E aí, galera? Sem rodeios, aqui está a segunda parte, espero que vocês curtam ✨ Tem mais histórias vindo, então fiquem ligados 🚀
Na tarde do dia 31, acordei mais ou menos umas 15h. Tinha 3 chamadas perdidas do Bruno, liguei de volta mas ele não atendeu, e 2 mensagens no WhatsApp da Delfi, respondi mas ela também não respondeu. Então levantei pra tomar um banho pra despertar de vez. Comigo totalmente acordado, fiz uma comida de boa pra dar uma energia.
Lá pelas 16:30, o Bruno me ligou...
B – E aí, cock, tava na casa da Romi. Que foi?
Y – Que foi o quê? Foi você que me ligou.
B – Ahh, era pra ver se você vinha lavar o carro aqui em casa.
Y – Aah, não. Tenho horário agora às 17 na casa do Guido.
B – Beleza, depois aparece ou passa me buscar que eu te acompanho.
E foi assim. Passei pra buscá-lo pra que ele me acompanhasse no carro dele, assim deixávamos o meu no lava-jato e saíamos por aí. Quando cheguei na casa, ele abriu a porta e me disse pra entrar, que ele ia tomar um banho rapidinho. Como ouvi barulho no quintal, fui dar uma olhada e era a Delfi, com aquele rabão lindo pra cima, tomando sol de topless... Ela ouviu alguém se aproximando e rapidamente se levantou, tapando os peitos...
D – Aah, é você. Pensei que fosse minha mãe e o Maurício.
Mesmo assim, ela se levantou e colocou o sutiã. Me aproximei e cumprimentei como se nada tivesse acontecido entre a gente... Teve um segundo de silêncio até que ela soltou...
D – Não consigo parar de pensar na foda que a gente deu.
Y – Foi animal, você é demais.
D – Posso ser pior.
Ela me olhou e rapidamente agarrou minha mão, me levando quase correndo pro banheiro de fora. Abriu a porta e, assim que entramos, começou a me beijar com uma fome...
D – Como você me deixa com tesão, filho da puta.
Enquanto isso, ela estava me tocando por cima do shorts.
D – Que pau lindo você tem.
E assim que disse isso, ela se ajoelhou, puxou ele pra fora e me olhou. Botou a língua pra fora e começou a passar a pontinha na cabeça, fazendo movimentos circulares... Aquele olhar de puta me deixou louco... Mas ela queria mais e, com aqueles lábios lindos e carnudos, beijava o tronco do meu pau enquanto enfiava ele todo na boca, até... o fundo... no momento do tesão, agarrei ela pelo cabelo e fiz ela parar, virando-a e apoiando-a contra a pia. D- Ahhh siiim, assim que eu gosto! E quando eu tinha puxado a calcinha dela pra enfiar o pau, ouvi o Bruno me procurando, então saí fingindo que não era comigo e fomos pro lavanderia. Passaram 5 minutos e recebo um zap da Delfi que abri quando cheguei no lavanderia e fui pro banheiro... "me deixou assim" *vídeo se tocando com a buceta toda molhada*... Y- Não pode, filha da puta! D- Não pode me deixar assim! Por enquanto a coisa ficou por isso mesmo, não dava pra fazer nada porque cada um tinha que fazer sua parte e o tempo voava. A questão é que fui jantar com a família, deu meia-noite, a gente se cumprimentou, brindou e tipo 1:00 eu parti com a galera pra fazer o pré antes da balada. Em um momento o Bruno, que já estava meio bêbado, chega perto e me fala: "Quer ir buscar a Delfi em casa e levar na casa da Sofi? Não tô com vontade". E eu fui, fui atrás de terminar o que a gente tinha começado, porque aquilo não ia ficar assim. Quando chego na casa, entrei com a chave do Bruno e gritei "Deeelfi, sou eu!" enquanto subia as escadas... D- Tô no quarto, entra! Quando entro no quarto ela estava se trocando e óbvio que não deixei ela terminar, porque automaticamente fui pra cima, virei ela e comecei a beijar. Ela queria me dizer alguma coisa, mas com o beijo não deixava ela falar, e quando a levanto no colo pra continuar beijando, abrem a porta... Luz... Eu estava com a Delfi no colo e os dois ficamos olhando pra Luz... D- Era isso que eu queria te dizer... Enquanto baixava a Delfi L- Podem continuar tranquilos, no máximo eu me junto e a gente recebe o ano os três *enquanto se aproximava* Ela ficou bem na minha frente, a milímetros da minha boca, e quando ela disse "ou não te anima?" agarrei ela pela cintura e comecei a devorar a boca dela. A Delfi arregalou os olhos, mas teve a ideia de abaixar a saia da Luz, e quando a bunda linda dela ficou à mostra, só de calcinha, ela se ajoelhou e começou a dar beijos nas nádegas enquanto eu tirava o... lindo top que cobria seus peitos lindos... L- Ah siii, filha da puta, vai! Sei que você me quer demais. Enquanto Delfi continuava a comer o cu da Luz, eu soltei o sutiã dela e comecei a chupar seus lindos peitos. Estávamos num clima de tesão ao extremo e Delfi prosseguiu, abrindo meu jeans e começando a chupar meu pau... D- Bem durinho, do jeito que eu gosto. L- Nossa, que pauzão que você tem. Sentei na beirada da cama e as duas se ajoelharam para chupar meu pau. Tinha os dois cuzinhos lindos de calcinha fio dental, empinados; eu estava no paraíso, totalmente perdido de prazer, enquanto Delfi passava a língua em círculos na cabeça do meu pau, e Luz chupava minhas bolas de um jeito totalmente desesperado e lindo; de tanto tesão, me joguei para trás