Olá, pessoal, essa é a história de um ménage com o pai da minha amiga e eu. Minha amiga da faculdade se chama Estefanía, ou Fanny para os amigos. Ela tinha namorado, mas terminou há 4 meses. Eu não saía com ela, mas começamos a conversar e, entre papos, eu disse que tinha visto minha tia pelada, mas não contei que ela era minha amante. Ela ficou surpresa, mas não assustada, deu risada e me disse: "Eu uma vez escutei meus pais transando e fiquei molhada ao ouvir". Eu só perguntei se ela gostaria de ver os pais dela pelados. Ela disse que não, mas que não se importaria de ver o pai dela nu, porque uma vez, num balneário, ela viu que ele tinha um volume muito grande. Eu só disse que ela deveria espiá-lo. Ela riu e mudamos de assunto. Isso aconteceu num encontro.
Depois de algumas semanas, ela me perguntou se podíamos sair. Quando cheguei na casa dela, estava chovendo, era mais ou menos 2 da tarde. Só estavam ela e o pai dela em casa. Ela disse para ficarmos assistindo filmes na sala. Depois, o pai dela chegou com umas cervejas, sentou na sala e perguntou se podia colocar o jogo. Minha amiga disse que sim, mas que ela e eu iríamos ver um filme no quarto dela. Ele aceitou.
No quarto dela, ela me perguntou qual filme eu queria ver. Eu disse algum da Marvel. Assistimos ao do Capitão América. Quando acabou, ela me perguntou se a gente via um de terror, mas eu disse que não, porque eles me dão medo. Então ela me disse: "Quero ver um de terror porque quero ver sexo". Dizendo isso, ela se aproximou e tocou na minha perna. Estávamos sentados na cama dela. Eu acariciei as costas dela e disse para colocar 50 Tons de Cinza. Ela, com um sorriso, só disse: "Vai". Ela colocou e não passaram nem 10 minutos de filme quando ela me disse: "Deita". Eu me deitei e ela se deitou ao meu lado. Tínhamos a porta aberta, então ela só me acariciava. Eu estava quase explodindo, então abri o zíper da calça e coloquei a mão dela dentro da minha calça para ela sentir meu pau. Ela desligou o filme, colocou música com o volume mais ou menos alto e se levantou. a cama eu. - Aonde você vai?
Fanny. - Vou fechar a porta, vai que meu pai aparece. (o quarto da Fanny fica no segundo andar)
eu. - Talvez ele já dormiu. Tava bebendo e o jogo já deve ter acabado faz tempo, e não tô ouvindo barulho lá embaixo.
Fanny. - Haha, então deixo aberta ou qual é?
eu. - Pois é.
Fanny. - E se ele subir?
eu. - A gente faz um trio.
Fanny. - Sério? 😳
eu. - Sim, sério. Agora vem aqui, deixa aberto.
Fanny. - Mmmmm...
