Finalmente, eu estava de volta. Minha cidade me recebia apenas com sorrisos e carinho. Aquele ambiente tão harmonioso no qual fui criada. Aquelas paisagens que só podiam fazer você acreditar que vivia num conto de fadas e você era a protagonista. Os barulhos, as cores, os cheiros, tudo era aproveitado em dobro quando a gente voltava pra sua terra. Tem uma coisa curiosa: ir embora é triste, mas sem aquela sensação de abandonar algo (mesmo que seja por um tempo) não teríamos a contrapartida que é retornar. Essa sensação maravilhosa existe não só com os lugares, mas também com as pessoas. Minha família estava mais carinhosa do que quando os deixei. Meus vizinhos, mais atentos que antes. Minha sorveteria favorita estava ainda mais gostosa. A Bianca estava ainda mais linda do que da última vez que a vi pessoalmente. Não quero enrolar contando meus primeiros dias, vocês imaginam a atenção que recebi e os milhares de planos que fiz. Mas todos, inocentes, digamos. Não dignos de contar nesta página. Esses primeiros dias viraram semanas. Aí comecei a notar algo em mim, não era culpa da minha cidade, mas era eu que tinha mudado algo. Minha sexualidade. Antes de ir embora, tinha breves e pouco interessantes experiências pra contar. Apesar de curtir muito sexo, ele não ocupava um papel tão transcendental na minha vida, nem minhas fantasias ocupavam tanta da minha capacidade mental. Esse contraste em mim mesma eu notei ao voltar. Ao ser de novo uma "menina direitinha", como quem diria. Mais de uma vez com a Bianca houve insinuações da minha parte pra ela, uns toques abusando da nossa confiança, mas nada mais. Não surgia uma situação que levasse àquilo. Era mais um jogo quase adolescente que a gente tinha. Apesar de insuficiente pra mim. Pela primeira vez na vida, explorei o sexting com bastante intensidade. Os chats com o Fede ou a Nadia apareciam. Em geral eu começava, mas os dois achavam uma delícia aquele vai e volta depois. Mas repito, insuficiente pra mim. Quase chegando ao primeiro mês do meu retorno e com mais um mês pela frente, Eu estava num pico de excitação constante. As punhetas eram mais frequentes e, às vezes, repetidas várias vezes durante o dia. Talvez por isso, aconteceu o que vou contar agora. O dia estava lindo, era uma terça-feira, a Bianca estava de folga e eu, obviamente, não tinha nenhum tipo de obrigação além de curtir meu merecido descanso. Fomos a um lago perto de casa, meio escondido mas conhecido por todos na cidade. Muito tranquilo. Ficamos conversando e curtindo uns salgados e mates, ambas estávamos de shortinho e a parte de cima do biquíni. Por ser terça, estávamos sozinhas e super de boa. De repente, de longe, a Bian me faz sinais e vemos que vinham 3 pessoas caminhando, tipo contornando o lago. A boa visão dela fez que quase 10 minutos depois, eles finalmente se aproximassem e a gente pudesse vê-los com mais precisão. Não eram da cidade, nem parecíamos tê-los visto antes. A primeira coisa que olhamos ambas, foi um cara moreno bem alto, corpo muito gostoso, bem definido mas sem exagero. Ele usava uma camiseta curta totalmente aberta e uma sunga amarela que destacava muito no seu bronzeado. Realmente era muito gostoso, foi difícil não fixar o olhar nele. Acompanhavam-no mais dois caras, não tão chamativos quanto ele, mas de aparência bonita. Um cara ruivo como a Bianca e o outro moreno também. Dava pra ver que eram malhados mas não tão trincados quanto o primeiro. O primeiro a falar foi esse segundo moreno: - "Oi meninas, desculpa incomodar, sabem se aqui perto tem como esquentar água? A gente esqueceu de esquentar antes de sair" - "NÃO, NÃO ESQUECEMOS. VOCÊ ESQUECEU" interrompeu o cara ruivo com bastante euforia, de um jeito bem engraçado pelas expressões. Já pelo sotaque, a gente sabia que eram de Buenos Aires. - "Viu Hernán, você é um baitola do caralho, se elas não se importam!! É só pra me queimar!!" Defendeu-se o moreno. Esse comentário nos fez rir às gargalhadas sem nem responder à pergunta inicial. Dava pra ver