Olá, escrevi esta história um pouco longa e com um estilo de redação diferente, embora acredite que me faltou colocar acentos, vírgulas e pontos. Espero que gostem e estou pronto para ler qualquer comentário ou observação. O início de como a vida de uma mãe solteira com abstinência sexual por muitos anos muda quando ela encontra um homem mais jovem que a come todos os dias, sem importar a hora, o lugar ou quem esteja por perto. Mudando assim a convivência na casa e levando o filho dela para o mundo voyeur.
Versão para imprimir: Minha mãe fode todo dia com o namorado.
Início
A história que venho narrar para vocês é sobre o processo de como uma vida familiar e privada chegou a mudar tão abruptamente com a chegada de um novo integrante. Me apresento: sou Pedro, tenho 23 anos e estudo engenharia civil para depois assumir a construtora do meu pai. Meus pais estão separados desde que eu tinha sete anos, por causa de uma infidelidade do meu pai, que, na hora da separação, deixou para minha mãe a casa onde vivíamos e uma casa de três andares para alugar, para que ela não precisasse trabalhar, só esperar o fim do mês para receber o aluguel.
Minha mãe atuava como dona de casa, mas antes de se separar do meu pai, eles trabalhavam juntos na construtora, ela como secretária. Minha mãe era daquelas donas de casa que se mantinham em boa forma, pois fazia exercícios em casa. Naquela época, minha mãe era uma mulata, cabelo ondulado preto, com 1,60m de altura e um corpo médio, com um bumbum bonito e peitos pequenos, que formavam um corpo harmonioso que chamava muita atenção quando saíamos para qualquer lugar. Ela se casou muito jovem, aos 20 anos, quando meu pai já tinha 30, então quando isso aconteceu ela estava perto dos 33 anos.
Eu estava terminando o ensino fundamental, devia ter uns 13 anos no máximo, quando minha vida começou a mudar. Como eu disse, minha mãe malhava em casa, mas com a insistência de uma amiga, que dizia que minha mãe era jovem e devia sair mais e aproveitar, ela começou a frequentar uma academia perto de casa. Era uma academia normal de bairro, não tinha máquinas novas nem nada do tipo, mas frequentavam os jovens e alguns velhos do bairro. Então o objetivo da amiga da minha mãe era que ela encontrasse alguém pra sair. Como eu disse, minha mãe já estava há 4 anos sem sair com ninguém, já que só ficava em casa e raramente saía com as amigas. Então posso supor que ela mantinha uma abstinência sexual, já que as amigas, quando vinham visitar, perguntavam se ela estava saindo com alguém, e ela sempre respondia que não. E eu nunca ouvi um gemido ou algum som estranho que acontece quando alguém se masturba. Então eu considerava minha mãe como uma adulta caseira e sem graça, que nunca aproveitava o prazer sexual ou saía por aí. Mas isso depois mudou abruptamente. Como eu disse antes, minha mãe agora saía de segunda a sexta pra academia, sem falta nenhuma, e isso produziu uma nova aparência nela, já que ela ficava mais viva, animada, carismática e energética em casa. Quando as amigas vinham visitar, elas conversavam sobre como ela estava indo na academia, e minha mãe respondia que frequentar a academia tinha sido um alívio, já que ela só ficava trancada em casa. Assim ficavam, conversa vai, conversa vem, risada atrás de risada, enquanto eu estava no meu quarto, até que ouvi uma amiga perguntar se tinha alguém dando em cima dela ou alguém bonito.
Amiga: E alguém da academia tá dando em cima de você?
Amiga 2: Tem alguém gato?
MÃE: Tem uns velhos tarados que tentam puxar papo, mas eu não dou moral.
Amiga: E alguém bonito?
MÃE: Tem um cara de 28 anos, gato, com um corpo tipo deus grego, hahaha.
Amiga 2: E você sabe o nome dele?
Amiga: Claro que sabe de nada, nem sabe a própria idade hahahaha MÃE: ele se chama Rodrigo, já conversamos algumas vezes, trabalha como caixa numa loja de departamento. As amigas gritando perguntam se ele é solteiro e se já a convidou pra sair, minha mãe responde que sim, ele é solteiro, e que não, ele não a convidou, mas rindo as amigas dizem: Ainda. Depois desse encontro a vida seguiu igual, minha mãe ia pra academia até que um dia que ela não tinha aula, minha mãe me disse pra acompanhá-la, eu não recusei e fomos juntos andando. A academia ficava uns 15 minutos de casa, ao chegar tinha pouca gente, achei que era porque estava muito cedo, já que não era nem 9 da manhã, mas percebi que minha mãe com o olhar vasculhava toda a academia procurando alguém e como não encontrou, fomos pras bicicletas ergométricas. Já estávamos lá um tempinho quando chega um cara que assusta ela por trás, minha mãe se vira assustada e quando se olham nos olhos começam a rir, minha mãe diz: te apresento meu filho, e ele me dá a mão tão rápido que nem apertou direito. Minha mãe agora só ficava olhando enquanto ele se alongava levantando os braços até que diz: MÃE: Rodrigo, hoje o que eu tenho que treinar? Rodrigo: hoje é perna e bunda. MÃE: mas nada muito pesado que da última vez eu não conseguia nem andar. Os dois riram e eu só então percebi que estava na frente do mesmo Rodrigo que minha mãe tinha contado pras amigas, "o gato com corpo de deus grego". E tenho que dizer que minha mãe não mentiu: ele era branco, alto, uns 1,80, com o short apertado e a camiseta larga no abdômen mas que apertava nos braços, mostrando braços e pernas bem malhados, tinha cara de bad boy com barba e ao ouvir como ele falava soube que era da quebrada. A hora e meia que passamos na academia foi entre risadas deles, exercícios e esbarrões que o Rodrigo dava nela quando supostamente explicava como usar os aparelhos, enquanto eu só ficava rondando. por todo o ginásio e os via de longe, depois de um tempo minha mãe me chamou que já tinha terminado o treino. Vi que o Rodrigo agora estava sem camiseta, mostrando uns peitorais grandes e duros, com um abdômen trincado e com aquela linha em V que saía da cintura até a linha do short. Minha mãe se despediu dando um beijo na bochecha do Rodrigo e se dizendo "até amanhã", e saímos do ginásio direto pra casa. Em casa, minha mãe foi tomar banho enquanto eu fiquei vendo TV e não lembro de mais nada ter acontecido. Naquela época, eu não sabia se minha mãe trocava mensagens ou falava no telefone com o Rodrigo, e pra ser sincero, também não me importava.
Depois de alguns meses nessa rotina, minha mãe, numa sexta-feira, assim que cheguei da escola, me disse que à noite ia sair com as amigas para jantar, o que não me pareceu estranho, já que ela costumava sair com as amigas para jantar todo mês. Mas na hora de sair de casa, ela estava mais gostosa que o normal, tinha se arrumado toda, saiu com um vestido que marcava seu corpo, salto alto, maquiada e cabelo feito. Um carro chegou na frente de casa e minha mãe rapidinho me deu um beijo na testa e saiu, dizendo para eu ir dormir cedo, que não sabia a que horas voltaria.
Eu fiquei de boa em casa, fiquei vendo filmes, comi cereal, fui dormir por volta da meia-noite. Enquanto dormia, ouvi alguém tentando abrir a porta, mas não conseguia. Dava para ouvir a chave sendo enfiada, parecia que caía da mão dela, e minha mãe começou a me chamar para abrir a porta. Eu obedeci, e lá estava minha mãe completamente bêbada, com o batom manchado por toda a boca. Ela se virou para dar tchau com a mão para um carro que não era de nenhuma das amigas, mas não consegui ver quem era. Entramos, e ela disse: "Me ajuda, filho, me leva até a cama". Eu a levei, ela se deitou sem nem se trocar, e eu fui para o meu quarto.
No dia seguinte à noite, as amigas da minha mãe chegaram, o que me deixou intrigado, porque, segundo elas, tinham saído ontem. Minha mãe passou a tarde toda de ressaca, mas assim que as amigas chegaram, começaram a conversar e rir, enquanto eu só entrei no meu quarto e fiquei lá.
O interrogatório das amigas começou.
Amiga: "E aí, como foi?"
Amiga 2: "Ele foi cavalheiro?"
Amiga: "Teve beijo?"
Amiga 2: "O que vocês conversaram?"
