Amigos, obrigado pelo apoio no último post, conseguimos a meta de 1000 pontos, então sou muito grato, espero que continuem apoiando os novos conteúdos. Me desculpem pela demora dessa nova entrega, mas tiro tempo de onde posso pra escrever, prometo que vocês vão ter pelo menos uma entrega por semana dessa história, sem mais delongas, deixo vocês com o novo capítulo.
A partir daquele momento (a foda com a Nayi), minha vida virou um turbilhão sexual, comia quase todo dia da semana, e sempre era com as irmãzinhas. O relacionamento com a Agos ia de vento em popa e ela tinha mudado bastante, tinha ficado mais "patricinha", digamos. Tudo aconteceu depois de um encontro em que a apresentei como minha namorada pra parte da minha família. Esse encontro foi organizado pelos meus primos, numa das propriedades da família, uma casa de campo com uma piscina linda e um parque. A Agos, sem dúvida, era a mais gostosa de todas as patricinhas de lá, mas as riquinhas percebem certas carências e, sem dúvida, fizeram minha mina se sentir mal. Não na minha frente, claro, mas aproveitaram um momento em que eu a deixei com elas, quando fui jogar futebol com meus primos e amigos, só pra deixar claro. Minhas primas e as amigas delas começaram a fazer perguntas e rapidamente sacaram as origens humildes da minha rochinha, perguntando sobre a marca do biquíni dela, os crocs que não eram originais e até por que o esmalte dela tinha descascado com o contato com a água.
Minha neguinha quebrou no caminho de volta pra casa dela e desabou tudo, me partiu a alma ver ela chorar.
Agos: "Aquela puta da Fernanda, me deixou super mal na frente das suas primas, amor, me tratou como pobre, eu devia ter dado uma surra nela na frente de todo mundo."
A Fernanda era uma amiga das minhas primas, sempre teve tesão em mim e fez questão de deixar isso bem claro, e continuava fazendo sempre que podia. Era de família rica, filha de um dos advogados mais famosos da cidade. Até tinha trabalhado com a mãe dela pra falar com a minha, pra me pressionarem a ser namorado dela. Isso aconteceu depois de que eu comi ela, ela ficou claramente apaixonada pelo meu pau
L: agos, você sabe que eu não ligo pra essas merdas todas, não dá bola pra elas, já vou falar com minhas primas
Ag: nem pense nisso, vai me deixar como a coitada, vou me foder de trabalhar e conseguir todas as coisas que aquelas putas ganham dos pais
Essas coisas eu gostava nela, que não tinha medo de trabalhar e conquistar as coisas dela, mas mesmo assim, comecei a encher ela de presentes, comprei um monte de merda, roupa, conjuntos de calcinha e sutiã, maquiagem, tudo. Como eu sabia o que comprar, a nayi me ajudou, claro, também comprei pra ela e de quebra ela me agradecia com carne.
Como eu comia as duas? Fácil, muitas vezes eu dormia na casa da agos, ela ia cedo trabalhar de manhã, a Ana também ia, e eu antes de ir embora, comia a nayi gostoso, comia de noite e ao acordar, sempre com as duas irmãs. Nunca pensei nas consequências se ela descobrisse, achava impossível, a nayi ia sofrer mais do que eu se soubesse, ela amava a irmã, a agos gastava quase metade do salário com o filho dela, a devoção dela depois do meu pau era o sobrinho.
As duas eram minhas putas e eu tirava o leite delas, a agos era a oficial, a que saía comigo, e a nayi minha amante, as duas eram muito boas na cama e eu sonhava em ter as duas juntas, embora soubesse que isso nunca ia rolar, eram só meus sonhos.
Os meses passaram voando e chegou o inverno, com a chegada dos primeiros frios rapidamente percebi um grande problema que o barraco das minhas minas tinha: as janelas e portas não isolavam bem o interior do exterior. O fogão a lenha que elas usavam para se aquecer tinha vazamento de fumaça, então tinha um fedor horrível de fumaça dentro de casa o tempo todo, além do perigo que isso era.
À noite, o frio era insuportável dentro de casa, a nayi teve que dormir com o bebê porque não tinham cobertores suficientes pra cama e o berço, a agos Compartia a cama com a Ana pelo mesmo motivo, rapidamente levei uns cobertores pra ela poder dormir na cama dela, mas meus planos foram além, entrei em campanha pra melhorar as condições dela, principalmente por causa da tristeza e preocupação que a minha mina tava quando a peste da casa ficou doente.