que esses dois eram um casal por causa daquele jeito de brigar. - "Desculpem meus amigos, eles estão sensibilizados pelo tema da falta de mate..." Pela primeira vez, ouvimos a voz do gatinho. E ainda por cima tinha um sorriso lindo! Dava pra ver que nós duas estávamos babando, embora na hora eu tenha assumido que ele também fosse gay. - "Tomem com a gente, viemos preparadas!" Disse Bianca mostrando a bolsa com mais duas térmicas além da que estávamos usando... - "OBRIGADO, MINHAS RAINHAS, SÃO NOSSAS SALVADORAS" nos disse o ruivo mantendo a efusividade inicial. - "Você é o Hernán, né?" falei apontando para o moreno que tinha esquecido sua tarefa de carregar as térmicas. "E vocês?" - "Dani" disse o ruivo e "Gonzalo" disse o moreno que eu estava adorando! A conversa foi super divertida, Hernán e Daniel eram um casal e pareciam um clichê de alguma série ou filme, constantemente tinham comentários afiados e não paravam com as piadas picantes, parecia que a gente se conhecia a vida toda. Gonzalo era muito mais educado, ficava um pouco mais na dele, mas tinha um jeito incrível de falar quando resolvia abrir a boca, dava pra ver que era super culto. - Daniel: "Que lindas que vocês são, égua! Você não pode ter esses olhos, deviam arrancá-los!" disse olhando para Bianca e fazendo uma mímica com as mãos. Nós duas rimos, embora a essa altura já estivéssemos com a barriga doendo de tanto rir. "E você! Diretamente te quero afogar no lago, olha esses peitos que você tem, gata! O que você come? Além disso, você é uma gostosa!" Agora tinha sido a minha vez. Obviamente as risadas não paravam. - "Viu, Gonzalo! A gente tinha razão de vir aqui, olha as duas rainhas que encontramos!" Ele ficou visivelmente nervioso pela primeira vez, aí a gente teve certeza absoluta que ele também não era gay. Naquele momento, um sorriso se desenhou no meu rosto que não sei se consegui disfarçar. - Gonzalo: "Sim, elas são muito lindas. Mas com certeza não querem que vocês fiquem ameaçando nem empurrando elas pra qualquer bobo que conhecem" - Dani: "Agggh, por favor, por isso você tá sozinho, moleque, Ativaaaaa, ATIVAAA!" Obviamente as risadas não demoraram... E nem o cruzamento de olhares com a Bianca. O bom de sermos amigas há tanto tempo, é que um segundo bastava.
- Eu: "Gente, até quando vocês ficam?"
- Hernán: "Mais um dia e já voltamos, infelizmente..."
- Gonzalo: "Por sinal, vocês nos salvaram do que seria conhecido como a tragédia do mate. Podemos pelo menos retribuir o favor com um sorvete depois?"
Meu Deus, se eu já gostava dele, quando ele disse isso senti como um sinal divino! Eu estava quase me jogando pra beijá-lo basicamente, mas a Dani interrompeu.
Dani: "AI MEU, UM SORVETE, EU MORRO DIRETO. Perdoem ele, ele esquece como é interagir com humanos. Venham que nós convidamos vocês pra um vinho à tarde e de quebra eu enveneno vocês por lindas"
Apesar do comentário ter me feito rir pra caralho, tive que defender o Gonzalo.
- "Olha, quando ele falou sorvete eu já estava quase me atirando nele hahaha, ele tocou num ponto sensível. Posso aceitar os dois?"
Eu tinha me entregado, eu sei. Mas que mais dava.
Combinamos de nos encontrar no centro (obviamente na minha sorveteria favorita) às 8. A ideia era comprar sorvete e ir pra onde eles tinham a cabana, que iam comprar alguma coisa pra comer e nos juntar pra beber. Com a Bian voltamos pra casa dela pra tomar banho e nos arrumar.
- Bian: "Você tava se entregando, hein!"
- "Siiiim, eu sei. Mas você viu como ele tava gostoso?"
- Bian: "Vi, sim, você me ganhou de mão. Se você não tivesse colocado o laço e se entregado tão rápido, eu ia atrás hahaha"
- "Mas eu nunca disse que você tava de fora"
- Bian: "Aahhhhh poxa... E essa proposta?"
- "Você pensa" foi a última coisa que eu disse, tirei o biquíni e entrei no chuveiro.
Quando saí, a Bian já estava trocada, tinha colocado um shortinho que deixava a bunda gigante que ela tinha bem à mostra e em cima um top transparente, dava pra ver o corpete de renda que ela tava usando.