MÃE: "Aiii, calma! Ele veio me ver e me levou no carro dele para um restaurante na avenida... Comemos delicioso, ele se comportou como um cavalheiro, conversamos sobre tudo um pouco, foi incrível. Depois de comer, fomos para um bar tomar coquetéis. Ele abriu a porta do carro para mim e tudo, eu estava encantada. No bar, ficamos conversando mais e... mais sobre o que a gente gostava, o que gostaríamos de fazer no futuro, sobre relacionamentos passados. Nesse momento a amiga interrompe e pergunta: o que ele falou sobre a ex? Faz quanto tempo que terminaram? Minha mãe continua: ele está solteiro há um ano, a ex-namorada foi pros Estados Unidos e desde então ele não saiu com ninguém, mas não acredito que seja tão gato assim, só... AHAHAHA! Amiga 2: bom, continua contando o que aconteceu depois do bar. MÃE: a gente ficou lá, os drinks chegavam e a gente bebia, eu já estava tonta e me joguei pra beijá-lo. As amigas da minha mãe gritaram. MÃE: agarrei ele pelo pescoço pra beijar e senti ele me segurando pela cintura, ficamos nos beijando um tempão e depois ele disse que estava tarde, que a gente devia dar uma volta pela cidade antes de me deixar em casa. As amigas da minha mãe gritaram de novo que nem adolescentes e as três riram. MÃE: andamos no carro dele por ------ e por ------ até que num semáforo vermelho a gente ficou se olhando nos olhos e partimos pra um beijo, nos beijamos como vocês não têm ideia, como já era de madrugada quase não tinha carro, então ficamos um tempão nos beijando no meio da rua, depois do beijo com o álcool que ele exalava fiquei completamente bêbada. AHAHAHAHAHA! Amiga: e como você chegou até aqui? Amiga 2: ele esperou até você entrar em casa? MÃE: Ele me trouxe e o tempo todo botava a mão no meu colo dizendo que eu estava linda, até que cheguei aqui e tentei abrir a porta e ele disse "espera, eu abro". Eu reagi na hora e falei "não, não, eu consigo sozinha", imagina se ele me abre a porta tão tarde, o que os vizinhos iam pensar, que eu tava chegando depois de trepar? Não, não, não! Amiga 2: você queria ter chegado depois de trepar, né? Hahahaha! MÃE: ainda não, é muito rápido, doida! Desci do carro e cambaleando cheguei na porta, mas acredita que consegui abrir a porra da porta? Não conseguia, as merdas das chaves caíam, não entravam, não sabia se estava tão bêbada ou nervosa porque ele estava no carro esperando eu entrar, que não me restou outra a não ser ligar pro Pedrito e ele me abriu. Amiga: e o que ele te disse depois? Já conversaram? Amiga 2: e aí, o que você vai fazer agora? MÃE: Acordei com uma mensagem dele, perguntando como eu acordei e conversamos um pouco. E o que vou fazer? Bom, se ele me convidar pra sair, obviamente eu vou sair com ele, hahahahahaha! As amigas soltaram um grito enorme. Depois disso, não me importei com o resto da conversa, só me senti um pouco estranho, com ciúmes, diria eu, de saber que minha mãe vai sair com um homem, já que nunca a tinha visto com outro homem que não fosse meu pai. Chegou a segunda-feira, eu saí para estudar e minha mãe já estava se trocando para a academia. A rotina diária continuou a mesma: quando eu chegava, minha mãe estava em casa com a comida pronta. Mas a rotina dos fins de semana sofreu uma alteração: agora, toda sexta-feira, minha mãe saía à noite com a desculpa de que ia se reunir com as amigas e voltava tarde. Assim passaram-se uns 2 meses, com minha mãe saindo toda sexta-feira sem exceção, até que, um dia, ao chegar do estudo, assim como na primeira vez que Rodrigo saiu, ela me disse que queria conversar comigo. MÃE: Pedrinho, quero conversar com você sobre uma coisa importante. Eu só fiquei olhando para ela, e minha mãe continuou: MÃE: Estive conversando com suas tias (eu chamava as amigas de tia porque são amigas da minha mãe desde o ensino médio) e elas me aconselharam a explicar tudo para você. Olha, filho, você sabe que, desde que me separei do seu pai, sempre fiquei focada em você, me deixando de lado. Eu concordei com a cabeça. MÃE: Mas agora que você já está crescido, posso ter um pouco de liberdade, porque já te ensinei tudo o que sei. Bom, mãe está se conhecendo com um homem, não faz muito tempo, mas por quem eu já criei um grande carinho. Naquele momento, fiquei gelado ao ouvir minha mãe dizendo que estava se conhecendo com um homem. MÃE: E como você é meu filho e um pilar fundamental da minha vida, quero que você o conheça antes de qualquer coisa. Então, o que você acha se eu convidá-lo para almoçar amanhã para que você o conheça? Eu não sabia o que dizer. Uma onda de emoções estava me corroendo por dentro, e, vendo minha mãe como ela... Eu fiquei olhando com cara de esperança e disse que sim, que estava tudo bem. Mas fiquei com a pulga atrás da orelha porque a explicação sobre o relacionamento novo dela foi tão curta e sem graça. E foi assim mesmo, chegou o sábado, minha mãe tinha limpado a casa de cima a baixo e preparado um jantar especial. Por volta das 10 da noite, bateram na porta e minha mãe mandou eu atender. E lá estava o Rodrigo na porta, com uma camisa branca que marcava o corpo, uma calça preta, a barba toda arrumada, o cabelo também, e todo perfumado. Ele estende a mão e diz:
Rodrigo: Oi, tudo bem? Qual era seu nome mesmo?
Eu só respondi: Tudo, me chamo Pedro.
Rodrigo: Bom, e cadê sua mamãe? Posso entrar?
A atitude do Rodrigo já me irritou na hora, porque ele nem se importou em conversar com o filho da pessoa que ele estava saindo. Eu só disse: Pode entrar, ela tá na cozinha. O Rodrigo entrou e eu fechei a porta, fiquei na frente guiando ele até a cozinha, passando pela sala de jantar. Na hora que estávamos juntos na sala, ele me agarra pelo ombro e fica me encarando com uma cara que na hora me deu medo, e diz:
Rodrigo: Pode ficar aí sentado, só me mostra onde fica a cozinha. Eu ajudo sua mamãe.
Eu apontei e fiquei na sala de jantar, onde não dava pra ver a cozinha, mas vi o Rodrigo indo pra lá e ouvi a conversa.
MÃE: Oi, amor, te esperava mais tarde.
Rodrigo: Não resisti, tinha que te ver, amor. Que cheiro bom, e você cheira também...
E ouvi risadas entre eles.
MÃE: Você cumprimentou meu filho?
Rodrigo: Cumprimentei, mas queria te ver primeiro. Ele ficou na sala.
MÃE: Então já vou servir pra gente comer.
Rodrigo: E de sobremesa? Você vai ser minha sobremesa?
MÃE: Uiii, meu filho tá perto, não fala essas coisas.
Rodrigo: Ele não tá ouvindo nada, vem cá.
Ouvi uns barulhos vindo da cozinha que, depois, graças a eles mesmos, descobri que eram sons de beijos. Depois, saíram da cozinha juntos com as tigelas de comida, colocaram na mesa onde eu já estava sentado e serviram. Durante a... Na janta não aconteceu nada de importância. Rodrigo veio até mim por insistência da minha mãe, já que ele estava focado nela e tanto fazia se eu estava ou não na mesa. Conversamos que o trabalho dele é mais no turno da tarde e às vezes ele trabalha à noite. Não era uma conversa de outro mundo, mas acho que teriam se divertido mais sem a minha presença.
Depois da janta, minha mãe me disse para lavar as mãos e me despedir do Rodrigo, que já estava indo embora. Foi o que fiz: lavei as mãos e, ao sair do banheiro, vi minha mãe sentada de lado no colo do Rodrigo, se beijando e fazendo aqueles sons que eu já tinha ouvido antes. Minha mãe estava com os braços em volta do pescoço dele, e Rodrigo passava as mãos pelas costas dela. Eu disse: "Já estou pronta, mãe", e ela se levantou rápido do colo dele.
MÃE: "Tudo bem, Pedrito." E virou para o Rodrigo dizendo: "Bem, vou te acompanhar até a porta."
Rodrigo se levantou e foi em direção à porta. Quando já estava saindo, disse: "A comida estava deliciosa, muito obrigado." Ele apertou minha mão — dessa vez, apertou mesmo — e deu um beijo na bochecha da minha mãe.
Rodrigo foi embora e entramos com minha mãe. Mas, sem esperar nem um minuto, ela me perguntou:
MÃE: "O que você achou do Rodrigo?"
EU: "Mmm, me pareceu normal." (Mas por dentro, eu o detestava.)
MÃE: "Espero que vocês se deem bem, porque ele me pediu para ser namorada dele."
EU: "Sério? E o que você respondeu?" (Na hora, não sabia como reagir, e a atitude da minha mãe deixou claro que, mesmo que eu dissesse algo, a decisão já estava tomada.)
MÃE: "Eu disse que sim. Espero que vocês se deem bem, Pedrito…"
Minha mãe foi para a cozinha, me deixando na entrada da casa estupefato. Naquela noite, não consegui dormir, pensando na minha mãe com o Rodrigo e em como ela estava me deixando de lado na vida dela.
Dias depois, já era normal minha mãe sair à noite toda sexta e sábado, e, nos dias comuns, ela guardava comida do almoço para o Rodrigo, que passava pegando depois do trabalho, já que ele trabalhava à tarde. Também, pouco a pouco, minha mãe começou a convidar o Rodrigo para jantar em casa, vez ou outra… a gente, onde não acontecia nada relevante entre eles, mas a primeira vez que a mamãe convidou o Rodrigo para ver um filme em nossa casa à noite, aconteceu algo que marcaria o início dessa história sexual ardente. Era um sábado, minha mãe desde cedo se levantou para limpar e organizar toda a casa para que o namorado a encontrasse o mais impecável possível, e assim foi. O Rodrigo chegou na hora combinada, que era às 9, e chegou super bem vestido como sempre chegava para buscar ou deixar minha mãe, mas agora em modo esportivo, usando um jogger e um suéter. Da mesma forma, minha mãe tinha trocado de roupa e estava com seu pijama de dormir que realçava toda sua figura, como toda peça que ela vestia. Eu já estava sentado na sala quando tocaram a campainha, e minha mãe foi abrir correndo para que o Rodrigo não esperasse. Eles se cumprimentaram com um beijo apaixonado, que dava até para ouvir os sons dos lábios se encontrando da sala, e entraram de mãos dadas até a sala. Rodrigo: E aí, Pedrito? Trouxe pipoca para comer enquanto vemos o filme. Eu me virei e disse obrigado, logo me virando de volta para continuar assistindo à televisão. MAMÃE: Pedrito, você poderia por favor sentar no outro sofá? Nesse não cabemos eu e o Rodrigo. Eu me levantei irritado, já que naquele sofá eu teria que sentar no assento, mas me encostar nos braços, já que ele fica do lado oposto à televisão, e assim eles poderiam ficar juntos sem ninguém vê-los. Praticamente me joguei no sofá, e minha mãe, levantando a voz, me disse: MAMÃE; se você não quer fazer um favor à sua mãe e se comportar como malcriado, pode ir dormir. Eu só disse desculpe. Rodrigo: Vamos, deixa ele. Vamos colocar o filme e assistir. Minha mãe se aproximou da televisão e se inclinou, deixando ver sua bunda enorme para mim e para o Rodrigo, reproduziu o filme, foi buscar uma cerveja que tinha comprado à tarde e trouxe, apagando todas as luzes até ficarmos na escuridão total. Ouvi quando ela deu a cerveja para o Rodrigo e se deitou no móvel, o Rodrigo disse senta mais perto, amor. Já com o filme rolando, que nem lembro qual era, comecei a ouvir eles se beijando e beijando, com uns sussurros baixinhos…
MÃE: Espera, querido, meu filho tá aqui.
RODRIGO: Ele tá concentrado no filme, nem tá ligando pra gente.
MÃE: E o que a gente faz se ele virar e nos ver?
RODRIGO: A gente não tá fazendo nada de errado, além do mais ele sabe que somos namorados.
MÃE: Mas não sei como ele vai levar isso.
RODRIGO: Não se preocupa, desde a escola já veem gente se beijando, se é que ele já não deu seu primeiro beijo.
MÃE: Tá bom, mas não seja tão brusco que os beijos fazem barulho.