Então entrei em campanha, meu plano era conseguir portas e janelas novas pra casa, precisava de 2 portas e 4 janelas, além disso também um jeito novo de aquecer a casa, o fogão a lenha não dava mais, pensei em aquecer com aquecedores elétricos, por causa da falta de gás natural na casa, mas isso me levou a outro problema, que era a instalação elétrica, essa era muito ruim, os fios estavam presos com grampos na parede, não eram dos milímetros certos pra aguentar a corrente necessária, não tinham disjuntor nem termomagnético, então tinha que trocar toda a instalação da casa.
Isso me fez pensar como conseguir tudo isso sem estourar o bolso, e a solução veio na minha cabeça rapidinho, ia "dar um golpe" no meu avô. Coloquei em prática o plano maio profundo, era uma quinta-feira e eu tava indo pro depósito cedo, no dia anterior tinha dormido cedo, a primeira coisa que fiz foi arrancar pro escritório do meu avô, Carlos.
L: Oi vô, bom dia, como cê tá véio?
C: Bom dia filho, bem bem, já tomou café?
L: Sim vó, a vó mandou bem demais com isso hoje de manhã
C: Então me conta, por que cê veio me visitar tão cedo?, o que houve?
L: hahaha pra véio, vim só te visitar
Meu avô sempre foi muito perceptivo, por isso conseguiu criar o império dele, era esperto o véio e por isso eu tinha que ser muito inteligente pra conseguir enganar ele.
C: Faz um mês que cê não vem me visitar cedo, a última vez foi pra me contar que alguma coisa tava precisando de um som bom, pra que que eu te pago? Sei não
L: hahaha isso tem a ver com o depósito vô, cê lembra do Rubén?
C: Como não vou lembrar, é um dos nossos melhores produtores, por isso cê que cuida dele e não seus primos Meu avô sempre me falava em particular que eu era melhor no trabalho do que meus primos, eu era o neto favorito, sempre soube disso e ele sempre deixou claro, sempre tentei retribuir esse carinho com um bom trampo e ele agradecia.
L: bom, outro dia pegou fogo na casa da filha do Rubén, a casa da Mari, não sei se você lembra dela, e tão pedindo ajuda, porque perderam tudo, pensei que a gente podia dar uma força, o Rubén sempre foi gente boa com a gente desde o começo.
C: por isso que te dei meus melhores produtores, León, porque você tá ligado nessas coisas, a gente tem que cuidar dos outros, vou te mandar 50 mil pesos na sua conta pro Rubén, fala pra ele que a gente cuida dos nossos amigos e que mando um abraço.
L: valeu, velho, vou levar o recado e a grana agora mesmo.
Não sei se vocês lembram, mas em 2010-11, quando essa história acontece, 50 mil pesos era uma grana preta demais pro que precisava, o orçamento pensado era uns 30 mil pesos, com essa grana extra dava pra comprar dois aquecedores elétricos pra ter nos dois quartos e ainda sobrava dinheiro, decidi ficar com ele. Doeu mentir pro meu avô, mas, no fim das contas, o objetivo era o mesmo: ajudar uma família necessitada.
O tempo passou rápido e rapidinho já era terça-feira, eu já tinha falado com uma empresa de aberturas, já tinha comprado tudo da parte elétrica, tinha comprado tudo de externo pra fazer a instalação por fora, não queria quebrar todas as paredes pra embutir os canos, além disso tinha comprado os aquecedores. A empresa de aberturas tinha serviço de instalação, então já tínhamos combinado o dia e horário pra eles irem. Quanto à parte elétrica, ia fazer eu mesmo com meus amigos, todos da escola técnica, éramos mais que capazes de fazer uma instalação, além disso o pai de um deles era eletricista, então ia trazer as ferramentas e dar uma mão, claro que ofereci pagar eles, mas no fim todo mundo concordou que eu ia fazer um bom churrasco e ficava por isso. Resolvido.
Agora a parte mais difícil era elas aceitarem a ajuda. Decidi que seria surpresa, uma intervenção tipo "enche o tanque", mas ia precisar da ajuda de uma das mulheres da casa, precisava de uma aliada de dentro. Essa ia ser a Nayi. Era de manhã e ela ficava sozinha em casa à tarde, tempo mais que suficiente pra fazer tudo que precisava.
Falei com ela pelo Facebook, ainda não existia WhatsApp e, se existia, ainda não tinha chegado pra mim.
L: Nayi, vou precisar da sua ajuda.
N: Com o quê, nene?
L: Quero ajudar vocês com o frio na casa, só isso. Vou te falar o dia que vou e a gente faz tudo tipo surpresa. Se eu contar pra Agos ou pra sua mãe, elas não vão querer.
N: Beleza, quando você vai vir nos pegar? Minha irmã tá doida, acha que você tá bravo, e eu também tô com saudade, love.
L: Tô cheio de trampo, além disso tô nessa parada da casa de vocês também, assim elas vão esperar menos.
N: Tá, mas tô com saudade, gor, quero transar, tô com a buceta bem quente já.