Ela fez essa cara enquanto segurava a porta, mas não fechou. Eu me levantei e a beijei. Aceitei a aposta e abri a porta completamente enquanto a beijava. Ela mordeu meus lábios com força e me segurou pela nuca, acariciando minha cabeça, e eu apertando sua bunda e levantando ela aos poucos cada vez que a beijava. Ela estava de short e eu meti minhas mãos entre o short e a calcinha. Ela não deu nenhum sinal de resistência, claramente gostava do que eu estava fazendo. Desci o short até a metade da bunda e falei no ouvido dela pra se virar. Ela fez na hora, ficou de frente pra entrada do quarto. A gente andou um pouco até ficar embaixo do batente da porta. Ela parou e não queria ir mais pra frente. Eu comecei a apalpar ela por trás, levei minha mão até o pescoço dela e ela virou a cabeça pra trás pra gente se beijar. Enquanto fazíamos isso, com a outra mão eu meti no short dela, acariciando sua buceta por cima da calcinha. Ela estava claramente molhada, muito agitada naquela posição. Ela colocou as mãos atrás dela e começou a acariciar meu pau por cima da calção. Passaram uns minutos quando ela disse: "Agora mete em mim". A gente andou pra trás, eu sentei na cama, ela se virou, ficou de joelhos e puxou minha calça de uma vez. Colocou uma mão no meu pau e outra acariciando minhas bolas. Começou a lamber a cabeça do meu pau, depois fez círculos com a língua na ponta do meu membro. Eu segurei a cabeça dela e empurrei pra baixo. Ela, sem parar, meteu meu pau na boca dela, uma vez atrás da outra, com muita força, mas não era brusca – ela sabia o que estava fazendo. Depois lambeu meu pau inteiro. Várias vezes ela passava a língua desde a ponta do meu pau até onde começavam meus testículos. Meu pau estava todo coberto de saliva dela. Eu queria meter, mas não queria parar a mamada maravilhosa que estava recebendo. Ela chupava meus testículos, mas em uma sugada muito forte, me machucou. Ela viu minha cara e parou. "Tá bem?", ela perguntou.
"Sim", eu disse, "mas agora é minha vez de te fazer sentir bem, Fanny."
"Sim."
Eu me levantei e ela também. Pedi para ela deitar enquanto eu tirava a calça e a camisa. Ela baixou o short junto com a calcinha, mas não tirou a blusa. Então, com ela deitada na cama, puxei suas pernas até a beirada e comecei a lamber sua buceta bem devagar, saboreando toda a sua umidade. Lambi seus lábios vaginais, penetrei ela com minha língua, depois enfiei dois dedos na sua vagina enquanto lambia seu clitóris. Coloquei minha outra mão em sua barriga. Enquanto fazia isso, passaram-se segundos e ela pegou minha cabeça e começou a se contorcer de prazer. Enquanto isso acontecia, seus gemidos ficavam mais altos a cada momento. No final, ela soltou um gritinho baixo, que não foi muito alto porque a música ainda estava tocando.
Ela se inclinou para mim e me beijou. "Agora mete em mim", ela disse.
Eu respondi: "Não trouxe camisinha."
Ela pegou meu pau sem dizer nada, se aproximou, deixando a ponta na entrada de sua vagina. Eu, sem dizer nada, enfiei meu membro de uma só vez até o fundo. Ela gemeu e eu a beijei para abafar o gemido. Nos deitamos na cama e eu a penetrei. Mesmo estando por cima dela, eu sentia como ela movia os quadris. Ela também. A cada investida, mudávamos de posição. Coloquei ela de quatro e ela começou a se contorcer ainda mais forte. Eu sentia como, por dentro, sua vagina apertava meu pau. Paramos por alguns segundos e continuei metendo nela de quatro. Com o rosto virado para a porta, eu disse: "Fala com seu pai."
Ela não quis, mas então enfiei um dedo em seu ânus e ela disse: "Não."
Eu insisti: "Pergunta pro seu pai o que ele está fazendo."