Eles continuaram se beijando até que saiu uma cena de sexo no filme, e minha mãe disse pra eu fechar os olhos, que ela me avisava quando acabasse. Algo que eu não fiz, e vi a cena de um casal transando na posição papai e mamãe, cobertos com o lençol.
RODRIGO: É assim que quero te fazer hoje à noite, hahaha.
MÃE: Cala a boca, que meu filho tá aqui.
Minha mãe me diz que já posso abrir os olhos, e eu digo "já". Minha mãe se vira pro Rodrigo.
MÃE: Espera aí, vou colocar a pipoca no micro. Quer outra cerveja?
RODRIGO: Espera, eu te acompanho e te ajudo.
MÃE: Sério que você vai ajudar?
Eles se levantam rindo os dois e vão pra cozinha de mãos dadas. Eu pergunto pra minha mãe onde ela tá indo, e ela me responde que vai pegar a pipoca. Um clarão de luz iluminou a casa ao acenderem as luzes da cozinha, e fiquei sentado esperando minha mãe. Ao ver que não se apressavam, me aproximei silenciosamente da cozinha, e lá estavam os dois abraçados, se beijando apaixonadamente. Minha mãe estava na ponta dos pés e agarrava o pescoço dele com os dois braços, enquanto as mãos do Rodrigo estavam acariciando as costas da minha mãe por baixo da blusa.
RODRIGO: Essa cena me deixou com tesão. Deixa eu te comer.
MÃE: O que você tá dizendo? Meu filho tá aqui, pode nos ouvir.
RODRIGO: Deixa eu te comer. Faz quanto tempo que você não transa?
MÃE: Já faz anos que não fico com um homem.
Ao ouvir isso, o Rodrigo levantou minha mãe completamente, fazendo ela sentar na bancada da cozinha, e começou a beijar o... pescoço e sussurrar coisas que minha mãe só respondia não não não. Eu, com ciúmes, gritei: "Mãe, já estão as pipocas?", ao que ela respondeu: "Sim, filho, já levo". Vejo que ela se assusta e desce do balcão. Eu corri para o sofá e me sentei como se não tivesse visto nada, mas quando minha mãe chegou com Rodrigo com as tigelas e as bebidas, vi que Rodrigo estava me olhando furioso e eu só virei para ver o filme com a tigela nas pernas. Sabia que tinha estragado a festa do Rodrigo e isso me deixava feliz. Continuamos vendo o filme até que me deu vontade de fazer xixi e me levantei, disse à minha mãe que ia ao banheiro e saí da sala. Assim que terminei de urinar, saí do banheiro e entrei na cozinha, já que para entrar no banheiro de visita tinha que atravessar a cozinha. Lá estava Rodrigo com a tigela de pipocas vazia e uma cerveja na mão. Ele caminhou até mim, colocando a mão no meu ombro e me encarando fixamente com seus olhos cheios de fúria, que me fizeram sentir medo assim que levantei o olhar. Ele me disse: "Moleque, pare de nos espiar, sua mãe e eu. Eu sou o namorado e posso beijá-la o quanto eu quiser. Acha que não ouvi seus passos correndo para o sofá enquanto ela estava no balcão? Não quero que nos interrompa mais. Não quero ter que repetir." Ele me soltou e foi para a sala sentar-se ao lado da minha mãe. Atrás dele, fui caminhando até meu sofá, pensando nos olhos furiosos de Rodrigo e que ele tinha me descoberto espiando. Depois disso, não consegui assistir ao filme com tranquilidade, pensava em Rodrigo bravo e que, se não fizesse o que ele disse, ele poderia bater em mim ou na minha mãe. Durante o resto do filme, continuavam a se ouvir beijos de Rodrigo com minha mãe e também sussurros que agora não eram tão baixos, já que Rodrigo falava mais alto que antes. MÃE: "Calma, estamos atrás do meu filho." RODRIGO: "Acho que ele já está dormindo, não se mexeu nada." MÃE: "Espera, não meta as mãos." RODRIGO: "Deixa eu pegá-las pelo menos, você gosta bem." Minha mãe riu e os beijos voltaram a ser ouvidos. até que o filme acabou, minha mãe me chamou para ver se eu estava acordado, e eu não sei por que, mas finji que estava dormindo. Rodrigo: se ele está dormindo, deixa eu ficar mais um pouco. Mãe: e o que eu faço se ele acordar? Rodrigo: deixa que eu levo ele no colo até a cama. Foi o que fizeram, se levantaram do sofá e enquanto minha mãe acendia todas as luzes da casa, Rodrigo enfiou as mãos nas minhas costas e me levantou num movimento só. Minha mãe foi na frente, indo na direção do meu quarto, e quando chegou lá disse: deita ele e fecha a porta enquanto eu procuro uma garrafa de vinho. Eu, de olhos fechados, ainda ouvi minha mãe indo para a cozinha, deixando seu único filho nos braços do namorado. Rodrigo, quando me deitou, agarrou minha bochecha e disse: muito bem, Pedrinho, fica assim até amanhã que vou brincar um pouco com sua mamãe. Rodrigo saiu do meu quarto, fechando a porta, e eu não conseguia ouvir nada do que estava acontecendo. Não sei se foi a atitude do Rodrigo, o fato de ele ter ameaçado o filho da namorada de não interromper mais, ou ter dito a um menino para não incomodar enquanto ele se divertia com a mãe, mas isso fez com que eu me levantasse, abrindo um pouco a porta para conseguir ouvir as risadas da minha mãe e do Rodrigo. Rodrigo: ainda não consigo acreditar que desde que você se separou não teve nenhum pretendente. Mãe: pois é, nunca saía de casa, só focava no meu filho. Minha amiga insistiu tanto para eu ir à academia, senão eu também não teria ido. Rodrigo: quem é essa amiga para eu agradecer? HAHAHA. Mãe: HAHAHAHAHA depois você a conhece, agora vamos começar com o que você tanto queria. Depois da breve conversa que consegui ouvir, na casa só se ouviam ou ressoavam os beijos que Rodrigo e minha mãe estavam dando. Dava para ouvir o som efusivo dos lábios se encontrando e os pequenos sussurros que minha mãe soltava, tipo de- de- devagar. Ouvindo as palavras entrecortadas da minha mãe, saí abrindo devagar a porta do meu quarto para me aproximar mais de onde eles estavam. minha mãe com o Rodrigo que, para sorte ou desgraça minha, montavam um espetáculo que nunca esqueceria apesar dos anos passados. Quando estava na parte de trás do sofá, onde antes estavam sentados o Rodrigo e minha mãe durante o filme, não dava para ver que estavam ali, mas dava para ouvir os sons que vinham de lá. Então, caminhando devagar a uma distância considerável que impedia que me vissem, mas que me permitia ver, encontrei um lugar, ficando atrás de uma coluna da casa, de onde se via os corpos do Rodrigo e da minha mãe deitados no sofá, precisamente com o Rodrigo em cima da minha mãe, que envolvia o namorado com as pernas. Pela visão que tinha, não conseguia ver o rosto dela, mas sim as pernas e uma parte das nádegas, onde já não estava mais a calça do pijama. Da mesma forma, o Rodrigo estava sem o casaco, mostrando uma costas musculosas e com sardas. O Rodrigo baixava a cabeça para beijar o pescoço da minha mãe, enquanto ela agarrava o cabelo dele com as duas mãos e continuava gemendo deva- deva- devagar agh. Ficaram assim um tempinho, até que o Rodrigo se levantou, deixando-me ver completamente suas costas: tinha uma cintura fina com a parte superior larga. Em um só movimento, ele tirou a blusa da minha mãe e jogou no chão, enquanto dizia: "tira isso daí, só atrapalha", e se jogou de novo sobre minha mãe. Que agora tinha os braços nos apoios, deixando todo o peito à disposição do Rodrigo. Vendo os movimentos que ele fazia e com os gemidos abafados que minha mãe soltava, sabia que ele estava chupando os seios dela. O Rodrigo movia a cabeça de um lado para o outro, alternando entre um seio e outro, o que produzia gemidos da minha mãe, que tapava a boca com uma mão enquanto a outra acariciava a cabeça do namorado. Assim, o Rodrigo começou a produzir sons com os mamilos da minha mãe quando os chupava e soltava, além de começar a falar coisas para ela em seu tom normal de voz, que dava para ouvir até onde eu estava escondido. Rodrigo: que delícia de tetas, minha love. Não sabe o quanto queria chupar elas. Desde o primeiro dia eu tava com uma vontade de você. Mãe: aghh sim meu amor, aghhh você não sabe quanto eu queria estar com você, aghhh por favor já mete em mim por favor, eu já tô toda quente. Rodrigo ao ouvir isso se levantou imediatamente do sofá, mas agora levantando um pouco as pernas e de uma só vez puxou o moletom pra baixo deixando ver suas nádegas que tenho que dizer que eram grandes cobertas por uma fina camada de pelo HAHAHAHA. Rodrigo ficou com as costas levantadas e eu via como seus braços se moviam acho que, segurando seu pau, enquanto minha mãe agora tinha seus dois braços esticados em direção ao abdômen do namorado. Entre gemidos começaram a falar de novo. Mãe: que pauzão você tem. Rodrigo: que bucetinha gostosa você tem, não sabe como eu vou te comer meu amor. Mãe: mete logo. Vi como Rodrigo afundou um pouco sua cintura no corpo da minha mãe ainda com suas mãos pra frente com pequenos gemidos da minha mãe, Rodrigo depois colocou suas mãos no apoio de braços que estava na altura da minha mãe, agora estendido em todo o móvel Rodrigo cobria completamente o corpo da minha mãe. Começaram a se beijar de novo com minha mãe agarrando as costas musculosas de Rodrigo enquanto eu via como Rodrigo afundava sua cintura nos quadris da minha mãe que começava a gemer e ofegar. Mãe: aghhh devagaaar, tá muito grande devagaaaar aghhh aghhh. Rodrigo: você tá apertadinha amor, que delíciaaa mmmmm. Mãe: ayyyy ayyyy devagar amorrrr que você pode machucar agh. Rodrigo: já tá quase toda dentro aguenta mais um pouco amor. Mãe: ayyyy ayyyy que gostoso aaaaa aaaa aaaaa. Rodrigo: já tá se abrindo amor, agora vou começar devagar a te comer. Rodrigo começou a comer minha mãe afundando fortemente sua cintura no quadril da minha mãe que produzia sons do impacto das peles acompanhados de gemidos fortes, as pernas da minha mãe se moviam