L: Vai ter que esperar, nena. O que é bom demora. Sexta de manhã vou, espera acordada dessa vez, hdp. Temos que meter ficha pra terminar antes delas chegarem.
Sexta chegou rápido e às 8h da manhã a equipe de "eletricistas" já tava na frente do barraco das minhas garotas. O pessoal das aberturas chegaria depois, pra deixar o trampo mais rápido. Nayi, raramente, tava acordada e tinha vários cafés prontos. Me surpreendeu, tava cansada, tinha tido uma noite complicada com a pequena. Mandei ela pro quarto delas dormir e falei pra tentar descansar, quando precisasse entrar no quarto dela, avisaria.
A casa tava bem limpa e arrumada, até o quarto da Ana. Supus que era tudo trabalho da Nayi, já que as outras duas não sabiam de nada, então me surpreendi ainda mais com a atitude dela. A Nayi tinha mudado bastante, tava muito mais centrada desde que a conheci. Fazia muitas coisas por mim, era quase minha mulher.
Começamos rápido com o trampo, tirando a instalação. Antiga, montando o quadro, colocando o disjuntor e a térmica, montando a estrutura que ia segurar a instalação. Como falei, era tudo externo, não usamos eletrocalha, sempre achei uma bosta, elas abrem, descolam. Usamos cano de plástico e caixas externas para tomadas e interruptores. Depois disso, só faltava puxar os fios. Éramos seis e nos dividimos em três grupos: três no salão-cozinha-sala de estar, um no banheiro e dois no quarto da Ana.
Lá pelas 10h, a empresa de esquadrias chegou e pedi pra começarem pelas portas e janelas do quarto da Ana e do outro cômodo, deixando a janela do quarto das meninas por último. A obra tava voando, muito mais rápido do que eu esperava. Achei que ia terminar só às 18h, quando a Ana chegava, e o Agos chegava às 19h.
Mas às 13h, a instalação do salão, do banheiro e do quarto da Ana já tava pronta, e a empresa de esquadrias já tava trocando a última janela, antes do quarto das meninas. A Nayi já tinha saído do quarto pra fazer uma mamadeira pra pequena e, quando viu o que tava rolando, vi umas lágrimas caindo. Depois, ela saiu pra comprar umas coisas pra fazer comida. Quando ela saiu, todo mundo se virou pra trabalhar no quarto das minhas gurias e, lá pelas 14h, tava tudo pronto. A empresa de esquadrias terminou antes da gente, fizeram um trampo foda, trocaram os caixilhos e colocaram o produto super rápido, ainda passaram selante no caixilho, super profissional e barato. Nós, da nossa parte, terminamos, ligamos a corrente, cruzamos os dedos pra não explodir nada, não deu nada, testamos tomadas e interruptores, tudo funcionou.
Quando a Nayi voltou, já não tinha ninguém. Ela foi comprar um monte de coisas no mercado da região e demorou bastante. Quando entrou e me viu sentado no sofá, descansando, ela veio pra cima de mim e me beijou na boca sem parar.
N: "Como é que você vai fazer tudo isso, cara? Vão me matar, é um absurdo, eu não devia ter pedido."
Ela começou a chorar enquanto falava isso, chorava pra caralho. Como una nenita chica, la mandíbula le temblaba.
L: Merecen, Nayi, son buena gente y necesitaban una ayuda, ahora no van a cagarse más de frío.
N: Es que nunca nadie nos ayudó tanto, siempre éramos nosotras tres.
L: Ahora ya no están más solas, yo las voy a ayudar en lo que pueda.
Me volví a comer la boca y la cosa esquentó bastante, cuando nos dimos cuenta ya estábamos manoseándonos fuerte, yo ya tenía la mano debajo del pantalón apretándole la bunda y ella tenía la mano en mi pito apretándolo bien fuerte.
N: Para, amor, hago la comida, duermo al bebé y me fodes toda, ¿sí?
L: Mmm, bueno, soltame el pito entonces, me lo tocas un segundo más y ya te tengo que foder.
Nayi me soltó el pito después de acariciármelo unas veces más y se fue a cocinar rápido, yo me quedé en el sillón descansando un rato, en un momento me dormí y al rato me despertó Nayi, tocándome el hombro.
N: Despierta, gor, vamos a comer, ya está todo listo.
Había pasado una horita, el bebé estaba dormido ya y había milanesas con puré, comimos charlando cosas banales, ella estaba muy feliz, la ayudé a levantar la mesa y ella se puso a lavar los platos. Yo la estaba mirando y me dieron ganas de foderla, me acerqué por atrás y le apoyé el pito mientras la agarraba por las caderas.
L: Qué culo lindo tenés, Nayi.
N: Linda es la pija que tenés.
