Minha Fantasia Nunca Realizada

Vou começar contando que sou eletricista de profissão, embora já faz um ano que não exerço por ter encontrado um trampo fixo em algo não relacionado à minha amada área.
Pode ser longo, mas eu gosto de detalhes.
Vou tentar contar como se realmente tivesse acontecido comigo, mas tudo vai ser parte da minha mente alucinada.

8:00 da manhã de uma terça-feira. Saí cedo de casa porque o serviço era no centro, perto do Obelisco. Toquei a campainha no endereço e apartamento que me indicaram, e atende uma voz de mulher, parece uma mulher mais velha, uns 40-50 anos, que me manda entrar e abre o porteiro eletrônico. Entro no prédio, pego o elevador e, quando desço, ela já estava me esperando no fim do corredor. Era uma mulher um pouco mais velha do que eu imaginei, mas nem tanto, acho que não chegava aos 60. Tinha o corpo que eu curto: quadril largo, perna grossa, peitão bom, e vestida sem nada chamativo, um vestido tipo soltinho, comprido, que não mostrava muito mais do que se mostra pra ir na padaria.

Entro no apartamento, era pequeno mas aconchegante, bem iluminado por umas janelas que pegavam o sol da manhã. Ela me indica que num cômodo não tem eletricidade. Começo a abrir as caixas por onde passam os fios, tentando achar o problema. Ela fala pra eu avisar qualquer coisa, que ia ficar vendo TV no quarto dela. Depois de desmontar metade do apê, encontro a falha, aviso que preciso ir comprar algo na ferragem, e ela sai pra me abrir a porta. Até aí, tudo normal.

Quando volto, ela abre a porta e eu noto que estava com o cabelo solto... um cabelo preto brilhante, comprido quase até a cintura, que fez eu começar a pensar em outra coisa além do trampo. Eu estava na cozinha, porque era ali que tava o problema, e aí rola essa conversa:Ela: - Posso te oferecer algo pra beber? Água, refrigerante, vinho?
Eu: - Não, obrigada. Além disso, é muito cedo pra beber vinho, fiz a observação desnecessária.
Ela: - bom, qualquer coisa que você quiser beber é só me falar, não é incômodo nenhum, ainda mais que você tá me resolvendo isso!
Eu:-não tem que agradecer nada, pra isso que me pagam. mas, se posso ser ousado, pediria pra preparar uns mates. não consegui nem tomar café da manhã e começar o dia sem mate é uma merda.
Ela: - já vou preparar, vou te pedir licença porque a erva tá em cima.
Em seguida, ela pega uma escadinha daquelas que tem nas cozinhas, de três degraus, e sobe, deixando tudo à mostra de onde eu estava. Claro que não consegui evitar olhar pra ela — tanta carne à vista é impossível não olhar. É aí que eu levanto o olhar e vejo que ela estava me encarando.
Ela: - Posso te ajudar em alguma coisa?
Não, não, obrigada... desculpa, é que...
Ela: -Algo te chamou a atenção? (enquanto desce com a erva na mão)
- Não, desculpa, não quis te incomodar. É que... bom... não sou de pau. Me desculpa, mas não consegui evitar de olhar.
Ela: -ah, tá bom, os olhos foram feitos pra olhar, né? pelo menos a vista foi agradável?


e naquele momento comecei a sentir o sangue fluindo pro meu pau, fazendo ele começar a endurecer...


Ei... é, na real... peço desculpas de novo. Termino isso aqui em 10 minutos e vazou.
ela:- hahaha tá bom, trabalha tranquilo.


enquanto eu terminava de arrumar o problema elétrico, ela me trouxe um mate, e ao fazer isso, me encarou fundo, esperando que eu fizesse alguma coisa, acho. eu, como um bom virjão, baixei o olhar e só consegui falar que o mate tava bom.
Terminei o conserto, levantei a térmica do circuito e ficou tudo arrumado, as luzes acenderam, ouvi o apito do ar-condicionado recebendo energia, etc.
Guardo minhas ferramentas, arrumadinhas como sempre, e me sento na mesa pra terminar de tomar os mates.


Ela._ chega mais pra cá, assim não preciso me esticar pra te passar o mate. quanto te devo?


Eu me viro pra cadeira que ela tá do lado e falo o valor...

Ela: — Bom, agora vou te trazer a grana, não corta o mate senão esfria (e me dá uma piscadinha).
Sai, me dá o dinheiro e segura minha mão. Me olha, eu olho pra ela, e ela diz:
— Você não respondeu se a vista estava agradável.
Eu: — Ué, sim! A verdade é que, hmm, muito agradável.
Ela: — Minha vista também é muito agradável, mas queria que fosse ainda mais... você me mostra sua ferramenta?