no ritmo das metidas de Rodrigo que cada vez afundava mais forte contra minha mãe e ela se agarrava mais nas costas de Rodrigo. Mãe: aghhhh aghhh sim siiim continua. continuaaa aghhh aghhhh Rodrigo: aghhh aghhhh Minha mãe estava gemendo e gemendo forte a cada investida que o Rodrigo dava nela, e ela se agarrava cada vez mais forte nas costas dele, até enterrando as unhas. O Rodrigo parecia ter uma resistência pra bombar minha mãe, mas como eu era mais velho, pode ter passado rápido, mas pra mim parecia uma eternidade. Eles ficaram naquela mesma posição por um tempo, até que o Rodrigo começou a acelerar as investidas e, entre gemidos de pressa, começaram a falar. Rodrigo: aghhh vou gozar, vou gozar aghhh Mãe: aghhhh aghhhh aghhhh goza, goza dentro que gostosooo aghhhh Rodrigo: aaaaa você não engravida? Mãe: aghhhh aghhhh eu estou ligada nas trompas aghhh não posso engravidar aghhhh O Rodrigo soltou um gemido tão forte que me fez dar um susto, enquanto ele ficava afundado nos quadris da minha mãe e dizendo que tasty, que tasty, aghhh. Enquanto isso, pela primeira vez ouvi minha mãe falando putarias. Mãe: ayyyy que tasty, você gozou, dá pra sentir seu gozo quentinho, amor Rodrigo: você tem uma buceta apertadinha que me fez gozar rápido hahaha Vi como os pombinhos se levantaram e quis correr pro meu quarto pra que não percebessem que eu estava espiando, mas vi que o Rodrigo só levantou o moletom e sentou no sofá, enquanto minha mãe ficou deitada no sofá como antes, mas juntou as pernas e desceu pra colocá-las nas coxas do Rodrigo. Vi e ouvi como eles estavam rindo enquanto se olhavam, e o Rodrigo se aproximou pra dar um beijo na minha mãe, só encostando os lábios. Mãe: já tem que ir embora, já está muito tarde Rodrigo: é assim que você me bota pra fora depois de uma noite tão linda? Mãe: HAHAHAHA, não estou te botando pra fora, mas já está tarde, depois você chega muito em casa Rodrigo: então me deixa ficar hoje Mãe: tá louco, o que eu digo pro meu filho se ele te vir ao acordar? Rodrigo: aí você diz que eu cheguei agora porque você me convidou pra tomar café da manhã Mãe: e ele vai acreditar, se você vai estar com a mesma roupa, doido Rodrigo: KKKK, você pensa em tudo, mas sério que quer que eu vá embora? A gente pode continuar se divertindo. Rodrigo acariciava as pernas da minha mãe enquanto eu via a cabeça dele encarando fixamente onde ela estava, acho que olhando com pena pra ela deixar ele ficar na casa, mas num instante ele se levantou do sofá dizendo que já que ela não o quer mais, ele vai. Já de pé, pude ver como as costas dele estavam completamente vermelhas dos arranhões da minha mãe, e Rodrigo se vira. Não sei se ele me viu, mas eu tentei me esconder atrás da coluna e, por uma frestinha de onde dava pra ver, vi Rodrigo parado em frente à minha mãe, segurando a mão esquerda dela. Na minha primeira impressão, pude ver minha mãe pela primeira vez na noite vestida só com sua roupa íntima: os seios pra fora do sutiã, mostrando os pequenos pontos vermelhos das chupadas do Rodrigo que eu não pude ver ao vivo, e na sua entreperna, uma calcinha quase transparente vermelha que cobria sua buceta, mas dava pra ver que estava um pouco úmida, ou melhor, molhada no meio. Tenho que dizer, ela estava um pouco gordinha e com essa calcinha marcava mais. Rodrigo estava balançando a mão da minha mãe com um sorriso de safado até que... Mãe: Tá bom, tá bom, você pode ficar hoje à noite, mas tem que ir embora antes do meu filho acordar. Rodrigo se abaixa pra dar um beijo na boca dela e diz: Rodrigo: Tudo bem, mas acho que amanhã o Pedrinho não vai acordar cedo. Nesse instante, ao ouvir isso, senti que Rodrigo levantou o olhar e ficou me encarando. Um calafrio percorreu todo o meu corpo, e a única coisa que fiz foi me afastar da coluna e correr pro meu quarto, com medo de que ele me tivesse visto ou que, outro dia que voltasse à minha casa, me ameaçasse como fez naquele dia. Assim que entrei no meu quarto, me joguei imediatamente na cama e puxei o edredom inteiro pra ninguém me ver. Deitado na cama, completamente acordado, ouvia passos. Achei que fosse o Rodrigo, e não sei como, com umas simples palavras que ele me disse naquela noite... O medo tomou conta de todo o meu corpo, fechei os olhos para que, se fosse ele, pensasse que eu estava dormindo. E foi assim, ouvi os passos que pareciam se dirigir ao meu quarto, mas respirei aliviado quando escutei a porta do banheiro abrindo e fechando. Na hora, pensei por que tinham entrado no banheiro que usávamos os quartos separados, em vez de usar o banheiro privado da minha mãe, mas nem tentei me mexer da cama e fui fechando os olhos aos poucos, até que os gemidos da minha mãe me acordaram completamente. Ela não estava gritando nem nada, mas dava para ouvir ela reclamando, e no móvel dava para escutar: Mmmmmm mmmmm mmmmm ayyy aghhh aghhh aghhhhh mmmmmmmm mmmmm ayyyyy. Mesmo com a curiosidade de ver minha mãe com o novo namorado me mantendo acordado, não consegui levantar da cama por um bom tempo por causa do medo que o Rodrigo me causava, mas uns sons tipo plap- plap- plap- plap- que pareciam vir do banheiro foram mais fortes que o medo, e me fizeram levantar da cama com o objetivo de espiá-los de novo. Mas quando eu estava abrindo a porta com todo o cuidado para ninguém ouvir que eu ia sair do meu quarto, lá estavam eles. Minha mãe estava transando com o namorado no corredor inteiro da casa, sem nenhum pudor. Minha mãe estava encostada na beirada da porta do banheiro, completamente pelada, molhada e com a bunda empinada para trás, enquanto o Rodrigo metia nela, segurando pela cintura. Os peitos da minha mãe, mesmo pequenos, estavam um pouco caídos e com as enfiadas balançavam de cima para baixo. Não dava para ver o rosto da minha mãe, porque ela estava com as mãos e o rosto virados para a parede, então só via o cabelo molhado balançando sobre as orelhas e as costas descobertas. Naquela posição, minha mãe não soltava gemidos que eu conseguisse ouvir, mas o bater do quadril do Rodrigo nas nádegas dela produzia um som alto, que era o plap- plap- plap- que me acordou. Eles ficaram assim metendo, com pequenas... Rodrigo apertava as mãos nos quadris da minha mãe, fazendo ela gemer cada vez mais alto, até que de repente ele se afastou dela, mostrando pela primeira vez o pau dele. Rodrigo era o pacote completo: tinha um corpo com um rosto muito bonito, e sua ferramenta não ficava atrás. Completamente ereto, ele apontava para o céu com dimensões nunca vistas. Seu pênis tinha um comprimento que agora dava pra dizer que passava dos 21 cm, um par de bolas que balançavam como tomates, uma mata de pelos pubianos abundante acima do pau, mas além do grande comprimento, ele também tinha uma grossura considerável que chamava muita atenção.
Uma vez separado, Rodrigo virou o rosto da minha mãe na direção do quarto dela e disse: "Vamos pro seu quarto, é mais seguro". Minha mãe só assentiu e eles caminharam juntos até o quarto. Pude ver a bunda enorme da minha mãe completamente vermelha das investidas, junto com as pegadas das mãos do Rodrigo, que contrastava com a bunda dele, que não era tão feia. Naquele momento, eles entraram no quarto da minha mãe e fecharam a porta. Na hora, o que me causou quando eles se trancaram no quarto foi o fato de não poder ver tudo que eu queria, e me enfiei debaixo do edredom para tentar dormir.
Como da última vez, aconteceu a mesma coisa: quando eu já estava quase dormindo, ouvi sons vindos do corredor, e eram os passos do Rodrigo indo em direção ao meu quarto. Ao ouvir, tentei fazer de conta que estava dormindo, fechando os olhos com força, mas foi em vão. Rodrigo entrou no meu quarto completamente pelado e com o pau totalmente empinado. Ele ficou ao lado da minha cama e disse:
Rodrigo: "Não finge que tá dormindo. Eu sei que você tá acordado."
Eu, tentando manter os olhos fechados, abri pelo silêncio que cercava meu quarto, achando que ele tinha ido embora, mas ele ainda estava lá. Rodrigo estava completamente suado, com o pau brilhando e ainda no talo, perto de mim. Não podia acreditar que um animal daquele tamanho que o Rodrigo tinha entrava completamente na buceta da minha mãe.
Rodrigo: "Já abriu. os olhos. Me diz desde quando você está nos espiando.
Eu: desde que você estava em pé mexendo na mão da minha mãe que estava deitada. Não tive outra opção a não ser mentir para o Rodrigo para não ter nenhum problema comigo nem com minha mãe, já que ela parece super feliz com seu novo estilo de vida e namorado. O Rodrigo, ao ouvir isso, apenas balançou a cabeça e disse:
Rodrigo: Sei que você me viu com sua mãe desde que estávamos deitados no sofá.
Ao ouvir isso, senti como se um calor invadisse todo meu corpo e fiquei nervoso ao ouvir as palavras do Rodrigo.
Eu: Sim, desculpe.
Rodrigo: Isso é o que deixa sua mamãe feliz (apontando e segurando o pau). Não quero mais te ver espiando, senão você vai se ver comigo. E vai se acostumando que de agora em diante vou visitar sua mãe com mais frequência.
Eu: Tá bom, não vou fazer mais isso.
O Rodrigo saiu do meu quarto ainda segurando o pau ereto, sem ter perdido nem um pouco da dureza, e fechou a porta rapidamente. Eu fiquei no quarto, mas dava para ouvir as pernas da cama rangendo e os gemidos abafados da minha mãe ficando mais altos. De novo estavam fodendo como coelhos, mas agora no quarto da minha mãe. Já eu, acabei dormindo, não sei se por medo ou pela excitação de ouvir os gemidos da minha mãe enquanto dormia.