Yo le empecé a besar el cuello, mientras le manoseaba las tetas, ella trataba de seguir en su tarea, aunque ya le costaba, le desabroché el botón del jean y se lo bajé hasta las rodillas, ahí dejó su tarea ante la expectativa, después le bajé la tanga y me arrodillé detrás de ella, empecé a chuparle la buceta.
N: Mmm, sí, chúpame bien la buceta.
Nayi era bien sucia igual que su hermana, cuando cogíamos le encantaba hablar, la muy puta, ella empezó a sacar más el culo para atrás para que yo tenga mejor acceso. Yo mientras le chupaba la buceta, le empecé a meter dedos en el cu y darle chirlos.
N: Cómo me gusta que juegues. no meu Booty enquanto você me come assim usa a palavra: buceta
L: hoje vou te comer esse rabo
Ela disse, tirando o rosto da minha buceta por um segundo
N: é? Aaaah filho da puta, continua
Continuamos uns minutos até que meu pau pediu pra meter em algum lugar, eu levantei e meti o pau de uma vez, tudo até o fundo.
N: mmmmm que pau gostoso como me enche
L: que gostosa que você é, sua puta
N: sua pica me deixa assim, adoro que você meta tudo
L: você é minha, sabia, né?
N: sim, toda sua, sua puta, continua me comendo por favor
Continuei o mete-saca rápido, ela ficava toda molhada. Tava quase gozando quando lembrei das minhas palavras no começo, tirei o pau da buceta, desci e comecei a chupar o cu dela.
N: mmmsujo filho da puta, vai me comer o cu?
L: sim, vou arrebentar seu cu, nayi
Meti dois dedos na buceta que tava toda molhada e depois no cu pra lubrificar tudo que dava aquele buraco, continuei um tempo nisso até que nayi não aguentou mais.
N: me come o cu, arrebenta ele, faz o que quiser, mas preciso desse pau dentro de mim agora
Levantei igual uma mola e coloquei o pau naquele buraco apertado, comecei a fazer pressão e não queria entrar, continuei um tempinho até que cedeu e mandei a cabeça no cu da nayi.
N: aaay!!! Que filho da puta, vai me arrebentar o cu
L: vai lá que a agos sempre aguenta e leva como uma campeã
N: que puta é minha irmã, mete esse pau todo no cu dela?
L: sim, tudo e bem forte, e ela não chora tanto igual você
Comecei a meter o pau mais pra dentro e mais pra dentro, o cu foi cedendo aos poucos, tava muito apertado, fazia meu pau doer de tanta pressão.
N: aaaah, não vou mais conseguir andar, quanto pau você tem, sinto um pedaço de madeira no cu
L: já falta pouco, um pouco menos da metade
N: a metade? Que filho da puta, que pedaço de pica ahhhhh
Quando ela tava terminando a frase, meti o que faltava de pau com um empurrão, nayi gozou toda, eu por minha parte comecei o mete-saca primeiro devagar e depois comecei a pegar ritmo, meu orgasmo não tava longe, aquele cu apertava muito
N: acaba por favor, me dá a porra não aguento mais
L: já vou acabar, vou jogar toda a porra dentro de você, sabia?
N: dentro da minha bunda? Que safado você é
L: sim, tudo dentro e quando eu terminar você se ajoelha e limpa bem a minha pica com essa boca, ok?
N: sim, o que você quiser ah ah ah ah
Eu meti com tudo que tinha até gozar, enfiei bem fundo e me esvaziei na bunda dela, toda a porra dentro, exatamente como eu disse. Esperei até ela terminar de gozar, quando saí da bunda dela, rápida que só ela, se virou, se ajoelhou e começou a chupar minha pica até deixar impecável
N: que pica gostosa você tem, espero que você me coma pra sempre com isso
Ela me disse me olhando do chão, passando a pica toda no rosto, me enlouquecia.
L: de agora até você morrer, essa é a única pica que pode te comer, entendeu?
N: sim senhor, sou sua
Eu levantei ela pelo cabelo e beijei a boca dela, essas garotas despertavam algo em mim, violento, primitivo, queria comê-las, marcá-las como minhas, devorar a boca, os peitos, deixar marcas, enchê-las de porra, até engravidá-las para que fossem só minhas. Não sei se elas causam isso em todos os homens, mas as putinhas que queriam, causavam isso em mim.
N: liga o carro e vamos dormir um pouco, amor, tô morta depois da fodida que você me deu, você arrebentou meu cu, tá bem aberto
Ela disse se tocando um pouco no buraco do cu com as mãos. Eu ri um pouco da expressão dela e vitorioso por ter arrebentado aquela bunda.
L: tô a fim de uma soneca, ligo o carro e vou
N: vai lá, te espero na cama da minha mãe
Dito isso, tirou a calça de vez, voou a camiseta e o sutiã, e foi pro quarto da Ana rebolando bem a bunda, eram 16h e a Ana chegava às 18h, não sei se ia dormir ou continuar comendo a Nayi.
