Mi Familia de turras

Beleza, galera do PORINGA, há pouco eu tava lendo um relato nessa comunidade que me fez relembrar a fase mais incrível e fogosa da minha vida. Tudo a ver com o mundo das girls ou rochas, como são chamadas em Mendoza, que aliás é de onde eu sou. Voltando às rochas, sempre tive uma queda por elas. Acho que são a espécie que transa melhor, sem dúvida nenhuma. A putaria e a safadeza delas me encantam, não têm o menor complexo e se viram no mundo sexual com uma desfaçatez que só se compara ao pornô mais nojento que você pode achar na internet.

Antes de começar, quero deixar claro que essa história não tem final feliz, por isso os nomes são fictícios e não vou dar detalhes exatos dos lugares.

Agora, esclarecidos os pontos que achei importantes, vou me apresentar. Meu nome é Leonel e atualmente tenho 32 anos, moro na Andaluzia, Espanha, há quase 10. Mas a história que vou contar aconteceu quando eu tinha 19 anos, no leste da província de Mendoza. Tenho que dizer que a sorte tava do meu lado, porque a família da minha mãe é dona de uma das vinícolas maiores e mais tradicionais da região. Graças a isso, nunca tive problemas financeiros e sempre tive tudo o que quis.

Vocês devem tá se perguntando: "Como esse playboy tem uma história pra contar com rochas?". Por causa da única decisão que meu pai conseguiu tomar sobre a minha vida. Ele era um simples funcionário municipal com muita sorte, que conseguiu pegar a filha mais nova de uma família rica. Como? Sei lá. Quando cresci, imaginei que minha mãe gostou muito de um atributo especial que acho que herdei. Voltando à única decisão do meu pai na minha vida: foi me mandar pra escola técnica da cidade, depois de incontáveis brigas com minha mãe e a família dela, que queriam me colocar naquela típica escola católica superelitista que tem em todas as cidades da Argentina.

Graças a essa decisão do meu velho é que... Descobri a verdadeira realidade do país onde morava, não tive grandes problemas em me relacionar com os caras da minha idade e rapidamente formei uma forte amizade com um grupo de amigos de um bairro da zona norte da minha cidade. O grupo era formado por caras de idades diferentes, todos daquele bairro, embora só dois fossem meus colegas de turma. Os outros estavam em anos diferentes daquela escola, éramos um grupo de 7.

A partir dos 15 anos, passava a maior parte do dia com eles ou no bairro deles. Foi aí que comecei a conhecer as minas e o baseado (maconha), ambas se tornaram meus vícios mais fortes e quase me fizeram perder tudo. Eu sou um cara digamos normal, alto, tenho 1,85m, tive a genética a meu favor – tenho um corpo que mesmo sem muito exercício se mantém bem e, como meu nick indica, carrego um pauzão de 19-20cm muito bem posto. Meu pau sempre foi minha arma secreta quando finalmente conseguia comer uma mina depois do esforço que isso exigia. Elas ficavam viciadas, adoravam quando eu as comia, e sim, caras, ter um pau grande facilita muito as coisas. Às vezes, com 5 ou 6 bombadas, elas já estavam todas meladas.

Embora o bairro dos meus amigos não fosse o mais fodido da região, a busca constante por status nos levou a ser conhecidos em toda a zona norte da minha cidade. Sempre fomos de boa e nada de arrumar confusão, isso e a presença constante aos domingos no futebol nos fizeram amigos de quase todos os delinquentes, então andávamos bem tranquilos.

Aos 17 anos, comecei a trabalhar com minha família fazendo várias tarefas de gestão no armazém (óbvio que não iam me botar pra colher). Uma das minhas primeiras tarefas era ir até as fazendas que vendiam sua produção pra gente, conversar com os viticultores e tentar garantir que vendessem pra nós e não pra concorrência. Esse trabalho me ajudou a conhecer os produtores, o que seria uma grande vantagem pra mim no futuro.