Com a voz claramente agitada, ela gritou: "PAPAI, O QUE VOCÊ ESTÁ FAZENDO? JÁ ACABOU O JOGO?" Não houve resposta, então não insisti nisso. Continuamos transando até ela se contorcer pela terceira vez, mas dessa vez, como estava de quatro, ela caiu deitada e me disse: "Agora quero ficar por cima". Deitei e ela montou em mim, arranhou meu peito, me beijou e cavalgou como uma verdadeira puta. Já não se importava com o barulho; dava para ouvir a cama dela rangendo. Ela entrava no movimento, puxava o cabelo para trás para eu ver seus seios. Eu era apenas um espectador. Passaram-se minutos quando ela se contorceu e gemeu de novo. Eu, com a sensação que tive quando ela apertava minha buceta, também gozei dentro dela. Isso fez com que nossos fluidos começassem a escorrer pela sua buceta e descer pelo meu pau até manchar a cama dela. Ela ficou em cima de mim e me beijou, dizendo: "Vamos pegar papel". Levantamos e saímos do quarto. Qual não foi nossa surpresa ao ver que o pai dela estava ao lado do quarto, com as calças abaixadas e se masturbando. Minha amiga correu de volta para o quarto. O pai dela me olhou com cara de susto, mas estava em choque. Então, me agarrou pelo pescoço e fingiu indignação, dizendo: "Saia da minha casa, seu pervertido do caralho, antes que eu te mate". Mas eu não levei a sério; claramente ele estava se masturbando vendo a gente transar. Então, eu disse: "Olha, melhor a gente fazer um acordo: nós não vimos nada e você também não". Ele disse que não estava interessado e que contaria para meus pais. Então, eu falei: "Se você contar, eu conto para sua esposa que você nos espionou e não nos impediu porque estava se masturbando". Ele, ainda mais irritado, disse que eu não teria coragem e me jogou contra a parede. Eu respondi: "Olha, pare de bancar o idiota. Você quer comer a Fanny?" Ele não disse nada. Eu continuei: "Acho que sim. Então, vá para o seu quarto, tire a roupa e agora a gente vai". Ele me disse: "Você está louco, ela não vai querer". Eu respondi: "Vá, e depois do que acontecer hoje, nós três vamos guardar o segredo". Ele me soltou, me encarou fixamente por alguns segundos sem dizer nada, subiu a calça e foi para o seu quarto. Eu entrei no quarto da... Fanny, ela quase não tinha ouvido nada, só uns gritos do pai dela. Fanny: "O que aconteceu? Ele não te bateu? Você está bem?" Eu: "Sim, tranquila." Fanny: "Já amadureci pra ele não fazer nada com você." Eu: "Tranquila, já resolvemos, mas tenho que te contar uma coisa." Fanny: "O que foi?" Ela só tinha colocado a blusa e estava cobrindo a buceta com as mãos. Eu sentei do lado dela, tirei as mãos de cima da buceta e a beijei enquanto enfiava meus dedos dentro da sua ppk. Ela, depois de uns segundos, reagiu e me disse: "Não, para, se veste antes que meu pai venha." Eu disse: "Seu pai quer fazer um ménage." Ela só me olhou, não disse nada. Continuei beijando, mas ela me parou e disse: "O que você disse?" Eu falei: "Sim, seu pai quer fazer um ménage. É a condição pra eu não contar pra sua mãe e nem pros meus pais. Imagino que se contar, talvez queiram que a gente case." (Claramente eu não acreditava nisso, mas tinha que pintar o pior cenário pra ela não se opor ao ménage.) Ela ficou quieta e me perguntou: "Mas quando? Como?" Eu respondi: "Já está no quarto dos seus pais, nos esperando." Disse isso e tirei a blusa dela. Ela estava em choque, só falou: "Sério?" Eu disse: "Sim." Peguei a mão dela e caminhamos até o quarto, onde o pai dela estava pelado, deitado na cama, se masturbando. Ela só olhou, sem dizer nada. Eu fiquei atrás dela, caminhamos até a beirada da cama, ao lado do pai. Beijei seu pescoço, coloquei uma mão nos olhos dela e outra no pescoço. Ela não se moveu. Segundos depois, o pai, com uma mão se masturbando e com a outra tocando a buceta da Fanny. Ela estava muito excitada, eu sentia como ela ficava ofegante com minha mão no pescoço, sentia como ficava mais quente. O pai se inclinou, beijou sua barriga, depois seus seios. Tirei minha mão dos olhos dela, peguei uma de suas mãos