- Bian: "Toma, se você vai se entregar, usa isso"
Ela me deu um vestido preto sem costas e bem soltinho na frente. Era pra usar sem sutiã e deixava ver tudo. do lado dos meus peitos. A saia era super curta, coloquei literalmente a calcinha fio-dental preta de renda que combinava com o sutiã da Bianca. Sim, ela aparentemente não estava usando nada por baixo. Fomos ao ponto de encontro e assim que o vi, adorei. Ele tinha um perfume delicioso e uma camisa azul-escura com uma calça preta. Eu estava derretida. Deixei minhas intenções bem claras desde o começo. Aproveitei toda oportunidade para abraçá-lo, me aproximar ou dar uma carícia disfarçada. Nem tinha bebido ainda... Já na cabana, começou a circular o vinho, que depois se transformou em Fernet. Eram quase 12h30 e a Dani propôs jogar um jogo que incluía castigos para o perdedor. No início, estava tudo muito tranquilo. As prendas eram do tipo "conte sua primeira vez", "seu maior vexame", "faça 20 flexões", coisinhas bobas assim. - Dani: "Ganhei, ganhei!! Bom, eu escolho o que o Hernán, que perdeu, tem que fazer. Você tem que dar um beijo na Ceci" - Hernán: "Pfff, sou gay, mas isso não é castigo, vem cá, gata!" Ele pegou meu rosto entre risadas e me deu um beijo bem pouco inocente! - Hernán: "Cuidado, amor, posso me acostumar a não sentir barba, hein" Obviamente, rimos e o jogo continuou. No entanto, a inocência já tinha se perdido um pouquinho. - Bian: "Desculpa, Ceci, tenho que te dar um castigo. Pelo resto do jogo, você vai ter que jogar no colo do Gonza" Filha da puta, mas a melhor amiga que eu tinha. Me deu o melhor castigo do mundo. Fingi que não queria, mas no segundo já estava me acomodando nas pernas dele. A partir daí, a todo momento eu aproveitava para fazer movimentos com o bumbum, não demorou para fazer efeito e eu podia sentir o pau dele marcando e se acomodando entre minha bunda. Assim continuei jogando feliz. As prendas continuaram. Hernán e Daniel tinham se autodestruído e terminaram ambos de cueca. Bian sem o top e jogando de sutiã. Gonzalo sem a camisa. Já tínhamos nos beijado entre quase todos, inclusive com a Bianca enquanto o Gonzalo me segurava no colo, eu podia sentir o pau dele o tempo todo super excitada com a cena das duas amigas se esfregando na frente dele. Não nos contivemos em nada, aquele jogo inocente nos deu a desculpa que estávamos procurando há semanas para nos beijarmos de novo. Vi também a Bianca beijando o Gonza. A garota aproveitou e passou a mão por todo o peito marcado dele. Por sorte eu também tive meu momento, virando e ficando cara a cara com ele, nos apertamos num beijo apaixonado. A língua dele ia e vinha por toda a minha boquinha enquanto eu me deixava levar e fazia movimentos com o quadril, querendo que o pau dele curtisse junto com a gente.
- Hernán: "Meninas, desculpa, mas eu preciso levar esse ruivo pra nosso quarto"
Sem mais, o casal foi lá pra cima onde estavam os quartos e sumiram.
- Bian: "Uiii, acabou o jogo, esses meninos estavam com tesão, hahaha"
- "Aff, então eu tenho que descer?" fazendo biquinho, olhei pro Gon.
- Gon: "Ou a gente pode continuar nós três o jogo!"
Sem hesitar, eu e a Bianca aceitamos.
"Ganhei!" disse a Bianca, feliz.
"Ceci, como estão as coisas, o Gon tem que tirar sua calcinha!"
Ninguém se surpreendeu. Imediatamente levei as mãos dele pra levantar o pouquinho de vestido que me cobria e, com muito cuidado, ele foi baixando minha calcinha pelas minhas pernas até chegar nos joelhos. Poderia ter sentido vergonha ao ver que minha calcinha estava notoriamente molhada, mas pouco me importei. Levantei um pouco as pernas, fazendo uma pressão enorme no pau do Gon (que agora só tinha a própria roupa entre a gente), e deixei que ele a tirasse completamente, deixando-a em cima da mesa.
- "Feliz?" Olhei pra Bianca, que dava pra ver que estava com muito tesão vendo a cena e olhando minha virilha, aproveitando a visão que tinha.
Ela concordou com a cabeça e continuamos.
- "Agora é a minha vez!" disse feliz e quis, de uma vez por todas, ver sobre o que eu estava sentada.