Algumas horas depois, acordei com os chamados da minha mãe para o café da manhã. Enquanto me aproximava da sala de jantar, vi que o Rodrigo estava sentado à mesa já tomando café. Entrei completamente na sala e cumprimentei, desejando bom dia como sempre faço. O Rodrigo olhou de volta para mim e deu uma risada maliciosa. O que será que ele quer me dizer agora? Será que vai tirar sarro de mim por tê-los espionado ou vai me ameaçar contar para minha mãe?
Versão para imprimir: Minha mãe fode todo dia com o namorado.
Início
A história que venho narrar para vocês é sobre o processo de como uma vida familiar e privada chegou a mudar tão abruptamente com a chegada de um novo integrante. Me apresento: sou Pedro, tenho 23 anos e estudo engenharia civil para depois assumir a construtora do meu pai. Meus pais estão separados desde que eu tinha sete anos, por causa de uma infidelidade do meu pai, que, na hora da separação, deixou para minha mãe a casa onde vivíamos e uma casa de três andares para alugar, para que ela não precisasse trabalhar, só esperar o fim do mês para receber o aluguel.
Minha mãe atuava como dona de casa, mas antes de se separar do meu pai, eles trabalhavam juntos na construtora, ela como secretária. Minha mãe era daquelas donas de casa que se mantinham em boa forma, pois fazia exercícios em casa. Naquela época, minha mãe era uma mulata, cabelo ondulado preto, com 1,60m de altura e um corpo médio, com um bumbum bonito e peitos pequenos, que formavam um corpo harmonioso que chamava muita atenção quando saíamos para qualquer lugar. Ela se casou muito jovem, aos 20 anos, quando meu pai já tinha 30, então quando isso aconteceu ela estava perto dos 33 anos.

Eu estava terminando o ensino fundamental, devia ter uns 13 anos no máximo, quando minha vida começou a mudar. Como eu disse, minha mãe malhava em casa, mas com a insistência de uma amiga, que dizia que minha mãe era jovem e devia sair mais e aproveitar, ela começou a frequentar uma academia perto de casa. Era uma academia normal de bairro, não tinha máquinas novas nem nada do tipo, mas frequentavam os jovens e alguns velhos do bairro. Então o objetivo da amiga da minha mãe era que ela encontrasse alguém pra sair. Como eu disse, minha mãe já estava há 4 anos sem sair com ninguém, já que só ficava em casa e raramente saía com as amigas. Então posso supor que ela mantinha uma abstinência sexual, já que as amigas, quando vinham visitar, perguntavam se ela estava saindo com alguém, e ela sempre respondia que não. E eu nunca ouvi um gemido ou algum som estranho que acontece quando alguém se masturba. Então eu considerava minha mãe como uma adulta caseira e sem graça, que nunca aproveitava o prazer sexual ou saía por aí. Mas isso depois mudou abruptamente. Como eu disse antes, minha mãe agora saía de segunda a sexta pra academia, sem falta nenhuma, e isso produziu uma nova aparência nela, já que ela ficava mais viva, animada, carismática e energética em casa. Quando as amigas vinham visitar, elas conversavam sobre como ela estava indo na academia, e minha mãe respondia que frequentar a academia tinha sido um alívio, já que ela só ficava trancada em casa. Assim ficavam, conversa vai, conversa vem, risada atrás de risada, enquanto eu estava no meu quarto, até que ouvi uma amiga perguntar se tinha alguém dando em cima dela ou alguém bonito. Amiga: E alguém da academia tá dando em cima de você?
Amiga 2: Tem alguém gato?
MÃE: Tem uns velhos tarados que tentam puxar papo, mas eu não dou moral.
Amiga: E alguém bonito?
MÃE: Tem um cara de 28 anos, gato, com um corpo tipo deus grego, hahaha.
Amiga 2: E você sabe o nome dele?
Amiga: Claro que sabe de nada, nem sabe a própria idade hahahaha MÃE: ele se chama Rodrigo, já conversamos algumas vezes, trabalha como caixa numa loja de departamento. As amigas gritando perguntam se ele é solteiro e se já a convidou pra sair, minha mãe responde que sim, ele é solteiro, e que não, ele não a convidou, mas rindo as amigas dizem: Ainda. Depois desse encontro a vida seguiu igual, minha mãe ia pra academia até que um dia que ela não tinha aula, minha mãe me disse pra acompanhá-la, eu não recusei e fomos juntos andando. A academia ficava uns 15 minutos de casa, ao chegar tinha pouca gente, achei que era porque estava muito cedo, já que não era nem 9 da manhã, mas percebi que minha mãe com o olhar vasculhava toda a academia procurando alguém e como não encontrou, fomos pras bicicletas ergométricas. Já estávamos lá um tempinho quando chega um cara que assusta ela por trás, minha mãe se vira assustada e quando se olham nos olhos começam a rir, minha mãe diz: te apresento meu filho, e ele me dá a mão tão rápido que nem apertou direito. Minha mãe agora só ficava olhando enquanto ele se alongava levantando os braços até que diz: MÃE: Rodrigo, hoje o que eu tenho que treinar? Rodrigo: hoje é perna e bunda. MÃE: mas nada muito pesado que da última vez eu não conseguia nem andar. Os dois riram e eu só então percebi que estava na frente do mesmo Rodrigo que minha mãe tinha contado pras amigas, "o gato com corpo de deus grego". E tenho que dizer que minha mãe não mentiu: ele era branco, alto, uns 1,80, com o short apertado e a camiseta larga no abdômen mas que apertava nos braços, mostrando braços e pernas bem malhados, tinha cara de bad boy com barba e ao ouvir como ele falava soube que era da quebrada. A hora e meia que passamos na academia foi entre risadas deles, exercícios e esbarrões que o Rodrigo dava nela quando supostamente explicava como usar os aparelhos, enquanto eu só ficava rondando. por todo o ginásio e os via de longe, depois de um tempo minha mãe me chamou que já tinha terminado o treino. Vi que o Rodrigo agora estava sem camiseta, mostrando uns peitorais grandes e duros, com um abdômen trincado e com aquela linha em V que saía da cintura até a linha do short. Minha mãe se despediu dando um beijo na bochecha do Rodrigo e se dizendo "até amanhã", e saímos do ginásio direto pra casa. Em casa, minha mãe foi tomar banho enquanto eu fiquei vendo TV e não lembro de mais nada ter acontecido. Naquela época, eu não sabia se minha mãe trocava mensagens ou falava no telefone com o Rodrigo, e pra ser sincero, também não me importava.
Depois de alguns meses nessa rotina, minha mãe, numa sexta-feira, assim que cheguei da escola, me disse que à noite ia sair com as amigas para jantar, o que não me pareceu estranho, já que ela costumava sair com as amigas para jantar todo mês. Mas na hora de sair de casa, ela estava mais gostosa que o normal, tinha se arrumado toda, saiu com um vestido que marcava seu corpo, salto alto, maquiada e cabelo feito. Um carro chegou na frente de casa e minha mãe rapidinho me deu um beijo na testa e saiu, dizendo para eu ir dormir cedo, que não sabia a que horas voltaria.Eu fiquei de boa em casa, fiquei vendo filmes, comi cereal, fui dormir por volta da meia-noite. Enquanto dormia, ouvi alguém tentando abrir a porta, mas não conseguia. Dava para ouvir a chave sendo enfiada, parecia que caía da mão dela, e minha mãe começou a me chamar para abrir a porta. Eu obedeci, e lá estava minha mãe completamente bêbada, com o batom manchado por toda a boca. Ela se virou para dar tchau com a mão para um carro que não era de nenhuma das amigas, mas não consegui ver quem era. Entramos, e ela disse: "Me ajuda, filho, me leva até a cama". Eu a levei, ela se deitou sem nem se trocar, e eu fui para o meu quarto.
No dia seguinte à noite, as amigas da minha mãe chegaram, o que me deixou intrigado, porque, segundo elas, tinham saído ontem. Minha mãe passou a tarde toda de ressaca, mas assim que as amigas chegaram, começaram a conversar e rir, enquanto eu só entrei no meu quarto e fiquei lá.
O interrogatório das amigas começou.
Amiga: "E aí, como foi?"
Amiga 2: "Ele foi cavalheiro?"
Amiga: "Teve beijo?"
Amiga 2: "O que vocês conversaram?"