macias e guiei para que pegasse no pau do pai. Ela fez isso, segurou o pau do pai, abriu os olhos e começou a masturbá-lo enquanto se deliciava olhando. Com a outra mão, segurou meu pau e me ela também começou a se masturbar, eu disse pro pai dela: quer comer a buceta da sua filha? Ele disse que sim. Eu falei: deita. E pra ela falei: senta em cima dele pra ele comer sua buceta. Ela fez imediatamente, ajoelhou e colocou a vagina na cara do pai. Eu subi na cama e ela começou a me fazer um oral muito intenso, ainda mais que o outro, enquanto o pai comia sua buceta. Eu sentia ela se contorcendo. Então, depois de uns minutos, eu falei: deixa seu pai te penetrar. Eu desci da cama, ela se moveu e montou no membro do pai pra cavalgar. Ela se movia muito rápido pra cima e pra baixo, quando cansava fazia em círculos. O pai apertava os mamilos dela, num movimento puxou seus ombros pra perto e a beijou com muita força. Ela se contorcia, mas ele não soltava. Entre o beijo dava pra ouvir os gemidos dela, que eram bem intensos. Eu fiquei atrás dela e, como ela estava muito molhada, falei pro pai: tira um pouco o pênis. Ele fez com uma mão enquanto com a outra abraçava a Fanny e não soltava. Então, quando ele tirou um pouco o membro (não completamente), eu coloquei meu pau perto do dele e, com um movimento lento, comecei a meter meu membro também na vagina da Fanny. Ela se soltou do pai e me olhou de lado. Eu falei: aguenta, confia em mim, senhor. Eu enfiei o pau completamente e a Fanny tinha dois membros na vagina. Quando sentiu os dois completamente dentro, ela começou a gemer quase gritando, com uma mão no peito do pai e com a outra segurando meu ombro. Então eu falei pro pai: como é a primeira vez que ela é penetrada por dois ao mesmo tempo, seja gentil. Nós começamos a nos mover e ela ficava vermelha. Logo os gemidos passaram a ser tão intensos que pareciam uma espécie de zurro. Ela não se opunha, mas dava pra ver que estava claramente exausta. O pai dela, depois de poucos minutos, gozou dentro dela e me disse: já vou tirar. Eu falei: espere, segure ela pelos braços na altura dos cotovelos. E comecei a embestir nela muito forte e rápido. Ela gemida e já se contorcia, o pai dela... com um sorriso, ela disse: "É isso aí, já está com os olhos revirados". Eu dei meu máximo, mas estava muito excitado depois do que o pai dela disse. Acabei gozando também, poucos segundos dentro dela. Caímos exaustos na cama, sem nos mexer, tentando recuperar o fôlego. Fanny se virou, dando as costas pro pai e se encostou no meu peito. Ela me disse: "Foi delicioso, obrigada". O pai dela também estava muito cansado e perguntou: "Fanny, que horas são?" Eram por volta das 21h. Então ele disse: "Sua mãe chega às 23h. Descansem, vou arrumar lá embaixo, deixei uma bagunça". Ele desceu e eu disse pra Fanny: "Vamos arrumar seu quarto". Ela só falou: "Quero, mas não sinto as pernas e tô muito cansada". Ficamos assim por meia hora, daí eu levantei e fui arrumar o quarto dela. Ela chegou pouco depois e disse que ia tomar banho. Eu desci com o pai dela; ele tinha pedido pizza e me perguntou se eu queria. Eu disse que não, mas que levaria algumas fatias pra Fanny porque ela não conseguia descer, tava muito cansada. Ele me deu uma fatia e um copo de refrigerante. Eu disse: "Próximo fim de semana a gente repete. Por enquanto, não vão transar se eu não estiver". Ele, animado, falou: "Sim! Eu posso esperar, vocês me avisam". Eu virei e subi pra Fanny. Ela estava se trocando, dei a pizza pra ela, esperei terminar e falei a mesma coisa que pro pai. Ela também respondeu com um animado "Sim!!". Mas eu disse: "Você é minha. Só vai dar pra ele quando eu mandar". Ela me olhou, ficou meio vermelha e disse: "Vou fazer tudo que você pedir". Dei um beijo nela e me despedi. Desci os pratos, o pai dela estava na sala falando com a esposa. Me despedi e ele me acompanhou até a porta. Eu disse num tom de brincadeira: "E quando vai me emprestar a minha sogra pra ver um filme?" Ele sorriu e falou: "Claro, migo, a gente vê".