Aos 18 anos, com trabalho e ajuda da minha mãe e do meu avô, consegui o que naquela época era o carro dos meus sonhos, um Gol GTI dos antigos, será que eu poderia ter conseguido um carro melhor? Claro que sim, o plano do meu avô era me dar um Gol Trend da última geração naquele mesmo ano, mas eu era jovem e adorava carros rebaixados, o Gol estava lindo, rodas 17, perfil baixo, era verde e estava impecável tanto na parte mecânica quanto na estética, eu o preferia mil vezes antes que um Gol Trend, além disso meu avô me deu uma grana boa de presente, já que para meus primos ele tinha dado carros mais caros, essa grana eu troquei por dólares e coloquei num CDB.
Graças ao milgolcitos foi que conheci as protagonistas principais dessa história, a Agostina e sua família, composta por sua irmã Nayi e sua mãe Ana. As três viviam sozinhas no bairro mais perigoso da zona norte, Ana é a típica guerreira, o pai das meninas vazou e ela sobreviveu como pôde com trabalhos esporádicos e assistência social, Agostina foi meu primeiro grande amor, uma gata linda, um rosto e um corpo dignos de uma modelo e não de um bairro sem esgoto e um barraco tão precário como o que elas viviam.
A conheci porque ela morava logo ao lado da casa do meu contato de confiança, a mina já tinha me fichado, ver um cara que chegava, descia do seu carro, limpo e bem vestido, comprava maconha ao lado da casa dela deve ter chamado a atenção. A piriguete me contatou pelo Facebook, e não deu muitas voltas, me disse que gostava de mim e que queria me ver. Amo isso das minas, sem enrolação nem jogo de sedução, nada direto e reto.
Assim foi que marcamos de sair um dia, sexta à noite eu passei para buscá-la na casa dela, minha mina saiu feita uma deusa do seu barraco, com uma calcinha que me deixou com o pau latejando. Assim que entrou no carro, já me comeu pela boca e agarrou firme no meu pau,
A: “é verdade o que a Nicol me contou”
Me disse, Nicol era outra mina com quem eu tinha transado algumas vezes, nem sabia que elas se conheciam. Eu naquele momento não sabia nem o que responder.
L: o que ela te contou?
Respondi eu, Cara, sem conseguir conectar três palavras seguidas. A: Que você tem um pau bem grande e que fode um monte, vamos logo que com sorte mais logo eu provo. Imaginem como eu fiquei depois desse momento, com o pau duríssimo e super quente, naquela idade elas dão um bico e você já tá pegando fogo, fomos pra um bar numa das cidades vizinhas, minha família era muito conhecida na minha cidade e eu não gostava que soubessem das minhas coisas, com quem eu andava, onde eu tava, etc. A minha turra rapidamente percebeu que eu tinha muito mais grana do que aparentava, acho que, por atitudes, tipo encher o tanque sem olhar minha carteira, pedir sem consultar o cardápio e essas coisas que quando não falta, você não tá acostumado a fazer. As minas têm aquele instinto de sobrevivência e quando veem alguém que pode resgatá-las da vida que levam ou só melhorar um pouco, são capazes de ir até o fim por isso e isso essa família de patricinhas me ensinou. Eu adorava a Agostina, ela era muito linda e mesmo sendo patricinha, não falava nem escrevia mal, quando saímos do bar, ela disse. A: Sobrou grana pra me levar pro hotel? Realmente não esperava chegar nisso na primeira vez que saímos, um otário vocês vão pensar depois de como começou o "encontro", né? Tive que olhar minha carteira e por sorte ainda tinha uns trocados pra encarar um hotel. L: Tenho um pouco, mas vamos ter que ir no da ****** (um dos baratos da região) A: Tudo bem, eu te fodo até num campo. Essa ela me soltou, eu tava voando e joguei uma carta forte. L: Que atrevida você tá, tomara que não seja só bico. A: Quando chegarmos você vai ver que não. L: Precisa esperar chegar? Por que não vai me chupando? A: Que atrevidinho ficou o playboyzinho. E nesse momento ela se jogou entre minhas pernas pra baixar minha calça e me chupar todinho, eu já tava com ele bem duro e claro, todo babado, pelo líquido pré-gozo. A: Que grande e molhado você tem, porquinho, e eu que achava que a Nicol era uma fantasma, olha o pau que se Ela comeu antes de mim.
L: Você gosta, Agos? Não tem ideia de como a Nicol se engasgava nisso aqui.
Eu estava tão quente que nem precisava esquentar mais, o que ela dizia, mas vi como seus olhos brilharam, sem querer criei uma competição entre minha rocha e outra rocha.
A: Essa se engasga porque não sabe.
Ela me deu chupadas e lambidas no meu pau.
A: Eu vou chupar você melhor que qualquer uma, você vai ver, não vai precisar procurar mais, esse pau vai ser todo meu.
Depois de me dizer isso, ela se jogou para comer meu pau como nunca ninguém fez na minha vida, como a safada comia, engolia até onde dava, me agarrava pelas bolas e enfiava até o fundo, fazendo todos os barulhos de engasgo que você pode imaginar, tudo isso no primeiro contato sexual que tínhamos, definitivamente eu tinha me apaixonado.
L: Que bom que você chupa, Agos, eu gosto muito.
Soltei gemidos, fazendo meu máximo esforço para dirigir, com uma tesão absurda que estava me pegando. Aí levei minha mão direita até sua bunda e me surpreendi com o quão macia estava, com aquele tamanho todo pensei que seria mais dura para aguentar aquele tamanho empinado, era anti-físico como aquela bunda se sustentava, enfiei a mão e fui direto para sua buceta, era um mar de mel.
A: Mmmmmmmmm, me toca.
Disse, quase tirando o pau da boca, enfiei como pude meus dedos dentro da xota e ela começou a gemer alto, enquanto me chupava. Em um momento ela tira da boca e se endireita no assento, e me diz.
A: Para onde for, preciso que você me foda toda.
Minha cabeça deu um curto-circuito haha, estava numa estrada que ligava minha cidade à outra, e comecei a pensar onde parar, devo ter andado uns 200 metros e vi uma rua de terra, que saía para a direita, desviei e parei, assim que parei a garota pulou em cima de mim, e começamos a nos comer na boca, a frenética que pegamos, era uma guerra de mãos para nos tocar, agarrei forte sua bunda e abri tudo, isso a deixou muito excitada.
L: Vamos para o banco de trás, vou te dar com tudo.
A: siii, eu quero ela todinha dentro.
Descemos e passamos pro banco de trás, demos mais uns beijos e começamos a tirar a roupa. Com a luz fraca do golzinho, vi o corpo da Agos, tava linda, bem branquinha, uns peitões bem grandes pra um corpo tão pequenininho e a bunda dela, que foi o que me deixou louco, duas nádegas brancas gigantes e super macias. Não sei como a rocha mantém essa bunda empinada, será de tanto andar? Não sei.