MÃE: "Aiii, calma! Ele veio me ver e me levou no carro dele para um restaurante na avenida... Comemos delicioso, ele se comportou como um cavalheiro, conversamos sobre tudo um pouco, foi incrível. Depois de comer, fomos para um bar tomar coquetéis. Ele abriu a porta do carro para mim e tudo, eu estava encantada. No bar, ficamos conversando mais e... mais sobre o que a gente gostava, o que gostaríamos de fazer no futuro, sobre relacionamentos passados. Nesse momento a amiga interrompe e pergunta: o que ele falou sobre a ex? Faz quanto tempo que terminaram? Minha mãe continua: ele está solteiro há um ano, a ex-namorada foi pros Estados Unidos e desde então ele não saiu com ninguém, mas não acredito que seja tão gato assim, só... AHAHAHA! Amiga 2: bom, continua contando o que aconteceu depois do bar. MÃE: a gente ficou lá, os drinks chegavam e a gente bebia, eu já estava tonta e me joguei pra beijá-lo. As amigas da minha mãe gritaram. MÃE: agarrei ele pelo pescoço pra beijar e senti ele me segurando pela cintura, ficamos nos beijando um tempão e depois ele disse que estava tarde, que a gente devia dar uma volta pela cidade antes de me deixar em casa. As amigas da minha mãe gritaram de novo que nem adolescentes e as três riram. MÃE: andamos no carro dele por ------ e por ------ até que num semáforo vermelho a gente ficou se olhando nos olhos e partimos pra um beijo, nos beijamos como vocês não têm ideia, como já era de madrugada quase não tinha carro, então ficamos um tempão nos beijando no meio da rua, depois do beijo com o álcool que ele exalava fiquei completamente bêbada. AHAHAHAHAHA! Amiga: e como você chegou até aqui? Amiga 2: ele esperou até você entrar em casa? MÃE: Ele me trouxe e o tempo todo botava a mão no meu colo dizendo que eu estava linda, até que cheguei aqui e tentei abrir a porta e ele disse "espera, eu abro". Eu reagi na hora e falei "não, não, eu consigo sozinha", imagina se ele me abre a porta tão tarde, o que os vizinhos iam pensar, que eu tava chegando depois de trepar? Não, não, não! Amiga 2: você queria ter chegado depois de trepar, né? Hahahaha! MÃE: ainda não, é muito rápido, doida! Desci do carro e cambaleando cheguei na porta, mas acredita que consegui abrir a porra da porta? Não conseguia, as merdas das chaves caíam, não entravam, não sabia se estava tão bêbada ou nervosa porque ele estava no carro esperando eu entrar, que não me restou outra a não ser ligar pro Pedrito e ele me abriu. Amiga: e o que ele te disse depois? Já conversaram? Amiga 2: e aí, o que você vai fazer agora? MÃE: Acordei com uma mensagem dele, perguntando como eu acordei e conversamos um pouco. E o que vou fazer? Bom, se ele me convidar pra sair, obviamente eu vou sair com ele, hahahahahaha! As amigas soltaram um grito enorme. Depois disso, não me importei com o resto da conversa, só me senti um pouco estranho, com ciúmes, diria eu, de saber que minha mãe vai sair com um homem, já que nunca a tinha visto com outro homem que não fosse meu pai. Chegou a segunda-feira, eu saí para estudar e minha mãe já estava se trocando para a academia. A rotina diária continuou a mesma: quando eu chegava, minha mãe estava em casa com a comida pronta. Mas a rotina dos fins de semana sofreu uma alteração: agora, toda sexta-feira, minha mãe saía à noite com a desculpa de que ia se reunir com as amigas e voltava tarde. Assim passaram-se uns 2 meses, com minha mãe saindo toda sexta-feira sem exceção, até que, um dia, ao chegar do estudo, assim como na primeira vez que Rodrigo saiu, ela me disse que queria conversar comigo. MÃE: Pedrinho, quero conversar com você sobre uma coisa importante. Eu só fiquei olhando para ela, e minha mãe continuou: MÃE: Estive conversando com suas tias (eu chamava as amigas de tia porque são amigas da minha mãe desde o ensino médio) e elas me aconselharam a explicar tudo para você. Olha, filho, você sabe que, desde que me separei do seu pai, sempre fiquei focada em você, me deixando de lado. Eu concordei com a cabeça. MÃE: Mas agora que você já está crescido, posso ter um pouco de liberdade, porque já te ensinei tudo o que sei. Bom, mãe está se conhecendo com um homem, não faz muito tempo, mas por quem eu já criei um grande carinho. Naquele momento, fiquei gelado ao ouvir minha mãe dizendo que estava se conhecendo com um homem. MÃE: E como você é meu filho e um pilar fundamental da minha vida, quero que você o conheça antes de qualquer coisa. Então, o que você acha se eu convidá-lo para almoçar amanhã para que você o conheça? Eu não sabia o que dizer. Uma onda de emoções estava me corroendo por dentro, e, vendo minha mãe como ela... Eu fiquei olhando com cara de esperança e disse que sim, que estava tudo bem. Mas fiquei com a pulga atrás da orelha porque a explicação sobre o relacionamento novo dela foi tão curta e sem graça. E foi assim mesmo, chegou o sábado, minha mãe tinha limpado a casa de cima a baixo e preparado um jantar especial. Por volta das 10 da noite, bateram na porta e minha mãe mandou eu atender. E lá estava o Rodrigo na porta, com uma camisa branca que marcava o corpo, uma calça preta, a barba toda arrumada, o cabelo também, e todo perfumado. Ele estende a mão e diz:
Rodrigo: Oi, tudo bem? Qual era seu nome mesmo?
Eu só respondi: Tudo, me chamo Pedro.
Rodrigo: Bom, e cadê sua mamãe? Posso entrar?
A atitude do Rodrigo já me irritou na hora, porque ele nem se importou em conversar com o filho da pessoa que ele estava saindo. Eu só disse: Pode entrar, ela tá na cozinha. O Rodrigo entrou e eu fechei a porta, fiquei na frente guiando ele até a cozinha, passando pela sala de jantar. Na hora que estávamos juntos na sala, ele me agarra pelo ombro e fica me encarando com uma cara que na hora me deu medo, e diz:
Rodrigo: Pode ficar aí sentado, só me mostra onde fica a cozinha. Eu ajudo sua mamãe.
Eu apontei e fiquei na sala de jantar, onde não dava pra ver a cozinha, mas vi o Rodrigo indo pra lá e ouvi a conversa.
MÃE: Oi, amor, te esperava mais tarde.
Rodrigo: Não resisti, tinha que te ver, amor. Que cheiro bom, e você cheira também...
E ouvi risadas entre eles.
MÃE: Você cumprimentou meu filho?
Rodrigo: Cumprimentei, mas queria te ver primeiro. Ele ficou na sala.
MÃE: Então já vou servir pra gente comer.
Rodrigo: E de sobremesa? Você vai ser minha sobremesa?
MÃE: Uiii, meu filho tá perto, não fala essas coisas.
Rodrigo: Ele não tá ouvindo nada, vem cá.
Ouvi uns barulhos vindo da cozinha que, depois, graças a eles mesmos, descobri que eram sons de beijos. Depois, saíram da cozinha juntos com as tigelas de comida, colocaram na mesa onde eu já estava sentado e serviram. Durante a... Na janta não aconteceu nada de importância. Rodrigo veio até mim por insistência da minha mãe, já que ele estava focado nela e tanto fazia se eu estava ou não na mesa. Conversamos que o trabalho dele é mais no turno da tarde e às vezes ele trabalha à noite. Não era uma conversa de outro mundo, mas acho que teriam se divertido mais sem a minha presença.
Depois da janta, minha mãe me disse para lavar as mãos e me despedir do Rodrigo, que já estava indo embora. Foi o que fiz: lavei as mãos e, ao sair do banheiro, vi minha mãe sentada de lado no colo do Rodrigo, se beijando e fazendo aqueles sons que eu já tinha ouvido antes. Minha mãe estava com os braços em volta do pescoço dele, e Rodrigo passava as mãos pelas costas dela. Eu disse: "Já estou pronta, mãe", e ela se levantou rápido do colo dele.
MÃE: "Tudo bem, Pedrito." E virou para o Rodrigo dizendo: "Bem, vou te acompanhar até a porta."
Rodrigo se levantou e foi em direção à porta. Quando já estava saindo, disse: "A comida estava deliciosa, muito obrigado." Ele apertou minha mão — dessa vez, apertou mesmo — e deu um beijo na bochecha da minha mãe.
Rodrigo foi embora e entramos com minha mãe. Mas, sem esperar nem um minuto, ela me perguntou:
MÃE: "O que você achou do Rodrigo?"
EU: "Mmm, me pareceu normal." (Mas por dentro, eu o detestava.)
MÃE: "Espero que vocês se deem bem, porque ele me pediu para ser namorada dele."
EU: "Sério? E o que você respondeu?" (Na hora, não sabia como reagir, e a atitude da minha mãe deixou claro que, mesmo que eu dissesse algo, a decisão já estava tomada.)
MÃE: "Eu disse que sim. Espero que vocês se deem bem, Pedrito…"
Minha mãe foi para a cozinha, me deixando na entrada da casa estupefato. Naquela noite, não consegui dormir, pensando na minha mãe com o Rodrigo e em como ela estava me deixando de lado na vida dela.
Dias depois, já era normal minha mãe sair à noite toda sexta e sábado, e, nos dias comuns, ela guardava comida do almoço para o Rodrigo, que passava pegando depois do trabalho, já que ele trabalhava à tarde. Também, pouco a pouco, minha mãe começou a convidar o Rodrigo para jantar em casa, vez ou outra… a gente, onde não acontecia nada relevante entre eles, mas a primeira vez que a mamãe convidou o Rodrigo para ver um filme em nossa casa à noite, aconteceu algo que marcaria o início dessa história sexual ardente. Era um sábado, minha mãe desde cedo se levantou para limpar e organizar toda a casa para que o namorado a encontrasse o mais impecável possível, e assim foi. O Rodrigo chegou na hora combinada, que era às 9, e chegou super bem vestido como sempre chegava para buscar ou deixar minha mãe, mas agora em modo esportivo, usando um jogger e um suéter. Da mesma forma, minha mãe tinha trocado de roupa e estava com seu pijama de dormir que realçava toda sua figura, como toda peça que ela vestia. Eu já estava sentado na sala quando tocaram a campainha, e minha mãe foi abrir correndo para que o Rodrigo não esperasse. Eles se cumprimentaram com um beijo apaixonado, que dava até para ouvir os sons dos lábios se encontrando da sala, e entraram de mãos dadas até a sala. Rodrigo: E aí, Pedrito? Trouxe pipoca para comer enquanto vemos o filme. Eu me virei e disse obrigado, logo me virando de volta para continuar assistindo à televisão. MAMÃE: Pedrito, você poderia por favor sentar no outro sofá? Nesse não cabemos eu e o Rodrigo. Eu me levantei irritado, já que naquele sofá eu teria que sentar no assento, mas me encostar nos braços, já que ele fica do lado oposto à televisão, e assim eles poderiam ficar juntos sem ninguém vê-los. Praticamente me joguei no sofá, e minha mãe, levantando a voz, me disse: MAMÃE; se você não quer fazer um favor à sua mãe e se comportar como malcriado, pode ir dormir. Eu só disse desculpe. Rodrigo: Vamos, deixa ele. Vamos colocar o filme e assistir. Minha mãe se aproximou da televisão e se inclinou, deixando ver sua bunda enorme para mim e para o Rodrigo, reproduziu o filme, foi buscar uma cerveja que tinha comprado à tarde e trouxe, apagando todas as luzes até ficarmos na escuridão total. Ouvi quando ela deu a cerveja para o Rodrigo e se deitou no móvel, o Rodrigo disse senta mais perto, amor. Já com o filme rolando, que nem lembro qual era, comecei a ouvir eles se beijando e beijando, com uns sussurros baixinhos…
MÃE: Espera, querido, meu filho tá aqui.
RODRIGO: Ele tá concentrado no filme, nem tá ligando pra gente.
MÃE: E o que a gente faz se ele virar e nos ver?
RODRIGO: A gente não tá fazendo nada de errado, além do mais ele sabe que somos namorados.
MÃE: Mas não sei como ele vai levar isso.
RODRIGO: Não se preocupa, desde a escola já veem gente se beijando, se é que ele já não deu seu primeiro beijo.
MÃE: Tá bom, mas não seja tão brusco que os beijos fazem barulho.
Eles continuaram se beijando até que saiu uma cena de sexo no filme, e minha mãe disse pra eu fechar os olhos, que ela me avisava quando acabasse. Algo que eu não fiz, e vi a cena de um casal transando na posição papai e mamãe, cobertos com o lençol.
RODRIGO: É assim que quero te fazer hoje à noite, hahaha.
MÃE: Cala a boca, que meu filho tá aqui.