Depois de algumas semanas, ela me perguntou se podíamos sair. Quando cheguei na casa dela, estava chovendo, era mais ou menos 2 da tarde. Só estavam ela e o pai dela em casa. Ela disse para ficarmos assistindo filmes na sala. Depois, o pai dela chegou com umas cervejas, sentou na sala e perguntou se podia colocar o jogo. Minha amiga disse que sim, mas que ela e eu iríamos ver um filme no quarto dela. Ele aceitou.
No quarto dela, ela me perguntou qual filme eu queria ver. Eu disse algum da Marvel. Assistimos ao do Capitão América. Quando acabou, ela me perguntou se a gente via um de terror, mas eu disse que não, porque eles me dão medo. Então ela me disse: "Quero ver um de terror porque quero ver sexo". Dizendo isso, ela se aproximou e tocou na minha perna. Estávamos sentados na cama dela. Eu acariciei as costas dela e disse para colocar 50 Tons de Cinza. Ela, com um sorriso, só disse: "Vai". Ela colocou e não passaram nem 10 minutos de filme quando ela me disse: "Deita". Eu me deitei e ela se deitou ao meu lado. Tínhamos a porta aberta, então ela só me acariciava. Eu estava quase explodindo, então abri o zíper da calça e coloquei a mão dela dentro da minha calça para ela sentir meu pau. Ela desligou o filme, colocou música com o volume mais ou menos alto e se levantou. a cama eu. - Aonde você vai?
Fanny. - Vou fechar a porta, vai que meu pai aparece. (o quarto da Fanny fica no segundo andar)
eu. - Talvez ele já dormiu. Tava bebendo e o jogo já deve ter acabado faz tempo, e não tô ouvindo barulho lá embaixo.
Fanny. - Haha, então deixo aberta ou qual é?
eu. - Pois é.
Fanny. - E se ele subir?
eu. - A gente faz um trio.
Fanny. - Sério? 😳
eu. - Sim, sério. Agora vem aqui, deixa aberto.
Fanny. - Mmmmm...
Ela fez essa cara enquanto segurava a porta, mas não fechou. Eu me levantei e a beijei. Aceitei a aposta e abri a porta completamente enquanto a beijava. Ela mordeu meus lábios com força e me segurou pela nuca, acariciando minha cabeça, e eu apertando sua bunda e levantando ela aos poucos cada vez que a beijava. Ela estava de short e eu meti minhas mãos entre o short e a calcinha. Ela não deu nenhum sinal de resistência, claramente gostava do que eu estava fazendo. Desci o short até a metade da bunda e falei no ouvido dela pra se virar. Ela fez na hora, ficou de frente pra entrada do quarto. A gente andou um pouco até ficar embaixo do batente da porta. Ela parou e não queria ir mais pra frente. Eu comecei a apalpar ela por trás, levei minha mão até o pescoço dela e ela virou a cabeça pra trás pra gente se beijar. Enquanto fazíamos isso, com a outra mão eu meti no short dela, acariciando sua buceta por cima da calcinha. Ela estava claramente molhada, muito agitada naquela posição. Ela colocou as mãos atrás dela e começou a acariciar meu pau por cima da calção. Passaram uns minutos quando ela disse: "Agora mete em mim". A gente andou pra trás, eu sentei na cama, ela se virou, ficou de joelhos e puxou minha calça de uma vez. Colocou uma mão no meu pau e outra acariciando minhas bolas. Começou a lamber a cabeça do meu pau, depois fez círculos com a língua na ponta do meu membro. Eu segurei a cabeça dela e empurrei pra baixo. Ela, sem parar, meteu meu pau na boca dela, uma vez atrás da outra, com muita força, mas não era brusca – ela sabia o que estava fazendo. Depois lambeu meu pau inteiro. Várias vezes ela passava a língua desde a ponta do meu pau até onde começavam meus testículos. Meu pau estava todo coberto de saliva dela. Eu queria meter, mas não queria parar a mamada maravilhosa que estava recebendo. Ela chupava meus testículos, mas em uma sugada muito forte, me machucou. Ela viu minha cara e parou. "Tá bem?", ela perguntou.
