Naquela época, eu não via problema nenhum em basicamente ter duas minas na minha vida. Como já falei em outros capítulos, quando você passa tanto tempo no mundo do crime e vira mais um bandido, você não liga pra absolutamente nada. Nem pensa, só curte toda a situação. Além disso, a carinha de menininha da Nahiara me deixava louco. Essa mina tinha algo especial que me excitava num outro nível. Fisicamente, claro, a bunda pequena dela, bem empinada, redondinha, sem nenhuma imperfeição, típica da pouca idade, era um golaço de meio de campo. Mas, além dos peitinhos pequenos, onde você sempre percebia que ela tava sem sutiã, o que mais, mas mais me atraía mesmo era como ela levava o estilo vilera, de mina, ao extremo. Ela passava o dia ouvindo cumbia, tava cagando pros vizinhos e pras reclamações, era bagunceira, tudo dela era uma zona e, acima de tudo, muito suja. Meu Deus, como eu ficava excitado com ela sendo assim. Uma tarde, por exemplo, minha sogra demorou demais no banheiro e a Nahiara, sem nenhuma vergonha ou complexo, foi mijar na minha frente no quintal. Fez um baita charco na terra e ainda deu risada. Encrenqueira como só ela, tinha um ódio gigante da polícia, da "puta da yuta", como ela dizia, e dos playboys. Até aquele momento, eu não sabia se minha cunhadinha vilera desconhecia meu passado de playboy, se ela me queria por ter largado o mundo de rico e virado bandido, ou se ela simplesmente gostava do meu pau. Qualquer que fosse o motivo, eu só pensava em arrombar a buceta dela uma vez atrás da outra até onde desse. Esse capítulo vai trazer uma polêmica, mas sinceramente, tô cagando. Aqui a gente conta as coisas como foram, então que saia como sair. A situação era mais ou menos assim: se a família da minha mina era disfuncional e complicada, a vida da minha linda cunhada tinha sido ainda pior, e a atitude encrenqueira dela fez com que, na escola, ela pegasse tipo doze matérias pra recuperação em dezembro. Das quais, com sorte, se passou em três; em mais da metade, ela nem apareceu, em algumas... até por dormir demais. Em fevereiro, ela tinha que fazer um monte de matérias, tipo nove. A minha sogra enchia o saco pra ela ir fazer as provas pra não repetir (de novo). Claro que a mina do Nahiara cagou completamente e continuou na dela. E ainda por cima, nessa época a gente começou a namorar e foder escondido. Sem contar que a minha mina Jésica era igual à Nahiara, só que mais velha, então digamos que não tinha muita chance da gatinha passar de ano.
Num meio da manhã, enquanto a minha mina dormia gostoso e pelada na cama, a Nahiara se trocava pra ir fazer a segunda das nove matérias. A primeira ela esqueceu, não foi, e já tinham reprovado ela. A minha sogra tinha ido encher o saco dela, então acho que pra não aturar, ela começou a se trocar. Eu ainda estava na cama, pelado, e sentia o meu pau começando a ficar duro vendo ela se trocar. Primeiro ela ficou toda peladinha na minha frente, aqueles peitinhos bem pequenos, redondinhos, empinados, mas pequenos, lindos, e aquela bucetinha ainda estreita e um pouco peludinha me deixavam louco. Depois, ela tomou o tempo de escolher o thong entre as suas calcinhas e escolheu um fio dental com um triângulinho atrás, branco, bem pequenininho. Uma calça cinza que marcava completamente o triângulinho do thong e uma camiseta do club Laferrere. Assim, sem sutiã. O cabelo solto e uns tênis bem chamativos. Eu estava de pau bem duro vendo ela e me saiu de dentro: "quer que eu te leve?". A Nahiara, feliz com a minha oferta, sorriu e disse: "de uma, vamo escutar uns temas foda". Eu coloquei um moletom, obviamente sem cueca, e uma camiseta.