Minha mãe me diz que já posso abrir os olhos, e eu digo "já". Minha mãe se vira pro Rodrigo.
MÃE: Espera aí, vou colocar a pipoca no micro. Quer outra cerveja?
RODRIGO: Espera, eu te acompanho e te ajudo.
MÃE: Sério que você vai ajudar?
Eles se levantam rindo os dois e vão pra cozinha de mãos dadas. Eu pergunto pra minha mãe onde ela tá indo, e ela me responde que vai pegar a pipoca. Um clarão de luz iluminou a casa ao acenderem as luzes da cozinha, e fiquei sentado esperando minha mãe. Ao ver que não se apressavam, me aproximei silenciosamente da cozinha, e lá estavam os dois abraçados, se beijando apaixonadamente. Minha mãe estava na ponta dos pés e agarrava o pescoço dele com os dois braços, enquanto as mãos do Rodrigo estavam acariciando as costas da minha mãe por baixo da blusa.
RODRIGO: Essa cena me deixou com tesão. Deixa eu te comer.
MÃE: O que você tá dizendo? Meu filho tá aqui, pode nos ouvir.
RODRIGO: Deixa eu te comer. Faz quanto tempo que você não transa?
MÃE: Já faz anos que não fico com um homem.
Ao ouvir isso, o Rodrigo levantou minha mãe completamente, fazendo ela sentar na bancada da cozinha, e começou a beijar o... pescoço e sussurrar coisas que minha mãe só respondia não não não. Eu, com ciúmes, gritei: "Mãe, já estão as pipocas?", ao que ela respondeu: "Sim, filho, já levo". Vejo que ela se assusta e desce do balcão. Eu corri para o sofá e me sentei como se não tivesse visto nada, mas quando minha mãe chegou com Rodrigo com as tigelas e as bebidas, vi que Rodrigo estava me olhando furioso e eu só virei para ver o filme com a tigela nas pernas. Sabia que tinha estragado a festa do Rodrigo e isso me deixava feliz. Continuamos vendo o filme até que me deu vontade de fazer xixi e me levantei, disse à minha mãe que ia ao banheiro e saí da sala. Assim que terminei de urinar, saí do banheiro e entrei na cozinha, já que para entrar no banheiro de visita tinha que atravessar a cozinha. Lá estava Rodrigo com a tigela de pipocas vazia e uma cerveja na mão. Ele caminhou até mim, colocando a mão no meu ombro e me encarando fixamente com seus olhos cheios de fúria, que me fizeram sentir medo assim que levantei o olhar. Ele me disse: "Moleque, pare de nos espiar, sua mãe e eu. Eu sou o namorado e posso beijá-la o quanto eu quiser. Acha que não ouvi seus passos correndo para o sofá enquanto ela estava no balcão? Não quero que nos interrompa mais. Não quero ter que repetir." Ele me soltou e foi para a sala sentar-se ao lado da minha mãe. Atrás dele, fui caminhando até meu sofá, pensando nos olhos furiosos de Rodrigo e que ele tinha me descoberto espiando. Depois disso, não consegui assistir ao filme com tranquilidade, pensava em Rodrigo bravo e que, se não fizesse o que ele disse, ele poderia bater em mim ou na minha mãe. Durante o resto do filme, continuavam a se ouvir beijos de Rodrigo com minha mãe e também sussurros que agora não eram tão baixos, já que Rodrigo falava mais alto que antes. MÃE: "Calma, estamos atrás do meu filho." RODRIGO: "Acho que ele já está dormindo, não se mexeu nada." MÃE: "Espera, não meta as mãos." RODRIGO: "Deixa eu pegá-las pelo menos, você gosta bem." Minha mãe riu e os beijos voltaram a ser ouvidos. até que o filme acabou, minha mãe me chamou para ver se eu estava acordado, e eu não sei por que, mas finji que estava dormindo. Rodrigo: se ele está dormindo, deixa eu ficar mais um pouco. Mãe: e o que eu faço se ele acordar? Rodrigo: deixa que eu levo ele no colo até a cama. Foi o que fizeram, se levantaram do sofá e enquanto minha mãe acendia todas as luzes da casa, Rodrigo enfiou as mãos nas minhas costas e me levantou num movimento só. Minha mãe foi na frente, indo na direção do meu quarto, e quando chegou lá disse: deita ele e fecha a porta enquanto eu procuro uma garrafa de vinho. Eu, de olhos fechados, ainda ouvi minha mãe indo para a cozinha, deixando seu único filho nos braços do namorado. Rodrigo, quando me deitou, agarrou minha bochecha e disse: muito bem, Pedrinho, fica assim até amanhã que vou brincar um pouco com sua mamãe. Rodrigo saiu do meu quarto, fechando a porta, e eu não conseguia ouvir nada do que estava acontecendo. Não sei se foi a atitude do Rodrigo, o fato de ele ter ameaçado o filho da namorada de não interromper mais, ou ter dito a um menino para não incomodar enquanto ele se divertia com a mãe, mas isso fez com que eu me levantasse, abrindo um pouco a porta para conseguir ouvir as risadas da minha mãe e do Rodrigo. Rodrigo: ainda não consigo acreditar que desde que você se separou não teve nenhum pretendente. Mãe: pois é, nunca saía de casa, só focava no meu filho. Minha amiga insistiu tanto para eu ir à academia, senão eu também não teria ido. Rodrigo: quem é essa amiga para eu agradecer? HAHAHA. Mãe: HAHAHAHAHA depois você a conhece, agora vamos começar com o que você tanto queria. Depois da breve conversa que consegui ouvir, na casa só se ouviam ou ressoavam os beijos que Rodrigo e minha mãe estavam dando. Dava para ouvir o som efusivo dos lábios se encontrando e os pequenos sussurros que minha mãe soltava, tipo de- de- devagar. Ouvindo as palavras entrecortadas da minha mãe, saí abrindo devagar a porta do meu quarto para me aproximar mais de onde eles estavam. minha mãe com o Rodrigo que, para sorte ou desgraça minha, montavam um espetáculo que nunca esqueceria apesar dos anos passados. Quando estava na parte de trás do sofá, onde antes estavam sentados o Rodrigo e minha mãe durante o filme, não dava para ver que estavam ali, mas dava para ouvir os sons que vinham de lá. Então, caminhando devagar a uma distância considerável que impedia que me vissem, mas que me permitia ver, encontrei um lugar, ficando atrás de uma coluna da casa, de onde se via os corpos do Rodrigo e da minha mãe deitados no sofá, precisamente com o Rodrigo em cima da minha mãe, que envolvia o namorado com as pernas. Pela visão que tinha, não conseguia ver o rosto dela, mas sim as pernas e uma parte das nádegas, onde já não estava mais a calça do pijama. Da mesma forma, o Rodrigo estava sem o casaco, mostrando uma costas musculosas e com sardas. O Rodrigo baixava a cabeça para beijar o pescoço da minha mãe, enquanto ela agarrava o cabelo dele com as duas mãos e continuava gemendo deva- deva- devagar agh. Ficaram assim um tempinho, até que o Rodrigo se levantou, deixando-me ver completamente suas costas: tinha uma cintura fina com a parte superior larga. Em um só movimento, ele tirou a blusa da minha mãe e jogou no chão, enquanto dizia: "tira isso daí, só atrapalha", e se jogou de novo sobre minha mãe. Que agora tinha os braços nos apoios, deixando todo o peito à disposição do Rodrigo. Vendo os movimentos que ele fazia e com os gemidos abafados que minha mãe soltava, sabia que ele estava chupando os seios dela. O Rodrigo movia a cabeça de um lado para o outro, alternando entre um seio e outro, o que produzia gemidos da minha mãe, que tapava a boca com uma mão enquanto a outra acariciava a cabeça do namorado. Assim, o Rodrigo começou a produzir sons com os mamilos da minha mãe quando os chupava e soltava, além de começar a falar coisas para ela em seu tom normal de voz, que dava para ouvir até onde eu estava escondido. Rodrigo: que delícia de tetas, minha love. Não sabe o quanto queria chupar elas. Desde o primeiro dia eu tava com uma vontade de você. Mãe: aghh sim meu amor, aghhh você não sabe quanto eu queria estar com você, aghhh por favor já mete em mim por favor, eu já tô toda quente. Rodrigo ao ouvir isso se levantou imediatamente do sofá, mas agora levantando um pouco as pernas e de uma só vez puxou o moletom pra baixo deixando ver suas nádegas que tenho que dizer que eram grandes cobertas por uma fina camada de pelo HAHAHAHA. Rodrigo ficou com as costas levantadas e eu via como seus braços se moviam acho que, segurando seu pau, enquanto minha mãe agora tinha seus dois braços esticados em direção ao abdômen do namorado. Entre gemidos começaram a falar de novo. Mãe: que pauzão você tem. Rodrigo: que bucetinha gostosa você tem, não sabe como eu vou te comer meu amor. Mãe: mete logo. Vi como Rodrigo afundou um pouco sua cintura no corpo da minha mãe ainda com suas mãos pra frente com pequenos gemidos da minha mãe, Rodrigo depois colocou suas mãos no apoio de braços que estava na altura da minha mãe, agora estendido em todo o móvel Rodrigo cobria completamente o corpo da minha mãe. Começaram a se beijar de novo com minha mãe agarrando as costas musculosas de Rodrigo enquanto eu via como Rodrigo afundava sua cintura nos quadris da minha mãe que começava a gemer e ofegar. Mãe: aghhh devagaaar, tá muito grande devagaaaar aghhh aghhh. Rodrigo: você tá apertadinha amor, que delíciaaa mmmmm. Mãe: ayyyy ayyyy devagar amorrrr que você pode machucar agh. Rodrigo: já tá quase toda dentro aguenta mais um pouco amor. Mãe: ayyyy ayyyy que gostoso aaaaa aaaa aaaaa. Rodrigo: já tá se abrindo amor, agora vou começar devagar a te comer. Rodrigo começou a comer minha mãe afundando fortemente sua cintura no quadril da minha mãe que produzia sons do impacto das peles acompanhados de gemidos fortes, as pernas da minha mãe se moviam no ritmo das metidas de Rodrigo que cada vez afundava mais forte contra minha mãe e ela se agarrava mais nas costas de Rodrigo. Mãe: aghhhh aghhh sim siiim continua. continuaaa aghhh aghhhh Rodrigo: aghhh aghhhh Minha mãe estava gemendo e gemendo forte a cada investida que o Rodrigo dava nela, e ela se agarrava cada vez mais forte nas costas dele, até enterrando as unhas. O Rodrigo parecia ter uma resistência pra bombar minha