"Sim", eu disse, "mas agora é minha vez de te fazer sentir bem, Fanny."
"Sim."
Eu me levantei e ela também. Pedi para ela deitar enquanto eu tirava a calça e a camisa. Ela baixou o short junto com a calcinha, mas não tirou a blusa. Então, com ela deitada na cama, puxei suas pernas até a beirada e comecei a lamber sua buceta bem devagar, saboreando toda a sua umidade. Lambi seus lábios vaginais, penetrei ela com minha língua, depois enfiei dois dedos na sua vagina enquanto lambia seu clitóris. Coloquei minha outra mão em sua barriga. Enquanto fazia isso, passaram-se segundos e ela pegou minha cabeça e começou a se contorcer de prazer. Enquanto isso acontecia, seus gemidos ficavam mais altos a cada momento. No final, ela soltou um gritinho baixo, que não foi muito alto porque a música ainda estava tocando.
Ela se inclinou para mim e me beijou. "Agora mete em mim", ela disse.
Eu respondi: "Não trouxe camisinha."
Ela pegou meu pau sem dizer nada, se aproximou, deixando a ponta na entrada de sua vagina. Eu, sem dizer nada, enfiei meu membro de uma só vez até o fundo. Ela gemeu e eu a beijei para abafar o gemido. Nos deitamos na cama e eu a penetrei. Mesmo estando por cima dela, eu sentia como ela movia os quadris. Ela também. A cada investida, mudávamos de posição. Coloquei ela de quatro e ela começou a se contorcer ainda mais forte. Eu sentia como, por dentro, sua vagina apertava meu pau. Paramos por alguns segundos e continuei metendo nela de quatro. Com o rosto virado para a porta, eu disse: "Fala com seu pai."
Ela não quis, mas então enfiei um dedo em seu ânus e ela disse: "Não."
Eu insisti: "Pergunta pro seu pai o que ele está fazendo."
Com a voz claramente agitada, ela gritou: "PAPAI, O QUE VOCÊ ESTÁ FAZENDO? JÁ ACABOU O JOGO?" Não houve resposta, então não insisti nisso. Continuamos transando até ela se contorcer pela terceira vez, mas dessa vez, como estava de quatro, ela caiu deitada e me disse: "Agora quero ficar por cima". Deitei e ela montou em mim, arranhou meu peito, me beijou e cavalgou como uma verdadeira puta. Já não se importava com o barulho; dava para ouvir a cama dela rangendo. Ela entrava no movimento, puxava o cabelo para trás para eu ver seus seios. Eu era apenas um espectador. Passaram-se minutos quando ela se contorceu e gemeu de novo. Eu, com a sensação que tive quando ela apertava minha buceta, também gozei dentro dela. Isso fez com que nossos fluidos começassem a escorrer pela sua buceta e descer pelo meu pau até manchar a cama dela. Ela ficou em cima de mim e me beijou, dizendo: "Vamos pegar papel". Levantamos e saímos do quarto. Qual não foi nossa surpresa ao ver que o pai dela estava ao lado do quarto, com as calças abaixadas e se masturbando. Minha amiga correu de volta para o quarto. O pai dela me olhou com cara de susto, mas estava em choque. Então, me agarrou pelo pescoço e fingiu indignação, dizendo: "Saia da minha casa, seu pervertido do caralho, antes que eu te mate". Mas eu não levei a sério; claramente ele estava se masturbando vendo a gente transar. Então, eu disse: "Olha, melhor a gente fazer um acordo: nós não vimos nada e você também não". Ele disse que não estava interessado e que contaria para meus pais. Então, eu falei: "Se você contar, eu conto para sua esposa