O que posso dizer, o que mais me impressionava era que não tinha nenhuma mudança notável no comportamento da minha esposa, continuávamos transando como se nada estivesse acontecendo, ela não me dava o menor sinal de que estava me traindo. Em alguns momentos eu me sentia cheio de dúvidas, pensava o que esse garoto faria, se realmente pretendia compartilhá-la com os amigos, ela parecia disposta a fazer o que ele quisesse. Não voltei a falar com ele, sentia que não tinha nada a dizer, também pensava quem editaria os vídeos, se mais alguém os via, se estavam postados em alguma rede, enfim, estava o tempo todo à beira de um ataque de nervos e ao mesmo tempo sem coragem para falar com minha esposa e esclarecer a situação. Só um dia perguntei à minha esposa se os garotos do bairro ainda estavam incomodando ela, e com toda a cara de pau ela respondeu que, felizmente, não a incomodavam mais. Para minha vergonha, senti uma ereção crescer quando ela me disse isso. Me impressiona como o corpo da minha mulher mudou, as curvas estão muito mais marcadas, ela cuida da alimentação e malha pra caramba. Depois de mais quinze dias sem novidades, recebo outro vídeo. Estou com ela na cozinha jantando, ela pergunta quem é e eu digo que é meu chefe, que precisa me consultar, mas não posso ver naquele momento. Passam dois dias, não quero ver só um pouco, então espero o momento de poder ver com calma. Me sinto cada vez mais um doente. Sirvo uma cerveja e me sento no sofá da sala para assistir.
Na primeira imagem, minha esposa está na cozinha, com um vestido elastizado que marca seu corpo escultural, meu pau já está duro feito um ferro, ela está ralando cenoura. Ele se aproxima por trás e a pega pela cintura, se apertando contra ela. Ela se vira para olhá-lo.
— Me deixa com muito tesão te ver cozinhando... — ela sorri
— Tudo te dá tesão... ele vai chegar daqui a uma hora mais ou menos...
— Temos tempo... — ele diz. Ele passa a mão por todo o corpo dela, barriga, peitos, bunda.
— Não temos muito tempo porque tenho que... cozinhar…
—Depois você faz um sanduíche pra ele… —ela vira ele em direção a ela, pela primeira vez eu vejo eles se beijando, no primeiro vídeo eu ouvi o que parecia um beijo mas não vi, eles se beijam enquanto ele acaricia a bunda dela e ela se pendura no pescoço dele, ele aperta ela contra a bancada, começa a abrir o decote do vestido dela, a acariciar os peitos dela, ela puxa a calça de moletão dele pra baixo e acaricia o volume dele por cima da cueca.
—E se ele chegar…? —ela pergunta pra ele. Me sinto tão estranho pela primeira vez ouvindo eles falarem de mim
—A gente faz rápido… —ele senta ela na bancada, os dois peitos dela estão pra fora do vestido, ele está entre as pernas dela que estão abertas, eu noto eles muito mais quentes do que das outras vezes e se beijando muito mais. Vejo os peitos dela totalmente expostos, eles se beijam, a mão dele já está brincando com a buceta dela, ela acaricia o volume dele por cima da cueca.
—Você tá muito molhada… —ela só ri, se afasta dela e tira a camiseta, ela desce da bancada, vira de costas pra ele, levanta o vestido e enfia a tanga bem pra dentro, ele aperta ela por trás, empurra ela contra a bancada enquanto continuam se beijando, é um encontro totalmente diferente dos anteriores, me sinto cheio de medo, confusão, excitação. Ele fica de lado dela, acaricia a raba dela e dá uns tapas sonoros, mais fortes do que das outras vezes, ela só geme. Depois diz
—Sim, papai… é tão gostoso… —ela tira a saladeira da bancada, ele puxa a tanga dela pra baixo, o rabão dela tá muito mais definido do que antes, tá realmente impressionante, ele se ajoelha atrás dela e chupa ela enquanto ela geme. Ela se inclina sobre a bancada, com os peitos pra fora, ele chupa a bunda dela e dá tapas. Ela se ajeita pra pegar ele pela nuca e enfiar ele contra ela, os peitos dela agora tão tão lindos, ela olha pra câmera,
—Como você chupa bem… —ela fala pra ele.— enfia a língua no meu cu… —ele faz um som de aprovação, ela solta a nuca dele e se apoia de novo na bancada, tem uma cara de prazer incrível.— me come assim com a Língua... é assim... — a bunda dela me deixa louco, ela realmente mudou muito nesses meses. Ela pede pra ele comer ela. Ele se levanta, abaixa o moletom na frente, puxa o pau e mete de uma vez.