mãe, mas como eu era mais velho, pode ter passado rápido, mas pra mim parecia uma eternidade. Eles ficaram naquela mesma posição por um tempo, até que o Rodrigo começou a acelerar as investidas e, entre gemidos de pressa, começaram a falar. Rodrigo: aghhh vou gozar, vou gozar aghhh Mãe: aghhhh aghhhh aghhhh goza, goza dentro que gostosooo aghhhh Rodrigo: aaaaa você não engravida? Mãe: aghhhh aghhhh eu estou ligada nas trompas aghhh não posso engravidar aghhhh O Rodrigo soltou um gemido tão forte que me fez dar um susto, enquanto ele ficava afundado nos quadris da minha mãe e dizendo que tasty, que tasty, aghhh. Enquanto isso, pela primeira vez ouvi minha mãe falando putarias. Mãe: ayyyy que tasty, você gozou, dá pra sentir seu gozo quentinho, amor Rodrigo: você tem uma buceta apertadinha que me fez gozar rápido hahaha Vi como os pombinhos se levantaram e quis correr pro meu quarto pra que não percebessem que eu estava espiando, mas vi que o Rodrigo só levantou o moletom e sentou no sofá, enquanto minha mãe ficou deitada no sofá como antes, mas juntou as pernas e desceu pra colocá-las nas coxas do Rodrigo. Vi e ouvi como eles estavam rindo enquanto se olhavam, e o Rodrigo se aproximou pra dar um beijo na minha mãe, só encostando os lábios. Mãe: já tem que ir embora, já está muito tarde Rodrigo: é assim que você me bota pra fora depois de uma noite tão linda? Mãe: HAHAHAHA, não estou te botando pra fora, mas já está tarde, depois você chega muito em casa Rodrigo: então me deixa ficar hoje Mãe: tá louco, o que eu digo pro meu filho se ele te vir ao acordar? Rodrigo: aí você diz que eu cheguei agora porque você me convidou pra tomar café da manhã Mãe: e ele vai acreditar, se você vai estar com a mesma roupa, doido Rodrigo: KKKK, você pensa em tudo, mas sério que quer que eu vá embora? A gente pode continuar se divertindo. Rodrigo acariciava as pernas da minha mãe enquanto eu via a cabeça dele encarando fixamente onde ela estava, acho que olhando com pena pra ela deixar ele ficar na casa, mas num instante ele se levantou do sofá dizendo que já que ela não o quer mais, ele vai. Já de pé, pude ver como as costas dele estavam completamente vermelhas dos arranhões da minha mãe, e Rodrigo se vira. Não sei se ele me viu, mas eu tentei me esconder atrás da coluna e, por uma frestinha de onde dava pra ver, vi Rodrigo parado em frente à minha mãe, segurando a mão esquerda dela. Na minha primeira impressão, pude ver minha mãe pela primeira vez na noite vestida só com sua roupa íntima: os seios pra fora do sutiã, mostrando os pequenos pontos vermelhos das chupadas do Rodrigo que eu não pude ver ao vivo, e na sua entreperna, uma calcinha quase transparente vermelha que cobria sua buceta, mas dava pra ver que estava um pouco úmida, ou melhor, molhada no meio. Tenho que dizer, ela estava um pouco gordinha e com essa calcinha marcava mais. Rodrigo estava balançando a mão da minha mãe com um sorriso de safado até que... Mãe: Tá bom, tá bom, você pode ficar hoje à noite, mas tem que ir embora antes do meu filho acordar. Rodrigo se abaixa pra dar um beijo na boca dela e diz: Rodrigo: Tudo bem, mas acho que amanhã o Pedrinho não vai acordar cedo. Nesse instante, ao ouvir isso, senti que Rodrigo levantou o olhar e ficou me encarando. Um calafrio percorreu todo o meu corpo, e a única coisa que fiz foi me afastar da coluna e correr pro meu quarto, com medo de que ele me tivesse visto ou que, outro dia que voltasse à minha casa, me ameaçasse como fez naquele dia. Assim que entrei no meu quarto, me joguei imediatamente na cama e puxei o edredom inteiro pra ninguém me ver. Deitado na cama, completamente acordado, ouvia passos. Achei que fosse o Rodrigo, e não sei como, com umas simples palavras que ele me disse naquela noite... O medo tomou conta de todo o meu corpo, fechei os olhos para que, se fosse ele, pensasse que eu estava dormindo. E foi assim, ouvi os passos que pareciam se dirigir ao meu quarto, mas respirei aliviado quando escutei a porta do banheiro abrindo e fechando. Na hora, pensei por que tinham entrado no banheiro que usávamos os quartos separados, em vez de usar o banheiro privado da minha mãe, mas nem tentei me mexer da cama e fui fechando os olhos aos poucos, até que os gemidos da minha mãe me acordaram completamente. Ela não estava gritando nem nada, mas dava para ouvir ela reclamando, e no móvel dava para escutar: Mmmmmm mmmmm mmmmm ayyy aghhh aghhh aghhhhh mmmmmmmm mmmmm ayyyyy. Mesmo com a curiosidade de ver minha mãe com o novo namorado me mantendo acordado, não consegui levantar da cama por um bom tempo por causa do medo que o Rodrigo me causava, mas uns sons tipo plap- plap- plap- plap- que pareciam vir do banheiro foram mais fortes que o medo, e me fizeram levantar da cama com o objetivo de espiá-los de novo. Mas quando eu estava abrindo a porta com todo o cuidado para ninguém ouvir que eu ia sair do meu quarto, lá estavam eles. Minha mãe estava transando com o namorado no corredor inteiro da casa, sem nenhum pudor. Minha mãe estava encostada na beirada da porta do banheiro, completamente pelada, molhada e com a bunda empinada para trás, enquanto o Rodrigo metia nela, segurando pela cintura. Os peitos da minha mãe, mesmo pequenos, estavam um pouco caídos e com as enfiadas balançavam de cima para baixo. Não dava para ver o rosto da minha mãe, porque ela estava com as mãos e o rosto virados para a parede, então só via o cabelo molhado balançando sobre as orelhas e as costas descobertas. Naquela posição, minha mãe não soltava gemidos que eu conseguisse ouvir, mas o bater do quadril do Rodrigo nas nádegas dela produzia um som alto, que era o plap- plap- plap- que me acordou. Eles ficaram assim metendo, com pequenas... Rodrigo apertava as mãos nos quadris da minha mãe, fazendo ela gemer cada vez mais alto, até que de repente ele se afastou dela, mostrando pela primeira vez o pau dele. Rodrigo era o pacote completo: tinha um corpo com um rosto muito bonito, e sua ferramenta não ficava atrás. Completamente ereto, ele apontava para o céu com dimensões nunca vistas. Seu pênis tinha um comprimento que agora dava pra dizer que passava dos 21 cm, um par de bolas que balançavam como tomates, uma mata de pelos pubianos abundante acima do pau, mas além do grande comprimento, ele também tinha uma grossura considerável que chamava muita atenção.
Uma vez separado, Rodrigo virou o rosto da minha mãe na direção do quarto dela e disse: "Vamos pro seu quarto, é mais seguro". Minha mãe só assentiu e eles caminharam juntos até o quarto. Pude ver a bunda enorme da minha mãe completamente vermelha das investidas, junto com as pegadas das mãos do Rodrigo, que contrastava com a bunda dele, que não era tão feia. Naquele momento, eles entraram no quarto da minha mãe e fecharam a porta. Na hora, o que me causou quando eles se trancaram no quarto foi o fato de não poder ver tudo que eu queria, e me enfiei debaixo do edredom para tentar dormir.
Como da última vez, aconteceu a mesma coisa: quando eu já estava quase dormindo, ouvi sons vindos do corredor, e eram os passos do Rodrigo indo em direção ao meu quarto. Ao ouvir, tentei fazer de conta que estava dormindo, fechando os olhos com força, mas foi em vão. Rodrigo entrou no meu quarto completamente pelado e com o pau totalmente empinado. Ele ficou ao lado da minha cama e disse:
Rodrigo: "Não finge que tá dormindo. Eu sei que você tá acordado."
Eu, tentando manter os olhos fechados, abri pelo silêncio que cercava meu quarto, achando que ele tinha ido embora, mas ele ainda estava lá. Rodrigo estava completamente suado, com o pau brilhando e ainda no talo, perto de mim. Não podia acreditar que um animal daquele tamanho que o Rodrigo tinha entrava completamente na buceta da minha mãe.
Rodrigo: "Já abriu. os olhos. Me diz desde quando você está nos espiando.
Eu: desde que você estava em pé mexendo na mão da minha mãe que estava deitada. Não tive outra opção a não ser mentir para o Rodrigo para não ter nenhum problema comigo nem com minha mãe, já que ela parece super feliz com seu novo estilo de vida e namorado. O Rodrigo, ao ouvir isso, apenas balançou a cabeça e disse:
Rodrigo: Sei que você me viu com sua mãe desde que estávamos deitados no sofá.
Ao ouvir isso, senti como se um calor invadisse todo meu corpo e fiquei nervoso ao ouvir as palavras do Rodrigo.
Eu: Sim, desculpe.
Rodrigo: Isso é o que deixa sua mamãe feliz (apontando e segurando o pau). Não quero mais te ver espiando, senão você vai se ver comigo. E vai se acostumando que de agora em diante vou visitar sua mãe com mais frequência.
Eu: Tá bom, não vou fazer mais isso.
O Rodrigo saiu do meu quarto ainda segurando o pau ereto, sem ter perdido nem um pouco da dureza, e fechou a porta rapidamente. Eu fiquei no quarto, mas dava para ouvir as pernas da cama rangendo e os gemidos abafados da minha mãe ficando mais altos. De novo estavam fodendo como coelhos, mas agora no quarto da minha mãe. Já eu, acabei dormindo, não sei se por medo ou pela excitação de ouvir os gemidos da minha mãe enquanto dormia.
Algumas horas depois, acordei com os chamados da minha mãe para o café da manhã. Enquanto me aproximava da sala de jantar, vi que o Rodrigo estava sentado à mesa já tomando café. Entrei completamente na sala e cumprimentei, desejando bom dia como sempre faço. O Rodrigo olhou de volta para mim e deu uma risada maliciosa. O que será que ele quer me dizer agora? Será que vai tirar sarro de mim por tê-los espionado ou vai me ameaçar contar para minha mãe?
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