Esta nova história conta mais uma etapa das minhas experiências. Agora tenho uma vida mais tranquila, já que não estou mais junto com aquela mulher.
Depois da minha primeira vez provando um pau, e ainda por cima na cara da minha namorada e a pedido deles, eu sabia que as coisas iam mudar. Até então, fazer oral nela depois de transar era algo que a gente sempre fazia, porque eu dizia que adorava chupar a buceta dela, e com isso já tinha provado meu próprio leite várias vezes. Chupar um pau foi bem diferente: na hora senti algo mais duro do que imaginava e um gosto suave, mas foi algo espontâneo e durou muito pouco por causa do nervosismo de todo mundo.
Os encontros depois disso não foram frequentes. Eu não tinha coragem de criar situações, e eles com certeza se viam em outros contextos, então não rolava muita procura pelo momento.
Um tempo depois, numa reunião de grupo, aconteceu de novo de nós três estarmos juntos numa noite. Depois que a festa acabou, nós três ficamos nos olhando, tentando fazer a coisa rolar. Claro, eles se desejando, e eu esperando uma nova experiência.
A situação aconteceu quando voltávamos os três no carro. Eu estava meio cansado e, ao chegar com sono, falei pra minha parceira que a gente fosse dormir. Então surgiu a ideia de ir buscar energéticos e algo pra beber. Não consegui dizer não, então eles foram buscar e eu fiquei preparando tudo em casa.
Quando voltaram, ela percebeu que eu estava cansado, e naquele momento também pensei que eles já tinham transado no passeio pra comprar as bebidas. Isso não aconteceu, mas eu já estava meio desanimado e aceitei meu lugar. Só que ela, num gesto pra não me fazer sentir mal, disse: "Bom, vamos fazer isso rápido pra gente ir dormir. Seu amigo com certeza está esperando que algo aconteça, por isso está aqui. Vamos nos despedir dele e dormir."
Eu, me sentindo um corno manso, falei: "Se vocês não estão com sono, tomem algo. Eu vou dormir, sem problemas."
Meia hora depois, não ouvia barulhos e saí como se fosse ao banheiro. Quando vi, eles estavam na sacada: ela estava ajoelhada chupando ele enquanto ele tomava uma lata. Ela me viu quando eu me espiei e, pouco depois, foi pro meu quarto. Com uma voz bem calma, me vê deitado e diz: "Já tenho que ir." Deixei a boquinha dela cheia de porra, ela se aproximou e encostou o pau na minha cara. Eu peguei o pau dela, mexi um pouco e escorreu na minha boca. Ela nunca tinha tido coragem de falar comigo como se fosse uma putinha. Deu um sorrisinho e foi embora. Não sei se ela viu aquilo, mas acho que não.
Quando ela voltou pra deitar comigo, me abraçou por trás e enfiou a mão na minha cueca pra me bater uma. A frase dela foi... "Sweetie, você tá todo molhadinho." Eu coloquei a mão lá e ela tava bem aberta e molhada, a respiração dela tava pesada e eu gozei muito rápido. Fui no banheiro me limpar e, quando voltei, ela tava me esperando de pernas abertas, então tive que descer pra chupar e limpar tudo. Quando saí, ela com aquele sorrisinho debochado falou: "Vamos dormir.
Depois da minha primeira vez provando um pau, e ainda por cima na cara da minha namorada e a pedido deles, eu sabia que as coisas iam mudar. Até então, fazer oral nela depois de transar era algo que a gente sempre fazia, porque eu dizia que adorava chupar a buceta dela, e com isso já tinha provado meu próprio leite várias vezes. Chupar um pau foi bem diferente: na hora senti algo mais duro do que imaginava e um gosto suave, mas foi algo espontâneo e durou muito pouco por causa do nervosismo de todo mundo.
Os encontros depois disso não foram frequentes. Eu não tinha coragem de criar situações, e eles com certeza se viam em outros contextos, então não rolava muita procura pelo momento.
Um tempo depois, numa reunião de grupo, aconteceu de novo de nós três estarmos juntos numa noite. Depois que a festa acabou, nós três ficamos nos olhando, tentando fazer a coisa rolar. Claro, eles se desejando, e eu esperando uma nova experiência.
A situação aconteceu quando voltávamos os três no carro. Eu estava meio cansado e, ao chegar com sono, falei pra minha parceira que a gente fosse dormir. Então surgiu a ideia de ir buscar energéticos e algo pra beber. Não consegui dizer não, então eles foram buscar e eu fiquei preparando tudo em casa.
Quando voltaram, ela percebeu que eu estava cansado, e naquele momento também pensei que eles já tinham transado no passeio pra comprar as bebidas. Isso não aconteceu, mas eu já estava meio desanimado e aceitei meu lugar. Só que ela, num gesto pra não me fazer sentir mal, disse: "Bom, vamos fazer isso rápido pra gente ir dormir. Seu amigo com certeza está esperando que algo aconteça, por isso está aqui. Vamos nos despedir dele e dormir."
Eu, me sentindo um corno manso, falei: "Se vocês não estão com sono, tomem algo. Eu vou dormir, sem problemas."
Meia hora depois, não ouvia barulhos e saí como se fosse ao banheiro. Quando vi, eles estavam na sacada: ela estava ajoelhada chupando ele enquanto ele tomava uma lata. Ela me viu quando eu me espiei e, pouco depois, foi pro meu quarto. Com uma voz bem calma, me vê deitado e diz: "Já tenho que ir." Deixei a boquinha dela cheia de porra, ela se aproximou e encostou o pau na minha cara. Eu peguei o pau dela, mexi um pouco e escorreu na minha boca. Ela nunca tinha tido coragem de falar comigo como se fosse uma putinha. Deu um sorrisinho e foi embora. Não sei se ela viu aquilo, mas acho que não.
Quando ela voltou pra deitar comigo, me abraçou por trás e enfiou a mão na minha cueca pra me bater uma. A frase dela foi... "Sweetie, você tá todo molhadinho." Eu coloquei a mão lá e ela tava bem aberta e molhada, a respiração dela tava pesada e eu gozei muito rápido. Fui no banheiro me limpar e, quando voltei, ela tava me esperando de pernas abertas, então tive que descer pra chupar e limpar tudo. Quando saí, ela com aquele sorrisinho debochado falou: "Vamos dormir.
1 comentários - 2°una nueva sissy cornudo dominado