Mudança na Família Parte 3

Os dias foram passando e de vez em quando a gente voltava a ter uma sessão de sexo sem limites. A gente não se considerava lésbica, mas na falta de umas rolas, a gente se divertia entre a gente. Um dia, Juana me fala depois do sexo:

Juana — Eli, eu adoro o que a gente faz, mas sinto falta de uma rola boa.

Eli — hahaha, né? É super gostoso, mas com uma rola a gente ia estar no céu.

Juana — Mas a gente prometeu pros nossos pais que ia sair com garotos pra focar nos estudos.

Eli — Eu sei, deixa eu ver se consigo dar um jeito — falei.

Juana — O que você vai fazer?

Eli — Confia em mim? Se confiar, eu resolvo.

Juana — Beleza, então, confio, mas não me assusta, hein.

Eli — hahaha, não. Fica tranquila.

No outro dia, fui falar com o papai. Era a única rola que a gente tinha por perto e que eu sabia que podia ajudar a gente.

Eli — Pai?

Papai — Fala, Eli, me diz.

Eli — Sabe que eu e a Juana temos um problema e queria saber se você podia ajudar a gente.

Papai — Me diz, Eli. Se estiver ao meu alcance, faço o que for preciso.

Eli — Não leva a mal. Você viu que a gente tá indo bem nas matérias e, bom, a gente também tem nossas necessidades de adolescente.

Papai — Me diz o que tá rolando?

Eli — Pai, a gente tem necessidades. Você não comeria a Juana?

Papai — Mas você é maluca? Como vou comer a Juana? Sabe a merda que isso pode dar?

Eli — Não dá nada, ela nem vai ficar sabendo. Além disso, eu sei que você curte novinhas, sei porque você encheu minha boca de porra naquela vez. E sei que você gostou.

Papai — Bom, eu curto, sim, mas aquela vez foi outra coisa. Você me pegou desprevenido e ninguém podia ficar sabendo. E como é que você acha que, se eu fuder ela, ela não vai descobrir que tá sendo comida?

Eli — Qual é, pai, só uma vez. Se você não gostar, não peço mais nada. Deixa que eu cuido pra ela não descobrir. Além disso, se você disser que não, posso contar pra mãe que você encheu minha boca de porra.

Papai — Então não me deixa muita escolha. Isso é chantagem.

Eli — Deixa comigo que hoje à noite você come a Juana sem problema. Mamãe vai dormir, vem pro meu quarto que ela vai estar te esperando. Papai - tá bom, mas toma todos os cuidados pra ela não saber quem eu sou. Eli - sim, pai, fica tranquilo. Naquela noite, a gente tava brincando com a Juana antes de dormir e eu propus algo novo. Eli - Juana, quer fazer algo diferente? Juana - fala, o quê? Eli - e se a gente vendar os olhos pra só sentir nossos corpos? Dizem que as sensações multiplicam se a gente não olha e só sente com o tato. Juana - cê acha? Tem certeza? Eli - vai, não se acanha, vamos brincar um pouco. Juana - tá bom, vai, só pra experimentar. A gente vendeu os olhos e garantiu que não via nada, obviamente eu já tinha tirado a venda na hora sem falar nada, tinha que ficar esperta pra quando o papai aparecesse. Começamos a nos despir, sempre cuidando pra venda da Juana não sair do lugar. Deitei na cama com as pernas abertas e a Juana de quatro tava me fazendo um boquete. Vi meu pai entrando de fininho no meu quarto e foi espetacular ver a cara de choque dele ao me ver toda pelada com minha melhor amiga, irmã e agora também amante, mergulhando a boca na minha buceta, oferecendo pra ele uma raba redonda que apontava direto pra ele. Faço sinal pra ele entrar rápido, vi que a situação tava excitando ele demais. O pau dele tava duríssimo. Quando ele tirou da cueca, vi ele enorme, grande e duro. Ele passou saliva na ponta enquanto se aproximava da gente, a Juana tava concentrada na tarefa dela, e meu pai, sem falar nada e sem fazer barulho, encostou a cabeça do pau ereto na entrada da buceta da Juana. Ufff, senti que isso excitou ela porque ela começou a chupar com mais vontade. Fiz sinal pro meu pai de que tava tudo bem e na hora ele começou a enterrar o pau todo dentro da Juana. Um gemido abafado saiu da boca da Juana enquanto ela me chupava. Ela não parava de sugar enquanto meu pai tava metendo primeiro devagar e depois cada vez mais forte. Papai tava com cara de vício olhando a espetáculo. Tinha duas garotinhas nuas experimentando, enquanto ele comia uma delas. Ele tava louco, cada vez metia mais forte e eu ficava mais excitada também. Dava pra ouvir o chapinhar da pica do pai entrando e saindo da Juana. Tentando não fazer muito barulho pra mãe não acordar. Ele tava metendo muito forte, meu pai tava fora de si. Tanto que num momento, sem dizer nada. Ele lubrificou a bunda da Juana e enfiou tudo de uma vez no cu dela bem lubrificado, a Juana enterrou a cabeça na minha boceta pra não gritar, claro que doeu mas o prazer foi maior. Papai tava comendo o cu da minha amiga, eu não aguentava mais, tava quase gozando. Segurei firme a cabeça da Juana, enfiei bem forte na minha boceta e dei uma gozada na boca dela como nunca. Dessa vez gozei muito mais, quando a Juana se afastou de mim sem querer tirei a venda dos olhos dela e vi a cara dela cheia de safadeza e da minha porra vaginal. Meu pai continuava trabalhando no cu dela sem perceber que a Juana tava sem a venda ou talvez já não ligasse mais. A Juana vira a cabeça e vê que o homem que tava possuindo ela era meu pai. Mais endiabrada ficou. Isso pareceu deixar ela mais tesuda. Eu fiquei debaixo da Juana e comecei a chupar a boceta dela enquanto papai comia o cu dela. Isso fez ela explodir. Encheu minha boca e cara com os sucos dela. As duas já tinham gozado, agora faltava nosso homem. Então a Juana tirou a pica do cu e ajoelhamos na frente dele pra ele dar o néctar dele. Não falamos nada, tudo fluía e ele entendeu. Ele dava pra eu chupar um pouco e um pouco pra Juana, assim a gente brincava esperando ele gozar. A gente se preparou como duas boas filhas pro pai nos alimentar, abrimos bem a boca e sentimos primeiro um jato, depois dois e três de porra quente nas nossas bocas e caras. Engolimos o que entrou e depois nos beijamos juntando a porra que uma tinha da outra pra não deixar vestígios. Quando terminamos de lavamos com nossas bocas, limpamos a pica do nosso homem com nossas línguas. Depois de bem limpo, ele se vestiu de novo e saiu do quarto sem dizer uma palavra. Quando ele já tinha ido, falei pra Juana: — Viu, Juana, que eu ia resolver o probleminha de não ter uma pica pra gente se divertir? A gente caiu na risada por um tempo e depois se preparou pra dormir.

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