- "Gon, quero que a gente vá pro sofá, nós três, e você se masturbe, nem que seja por 20 segundos"
A carinha dele ficou linda. Era uma mistura de um tesão enorme e... vergonha pelo desafio que lhe havia caído. Cada uma ficou de um lado, ele abaixou a calça e descobrimos duas coisas. A primeira, que não usava nada por baixo, e na hora seu pau ficou à mostra. E a segunda, foi que mesmo meu bumbum já tivesse sentido bastante, seu pau não decepcionou, muito pelo contrário, tinha um pauzão lindo que deixou nós duas fascinadas olhando. Ele não demorou nada para cumprir sua punição. Bom, punição. Começou a se masturbar suave com a gente do lado, a mão dele subia e descia com muita calma mas com firmeza. Só diminuiu um pouco o ritmo depois de um tempinho. Em um momento consegui tirar os olhos daquele pau hipnótico e olhei pra Bian, ela estava totalmente perdida olhando pra ele, mordia os lábios mostrando o tesão que estava sentindo. Olhei pro Gon e ele cruzou o olhar comigo. Gostei muito da sensação de estar vendo ele se masturbar sob nosso olhar atento e poder compartilhar esse contato visual. O tempo claramente tinha passado, mas ninguém tinha intenção de parar aquilo. Eu não resisti e já fora de qualquer necessidade do jogo, me joguei pra dar um beijo super quente enquanto ele continuava na sua tarefa diante da Bianca que não perdia um detalhe. Ficamos assim um bom tempo até que decidi substituí-lo na tarefa e fui eu que comecei a tocá-lo. O beijo não parou, só liberei as mãos dele pra que baixassem meu vestido e me deixassem completamente nua, igual a ele. A troca de saliva continuou, minha mão de jeito nenhum soltava seu pauzão e as dele também não se afastavam dos meus peitos ou da minha buceta. Podia sentir os dedos dele já encharcados por minha culpa, brincando na minha fenda. Bianca era uma espectadora de luxo naquele momento. Estava em transe. Decidi melhorar ainda mais o show. Desci do sofá e fiquei de joelhos entre as pernas do Gon. Olhei pra minha amiga e disse: "Minha boca vai ficar ocupada, você pode me substituir enquanto isso?" Foram palavras mágicas que a fizeram reagir. Ela se jogou pra beijá-lo e deixou que as mãos dele também a fossem despindo. Primeiro Ela tirou o sutiã, massageou os peitos e depois desceu pelo shorts, deixando à vista a buceta da minha amiga, que também estava encharcada. Repetiu a fórmula que usou comigo e começou a brincar com os dedos na buceta dela. Enquanto isso, eu já estava lidando com meu desafio: conseguir enfiar aquele pedaço de carne inteiro na minha boca. Minha língua já tinha feito o trabalho de deixar tudo bem babado e, com tentativas tímidas, fui tentando engolir cada centímetro que o Gon me oferecia. Depois de várias tentativas e quase me afogando em todas, consegui pegar a medida e sentir meu nariz contra o ventre dele. A partir daí, o que seguiu foi uma demonstração de quanto eu tinha aprendido a chupar pau nesse tempo com o Fede. Dei a ele e à minha amiga uma chupada para lembrarem. Fui engolindo aquele pedaço enquanto minhas lágrimas caíam e escorriam minha maquiagem. Deixava fios de saliva em cada tentativa de respirar, enquanto punhetava ele, vendo como ele e a Bianca continuavam se beijando e se apalpando. Chupei como uma louca nosso novo amigo. Queria que ele lembrasse com carinho da minha cidade. Devo confessar que, em um momento, me vi tentada, tendo a buceta da Bian tão perto. Não pude evitar, e minha atenção foi parar nela. Voltei a sentir o contato da minha língua com a umidade que a Bian oferecia para mim. Aquele aroma, aquele sabor. Tão bons quanto eu lembrava. Não parei de punhetar o Gon, nem me esqueci dele. Minha cabeça foi e voltou, dando prazer àqueles dois amantes que continuavam se beijando enquanto eu cumpria meus deveres naquele exame oral com os dois. Troquei os fluidos da Bianca pelo pedaço duro de carne do Gon. Assim eu ia e voltava. Em um momento, aparentemente ganhei minha recompensa. O Gon se acomodou atrás de mim e enterrou o rosto na minha bunda, me devolvendo aquela brincadeira com a língua enquanto eu atendia a Bianca, que estava arqueada contra aquele sofá. Os gritos e gemidos já eram impossíveis de distinguir de quem vinham. A Bianca foi a primeira a gozar, tudo na minha boquinha. Meus lábios com certeza brilhavam, assim como meu sorriso depois de... sentir minha amiga gozar de novo por causa da minha língua. Isso me deu muito tesão, continuei fazendo o mesmo mas no rostinho do Gon, deixando todo o seu rostinho melado. Ele se levantou e a Bian me encontrou no chão. As duas de joelhos fomos direto pro pau dele. Chupamos compartilhando como duas grandes amigas de sempre. Eu colocava na boca dela e ela chupava, depois a mão dela era a que trazia esse pirocão pros meus lábios e eu cuidava de fazer o mesmo. O Gon jogava a cabeça pra trás e, curtindo as duas amigas recentes que tinha feito, deixava a gente cuidar do resto. O pau dele parecia inchado