Obviamente já dava pra ver o volume na minha calça. Ela apoia minha mão, que tava segurando, numa das tetas dela e com a outra começa a desabotoar minha calça. A gente se beija como adolescente no auge da hormonação... ela puxa meu pau pra fora e começa a bater uma até ele ficar durinho como pedra. Ela se abaixa e começa a chupar, enfia tudo até só sobrar as bolas de fora, e alterna entre chupar e lamber minha glande, o que faz as veias do meu pau incharem que parece que vão estourar. Ela me arrasta até o quarto e é aí que eu ataco dessa vez: jogo ela na cama de barriga pra cima, mas com as pernas no chão, pra deixar a buceta na beirada. Me ajoelho, puxo a tanguinha minúscula que ela tava usando e lambo desde o cu até o clitóris, uma lambida só, com bastante pressão. Ela suspira, solta o ar como se não conseguisse respirar, e é quando eu brinco com minha língua por toda a buceta, não só no clitóris. Ela tinha a buceta bem carnuda, lábios externos caídos e os internos grossos, muito suculentos na hora de morder de leve... começo a sentir o salgado dos sucos dela, e fico mais excitado ainda. Ela aperta minha cabeça entre as pernas e com as mãos me empurra pra dentro, eu enfio a língua e me afogo, tenho que sair pra respirar pra continuar bebendo daquela fruta tão suculenta e quente.

Continuo assim por uns minutos até que, enquanto tô lambendo o clitóris dela, ela geme pedindo pra eu continuar assim... faço o máximo esforço, já com uma dor na mandíbula cada vez mais forte, até que sinto que ela goza. O corpo dela treme, tem umas convulsõezinhas... tinha gozado. Eu paro porque não aguentava mais aquela prática, e é ela quem me vira e começa a chupar minha pica. Não sou muito fã de chuparem minha pica, eu gosto, claro, mas nunca me fizeram gozar assim, então minha cabeça parece que de propósito começa a desligar a situação e vou perdendo a ereção... é aí que ela levanta minhas pernas um pouco e lambe meu cu... uffa... não conhecia essa sensação!! Automaticamente minha pica endurece de novo e ela, vendo minha reação, agora brinca no campo todo, lambe minha cabeça, deixa bem babada, e desce pra lamber meu cu, enquanto faz isso, com a ponta dos dedos esfrega minha glande, me fazendo sentir que é hora de morrer, sentindo isso no corpo. Mas não morro, claro, de qualquer jeito ela não consegue me fazer gozar e também parece cansada, então falo - quero te foder agora! Mudamos de posição, ela deita de barriga pra cima e eu (errado, não se faz assim) sem nem colocar camisinha penetro ela... aaaaahhh que sensação gostosa entrar nessa buceta tão carnuda, molhada e quente!!! Me acomodo e me apoio nos peitos dela, enquanto entro e saio dela, uma e outra vez. Tiro minha pica por completo e meto de novo. Não deixo nem metade da pica dentro pra empurrar de novo, não, toda fora e toda dentro. Sinto que uma perna quer dar cãibra, então paro, com a pica dentro mas esticando a perna, beijo o pescoço dela e vou descendo até os peitos dela... tinha uns mamilos bem grandes e umas aréolas bem escuras e grandes... a glória em pessoa.. mas quero mais, e ela também. Viro ela, deitada de barriga pra baixo e com as pernas fechadas, tento penetrar e consigo, como não vou entrar se é uma torneira aberta, mais lubrificação não dá pra pedir... mas preciso parar... porque se continuar vou gozar, a sensação de foder essa buceta assim apertada está me Levando ao êxtase e ainda não acabei com meu pau dentro, então eu paro. Peço pra ela levantar o quadril, ficar de quatro, mas ao mesmo tempo abaixar a cintura (quem não entende a posição, sinto muito). Assim fica bem confortável pra poder penetrar ela de novo e, além disso, olhar... como me excita olhar!!!!! Então não só sinto o prazer no meu pau inchado de sangue, mas também meu cérebro explode de ver como meu pau se perde nessa buceta tão carnuda. E claro, tem o plus de olhar aquele rabo gordo, bundão, que se mexe fazendo ondinhas a cada estocada que eu dou... sinto que ela tá respirando e gemendo cada vez mais ofegante e acho que ela tá quase chegando ao êxtase, então solto um pouco de saliva pra cair no cu dela, e enquanto abro as nádegas, com meu polegar vou acariciando, ela geme ainda mais e é nesse momento que penso: "se eu enfiar o dedo, ela vai deixar?" Então devagar vou enfiando a ponta do polegar e ela se entrega, enfio o dedo inteiro e quando atravessa aquela barreira, onde a gente sente que realmente tá dentro, ela começa a dar gritos abafados, e de novo aquelas pequenas convulsões, enterro meu dedo até o fundo e ela grita, uma mistura de dor e prazer, já gozou de novo. Agora é minha vez.

Então paro uns segundos... deixo ela respirar um pouco e ajeito ela de lado com a perna de baixo esticada e a de cima dobrada.... agora é meu turno.... me encaixo bem sobre a perna esticada dela, pra que ao entrar nela eu sinta minhas bolas roçando a perna dela e começo a buscar meu prazer.... olhando e brincando com o ritmo, nessa posição dá pra entrar o mais fundo que meu pau permitir, não é um pau enorme, mas 16x5 não é ruim também. Então continuo com minha intenção de gozar de uma vez e ela me pede pra gozar na boca dela, então quando tô prestes a gozar, falo: "vou lá" e ela, num movimento digno de uma puta em queda livre, se vira e engole meu pau, não se mexe, só fecha a boca. em volta da minha pica e nesse momento sinto como ela pulsa entre os lábios dela com cada jato de porra que ela solta... e ela não se abala... engole tudo sem hesitar um segundo... todos suados depois da maratona que tivemos, a gente se joga na cama... eu acaricio o cabelo dela, ela me olha, me dá um beijo na bochecha e fala: "serviço excelente, vou te recomendar" e a gente ri...

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