— Adoro... você é tão apertadinha... — ela pede de novo pra ele comer ela.
— É tão gostoso como você me come... — ele agarra o vestido dela e fode bem forte, ela geme cada vez mais. Agora apoiada de vez na bancada.
— Tô quase gozando... — ela fala. Percebo que ela tá chegando lá, ela se levanta um pouco e os peitos dela batem na bancada com um vai e vem incrível. Na próxima cena, ela tá sentada na bancada, ele fode de frente, os peitos de fora, se beijam enquanto ele come ela. Deita ela na bancada, ela com a cabeça um pouco levantada, as duas pernas juntas em cima dos ombros dele, os peitos dela balançam com a fodida. Ele leva ela um pouco mais pra fora, a bunda dela fica no ar, e agora o movimento da bunda dela me hipnotiza, como ela sacode no ar, ele segura ela pela nuca, ela olha fixo nos olhos dele. Ele dá um tapa suave na cara dela, ela gosta, ele enfia o dedão na boca dela e ela chupa com paixão. Ela geme mais alto, tira o dedo da boca e dá três tapas seguidos um pouco mais fortes, ele agarra ela forte apertando a boca dela.
— Por favor, não para... — ela fala. — É tão gostoso... — ele dá outro tapa nela. Agarra ela com as duas mãos no pescoço, aperta os peitos dela. — Isso, me come mais... é tão bom...
Outra cena começa, ela com uma perna em cima da bancada, de costas pra ele, apoiada com o peito na bancada, a câmera tá embaixo, ele bate uma pra ela com força enquanto ela geme.
— Mais forte, por favor... — a putinha pede. Logo a cena acaba, na seguinte, ela tá ajoelhada no sofá, apoiada no encosto, ele tá batendo uma pra ela.
— Sua bunda parece muito gostosa...
— Quer comer meu cu?
— Só se você quiser...
— Quero sim... — ela fala, e sinto que não consigo me segurar, meu pau jorra jatos. Porra. Espero até o dia seguinte pra poder olhar de novo, me sirvo mais uma bebida na minha cerimônia doentia e volto a ver onde deixei. Ele apoia a cabeça da pica dele, a câmera tá de lado, mas acho que ele tá metendo no cu dela, o vestido dela tá levantado até em cima dos peitos, ela mexe a bunda pros lados e vai enfiando sozinha.
— Tão apertadinho… — ele fala. — Tá gostando…?
— Sim… — ela responde, ele pega o cabelo dela num rabo de cavalo, segura pelo cabelo, fode e dá tapas.
— Tá gostando, hein…
— Me come… não para… come a tua putinha, papai…
— Você é minha putinha doce…
Fica um tempão metendo nela, bem forte, dá tapa na bunda também. Logo depois a cena corta.
Na seguinte, ela tá ajoelhada na cama, completamente nua, ele em pé do lado da cama só de cueca, ela acaricia ele e fala:
— Deixo você chupar mais um pouco, papai…
— Sim… chupa…
Ela se ajeita na cama, abaixa a cueca dele e começa a chupar, olha nos olhos dele, cospe um cuspe forte na ponta e continua chupando, ele segura o pescoço dela enquanto chupa.
— Isso, minha putinha… é tão gostoso… você é uma putinha… — manda ela abrir a boca, botar a língua pra fora e bate com a pica nela, que continua chupando, ele foca a câmera na bunda dela, enquanto apalpa e ela continua chupando.
— Isso, putinha… que bunda linda você tem… — aperta e dá tapa o tempo todo. Ela olha bem nos olhos dele enquanto chupa, segura na mão, olha e fala:
— Quer me comer o cu… — levanto e vou pra cozinha, pego gelo, preciso me mexer, fazer alguma coisa, acho que não consigo mais fingir que nada tá acontecendo, olho as horas, ainda falta pra ela chegar, volto pro vídeo.