e prestes a explodir. Mas eu não queria que acabasse ainda. Levantei minha amiga e as duas ficamos de quatro no sofá. Deixamos nossos dois cuzinhos apontando pra ele como se fosse a melhor das fantasias dele. Com certeza ele nunca tinha visto um cu como o da minha amiga tão de perto, nem tão disponível. As duas estávamos com as bucetinhas molhadas esperando ele meter. Nos masturbamos esperando a vez e sabendo que já ia ser nossa. Tive a sorte de ele começar por mim, fui sentindo o pau dele abrindo caminho. Adoraria mentir e dizer que ofereci algum tipo de resistência, mas minha buceta desejava muito aquilo e deixou bem claro. Começou com suavidade mas não durou muito. Em um minuto o Gon estava me perfurando e me fazendo engasgar no sofá. As mãos da Bianca percorriam meu corpo, especialmente meus peitos. Ela me beijou e abafou por um tempo os gritos que aquele pau me fazia soltar. Logo senti um vazio dentro de mim, ele tirou e foi pra minha amiga. Ainda recuperando o fôlego, curti a cena me tocando. Via a Bianca com os olhinhos revirando e a boca completamente aberta tentando buscar ar entre gemidos. O Gon também não teve piedade dela. Não o culpo. Se eu pudesse foder ela assim, teria feito o mesmo. Dei uma palmada na Bianca que ecoou por tudo, minha mão ficou marcada na sua bundinha branca. No entanto, podia cobrir um pouco daquela bunda enorme! O Gon entrou na jogada. Ele deu várias palmadas seguidas que foram cobrindo a marca vermelha da minha mãozinha, deixando novas marcas maiores e mais brutais. Depois disso, o pau dele respirou fundo e era minha vez de novo. Enquanto ele me comia sem piedade, eu conseguia ver a Bianca ainda caída, sem conseguir se recuperar. Mas quando ela se recuperou, foi por vingança. Ela começou a me dar palmadas tremendas na bunda, e o Gon cuidou de me comer enquanto deixava minha outra nádega toda vermelha. Eu sentia minha bunda quente de tantas palmadas que levei. O pau dele ia e vinha com facilidade, de tão molhada que eu estava. A Bianca esfregava meu clitóris e meus peitos, eu gritava, pedia mais, soltava súplicas, etc... Eles me fizeram gozar de novo, entre os dois. Senti um orgasmo incrível que percorreu todo meu corpo e me deixou exauta no sofá. Isso fez com que fosse a vez da minha amiga novamente. Ela, toda desejosa, empinou o bumbum pequeno e se deixou comer mais uma vez. Quando recuperei o fôlego, saí de lá e, passando entre as pernas dos dois, me posicionei com minha boca debaixo da boceta da Bianca. Fiquei chupando enquanto sentia o pau do Gon roçando na minha língua e os fluidos daquela foda caindo na minha boca, que não fazia nada além de receber tudo o que alcançava. Ela também não aguentou muito com isso e gozou bem rápido de novo. Estava tão perto que pude ver quando ele tirou o pau e deixou um buraco na minha amiga que mal se enchia com os fluidos do orgasmo recente. Ele se sentou exausto, mas ainda não derrotado. Nós devíamos algo a ele e fomos cumprir nosso dever. Seu pau brilhando dos nossos fluidos nos esperava firme. Comecei eu enquanto a Bianca se recuperava. Depois ela se juntou a mim e, juntas, alternando entre chupar seu pau e lamber suas bolas, fomos brincando com ele. Estávamos muito felizes e deixamos isso claro, pedindo para ele gozar. alternando entre chupar seu pau e lamber suas bolas, fomos brincando com ele. Estávamos muito felizes e deixamos claro pedindo o leite dele. Ele deu, enquanto seus fios brancos iam caindo em nossas línguas, recebendo a recompensa. Cada uma pegou o que era seu e fechamos com um beijo final, para a cena pornô ficar completa. Estávamos mortas. Sério, não sobrou nada de nenhum. Assim, pelados e como deu, dormimos naquela sala.
- Eu: "Gente, até quando vocês ficam?"
- Hernán: "Mais um dia e já voltamos, infelizmente..."
- Gonzalo: "Por sinal, vocês nos salvaram do que seria conhecido como a tragédia do mate. Podemos pelo menos retribuir o favor com um sorvete depois?"
Meu Deus, se eu já gostava dele, quando ele disse isso senti como um sinal divino! Eu estava quase me jogando pra beijá-lo basicamente, mas a Dani interrompeu.
Dani: "AI MEU, UM SORVETE, EU MORRO DIRETO. Perdoem ele, ele esquece como é interagir com humanos. Venham que nós convidamos vocês pra um vinho à tarde e de quebra eu enveneno vocês por lindas"
Apesar do comentário ter me feito rir pra caralho, tive que defender o Gonzalo.
- "Olha, quando ele falou sorvete eu já estava quase me atirando nele hahaha, ele tocou num ponto sensível. Posso aceitar os dois?"
Eu tinha me entregado, eu sei. Mas que mais dava.
Combinamos de nos encontrar no centro (obviamente na minha sorveteria favorita) às 8. A ideia era comprar sorvete e ir pra onde eles tinham a cabana, que iam comprar alguma coisa pra comer e nos juntar pra beber. Com a Bian voltamos pra casa dela pra tomar banho e nos arrumar.
- Bian: "Você tava se entregando, hein!"
- "Siiiim, eu sei. Mas você viu como ele tava gostoso?"