Lembro bem que assim que subimos no Fiat 147, a gatinha colocou uns temas do Chapa C e Nene Malo que estavam na moda na época. Ela botava pra tocar e fazia questão que a rua toda escutasse. Umas doze quadras depois, chegamos na porta da escola. Parei o carro um pouco mais adiante e começamos a nos comer de beijo mal. Eram aqueles beijos bem passionais, de língua... línguas bem quentes. A Nahiara subiu no meu colo no banco do motorista e cruzou os braços atrás do meu pescoço. Começou a me comer a boca de um jeito muito especial. Muito fogo, muita tesão e com um pouco de ternura também. Como uma garotinha apaixonada. Eu sentia todo o calor e como meu pau ficava duríssimo, cabessudo, batendo contra a bunda minúscula dela de calça jeans. Meti a mão por baixo da camiseta da Laferrere e comecei a acariciar suavemente seus peitinhos. Ela estava com os olhinhos revirados, muito quente, e sem muitas delongas me disse: "quero que você me coma no colégio". Palavras suficientes para a tesão não deixar nem pensar, então balancei a cabeça e descemos do carro ardendo e nos sentindo muito safados. Esclarecimento óbvio: fevereiro de 2012, colégio secundário de La Matanza, não havia uma câmera nem por engano, então cruzamos a entrada como se nada. Uma vez dentro, a sweet girl foi direto para o lado dos banheiros. Os banheiros estavam caindo aos pedaços, literalmente. Olhamos de relance para ver se não vinha ninguém, os corredores estavam tranquilos, então assim que vimos a oportunidade entramos no banheiro feminino. Cruzamos a parte dos lavatórios, onde uma torneira perdia água constantemente e as outras duas estavam entupidas de papel, e vimos a fila de vasos sanitários com porta. Os dois primeiros estavam muito quebrados, então fomos para o terceiro. Entramos e fechamos a porta. Começamos a nos beijar com uma adrenalina como nunca havia sentido na minha vida. A sweet girl me tinha completamente em suas mãos. Ela me deixava louco com essa carinha de putinha safada. Nos beijávamos sem pressa, mas com toda aquela adrenalina de estar nos pegando no banheiro do colégio dela. Enquanto nos beijávamos, eu acariciava seus peitos e ela enfiava a mão no meu volume bem duro. Com um movimento brusco, ela abaixou meu moletom e deixou meu pau duro e empinado na frente dela. Ela se agachou e começou a chupar meu pau. Primeiro uns beijinhos suaves na cabeça, depois beijos mais apaixonados por todo o pau até que enfiou na boca... toda na boquinha dela. Ela se engasgava com o pau e mal conseguia caber, eu tava com ele inchadasso, bem duro, e ela não tinha uma boca tão grande, pelo contrário. Ela babava ele todinho, eu sentia um fogo percorrer tudo, absolutamente tudo no meu corpo. Ela me sentou no vaso e abaixou a calça e a calcinha fio dental. Sentou em cima de mim e, com a buceta tão encharcada que ela tava, meu pau deslizou rapidão até enfiar tudo sem camisinha, pele com pele dentro dela. Ela teve que segurar um grito pra ninguém nos ouvir. Aí começou a cavalgar, eu sentia não só a buceta bem apertada recebendo meu pau inchado, mas toda a adrenalina da situação. Quanto mais ela pulava em cima, mais eu gozava, sentia que o pau ia explodir a qualquer momento. Foi aí que senti que era um pau de lei, tava quente, inchado, mas não sentia que ia gozar, uma sensação completa tomou meu corpo e quase como se aquela foda no colégio com a gostosa fosse algo normal. Foi assim que agarrei ela com as duas mãos na cinturinha e acompanhava os movimentos de sobe e desce enquanto a gostosa soltava gemidinhos de êxtase e prazer. Num momento, perdi totalmente a noção de onde a gente tava e do tempo, só sentia aquela cavalgada com a buceta encharcada. A porta do banheiro toda pichada era o único fundo por trás da carinha de boneca da minha cunhada. Ela gozou primeiro, explodiu em fluxo no meu pau. Aí sim ela soltou um gritão. A gente ficou parado, imóvel, por uns segundos. Ou ninguém ouviu, ou acharam que eram uns caras zoando no pátio, porque ninguém chegou perto do banheiro. Ela me sorriu e soltou uma risadinha: "desculpa, meu amor, sua pau me deixa louca". Com os braços cruzados atrás do meu pescoço, ela me encarou com aqueles olhos e, com voz de boneca, me disse: "enche todinha de porra, meu amor, quero ela toda, papi". Ela se aproximou e começou a comer minha boca, enquanto ela me beijava com paixão, eu enchia a buceta dela de porra pra caralho. Uma porra linda que ela... Ela gemeu suavemente enquanto recebia tudo. Quando se levantou e um pouco do meu gozo saiu da sua buceta, a putinha passou a mão pela buceta e depois pela porta do banheiro, deixando parte do meu gozo lá. Agachou-se e juro por Deus que começou a mijar no chão do banheiro. Eu observava como aquela bucetinha meio peludinha soltava o jato de mijo e até respingava um pouco em mim. Ela ria sem se importar com nada. Não só fez uma poça da porra no nosso chão, mas no do lado também. Subiu a calcinha e a legging e abriu a porta do banheiro. Não tinha ninguém. Ela fez sinal e saímos do banheiro rapidinho.