— Você quer que eu te coma no cu…? — ele pergunta. — Me pergunta de novo…
— Quer me comer a bunda…? — ela fala com voz de putinha enquanto continua chupando.
— Quer que eu coma essa bunda tão apertada…
Outra cena, close na bunda dela, a mão dele por cima, com o dedo do meio metido no cu, ela se masturba suavemente,
—Você é uma puta de cu apertado… —ele diz enquanto fode ela com o dedo do meio— putinha… —nesse close dá pra ver ele começando a enfiar o dedo anelar junto com o indicador, pegando ela com os dois, ela continua se masturbando. —vai… goza assim… com os dois dedos no seu cu… —vejo ela se masturbando a buceta que tá super molhada. —cê gosta, puta…
—Siiim…
—Fala o que você é…
—Sou sua puta… —acho que ela tá gozando de novo.
Outra cena, ela na beira da cama, o pau dele entrando no cu dela, parece que tá custando.
—Que cu apertado você tem… —eu lembrava que ela sempre falou que não gostava de sexo anal, que tinha tentado algumas vezes mas não gostava, nem tentávamos. Agora eu tinha ela enfiada até o fundo, comia bem forte, dava tapas.
—Ahhh… tô gozando de novo… me bate mais… por favor… —ele soltou uns tapas sonoros. —me come forte…
—Sua raba tá realmente deliciosa… você gozou muito rápido, puta… —ele fica parado e ela se mexe, pra frente e pra trás, o tempo todo.
—É tão gostoso… —diz ele. Ela se mexe agora mais amplamente, tira quase até a cabeça e se enfia de volta nele. —você gozou de novo? —pergunta ele com tom incrédulo
—Siiim… —diz ela, ele pede pra ela olhar, ela vira a cabeça e a imagem começa a sumir, me sinto frustrado, mas logo volta, tenho vergonha de me sentir feliz com isso, acho que o filho da puta fez de propósito, agora é ele que mete bem forte,
—Puta do caralho… adoro comer teu cu… fala quem é teu pai…
—Você, pai…
—Cê adora o pau do teu pai…?
—Sim…
—Você é uma puta… —ele fode bem forte, tira quando goza e joga um monte de jatos no cu dela, junta um pouco com o pau e enfia mais um pouco. —agora volta a cozinhar… —diz e dá um tapa leve na bunda dela. Agora sim a imagem fecha. Fico desabado no sofá, quase sem força. Não sei como vou seguir em frente, alguma coisa tem que mudar. Ela chega do trabalho, precisa ir comprar umas coisas, vamos juntos, passamos perto do balcão dos caras, ele tá lá, com todo respeito diz, —Boa noite, senhora, boa noite, Gerardo…
—Eu respondo o cumprimento, ela cumprimenta ele como se fosse um desconhecido.
Na primeira imagem, minha esposa está na cozinha, com um vestido elastizado que marca seu corpo escultural, meu pau já está duro feito um ferro, ela está ralando cenoura. Ele se aproxima por trás e a pega pela cintura, se apertando contra ela. Ela se vira para olhá-lo.
— Me deixa com muito tesão te ver cozinhando... — ela sorri
— Tudo te dá tesão... ele vai chegar daqui a uma hora mais ou menos...
— Temos tempo... — ele diz. Ele passa a mão por todo o corpo dela, barriga, peitos, bunda.
— Não temos muito tempo porque tenho que... cozinhar…
—Depois você faz um sanduíche pra ele… —ela vira ele em direção a ela, pela primeira vez eu vejo eles se beijando, no primeiro vídeo eu ouvi o que parecia um beijo mas não vi, eles se beijam enquanto ele acaricia a bunda dela e ela se pendura no pescoço dele, ele aperta ela contra a bancada, começa a abrir o decote do vestido dela, a acariciar os peitos dela, ela puxa a calça de moletão dele pra baixo e acaricia o volume dele por cima da cueca.
—E se ele chegar…? —ela pergunta pra ele. Me sinto tão estranho pela primeira vez ouvindo eles falarem de mim
—A gente faz rápido… —ele senta ela na bancada, os dois peitos dela estão pra fora do vestido, ele está entre as pernas dela que estão abertas, eu noto eles muito mais quentes do que das outras vezes e se beijando muito mais. Vejo os peitos dela totalmente expostos, eles se beijam, a mão dele já está brincando com a buceta dela, ela acaricia o volume dele por cima da cueca.