- Bian: "Vi, sim, você me ganhou de mão. Se você não tivesse colocado o laço e se entregado tão rápido, eu ia atrás hahaha"
- "Mas eu nunca disse que você tava de fora"
- Bian: "Aahhhhh poxa... E essa proposta?"
- "Você pensa" foi a última coisa que eu disse, tirei o biquíni e entrei no chuveiro.
Quando saí, a Bian já estava trocada, tinha colocado um shortinho que deixava a bunda gigante que ela tinha bem à mostra e em cima um top transparente, dava pra ver o corpete de renda que ela tava usando.
- Bian: "Toma, se você vai se entregar, usa isso"
Ela me deu um vestido preto sem costas e bem soltinho na frente. Era pra usar sem sutiã e deixava ver tudo. do lado dos meus peitos. A saia era super curta, coloquei literalmente a calcinha fio-dental preta de renda que combinava com o sutiã da Bianca. Sim, ela aparentemente não estava usando nada por baixo. Fomos ao ponto de encontro e assim que o vi, adorei. Ele tinha um perfume delicioso e uma camisa azul-escura com uma calça preta. Eu estava derretida. Deixei minhas intenções bem claras desde o começo. Aproveitei toda oportunidade para abraçá-lo, me aproximar ou dar uma carícia disfarçada. Nem tinha bebido ainda... Já na cabana, começou a circular o vinho, que depois se transformou em Fernet. Eram quase 12h30 e a Dani propôs jogar um jogo que incluía castigos para o perdedor. No início, estava tudo muito tranquilo. As prendas eram do tipo "conte sua primeira vez", "seu maior vexame", "faça 20 flexões", coisinhas bobas assim. - Dani: "Ganhei, ganhei!! Bom, eu escolho o que o Hernán, que perdeu, tem que fazer. Você tem que dar um beijo na Ceci" - Hernán: "Pfff, sou gay, mas isso não é castigo, vem cá, gata!" Ele pegou meu rosto entre risadas e me deu um beijo bem pouco inocente! - Hernán: "Cuidado, amor, posso me acostumar a não sentir barba, hein" Obviamente, rimos e o jogo continuou. No entanto, a inocência já tinha se perdido um pouquinho. - Bian: "Desculpa, Ceci, tenho que te dar um castigo. Pelo resto do jogo, você vai ter que jogar no colo do Gonza" Filha da puta, mas a melhor amiga que eu tinha. Me deu o melhor castigo do mundo. Fingi que não queria, mas no segundo já estava me acomodando nas pernas dele. A partir daí, a todo momento eu aproveitava para fazer movimentos com o bumbum, não demorou para fazer efeito e eu podia sentir o pau dele marcando e se acomodando entre minha bunda. Assim continuei jogando feliz. As prendas continuaram. Hernán e Daniel tinham se autodestruído e terminaram ambos de cueca. Bian sem o top e jogando de sutiã. Gonzalo sem a camisa. Já tínhamos nos beijado entre quase todos, inclusive com a Bianca enquanto o Gonzalo me segurava no colo, eu podia sentir o pau dele o tempo todo super excitada com a cena das duas amigas se esfregando na frente dele. Não nos contivemos em nada, aquele jogo inocente nos deu a desculpa que estávamos procurando há semanas para nos beijarmos de novo. Vi também a Bianca beijando o Gonza. A garota aproveitou e passou a mão por todo o peito marcado dele. Por sorte eu também tive meu momento, virando e ficando cara a cara com ele, nos apertamos num beijo apaixonado. A língua dele ia e vinha por toda a minha boquinha enquanto eu me deixava levar e fazia movimentos com o quadril, querendo que o pau dele curtisse junto com a gente.
- Hernán: "Meninas, desculpa, mas eu preciso levar esse ruivo pra nosso quarto"
Sem mais, o casal foi lá pra cima onde estavam os quartos e sumiram.
- Bian: "Uiii, acabou o jogo, esses meninos estavam com tesão, hahaha"
- "Aff, então eu tenho que descer?" fazendo biquinho, olhei pro Gon.
- Gon: "Ou a gente pode continuar nós três o jogo!"
Sem hesitar, eu e a Bianca aceitamos.
"Ganhei!" disse a Bianca, feliz.
"Ceci, como estão as coisas, o Gon tem que tirar sua calcinha!"
Ninguém se surpreendeu. Imediatamente levei as mãos dele pra levantar o pouquinho de vestido que me cobria e, com muito cuidado, ele foi baixando minha calcinha pelas minhas pernas até chegar nos joelhos. Poderia ter sentido vergonha ao ver que minha calcinha estava notoriamente molhada, mas pouco me importei. Levantei um pouco as pernas, fazendo uma pressão enorme no pau do Gon (que agora só tinha a própria roupa entre a gente), e deixei que ele a tirasse completamente, deixando-a em cima da mesa.