que você nos espionou e não nos impediu porque estava se masturbando". Ele, ainda mais irritado, disse que eu não teria coragem e me jogou contra a parede. Eu respondi: "Olha, pare de bancar o idiota. Você quer comer a Fanny?" Ele não disse nada. Eu continuei: "Acho que sim. Então, vá para o seu quarto, tire a roupa e agora a gente vai". Ele me disse: "Você está louco, ela não vai querer". Eu respondi: "Vá, e depois do que acontecer hoje, nós três vamos guardar o segredo". Ele me soltou, me encarou fixamente por alguns segundos sem dizer nada, subiu a calça e foi para o seu quarto. Eu entrei no quarto da... Fanny, ela quase não tinha ouvido nada, só uns gritos do pai dela. Fanny: "O que aconteceu? Ele não te bateu? Você está bem?" Eu: "Sim, tranquila." Fanny: "Já amadureci pra ele não fazer nada com você." Eu: "Tranquila, já resolvemos, mas tenho que te contar uma coisa." Fanny: "O que foi?" Ela só tinha colocado a blusa e estava cobrindo a buceta com as mãos. Eu sentei do lado dela, tirei as mãos de cima da buceta e a beijei enquanto enfiava meus dedos dentro da sua ppk. Ela, depois de uns segundos, reagiu e me disse: "Não, para, se veste antes que meu pai venha." Eu disse: "Seu pai quer fazer um ménage." Ela só me olhou, não disse nada. Continuei beijando, mas ela me parou e disse: "O que você disse?" Eu falei: "Sim, seu pai quer fazer um ménage. É a condição pra eu não contar pra sua mãe e nem pros meus pais. Imagino que se contar, talvez queiram que a gente case." (Claramente eu não acreditava nisso, mas tinha que pintar o pior cenário pra ela não se opor ao ménage.) Ela ficou quieta e me perguntou: "Mas quando? Como?" Eu respondi: "Já está no quarto dos seus pais, nos esperando." Disse isso e tirei a blusa dela. Ela estava em choque, só falou: "Sério?" Eu disse: "Sim." Peguei a mão dela e caminhamos até o quarto, onde o pai dela estava pelado, deitado na cama, se masturbando. Ela só olhou, sem dizer nada. Eu fiquei atrás dela, caminhamos até a beirada da cama, ao lado do pai. Beijei seu pescoço, coloquei uma mão nos olhos dela e outra no pescoço. Ela não se moveu. Segundos depois, o pai, com uma mão se masturbando e com a outra tocando a buceta da Fanny. Ela estava muito excitada, eu sentia como ela ficava ofegante com minha mão no pescoço, sentia como ficava mais quente. O pai se inclinou, beijou sua barriga, depois seus seios. Tirei minha mão dos olhos dela, peguei uma de suas mãos macias e guiei para que pegasse no pau do pai. Ela fez isso, segurou o pau do pai, abriu os olhos e começou a masturbá-lo enquanto se deliciava olhando. Com a outra mão, segurou meu pau e me ela também começou a se masturbar, eu disse pro pai dela: quer comer a buceta da sua filha? Ele disse que sim. Eu falei: deita. E pra ela falei: senta em cima dele pra ele comer sua buceta. Ela fez imediatamente, ajoelhou e colocou a vagina na cara do pai. Eu subi na cama e ela começou a me fazer um oral muito intenso, ainda mais que o outro, enquanto o pai comia sua buceta. Eu sentia ela se contorcendo. Então, depois de uns minutos, eu falei: deixa seu pai te penetrar. Eu desci da cama, ela se moveu e montou no membro do pai pra cavalgar. Ela se movia muito rápido pra cima e pra baixo, quando cansava fazia em círculos. O pai