—Você tá muito molhada… —ela só ri, se afasta dela e tira a camiseta, ela desce da bancada, vira de costas pra ele, levanta o vestido e enfia a tanga bem pra dentro, ele aperta ela por trás, empurra ela contra a bancada enquanto continuam se beijando, é um encontro totalmente diferente dos anteriores, me sinto cheio de medo, confusão, excitação. Ele fica de lado dela, acaricia a raba dela e dá uns tapas sonoros, mais fortes do que das outras vezes, ela só geme. Depois diz
—Sim, papai… é tão gostoso… —ela tira a saladeira da bancada, ele puxa a tanga dela pra baixo, o rabão dela tá muito mais definido do que antes, tá realmente impressionante, ele se ajoelha atrás dela e chupa ela enquanto ela geme. Ela se inclina sobre a bancada, com os peitos pra fora, ele chupa a bunda dela e dá tapas. Ela se ajeita pra pegar ele pela nuca e enfiar ele contra ela, os peitos dela agora tão tão lindos, ela olha pra câmera,
—Como você chupa bem… —ela fala pra ele.— enfia a língua no meu cu… —ele faz um som de aprovação, ela solta a nuca dele e se apoia de novo na bancada, tem uma cara de prazer incrível.— me come assim com a Língua... é assim... — a bunda dela me deixa louco, ela realmente mudou muito nesses meses. Ela pede pra ele comer ela. Ele se levanta, abaixa o moletom na frente, puxa o pau e mete de uma vez.
— Adoro... você é tão apertadinha... — ela pede de novo pra ele comer ela.
— É tão gostoso como você me come... — ele agarra o vestido dela e fode bem forte, ela geme cada vez mais. Agora apoiada de vez na bancada.
— Tô quase gozando... — ela fala. Percebo que ela tá chegando lá, ela se levanta um pouco e os peitos dela batem na bancada com um vai e vem incrível. Na próxima cena, ela tá sentada na bancada, ele fode de frente, os peitos de fora, se beijam enquanto ele come ela. Deita ela na bancada, ela com a cabeça um pouco levantada, as duas pernas juntas em cima dos ombros dele, os peitos dela balançam com a fodida. Ele leva ela um pouco mais pra fora, a bunda dela fica no ar, e agora o movimento da bunda dela me hipnotiza, como ela sacode no ar, ele segura ela pela nuca, ela olha fixo nos olhos dele. Ele dá um tapa suave na cara dela, ela gosta, ele enfia o dedão na boca dela e ela chupa com paixão. Ela geme mais alto, tira o dedo da boca e dá três tapas seguidos um pouco mais fortes, ele agarra ela forte apertando a boca dela.
— Por favor, não para... — ela fala. — É tão gostoso... — ele dá outro tapa nela. Agarra ela com as duas mãos no pescoço, aperta os peitos dela. — Isso, me come mais... é tão bom...
Outra cena começa, ela com uma perna em cima da bancada, de costas pra ele, apoiada com o peito na bancada, a câmera tá embaixo, ele bate uma pra ela com força enquanto ela geme.
— Mais forte, por favor... — a putinha pede. Logo a cena acaba, na seguinte, ela tá ajoelhada no sofá, apoiada no encosto, ele tá batendo uma pra ela.
— Sua bunda parece muito gostosa...
— Quer comer meu cu?
— Só se você quiser...
— Quero sim... — ela fala, e sinto que não consigo me segurar, meu pau jorra jatos. Porra. Espero até o dia seguinte pra poder olhar de novo, me sirvo mais uma bebida na minha cerimônia doentia e volto a ver onde deixei. Ele apoia a cabeça da pica dele, a câmera tá de lado, mas acho que ele tá metendo no cu dela, o vestido dela tá levantado até em cima dos peitos, ela mexe a bunda pros lados e vai enfiando sozinha.
— Tão apertadinho… — ele fala. — Tá gostando…?
— Sim… — ela responde, ele pega o cabelo dela num rabo de cavalo, segura pelo cabelo, fode e dá tapas.