Caminhando de volta para as salas, cruzamos com uma das amigas dela.
Amiga: Eee, mina, qual é a boa? Chegando agora, haha.
Nahiara, num tom de risada: Tava ocupada, putinha, tava bem no meio.
Amiga: Que filha da puta que você é, vem de foder, certeza.
Nahiara: Óbvio, cheia de porra, tô nem aí pra essa escola de merda.
Amiga: Que mina doida que você é, apresenta pelo menos.
Eu fiquei quieto, mas curtindo a atrevidez e a putaria dela.
Nahiara: Meu namorado é ele, me deu uma gozada da porra, o maluco.
Amiga: Tá de boa, vocês são.
Eu: Joaquín (cumprimentei com um beijo no rosto). Qual é a boa, o que vão fazer?
Amiga: Vamo pra praça, mina, já era.
Nahiara me olhando nos olhos: Vamo, meu amor.
E saímos os três caminhando pra praça como se nada tivesse acontecido.


Num meio da manhã, enquanto a minha mina dormia gostoso e pelada na cama, a Nahiara se trocava pra ir fazer a segunda das nove matérias. A primeira ela esqueceu, não foi, e já tinham reprovado ela. A minha sogra tinha ido encher o saco dela, então acho que pra não aturar, ela começou a se trocar. Eu ainda estava na cama, pelado, e sentia o meu pau começando a ficar duro vendo ela se trocar. Primeiro ela ficou toda peladinha na minha frente, aqueles peitinhos bem pequenos, redondinhos, empinados, mas pequenos, lindos, e aquela bucetinha ainda estreita e um pouco peludinha me deixavam louco. Depois, ela tomou o tempo de escolher o thong entre as suas calcinhas e escolheu um fio dental com um triângulinho atrás, branco, bem pequenininho. Uma calça cinza que marcava completamente o triângulinho do thong e uma camiseta do club Laferrere. Assim, sem sutiã. O cabelo solto e uns tênis bem chamativos. Eu estava de pau bem duro vendo ela e me saiu de dentro: "quer que eu te leve?". A Nahiara, feliz com a minha oferta, sorriu e disse: "de uma, vamo escutar uns temas foda". Eu coloquei um moletom, obviamente sem cueca, e uma camiseta.
Lembro bem que assim que subimos no Fiat 147, a gatinha colocou uns temas do Chapa C e Nene Malo que estavam na moda na época. Ela botava pra tocar e fazia questão que a rua toda escutasse. Umas doze quadras depois, chegamos na porta da escola. Parei o carro um pouco mais adiante e começamos a nos comer de beijo mal. Eram aqueles beijos bem passionais, de língua... línguas bem quentes. A Nahiara subiu no meu colo no banco do motorista e cruzou os braços atrás do meu pescoço. Começou a me comer a boca de um jeito muito especial. Muito fogo, muita tesão e com um pouco de ternura também. Como uma garotinha apaixonada. Eu sentia todo o calor e como meu pau ficava duríssimo, cabessudo, batendo contra a bunda minúscula dela de calça jeans. Meti a mão por baixo da camiseta da Laferrere e comecei a acariciar suavemente seus peitinhos. Ela estava com os olhinhos revirados, muito quente, e sem muitas delongas me disse: "quero que você me coma no colégio". Palavras suficientes para a tesão não deixar nem pensar, então balancei a cabeça e descemos do carro ardendo e nos sentindo muito safados. Esclarecimento óbvio: fevereiro de 2012, colégio secundário de La Matanza, não havia uma câmera nem por engano, então cruzamos a entrada como se nada. Uma vez dentro, a sweet girl foi direto para o lado dos banheiros. Os banheiros estavam caindo aos pedaços, literalmente. Olhamos de relance para ver se não vinha ninguém, os corredores estavam tranquilos, então assim que vimos a oportunidade entramos no banheiro feminino. Cruzamos a parte dos lavatórios, onde uma torneira perdia água constantemente e as outras duas estavam entupidas de papel, e vimos a fila de vasos sanitários com porta. Os dois primeiros estavam muito quebrados, então fomos para o terceiro. Entramos e fechamos a porta. Começamos a nos beijar com uma adrenalina como nunca havia sentido na minha vida. A sweet girl me tinha completamente em suas mãos. Ela me deixava louco com essa carinha de putinha safada. Nos beijávamos sem pressa, mas com