Ela subiu em cima de mim e não me deu tempo nem de botar uma camisinha, enfiou todinha.
A: aaaaaaah, que grande filho da puta, você vai partir minha buceta.
L: que tesão você tá, Agos, gosta do meu pau?
A: siiii, eu adoro esse piiiiiii.

Ela começou a cavalgar forte, forte mesmo, pulava em cima de mim e enfiava tudo, eu enquanto isso chupava os peitos dela e agarrava bem forte a bunda. Devemos ter ficado uns 5 minutos assim e eu nem tava perto de gozar, sempre tive uma primeira rodada longa.
A: mmmmm, goza, gostoso, você tá me matando.
L: ainda falta muito, Agos, você não vai ter meu leite tão fácil.
A: aaaah já gozei, filho da puta, que pau lindo você tem.

O barulho da suspensão do golzinho, ainda por cima tava rebaixado e durão, a gente tava explorando ele.
L: fica de quatro que eu vou enfiar tudo, putinha.

Chamar ela assim deixou ela com ainda mais tesão, ela ficou de quatro no banco, apoiou bem os peitos no banco e com as mãos abriu toda a bunda. Não me aguentei, de tanta vontade, e lambi a bunda toda dela, não sei como consegui me abaixar e entrar naquele lugar tão apertado, mas assim que ela sentiu a língua no cu, pirou.
A: aaaah safado, o que você tá fazeeendo, como vai me lamber o cu assim.
L: que cu gostoso, uma hora eu vou partir ele todinho.
A: esse pau não vai entrar no meu cu.
L: você vai ver que vai.

Terminei a lambida e enfiei tudo até o fundo, meu pau todinho de uma vez, escapou todo o ar da buceta dela e fez um barulho de peido fortíssimo.
A: aaaaaah filho da puta, você vai me partir.
L: Que apertada você tá, Agos, como Gostei.
Comecei a meter bem forte e duro, bem duro mesmo, já tinham passado uns 15 minutos e comecei a ficar paranóico ali na rua, queria gozar e ir embora.

A: Apertada pra você, filho da puta, ninguém mais vai conseguir me comer depois dessa foda.

Comecei a dar tapas bem fortes na bunda dela enquanto metia, bem forte na buceta, e depois comecei a enfiar dedos no cu dela.

A: Aaah ahh ahhh, gosto quando você brinca assim com meu rabo, vou gozar de novo, amor.

Love me jogou, a loirinha estava no clima, adorando a foda, aí comecei a meter com mais força e a vontade de gozar veio com tudo.

L: Acabo, putinha, acabo, onde você quer?
Disse enquanto continuava metendo forte.

A: Onde quiser, gostoso, onde quiser, manda onde quiser, ah, ah, ah.

Ela continuava gemendo no ritmo das metidas, aí agarrei seu cabelo e levei até meu pau, pra ela engolir tudo. Não sei como a loira fez, mas rapidamente se virou, como se fosse uma contorcionista num espaço tão apertado, e enfiou tudo na boca. Gozei um jorro de porra na boca dela e a puta engoliu tudo, pra finalizar me olhou nos olhos e abriu a boca, mostrando que não tinha sobrado nada.