— Tá gostando, hein…
— Me come… não para… come a tua putinha, papai…
— Você é minha putinha doce…
Fica um tempão metendo nela, bem forte, dá tapa na bunda também. Logo depois a cena corta.
Na seguinte, ela tá ajoelhada na cama, completamente nua, ele em pé do lado da cama só de cueca, ela acaricia ele e fala:
— Deixo você chupar mais um pouco, papai…
— Sim… chupa…
Ela se ajeita na cama, abaixa a cueca dele e começa a chupar, olha nos olhos dele, cospe um cuspe forte na ponta e continua chupando, ele segura o pescoço dela enquanto chupa.
— Isso, minha putinha… é tão gostoso… você é uma putinha… — manda ela abrir a boca, botar a língua pra fora e bate com a pica nela, que continua chupando, ele foca a câmera na bunda dela, enquanto apalpa e ela continua chupando.
— Isso, putinha… que bunda linda você tem… — aperta e dá tapa o tempo todo. Ela olha bem nos olhos dele enquanto chupa, segura na mão, olha e fala:
— Quer me comer o cu… — levanto e vou pra cozinha, pego gelo, preciso me mexer, fazer alguma coisa, acho que não consigo mais fingir que nada tá acontecendo, olho as horas, ainda falta pra ela chegar, volto pro vídeo.
— Você quer que eu te coma no cu…? — ele pergunta. — Me pergunta de novo…
— Quer me comer a bunda…? — ela fala com voz de putinha enquanto continua chupando.
— Quer que eu coma essa bunda tão apertada…
Outra cena, close na bunda dela, a mão dele por cima, com o dedo do meio metido no cu, ela se masturba suavemente,
—Você é uma puta de cu apertado… —ele diz enquanto fode ela com o dedo do meio— putinha… —nesse close dá pra ver ele começando a enfiar o dedo anelar junto com o indicador, pegando ela com os dois, ela continua se masturbando. —vai… goza assim… com os dois dedos no seu cu… —vejo ela se masturbando a buceta que tá super molhada. —cê gosta, puta…
—Siiim…
—Fala o que você é…
—Sou sua puta… —acho que ela tá gozando de novo.
Outra cena, ela na beira da cama, o pau dele entrando no cu dela, parece que tá custando.
—Que cu apertado você tem… —eu lembrava que ela sempre falou que não gostava de sexo anal, que tinha tentado algumas vezes mas não gostava, nem tentávamos. Agora eu tinha ela enfiada até o fundo, comia bem forte, dava tapas.
—Ahhh… tô gozando de novo… me bate mais… por favor… —ele soltou uns tapas sonoros. —me come forte…
—Sua raba tá realmente deliciosa… você gozou muito rápido, puta… —ele fica parado e ela se mexe, pra frente e pra trás, o tempo todo.
—É tão gostoso… —diz ele. Ela se mexe agora mais amplamente, tira quase até a cabeça e se enfia de volta nele. —você gozou de novo? —pergunta ele com tom incrédulo
—Siiim… —diz ela, ele pede pra ela olhar, ela vira a cabeça e a imagem começa a sumir, me sinto frustrado, mas logo volta, tenho vergonha de me sentir feliz com isso, acho que o filho da puta fez de propósito, agora é ele que mete bem forte,
—Puta do caralho… adoro comer teu cu… fala quem é teu pai…
—Você, pai…
—Cê adora o pau do teu pai…?
—Sim…
—Você é uma puta… —ele fode bem forte, tira quando goza e joga um monte de jatos no cu dela, junta um pouco com o pau e enfia mais um pouco. —agora volta a cozinhar… —diz e dá um tapa leve na bunda dela. Agora sim a imagem fecha. Fico desabado no sofá, quase sem força. Não sei como vou seguir em frente, alguma coisa tem que mudar. Ela chega do trabalho, precisa ir comprar umas coisas, vamos juntos, passamos perto do balcão dos caras, ele tá lá, com todo respeito diz, —Boa noite, senhora, boa noite, Gerardo…
—Eu respondo o cumprimento, ela cumprimenta ele como se fosse um desconhecido.
2 comentários - O valentão do bairro comeu minha esposa 3
van 10