A partir daquele momento (a foda com a Nayi), minha vida virou um turbilhão sexual, comia quase todo dia da semana, e sempre era com as irmãzinhas. O relacionamento com a Agos ia de vento em popa e ela tinha mudado bastante, tinha ficado mais "patricinha", digamos. Tudo aconteceu depois de um encontro em que a apresentei como minha namorada pra parte da minha família. Esse encontro foi organizado pelos meus primos, numa das propriedades da família, uma casa de campo com uma piscina linda e um parque. A Agos, sem dúvida, era a mais gostosa de todas as patricinhas de lá, mas as riquinhas percebem certas carências e, sem dúvida, fizeram minha mina se sentir mal. Não na minha frente, claro, mas aproveitaram um momento em que eu a deixei com elas, quando fui jogar futebol com meus primos e amigos, só pra deixar claro. Minhas primas e as amigas delas começaram a fazer perguntas e rapidamente sacaram as origens humildes da minha rochinha, perguntando sobre a marca do biquíni dela, os crocs que não eram originais e até por que o esmalte dela tinha descascado com o contato com a água.
Minha neguinha quebrou no caminho de volta pra casa dela e desabou tudo, me partiu a alma ver ela chorar.
Agos: "Aquela puta da Fernanda, me deixou super mal na frente das suas primas, amor, me tratou como pobre, eu devia ter dado uma surra nela na frente de todo mundo."
A Fernanda era uma amiga das minhas primas, sempre teve tesão em mim e fez questão de deixar isso bem claro, e continuava fazendo sempre que podia. Era de família rica, filha de um dos advogados mais famosos da cidade. Até tinha trabalhado com a mãe dela pra falar com a minha, pra me pressionarem a ser namorado dela. Isso aconteceu depois de que eu comi ela, ela ficou claramente apaixonada pelo meu pau
L: agos, você sabe que eu não ligo pra essas merdas todas, não dá bola pra elas, já vou falar com minhas primas
Ag: nem pense nisso, vai me deixar como a coitada, vou me foder de trabalhar e conseguir todas as coisas que aquelas putas ganham dos pais
Essas coisas eu gostava nela, que não tinha medo de trabalhar e conquistar as coisas dela, mas mesmo assim, comecei a encher ela de presentes, comprei um monte de merda, roupa, conjuntos de calcinha e sutiã, maquiagem, tudo. Como eu sabia o que comprar, a nayi me ajudou, claro, também comprei pra ela e de quebra ela me agradecia com carne.
Como eu comia as duas? Fácil, muitas vezes eu dormia na casa da agos, ela ia cedo trabalhar de manhã, a Ana também ia, e eu antes de ir embora, comia a nayi gostoso, comia de noite e ao acordar, sempre com as duas irmãs. Nunca pensei nas consequências se ela descobrisse, achava impossível, a nayi ia sofrer mais do que eu se soubesse, ela amava a irmã, a agos gastava quase metade do salário com o filho dela, a devoção dela depois do meu pau era o sobrinho.
As duas eram minhas putas e eu tirava o leite delas, a agos era a oficial, a que saía comigo, e a nayi minha amante, as duas eram muito boas na cama e eu sonhava em ter as duas juntas, embora soubesse que isso nunca ia rolar, eram só meus sonhos.
Os meses passaram voando e chegou o inverno, com a chegada dos primeiros frios rapidamente percebi um grande problema que o barraco das minhas minas tinha: as janelas e portas não isolavam bem o interior do exterior. O fogão a lenha que elas usavam para se aquecer tinha vazamento de fumaça, então tinha um fedor horrível de fumaça dentro de casa o tempo todo, além do perigo que isso era.
À noite, o frio era insuportável dentro de casa, a nayi teve que dormir com o bebê porque não tinham cobertores suficientes pra cama e o berço, a agos Compartia a cama com a Ana pelo mesmo motivo, rapidamente levei uns cobertores pra ela poder dormir na cama dela, mas meus planos foram além, entrei em campanha pra melhorar as condições dela, principalmente por causa da tristeza e preocupação que a minha mina tava quando a peste da casa ficou doente.
Então entrei em campanha, meu plano era conseguir portas e janelas novas pra casa, precisava de 2 portas e 4 janelas, além disso também um jeito novo de aquecer a casa, o fogão a lenha não dava mais, pensei em aquecer com aquecedores elétricos, por causa da falta de gás natural na casa, mas isso me levou a outro problema, que era a instalação elétrica, essa era muito ruim, os fios estavam presos com grampos na parede, não eram dos milímetros certos pra aguentar a corrente necessária, não tinham disjuntor nem termomagnético, então tinha que trocar toda a instalação da casa.