- "Feliz?" Olhei pra Bianca, que dava pra ver que estava com muito tesão vendo a cena e olhando minha virilha, aproveitando a visão que tinha.
Ela concordou com a cabeça e continuamos.
- "Agora é a minha vez!" disse feliz e quis, de uma vez por todas, ver sobre o que eu estava sentada.
- "Gon, quero que a gente vá pro sofá, nós três, e você se masturbe, nem que seja por 20 segundos"
A carinha dele ficou linda. Era uma mistura de um tesão enorme e... vergonha pelo desafio que lhe havia caído. Cada uma ficou de um lado, ele abaixou a calça e descobrimos duas coisas. A primeira, que não usava nada por baixo, e na hora seu pau ficou à mostra. E a segunda, foi que mesmo meu bumbum já tivesse sentido bastante, seu pau não decepcionou, muito pelo contrário, tinha um pauzão lindo que deixou nós duas fascinadas olhando. Ele não demorou nada para cumprir sua punição. Bom, punição. Começou a se masturbar suave com a gente do lado, a mão dele subia e descia com muita calma mas com firmeza. Só diminuiu um pouco o ritmo depois de um tempinho. Em um momento consegui tirar os olhos daquele pau hipnótico e olhei pra Bian, ela estava totalmente perdida olhando pra ele, mordia os lábios mostrando o tesão que estava sentindo. Olhei pro Gon e ele cruzou o olhar comigo. Gostei muito da sensação de estar vendo ele se masturbar sob nosso olhar atento e poder compartilhar esse contato visual. O tempo claramente tinha passado, mas ninguém tinha intenção de parar aquilo. Eu não resisti e já fora de qualquer necessidade do jogo, me joguei pra dar um beijo super quente enquanto ele continuava na sua tarefa diante da Bianca que não perdia um detalhe. Ficamos assim um bom tempo até que decidi substituí-lo na tarefa e fui eu que comecei a tocá-lo. O beijo não parou, só liberei as mãos dele pra que baixassem meu vestido e me deixassem completamente nua, igual a ele. A troca de saliva continuou, minha mão de jeito nenhum soltava seu pauzão e as dele também não se afastavam dos meus peitos ou da minha buceta. Podia sentir os dedos dele já encharcados por minha culpa, brincando na minha fenda. Bianca era uma espectadora de luxo naquele momento. Estava em transe. Decidi melhorar ainda mais o show. Desci do sofá e fiquei de joelhos entre as pernas do Gon. Olhei pra minha amiga e disse: "Minha boca vai ficar ocupada, você pode me substituir enquanto isso?" Foram palavras mágicas que a fizeram reagir. Ela se jogou pra beijá-lo e deixou que as mãos dele também a fossem despindo. Primeiro Ela tirou o sutiã, massageou os peitos e depois desceu pelo shorts, deixando à vista a buceta da minha amiga, que também estava encharcada. Repetiu a fórmula que usou comigo e começou a brincar com os dedos na buceta dela. Enquanto isso, eu já estava lidando com meu desafio: conseguir enfiar aquele pedaço de carne inteiro na minha boca. Minha língua já tinha feito o trabalho de deixar tudo bem babado e, com tentativas tímidas, fui tentando engolir cada centímetro que o Gon me oferecia. Depois de várias tentativas e quase me afogando em todas, consegui pegar a medida e sentir meu nariz contra o ventre dele. A partir daí, o que seguiu foi uma demonstração de quanto eu tinha aprendido a chupar pau nesse tempo com o Fede. Dei a ele e à minha amiga uma chupada para lembrarem. Fui engolindo aquele pedaço enquanto minhas lágrimas caíam e escorriam minha maquiagem. Deixava fios de saliva em cada tentativa de respirar, enquanto punhetava ele, vendo como ele e a Bianca continuavam se beijando e se apalpando. Chupei como uma louca nosso novo amigo. Queria que ele lembrasse com carinho da minha cidade. Devo confessar que, em um momento, me vi tentada, tendo a buceta da Bian tão perto. Não pude evitar, e minha atenção foi parar nela. Voltei a sentir o contato da minha língua com a umidade que a Bian oferecia para mim. Aquele aroma, aquele sabor. Tão bons quanto eu lembrava. Não parei de punhetar o Gon, nem me esqueci dele. Minha cabeça foi e voltou, dando prazer àqueles dois amantes que continuavam se beijando enquanto eu cumpria meus deveres naquele exame oral com os dois. Troquei os fluidos da Bianca pelo pedaço duro de carne do Gon. Assim eu ia e voltava. Em um momento, aparentemente ganhei minha recompensa. O Gon se acomodou atrás de mim e enterrou o rosto na minha bunda, me devolvendo aquela brincadeira com a língua enquanto eu atendia a Bianca, que estava arqueada contra aquele sofá. Os gritos e gemidos já eram impossíveis de distinguir de