apertava os mamilos dela, num movimento puxou seus ombros pra perto e a beijou com muita força. Ela se contorcia, mas ele não soltava. Entre o beijo dava pra ouvir os gemidos dela, que eram bem intensos. Eu fiquei atrás dela e, como ela estava muito molhada, falei pro pai: tira um pouco o pênis. Ele fez com uma mão enquanto com a outra abraçava a Fanny e não soltava. Então, quando ele tirou um pouco o membro (não completamente), eu coloquei meu pau perto do dele e, com um movimento lento, comecei a meter meu membro também na vagina da Fanny. Ela se soltou do pai e me olhou de lado. Eu falei: aguenta, confia em mim, senhor. Eu enfiei o pau completamente e a Fanny tinha dois membros na vagina. Quando sentiu os dois completamente dentro, ela começou a gemer quase gritando, com uma mão no peito do pai e com a outra segurando meu ombro. Então eu falei pro pai: como é a primeira vez que ela é penetrada por dois ao mesmo tempo, seja gentil. Nós começamos a nos mover e ela ficava vermelha. Logo os gemidos passaram a ser tão intensos que pareciam uma espécie de zurro. Ela não se opunha, mas dava pra ver que estava claramente exausta. O pai dela, depois de poucos minutos, gozou dentro dela e me disse: já vou tirar. Eu falei: espere, segure ela pelos braços na altura dos cotovelos. E comecei a embestir nela muito forte e rápido. Ela gemida e já se contorcia, o pai dela... com um sorriso, ela disse: "É isso aí, já está com os olhos revirados". Eu dei meu máximo, mas estava muito excitado depois do que o pai dela disse. Acabei gozando também, poucos segundos dentro dela. Caímos exaustos na cama, sem nos mexer, tentando recuperar o fôlego. Fanny se virou, dando as costas pro pai e se encostou no meu peito. Ela me disse: "Foi delicioso, obrigada". O pai dela também estava muito cansado e perguntou: "Fanny, que horas são?" Eram por volta das 21h. Então ele disse: "Sua mãe chega às 23h. Descansem, vou arrumar lá embaixo, deixei uma bagunça". Ele desceu e eu disse pra Fanny: "Vamos arrumar seu quarto". Ela só falou: "Quero, mas não sinto as pernas e tô muito cansada". Ficamos assim por meia hora, daí eu levantei e fui arrumar o quarto dela. Ela chegou pouco depois e disse que ia tomar banho. Eu desci com o pai dela; ele tinha pedido pizza e me perguntou se eu queria. Eu disse que não, mas que levaria algumas fatias pra Fanny porque ela não conseguia descer, tava muito cansada. Ele me deu uma fatia e um copo de refrigerante. Eu disse: "Próximo fim de semana a gente repete. Por enquanto, não vão transar se eu não estiver". Ele, animado, falou: "Sim! Eu posso esperar, vocês me avisam". Eu virei e subi pra Fanny. Ela estava se trocando, dei a pizza pra ela, esperei terminar e falei a mesma coisa que pro pai. Ela também respondeu com um animado "Sim!!". Mas eu disse: "Você é minha. Só vai dar pra ele quando eu mandar". Ela me olhou, ficou meio vermelha e disse: "Vou fazer tudo que você pedir". Dei um beijo nela e me despedi. Desci os pratos, o pai dela estava na sala falando com a esposa. Me despedi e ele me acompanhou até a porta. Eu disse num tom de brincadeira: "E quando vai me emprestar a minha sogra pra ver um filme?" Ele sorriu e falou: "Claro, migo, a gente vê".

2 comentários - Trío con mi sumisa y su papá Leon Guanajuato