Os dias passavam sem muita novidade, papai continuava nos visitando de vez em quando. Uma noite, estávamos dormindo quando sinto a porta do quarto abrir e alguém entrar. Não consegui ver quem era, mas a pessoa se aproximou da cama da Juana e ficou sussurrando algo. Não cheguei a ouvir o que dizia, mas notei que Juana se sentou um pouco na cama e alguém subiu na cama dela, debaixo dos lençóis. Dava pra perceber, com a pouca luz que tinha, que ela estava com as pernas abertas e uma pessoa fazendo alguma coisa na sua entreperna. Eu conseguia ouvir uns gemidos tímidos, bem baixinhos. Cada vez eles ficavam mais altos e seguidos, e isso estava me excitando. Sentia minha bucetinha ficando molhada. Não aguentei por muito tempo, então tive que me levantar e ir até a cama dela. Não podia perder o que estava rolando ali. Mesmo com a luz apagada, fico do lado da Juana e, sem dizer nada, começo a acariciar os peitos dela. Pra ser sincera, me deixavam louca, sentia como ela gemia cada vez mais forte, e aquela pessoa misteriosa debaixo dos lençóis era a culpada. Beijei a boca da Juana enquanto continuava acariciando ela. Me despi completamente pra que ela fizesse o mesmo comigo. Toda nua, entro também debaixo dos lençóis dela e me deparo com a surpresa: era minha mãe chupando a buceta da Juana. Minha mãe, toda nua, debaixo dos lençóis da minha melhor amiga, minha irmã, minha amante. Não hesitei nem um segundo e falei pra minha mãe: — Mãe, te ajudo? Susana — Filha, o que você tá fazendo? Eli — Não tem problema, mãe. Se deixa levar. A gente se revezava pra chupar e beijar a buceta da Juana. Enquanto isso, timidamente, a gente se acariciava uma à outra. Era estranho estar dividindo isso com a mãe, mas muito satisfatório. A gente tirou os lençóis pra um lado, que já estavam atrapalhando. Acabamos despindo a Juana, e as três, na mesma condição, nos beijamos. Beijei minha mãe apaixonadamente na boca enquanto Juana nos acariciava e beijava o corpo. A gente esfregava nossos corpos, sentia como nossos pelos se arrepiavam. Pela excitação, metíamos os dedos uma na outra, já não tinha parentesco, éramos três putas sedentas por sexo. Entregues ao prazer. Gemíamos e ofegávamos enquanto nos beijávamos e acariciávamos. A umidade das nossas bucetas se confundia enquanto se roçavam. Com a Juana já tinha transado várias vezes, mas essa foi a mais excitante, meu primeiro lésbico com a mamãe. Nós, eu e a Juana, nos preparamos para dar prazer à rainha-mãe: eu mergulhada na buceta dela, beijando e mordiscando tudo no meu caminho, enquanto com meus dedos fazia de falo pra dar um prazer mais profundo. Comecei a lubrificar a entrada do cu dela. Enquanto a Juana beijava ela da boca ao pescoço e do pescoço aos peitos, sem parar de acariciar. — Juana, não pela booty, não. — Disse entre gemidos minha mãe. Eu fiz que não ouvi e continuei no meu ritmo. Finalmente senti como o anelzinho dela estava se dilatando. Tava bem fechado. — Juana, por favor, nunca fiz por trás. — Minha mãe não precisou dizer mais nada pra eu me esquentar ainda mais e decidir estrear aquele cu. Agora entendia porque meu pai tinha aquele gosto especial e se transformava quando metia na booty da Juana ou na minha. Molhei bem um dedo com saliva e comecei a meter dois dedos na buceta dela e um no cu dilatado. O que essa mulher estava gozando não tem nome. Ela gemia muito forte e quase dava pra ver a vontade de gritar. — Parem, meninas, mais devagar, por favor. — Dizia entre gemidos. Mas era pior, mais nos esquentava. Consegui sentir que ela estava perto de gozar, então me levantei e coloquei minha buceta sobre a dela e começamos o clássico movimento de tesoura, roçando pussy com pussy. Uff, que prazer, que gostoso que tava a pussy super molhada da mamãe. A Juana continuava com o dela e de vez em quando me olhava e sorria. Sabia que a Susana já tava entregue ao prazer. Continuamos por mais alguns minutos até que ela não aguentou mais e a mamãe soltou um pequeno grito de satisfação e um gemido muito forte. Olhamos uma pra outra, eu e a Juana, e sorrimos. Depois disso, nós Ficamos uns minutos deitadas na cama, nós três peladas. Pra quebrar o silêncio, falo pra mamãe: "Olha, eu ainda não acabei, então é sua vez." Enquanto me posicionava pra ela chupar minha buceta sozinha. Deitei e abri as pernas, ela de quatro, com a raba bem empinada, começou a chupar minha buceta. Devagar, devagar no começo. Juana assistindo ao espetáculo, metendo um dedo. Quando levanto o olhar, vejo a silhueta do meu pai olhando da porta do quarto. Não tinha visto ele antes. Não sei há quanto tempo ele tava de espectador. Quando viu a cena, não se intimidou nem um pouco. Puxou o pau já bem duro e, de uma só vez, meteu sem dizer nada no cuzinho da mamãe. Ela se contorcia de dor. Segurei a cabeça dela e apertei contra minha boceta. Papai ficou imóvel. Esperando o cu da mamãe se acostumar com o pedaço de carne que ele tinha dentro. Depois que as águas se acalmaram, começou um movimento de vai e vem lento, enquanto mamãe continuava com a tarefa dela, que era me fazer gozar. Juana, que já tava entediada de se tocar sozinha, ao ver aquela situação, se colocou debaixo da mamãe pra chupar a buceta dela enquanto papai metia no cu dela. Não demoramos muito pra gozar todas ao mesmo tempo. Só faltava o papai. Ele durava bastante, então dessa vez o prêmio foi reivindicado pela Juana. "Meninas, a porra hoje é minha", disse ela, "se quiserem, eu divido." Rematou. Aí ela se agarrou feito uma sanguessuga, chupando o pau do meu pai, enquanto eu e mamãe nos olhávamos peladas e nos acariciávamos suavemente. Ela chupava e sugava como se tivesse endemoniada. Até que papai deu uma descarga de porra que fez ela engasgar, ela engoliu um pouco e se aproximou da mamãe, beijou ela na boca e fez ela saborear o sêmen do marido. Não quis ficar de fora e também fui saborear. Nos beijamos entre as três, disputando os últimos vestígios da porra do nosso macho. Aí terminamos os quatro exaustos. Deitados nas duas camas. Desde aquele dia, tudo mudou. Mamãe e papai. Eles começaram a se dar muito bem. Faziam piadas entre si e riam o tempo todo. Óbvio que continuamos transando entre todos. Às vezes eu sozinha com a Juana, ou a Juana com a mamãe e o papai, ou eu sozinha com o papai, e assim, quando a gente queria, a gente fazia. Era natural chegar em casa e ficar pelados o tempo todo, já não tinha segredos nem nada pra esconder. Aquele ano mudou nossas vidas. No final, a Juana não se mudou, ficou com a gente. O que aconteceu depois é parte de uma história futura que vou contar pra vocês. Valeu por ler, agradeço comentários e pontinhos.
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