele sabia o que fazia. Gerardo: Não aguento mais, maldita puta do caralho. Me deixou de bruços na cama e meteu a pica dele de uma vez. Gerardo: Porra, você ainda é apertada. Como você se vende tão barato? Maldita puta, além de vadia, é burra pra se vender. Começou a me comer tão forte que não consegui evitar gemer. Gerardo: Geme igual sua mãe, maldita puta, aliás, deixa eu botar o vídeo pra imaginar que a gente tá junto. Colocou o vídeo na minha frente e eu via minha mãe montando nele e gemendo. Gerardo: Porra, você é uma puta deliciosa. Continuou me comendo no mesmo ritmo que dava nela. Mamãe no vídeo, me dava palmadas na bunda, me puxava pelo cabelo, até que eu não aguentei mais. Me jogou no chão e encheu minha cara de porra, enquanto eu sentia que começava a gozar escorrendo pelas minhas pernas. Gerardo: Sua puta maldita, como você é gostosa, agradece que não enfiei tudo dentro de você, sua vadiazinha. Ele me pegou pela garganta e me beijou, mesmo eu não querendo. Gerardo: Agora toma banho que a gente tem que guardar esse segredo da sua mãe. Me jogou uma toalha e me deixou no chuveiro de vidro, ele se deitou na cama e começou a me gravar. Depois de um tempo, vi que ele saiu do quarto. Eu não sabia o que tinha acontecido, me sentia tão mal e usada, mas ao mesmo tempo me senti tão excitada com o que acabava de viver. Enquanto ouvi Gerardo voltar pro quarto. Gerardo: Como rasguei seu vestido, já te pedi um presente, não vou deixar você ir pelada no meu carro. Antes de eu sair do chuveiro, vi ele sair de novo, e enquanto eu me secava, entrou um trabalhador com um uniforme de colegial. Rapidamente me cobri com uma toalha pra evitar que ele me visse pelada. Gerardo: Veste isso. Eu: O quê? Trabalhador: Desculpa, senhor, não posso, é contra a política do motel. Gerardo chegou perto de mim e arrancou minha toalha à força, e mesmo eu tentando evitar, não consegui. Gerardo: Não me diga que você não quer provar um pouco dessa puta. Agora para de se cobrir, sua vagabunda. Trabalhador: Senhor, já falei que não posso. Gerardo: Não gostou? Trabalhador: Ela tem um corpo muito gostoso, mas não posso. Gerardo me segurou pelos braços pra evitar que eu me cobrisse. Gerardo: O que você gosta mais? Trabalhador: Os biquinhos dela. Gerardo: Bom, se não vai fazer nada, vaza. O trabalhador foi embora e nos deixou sozinhos de novo. Gerardo: Você gosta de ser uma putinha que se vende? Eu: Já quero ir embora. Gerardo: Veste o uniforme e a gente vai. Coloquei o disfarce de colegial que mal me cobria, e ainda por cima não tinha calcinha porque Gerardo tinha rasgado a minha, então tive que ficar sem roupa íntima. Gerardo: Vamos, putinha, antes que... Sua mãe devia se preocupar mais. Saímos do motel e fomos direto pra casa. O Gerardo desceu primeiro e foi no meu quarto pegar roupa pra eu trocar enquanto eu esperava no carro dele. Gerardo: Toma, putinha, trouxe uma calça e essa tanguinha que achei pra você. Eu: Você é um imbecil. Gerardo: Um imbecil que te fez gozar. Troquei de roupa rápido e o Gerardo levou o uniforme de colegial. Depois de uns minutos, fingi que tinha chegado. A viagem que começou às 9:30 da noite fez eu chegar às 11:40. Mãe: Nossa, agora você passou dos limites. Não tinha outra roupa? Eu: É que eu levei roupa extra porque a gente ia fazer uns desafios e como íamos nos sujar, até tive que tomar banho. Mãe: Bom que você se divertiu e voltou bem. Chegou quase na mesma hora que o Gerardo. Quer jantar? Eu: Não, mãe, valeu, já vou subir pro meu quarto. Naquela noite, não sei se foi a maconha, o sexo ou toda a experiência que vivi, mas capotei. Acordei umas 2:30 da manhã com muita sede e quando me toquei, ainda tava toda molhada. Quando saí do quarto, ouvi gemidos vindo do quarto da minha mãe e do Gerardo. Entre o quanto eu tava molhada e a curiosidade, espiei um pouco pra ver o que rolava e, bom, a cena era minha mãe montando no Gerardo com o uniforme de colegial que eu tinha usado até umas horas atrás. Fim da parte I.
3 comentários - O Morbo me transformou numa puta - Parte 1