Isso me fez pensar como conseguir tudo isso sem estourar o bolso, e a solução veio na minha cabeça rapidinho, ia "dar um golpe" no meu avô. Coloquei em prática o plano maio profundo, era uma quinta-feira e eu tava indo pro depósito cedo, no dia anterior tinha dormido cedo, a primeira coisa que fiz foi arrancar pro escritório do meu avô, Carlos.
L: Oi vô, bom dia, como cê tá véio?
C: Bom dia filho, bem bem, já tomou café?
L: Sim vó, a vó mandou bem demais com isso hoje de manhã
C: Então me conta, por que cê veio me visitar tão cedo?, o que houve?
L: hahaha pra véio, vim só te visitar
Meu avô sempre foi muito perceptivo, por isso conseguiu criar o império dele, era esperto o véio e por isso eu tinha que ser muito inteligente pra conseguir enganar ele.
C: Faz um mês que cê não vem me visitar cedo, a última vez foi pra me contar que alguma coisa tava precisando de um som bom, pra que que eu te pago? Sei não
L: hahaha isso tem a ver com o depósito vô, cê lembra do Rubén?
C: Como não vou lembrar, é um dos nossos melhores produtores, por isso cê que cuida dele e não seus primos Meu avô sempre me falava em particular que eu era melhor no trabalho do que meus primos, eu era o neto favorito, sempre soube disso e ele sempre deixou claro, sempre tentei retribuir esse carinho com um bom trampo e ele agradecia.
L: bom, outro dia pegou fogo na casa da filha do Rubén, a casa da Mari, não sei se você lembra dela, e tão pedindo ajuda, porque perderam tudo, pensei que a gente podia dar uma força, o Rubén sempre foi gente boa com a gente desde o começo.
C: por isso que te dei meus melhores produtores, León, porque você tá ligado nessas coisas, a gente tem que cuidar dos outros, vou te mandar 50 mil pesos na sua conta pro Rubén, fala pra ele que a gente cuida dos nossos amigos e que mando um abraço.
L: valeu, velho, vou levar o recado e a grana agora mesmo.
Não sei se vocês lembram, mas em 2010-11, quando essa história acontece, 50 mil pesos era uma grana preta demais pro que precisava, o orçamento pensado era uns 30 mil pesos, com essa grana extra dava pra comprar dois aquecedores elétricos pra ter nos dois quartos e ainda sobrava dinheiro, decidi ficar com ele. Doeu mentir pro meu avô, mas, no fim das contas, o objetivo era o mesmo: ajudar uma família necessitada.
O tempo passou rápido e rapidinho já era terça-feira, eu já tinha falado com uma empresa de aberturas, já tinha comprado tudo da parte elétrica, tinha comprado tudo de externo pra fazer a instalação por fora, não queria quebrar todas as paredes pra embutir os canos, além disso tinha comprado os aquecedores. A empresa de aberturas tinha serviço de instalação, então já tínhamos combinado o dia e horário pra eles irem. Quanto à parte elétrica, ia fazer eu mesmo com meus amigos, todos da escola técnica, éramos mais que capazes de fazer uma instalação, além disso o pai de um deles era eletricista, então ia trazer as ferramentas e dar uma mão, claro que ofereci pagar eles, mas no fim todo mundo concordou que eu ia fazer um bom churrasco e ficava por isso. Resolvido.
Agora a parte mais difícil era elas aceitarem a ajuda. Decidi que seria surpresa, uma intervenção tipo "enche o tanque", mas ia precisar da ajuda de uma das mulheres da casa, precisava de uma aliada de dentro. Essa ia ser a Nayi. Era de manhã e ela ficava sozinha em casa à tarde, tempo mais que suficiente pra fazer tudo que precisava.
Falei com ela pelo Facebook, ainda não existia WhatsApp e, se existia, ainda não tinha chegado pra mim.
L: Nayi, vou precisar da sua ajuda.
N: Com o quê, nene?
L: Quero ajudar vocês com o frio na casa, só isso. Vou te falar o dia que vou e a gente faz tudo tipo surpresa. Se eu contar pra Agos ou pra sua mãe, elas não vão querer.
N: Beleza, quando você vai vir nos pegar? Minha irmã tá doida, acha que você tá bravo, e eu também tô com saudade, love.
L: Tô cheio de trampo, além disso tô nessa parada da casa de vocês também, assim elas vão esperar menos.
N: Tá, mas tô com saudade, gor, quero transar, tô com a buceta bem quente já.
L: Vai ter que esperar, nena. O que é bom demora. Sexta de manhã vou, espera acordada dessa vez, hdp. Temos que meter ficha pra terminar antes delas chegarem.