quem vinham. A Bianca foi a primeira a gozar, tudo na minha boquinha. Meus lábios com certeza brilhavam, assim como meu sorriso depois de... sentir minha amiga gozar de novo por causa da minha língua. Isso me deu muito tesão, continuei fazendo o mesmo mas no rostinho do Gon, deixando todo o seu rostinho melado. Ele se levantou e a Bian me encontrou no chão. As duas de joelhos fomos direto pro pau dele. Chupamos compartilhando como duas grandes amigas de sempre. Eu colocava na boca dela e ela chupava, depois a mão dela era a que trazia esse pirocão pros meus lábios e eu cuidava de fazer o mesmo. O Gon jogava a cabeça pra trás e, curtindo as duas amigas recentes que tinha feito, deixava a gente cuidar do resto. O pau dele parecia inchado e prestes a explodir. Mas eu não queria que acabasse ainda. Levantei minha amiga e as duas ficamos de quatro no sofá. Deixamos nossos dois cuzinhos apontando pra ele como se fosse a melhor das fantasias dele. Com certeza ele nunca tinha visto um cu como o da minha amiga tão de perto, nem tão disponível. As duas estávamos com as bucetinhas molhadas esperando ele meter. Nos masturbamos esperando a vez e sabendo que já ia ser nossa. Tive a sorte de ele começar por mim, fui sentindo o pau dele abrindo caminho. Adoraria mentir e dizer que ofereci algum tipo de resistência, mas minha buceta desejava muito aquilo e deixou bem claro. Começou com suavidade mas não durou muito. Em um minuto o Gon estava me perfurando e me fazendo engasgar no sofá. As mãos da Bianca percorriam meu corpo, especialmente meus peitos. Ela me beijou e abafou por um tempo os gritos que aquele pau me fazia soltar. Logo senti um vazio dentro de mim, ele tirou e foi pra minha amiga. Ainda recuperando o fôlego, curti a cena me tocando. Via a Bianca com os olhinhos revirando e a boca completamente aberta tentando buscar ar entre gemidos. O Gon também não teve piedade dela. Não o culpo. Se eu pudesse foder ela assim, teria feito o mesmo. Dei uma palmada na Bianca que ecoou por tudo, minha mão ficou marcada na sua bundinha branca. No entanto, podia cobrir um pouco daquela bunda enorme! O Gon entrou na jogada. Ele deu várias palmadas seguidas que foram cobrindo a marca vermelha da minha mãozinha, deixando novas marcas maiores e mais brutais. Depois disso, o pau dele respirou fundo e era minha vez de novo. Enquanto ele me comia sem piedade, eu conseguia ver a Bianca ainda caída, sem conseguir se recuperar. Mas quando ela se recuperou, foi por vingança. Ela começou a me dar palmadas tremendas na bunda, e o Gon cuidou de me comer enquanto deixava minha outra nádega toda vermelha. Eu sentia minha bunda quente de tantas palmadas que levei. O pau dele ia e vinha com facilidade, de tão molhada que eu estava. A Bianca esfregava meu clitóris e meus peitos, eu gritava, pedia mais, soltava súplicas, etc... Eles me fizeram gozar de novo, entre os dois. Senti um orgasmo incrível que percorreu todo meu corpo e me deixou exauta no sofá. Isso fez com que fosse a vez da minha amiga novamente. Ela, toda desejosa, empinou o bumbum pequeno e se deixou comer mais uma vez. Quando recuperei o fôlego, saí de lá e, passando entre as pernas dos dois, me posicionei com minha boca debaixo da boceta da Bianca. Fiquei chupando enquanto sentia o pau do Gon roçando na minha língua e os fluidos daquela foda caindo na minha boca, que não fazia nada além de receber tudo o que alcançava. Ela também não aguentou muito com isso e gozou bem rápido de novo. Estava tão perto que pude ver quando ele tirou o pau e deixou um buraco na minha amiga que mal se enchia com os fluidos do orgasmo recente. Ele se sentou exausto, mas ainda não derrotado. Nós devíamos algo a ele e fomos cumprir nosso dever. Seu pau brilhando dos nossos fluidos nos esperava firme. Comecei eu enquanto a Bianca se recuperava. Depois ela se juntou a mim e, juntas, alternando entre chupar seu pau e lamber suas bolas, fomos brincando com ele. Estávamos muito felizes e deixamos isso claro, pedindo para ele gozar. alternando entre chupar seu pau e lamber suas bolas, fomos brincando com ele. Estávamos muito felizes e deixamos claro pedindo o leite dele. Ele deu, enquanto seus fios brancos iam caindo em nossas línguas, recebendo a recompensa. Cada uma pegou o que era seu e fechamos com um beijo final, para a cena pornô ficar completa. Estávamos mortas. Sério, não sobrou nada de nenhum. Assim, pelados e como deu, dormimos naquela sala.
4 comentários - Novinha safada (14)