toda aquela adrenalina de estar nos pegando no banheiro do colégio dela. Enquanto nos beijávamos, eu acariciava seus peitos e ela enfiava a mão no meu volume bem duro. Com um movimento brusco, ela abaixou meu moletom e deixou meu pau duro e empinado na frente dela. Ela se agachou e começou a chupar meu pau. Primeiro uns beijinhos suaves na cabeça, depois beijos mais apaixonados por todo o pau até que enfiou na boca... toda na boquinha dela. Ela se engasgava com o pau e mal conseguia caber, eu tava com ele inchadasso, bem duro, e ela não tinha uma boca tão grande, pelo contrário. Ela babava ele todinho, eu sentia um fogo percorrer tudo, absolutamente tudo no meu corpo. Ela me sentou no vaso e abaixou a calça e a calcinha fio dental. Sentou em cima de mim e, com a buceta tão encharcada que ela tava, meu pau deslizou rapidão até enfiar tudo sem camisinha, pele com pele dentro dela. Ela teve que segurar um grito pra ninguém nos ouvir. Aí começou a cavalgar, eu sentia não só a buceta bem apertada recebendo meu pau inchado, mas toda a adrenalina da situação. Quanto mais ela pulava em cima, mais eu gozava, sentia que o pau ia explodir a qualquer momento. Foi aí que senti que era um pau de lei, tava quente, inchado, mas não sentia que ia gozar, uma sensação completa tomou meu corpo e quase como se aquela foda no colégio com a gostosa fosse algo normal. Foi assim que agarrei ela com as duas mãos na cinturinha e acompanhava os movimentos de sobe e desce enquanto a gostosa soltava gemidinhos de êxtase e prazer. Num momento, perdi totalmente a noção de onde a gente tava e do tempo, só sentia aquela cavalgada com a buceta encharcada. A porta do banheiro toda pichada era o único fundo por trás da carinha de boneca da minha cunhada. Ela gozou primeiro, explodiu em fluxo no meu pau. Aí sim ela soltou um gritão. A gente ficou parado, imóvel, por uns segundos. Ou ninguém ouviu, ou acharam que eram uns caras zoando no pátio, porque ninguém chegou perto do banheiro. Ela me sorriu e soltou uma risadinha: "desculpa, meu amor, sua pau me deixa louca". Com os braços cruzados atrás do meu pescoço, ela me encarou com aqueles olhos e, com voz de boneca, me disse: "enche todinha de porra, meu amor, quero ela toda, papi". Ela se aproximou e começou a comer minha boca, enquanto ela me beijava com paixão, eu enchia a buceta dela de porra pra caralho. Uma porra linda que ela... Ela gemeu suavemente enquanto recebia tudo. Quando se levantou e um pouco do meu gozo saiu da sua buceta, a putinha passou a mão pela buceta e depois pela porta do banheiro, deixando parte do meu gozo lá. Agachou-se e juro por Deus que começou a mijar no chão do banheiro. Eu observava como aquela bucetinha meio peludinha soltava o jato de mijo e até respingava um pouco em mim. Ela ria sem se importar com nada. Não só fez uma poça da porra no nosso chão, mas no do lado também. Subiu a calcinha e a legging e abriu a porta do banheiro. Não tinha ninguém. Ela fez sinal e saímos do banheiro rapidinho.
Caminhando de volta para as salas, cruzamos com uma das amigas dela.
Amiga: Eee, mina, qual é a boa? Chegando agora, haha.
Nahiara, num tom de risada: Tava ocupada, putinha, tava bem no meio.
Amiga: Que filha da puta que você é, vem de foder, certeza.
Nahiara: Óbvio, cheia de porra, tô nem aí pra essa escola de merda.
Amiga: Que mina doida que você é, apresenta pelo menos.
Eu fiquei quieto, mas curtindo a atrevidez e a putaria dela.
Nahiara: Meu namorado é ele, me deu uma gozada da porra, o maluco.
Amiga: Tá de boa, vocês são.
Eu: Joaquín (cumprimentei com um beijo no rosto). Qual é a boa, o que vão fazer?
Amiga: Vamo pra praça, mina, já era.
Nahiara me olhando nos olhos: Vamo, meu amor.
E saímos os três caminhando pra praça como se nada tivesse acontecido.



13 comentários - Minha cunhada Nahiara me come na escola dela (cap 42)
Buen relato
Pregunta, la cuenta es de los dos, así que imagino q Jesica sabe de esto?
Saludos genio