Minha cabeça não aguentava mais, minha tia puta, minha prima putona, o Beto comia as duas, eu espiava e minha prima me descobriu e me falou. Naquela altura, não sabia o que fazer. No mercado, minha prima passava perto de mim e falava "fala, punheteiro", eu baixava a cabeça e continuava arrumando. Uma tarde que minha prima tinha ficado com o Beto, ela foi até o escritório e, sabendo que eu espiava, chegou perto do cano, levantou o vestido, baixou a calcinha e começou a se tocar. "Tá aí, punheteiro?" Eu não respondi. "Fala, te vi." "Gosta da minha buceta?" Eu em silêncio. "Agora vou contar pra sua mãe que você me espia, otário." Aí eu me assustei. "Não, Moni, por favor." "Então responde, cagão." "Tô com vergonha." "Gosta da minha buceta?" "Adoro, Moni." Ela se agachou e colocou a buceta na entrada do cano. "Tá vendo bem?" "Depilei tudo, igual a da minha mãe." "Você tem ela linda." "Bate uma agora, vou pedir pro Beto arrebentar meu cu. Quer?" "Sim, Moni, pede." Ela abre a porta e chama o Beto. "Beto, vem, meu macho." "Já vou, Moni." "Traz papel, Betinho." Nisso, Moni começou a passar óleo Johnson no cu. Beto entrou e viu Moni passando, e disse: "Quer que eu arrebente seu cu, puta?" "Sim, Betinho, me destrói, me castiga por ser puta." Beto chegou perto, baixou o short, bateu duas vezes na pica, passou óleo, deu um tapa no cu de Moni e meteu de uma vez. A pica entrou inteira, minha prima gritou e xingou: "Filho da puta!" Beto enfiava cada vez mais fundo, fazia ela pular. "Moni, que puta que você é." "Sou sua puta, Beto." "Gostou de como comi sua mãe?" "Adorei, que puta minha mãe, e que corno meu pai." Beto tirava e colocava, era uma foda tremenda, a pica toda, uns 25 cm, uns 23 entravam e saíam. "O que você tá sentindo, Moni?" "Tô acostumando com sua pica, mas sinto como se fosse mijar." "Mas não tira, Betinho." Mônica começou a se masturbar a buceta e acabou 3 vezes seguidas jorrando no sofá. Beto batia nela e puxava pelos cabelos "Beto, enche minha bunda de porra". Beto meteu forte 3 vezes e gozou num grito. Devagar foi tirando a pica, tava meio sujinha, e moni obviamente começou a chupar ela, limpando. "Vem cá, Beto", pediu moni e fez ele sentar enquanto ela se colocou de quatro de novo. "Como que eu tô?" "Muito aberta, moni, redonda", e moni enfiou um dedo que entrava sem encostar nas paredes. "Tá na cara, betito". "Beto, quero que você me coma sempre". Beto se abaixou, virou ela e chupou a buceta dela até ela gozar. Limpou a bunda toda, a buceta. Moni se deitou e dormiu pelada, quando acordou veio perto do cano e perguntou: "Ainda tá aí?" "Sim, moni". "Viu como o Beto me come?" "Ele te destrói". "Adoro que ele me arrebente toda". "Agora vou abrir". "Então, feta, passa a mão na minha bunda quando me ver". De tarde, tava de olho na moni. Num momento, ela tava arrumando uns biscoitos, cheguei perto e enfiei um dedo por baixo do vestido dela. Cheguei na entrada do cu e continuei. Ela me olhou e disse: "Mete forte, fetita". Enfiei um primeiro e cheguei a três. "Assim, feta, eu adoro". Agora moni tem 58 anos, é professora. Vem na minha casa com o marido e a gente troca olhares. Beto continua comendo ela e também comeu a amiga da moni. Minha tia se separou do meu tio e tá num asilo. O mercado alugaram pra um chinês. No quarto, fiz um apartamento que alugo, meu tio me cedeu em troca de conseguir uns papéis legais. De vez em quando, moni me manda uma foto da buceta dela. Sempre com a mesma frase: "Masturbador, mas leal". Eu racho de rir. Beto trabalha pro chinês, que por sua vez tem filha e esposa. Sabendo como o Beto é, até o chinês ele comeria. Eu casei e sempre que posso, fico de olho. Caros poringa boys, essa história chegou ao fim. Os nomes são fictícios e só exagerei um pouquinho, mas a história foi real. Verdadeira. Deixo um abraço enorme pra vocês.
0 comentários - Estilo voyeur 7: o começo (final)