Sexta chegou rápido e às 8h da manhã a equipe de "eletricistas" já tava na frente do barraco das minhas garotas. O pessoal das aberturas chegaria depois, pra deixar o trampo mais rápido. Nayi, raramente, tava acordada e tinha vários cafés prontos. Me surpreendeu, tava cansada, tinha tido uma noite complicada com a pequena. Mandei ela pro quarto delas dormir e falei pra tentar descansar, quando precisasse entrar no quarto dela, avisaria.
A casa tava bem limpa e arrumada, até o quarto da Ana. Supus que era tudo trabalho da Nayi, já que as outras duas não sabiam de nada, então me surpreendi ainda mais com a atitude dela. A Nayi tinha mudado bastante, tava muito mais centrada desde que a conheci. Fazia muitas coisas por mim, era quase minha mulher.
Começamos rápido com o trampo, tirando a instalação. Antiga, montando o quadro, colocando o disjuntor e a térmica, montando a estrutura que ia segurar a instalação. Como falei, era tudo externo, não usamos eletrocalha, sempre achei uma bosta, elas abrem, descolam. Usamos cano de plástico e caixas externas para tomadas e interruptores. Depois disso, só faltava puxar os fios. Éramos seis e nos dividimos em três grupos: três no salão-cozinha-sala de estar, um no banheiro e dois no quarto da Ana.
Lá pelas 10h, a empresa de esquadrias chegou e pedi pra começarem pelas portas e janelas do quarto da Ana e do outro cômodo, deixando a janela do quarto das meninas por último. A obra tava voando, muito mais rápido do que eu esperava. Achei que ia terminar só às 18h, quando a Ana chegava, e o Agos chegava às 19h.
Mas às 13h, a instalação do salão, do banheiro e do quarto da Ana já tava pronta, e a empresa de esquadrias já tava trocando a última janela, antes do quarto das meninas. A Nayi já tinha saído do quarto pra fazer uma mamadeira pra pequena e, quando viu o que tava rolando, vi umas lágrimas caindo. Depois, ela saiu pra comprar umas coisas pra fazer comida. Quando ela saiu, todo mundo se virou pra trabalhar no quarto das minhas gurias e, lá pelas 14h, tava tudo pronto. A empresa de esquadrias terminou antes da gente, fizeram um trampo foda, trocaram os caixilhos e colocaram o produto super rápido, ainda passaram selante no caixilho, super profissional e barato. Nós, da nossa parte, terminamos, ligamos a corrente, cruzamos os dedos pra não explodir nada, não deu nada, testamos tomadas e interruptores, tudo funcionou.
Quando a Nayi voltou, já não tinha ninguém. Ela foi comprar um monte de coisas no mercado da região e demorou bastante. Quando entrou e me viu sentado no sofá, descansando, ela veio pra cima de mim e me beijou na boca sem parar.
N: "Como é que você vai fazer tudo isso, cara? Vão me matar, é um absurdo, eu não devia ter pedido."
Ela começou a chorar enquanto falava isso, chorava pra caralho. Como una nenita chica, la mandíbula le temblaba.
L: Merecen, Nayi, son buena gente y necesitaban una ayuda, ahora no van a cagarse más de frío.
N: Es que nunca nadie nos ayudó tanto, siempre éramos nosotras tres.
L: Ahora ya no están más solas, yo las voy a ayudar en lo que pueda.
Me volví a comer la boca y la cosa esquentó bastante, cuando nos dimos cuenta ya estábamos manoseándonos fuerte, yo ya tenía la mano debajo del pantalón apretándole la bunda y ella tenía la mano en mi pito apretándolo bien fuerte.
N: Para, amor, hago la comida, duermo al bebé y me fodes toda, ¿sí?
L: Mmm, bueno, soltame el pito entonces, me lo tocas un segundo más y ya te tengo que foder.
Nayi me soltó el pito después de acariciármelo unas veces más y se fue a cocinar rápido, yo me quedé en el sillón descansando un rato, en un momento me dormí y al rato me despertó Nayi, tocándome el hombro.
N: Despierta, gor, vamos a comer, ya está todo listo.
Había pasado una horita, el bebé estaba dormido ya y había milanesas con puré, comimos charlando cosas banales, ella estaba muy feliz, la ayudé a levantar la mesa y ella se puso a lavar los platos. Yo la estaba mirando y me dieron ganas de foderla, me acerqué por atrás y le apoyé el pito mientras la agarraba por las caderas.
L: Qué culo lindo tenés, Nayi.
N: Linda es la pija que tenés.
Yo le empecé a besar el cuello, mientras le manoseaba las tetas, ella trataba de seguir en su tarea, aunque ya le costaba, le desabroché el botón del jean y se lo bajé hasta las rodillas, ahí dejó su tarea ante la expectativa, después le bajé la tanga y me arrodillé detrás de ella, empecé a chuparle la buceta.