Juro pra vocês, rapaziada, nunca tinha vivido algo assim, tanto nível de putaria me chocou, foi incrível, a primeira vez que saíamos e essa gatinha fazia isso, aí ela me ganhou, me conquistou e eu soube que essa loira me tinha nas mãos.

A: Que delícia, seu leite é doce.

Ela disse me olhando nos olhos, agarrei seu rosto e bruscamente beijei sua boca, com força, com vontade de marcar que ela já era minha, já queria que essa puta fosse só pra mim.

Depois de um tempinho de carícias e mão boba, partimos pra casa dela, umas 8-10 quadras da casa dela, na beira da rua, vi duas mulheres, uma jovem e uma mais velha, não pude evitar olhar pros bundões, que estavam bem empinados, a mais nova estava com um bebê no colo, as duas estavam uma delícia. A: Para, elas são minha irmã e minha mãe, te incomoda a gente dar uma carona até em casa? Já tá tarde.
A cara de coitadinha que ela fez me pegou.
L: Claro que não, agos, não vamos deixar elas aqui largadas.
Abri o carro e parei uns 100 metros adiante, e a rocha desceu pra fazer sinal pra irmã e pra mãe dela, pra que subissem. O carro era de três portas, então ela teve que entrar pelo lado do passageiro. Primeiro subiu a irmã com um bebê, depois descobri que era a bendição dela, e depois a mãe.
As duas me cumprimentaram e partimos pra casa delas.
Ana: Ainda bem que você reconheceu a gente, filha, a gente veio a pé do centro, já não aguento mais.
Nayi: É, e ainda com o ciro no colo cansa demais. Que nave tem seu amigo, agos.
Ag: Ele se chama Tomás, o carro é bonito e ele foi muito gente boa em dar essa carona, isso que é o importante.
An: É seu namorado?
Eu já fiquei um pouco nervoso, não sei como cheguei nessa situação.
Ag: Não, mãe, é um amigo, a gente saiu pra tomar alguma coisa, estamos nos conhecendo.
N: Pra ser amigo e estar se conhecendo, tem um cheiro de que rolaram um sexo aqui atrás.
Aí todas as cores foram pro meu rosto, acho que fiquei bem vermelho e olhei pra elas pelo retrovisor. Tanto a mãe quanto a irmã eram gostosas, a Nayi era uma cópia da Agos, só que um pouco mais cheinha por causa do filho recém-nascido, e a Ana também estava muito bem, apesar das marcas de uma vida como a que ela levava.
Ag: O que você tá dizendo, sem vergonha, não exagera.
N: Ah, agora você faz de santa? Minha irmã faz de santa, mas é bem putinha, sabia? Então não dorme no ponto.
Ela falou diretamente pra mim, eu não entendia a situação. A irmã tava me dizendo pra comer a irmã dela, que era muito safada, hahaha, o mundo rocho era uma loucura.
An: Chega, menina, se toca. O cara tá sendo legal, qual é seu nome? Minha filha é mal-educada e não nos apresentou.
Ela me perguntou depois de dar uma bronca nas duas filhas.
L: Me chamo León, me chamam de Leo. Você é Ana e você é Nayi, a Agos me falou de vocês enquanto a gente jantava.
N: Ele te levou pra jantar e trouxe no carro? Esse... Tem grana, tá bem, irmãzinha.
Ag: Se toca, caralho, não dá pra ser tão mal-educada, não devia ter pedido pra ele te trazer, Leo.
An: Chega vocês dois, você Nayi se toca, menina, tá com seu filho no colo, tenha mais respeito, sua irmã tá certa, o cara nos deu uma força trazendo a gente, não falta respeito com ele.
As coisas se acalmaram e as poucas quadras que faltavam até a casa delas foram em silêncio, quando estávamos chegando na casa dela, a Nayi abriu a boca de novo.
N: Agos, esse não é o Leo que a Nicol contou pra gente, né?Ela disse fazendo uma cara de puta safada ao mesmo tempo que eu consegui ver pelo retrovisor, devo dizer que gostei pra caralho. Agos, por sua parte, fez olhos de assassina e Ana parecia surpreendentemente atenta à conversa, como se soubesse do que se tratava.

5 comentários - Mi Familia de turras

Las minas de nuestros pagos son las mejores y más las de las Heras jajaj
Aceby2
Wow qué buen final! Jeje. Van 10 y venga la siguiente parte
hola genio nose si decirte amigo o compañero de turras jajaja supongo que los relatos que haces referencia son lls nuestros con jesi. viste la belleza del mundl turro. no pueden ser mas boconas pero sobre todo tan putas. bueno nada esperamos verte en nuestros capitulos abrazo