N: Mmm, sí, chúpame bien la buceta.
Nayi era bien sucia igual que su hermana, cuando cogíamos le encantaba hablar, la muy puta, ella empezó a sacar más el culo para atrás para que yo tenga mejor acceso. Yo mientras le chupaba la buceta, le empecé a meter dedos en el cu y darle chirlos.
N: Cómo me gusta que juegues. no meu Booty enquanto você me come assim usa a palavra: buceta
L: hoje vou te comer esse rabo
Ela disse, tirando o rosto da minha buceta por um segundo
N: é? Aaaah filho da puta, continua
Continuamos uns minutos até que meu pau pediu pra meter em algum lugar, eu levantei e meti o pau de uma vez, tudo até o fundo.
N: mmmmm que pau gostoso como me enche
L: que gostosa que você é, sua puta
N: sua pica me deixa assim, adoro que você meta tudo
L: você é minha, sabia, né?
N: sim, toda sua, sua puta, continua me comendo por favor
Continuei o mete-saca rápido, ela ficava toda molhada. Tava quase gozando quando lembrei das minhas palavras no começo, tirei o pau da buceta, desci e comecei a chupar o cu dela.
N: mmmsujo filho da puta, vai me comer o cu?
L: sim, vou arrebentar seu cu, nayi
Meti dois dedos na buceta que tava toda molhada e depois no cu pra lubrificar tudo que dava aquele buraco, continuei um tempo nisso até que nayi não aguentou mais.
N: me come o cu, arrebenta ele, faz o que quiser, mas preciso desse pau dentro de mim agora
Levantei igual uma mola e coloquei o pau naquele buraco apertado, comecei a fazer pressão e não queria entrar, continuei um tempinho até que cedeu e mandei a cabeça no cu da nayi.
N: aaay!!! Que filho da puta, vai me arrebentar o cu
L: vai lá que a agos sempre aguenta e leva como uma campeã
N: que puta é minha irmã, mete esse pau todo no cu dela?
L: sim, tudo e bem forte, e ela não chora tanto igual você
Comecei a meter o pau mais pra dentro e mais pra dentro, o cu foi cedendo aos poucos, tava muito apertado, fazia meu pau doer de tanta pressão.
N: aaaah, não vou mais conseguir andar, quanto pau você tem, sinto um pedaço de madeira no cu
L: já falta pouco, um pouco menos da metade
N: a metade? Que filho da puta, que pedaço de pica ahhhhh
Quando ela tava terminando a frase, meti o que faltava de pau com um empurrão, nayi gozou toda, eu por minha parte comecei o mete-saca primeiro devagar e depois comecei a pegar ritmo, meu orgasmo não tava longe, aquele cu apertava muito
N: acaba por favor, me dá a porra não aguento mais
L: já vou acabar, vou jogar toda a porra dentro de você, sabia?
N: dentro da minha bunda? Que safado você é
L: sim, tudo dentro e quando eu terminar você se ajoelha e limpa bem a minha pica com essa boca, ok?
N: sim, o que você quiser ah ah ah ah
Eu meti com tudo que tinha até gozar, enfiei bem fundo e me esvaziei na bunda dela, toda a porra dentro, exatamente como eu disse. Esperei até ela terminar de gozar, quando saí da bunda dela, rápida que só ela, se virou, se ajoelhou e começou a chupar minha pica até deixar impecável
N: que pica gostosa você tem, espero que você me coma pra sempre com isso
Ela me disse me olhando do chão, passando a pica toda no rosto, me enlouquecia.
L: de agora até você morrer, essa é a única pica que pode te comer, entendeu?
N: sim senhor, sou sua
Eu levantei ela pelo cabelo e beijei a boca dela, essas garotas despertavam algo em mim, violento, primitivo, queria comê-las, marcá-las como minhas, devorar a boca, os peitos, deixar marcas, enchê-las de porra, até engravidá-las para que fossem só minhas. Não sei se elas causam isso em todos os homens, mas as putinhas que queriam, causavam isso em mim.
N: liga o carro e vamos dormir um pouco, amor, tô morta depois da fodida que você me deu, você arrebentou meu cu, tá bem aberto
Ela disse se tocando um pouco no buraco do cu com as mãos. Eu ri um pouco da expressão dela e vitorioso por ter arrebentado aquela bunda.
L: tô a fim de uma soneca, ligo o carro e vou
N: vai lá, te espero na cama da minha mãe
Dito isso, tirou a calça de vez, voou a camiseta e o sutiã, e foi pro quarto da Ana rebolando bem a bunda, eram 16h e a Ana chegava às 18h, não sei se ia dormir ou continuar comendo a Nayi.
8 comentários - Minha Família de Gostosas
💦