enquanto Luz fazia um boquete incrível. Delfi subiu em cima de mim, colocando sua buceta na minha boca, e eu comecei a chupá-la; enquanto passava minha língua por sua buceta, sentia ela ficar ainda mais molhada e gritar de prazer... D- Ayy sim, filho da puta, como você chupa bem uma buceta. E para não ficar atrás, Luz tirou a calcinha fio dental, colocou uma camisinha em mim e, sem mais delongas, sentou no meu pau. *L- ayy siiiii* Ela começou a fazer movimentos leves de cima para baixo enquanto pequenos gemidos saíam de sua boca, até que os movimentos começaram a acelerar e os gemidos aumentaram. Eu tinha Delfi com a buceta totalmente na minha boca e Luz pulando no meu pau, totalmente puta; continuaram assim por um tempo até que Delfi decidiu trocar e foi pular no meu pau, e Luz colocou sua buceta na minha boca, mas olhando para Delfi, e aí tudo foi para o caralho, porque enquanto as duas gemiam e gritavam como putas, Luz começou a beijá-la... L- Como você me queria, filha da puta, me beija, vai. A situação estava ficando cada vez mais intensa e mais quente, então decidi comandar o jogo e colocá-las as duas de quatro. Tinha os dois bundas paradas para mim, eram todas minhas e comecei a dar palmadas enquanto elas pediam mais forte... entrei primeiro na Delfi, já sabia o que ela queria e dei sem piedade, a bunda ficou com as marcas dos meus dedos e enquanto eu abria a boceta a socos, agarrei seu cabelo com força do jeito que ela gostava, Luz era espectadora até deitar de pernas abertas na frente da Delfi... L- Chupa minha boceta, puta! E obedecendo ao pedido, Delfi começou a chupar sua boceta, estava totalmente submissa e excitada, depois de vários minutos penetrando-a soltou um gemido lindo que a deixou tremendo... ela tinha chegado no limite e era a vez da Luz, ia colocá-la de quatro mas quando vi como ela ficava linda de pernas abertas, trouxe ela pra perto de mim e enfiei meu pau, comecei a comê-la sem piedade e ela adorava, a vadia, meu pau entrava e saía daquela boceta em alta velocidade, arrancando gemidos lindos dela enquanto massageava seus peitos lindos com minhas duas mãos. Delfi de vez em quando beijava sua boca e subia em cima para que chupasse sua boceta, estávamos no auge do tesão mas ela queria mais, então depois de alguns minutos a coloquei de quatro, levantou a bunda e comecei a meter sem parar, não sabia quanto tempo ia durar mas continuei metendo, tinha seu cabelo agarrado com uma mão e com a outra dava tapas na bunda, fiquei assim por vários minutos e alguns segundos antes de meu pau explodir, ela gozou, soltou um gemido de prazer lindo e ficou tremendo... enquanto eu tirava a camisinha e a putinha da Delfi esperava de boquinha aberta pela porra, ela se recuperou como pôde e ficou ao lado dela, comecei a me masturbar e gozei na cara das duas vadias... estava exausto, não aguentava mais... então me joguei na cama com as duas putinhas ao lado... L- Feliz ano novo! D- Haha, lindo começo Y- O melhor começo de ano... E foi assim que recebi o ano com a irmã do meu melhor amigo e a meia-irmã.
Na tarde do dia 31, acordei mais ou menos umas 15h. Tinha 3 chamadas perdidas do Bruno, liguei de volta mas ele não atendeu, e 2 mensagens no WhatsApp da Delfi, respondi mas ela também não respondeu. Então levantei pra tomar um banho pra despertar de vez. Comigo totalmente acordado, fiz uma comida de boa pra dar uma energia.
Lá pelas 16:30, o Bruno me ligou...
B – E aí, cock, tava na casa da Romi. Que foi?
Y – Que foi o quê? Foi você que me ligou.
B – Ahh, era pra ver se você vinha lavar o carro aqui em casa.
Y – Aah, não. Tenho horário agora às 17 na casa do Guido.
B – Beleza, depois aparece ou passa me buscar que eu te acompanho.
E foi assim. Passei pra buscá-lo pra que ele me acompanhasse no carro dele, assim deixávamos o meu no lava-jato e saíamos por aí. Quando cheguei na casa, ele abriu a porta e me disse pra entrar, que ele ia tomar um banho rapidinho. Como ouvi barulho no quintal, fui dar uma olhada e era a Delfi, com aquele rabão lindo pra cima, tomando sol de topless... Ela ouviu alguém se aproximando e rapidamente se levantou, tapando os peitos...
D – Aah, é você. Pensei que fosse minha mãe e o Maurício.
Mesmo assim, ela se levantou e colocou o sutiã. Me aproximei e cumprimentei como se nada tivesse acontecido entre a gente... Teve um segundo de silêncio até que ela soltou...
D – Não consigo parar de pensar na foda que a gente deu.
Y – Foi animal, você é demais.
D – Posso ser pior.
Ela me olhou e rapidamente agarrou minha mão, me levando quase correndo pro banheiro de fora. Abriu a porta e, assim que entramos, começou a me beijar com uma fome...
D – Como você me deixa com tesão, filho da puta.
Enquanto isso, ela estava me tocando por cima do shorts.
D – Que pau lindo você tem.
E assim que disse isso, ela se ajoelhou, puxou ele pra fora e me olhou. Botou a língua pra fora e começou a passar a pontinha na cabeça, fazendo movimentos circulares... Aquele olhar de puta me deixou louco... Mas ela queria mais e, com aqueles lábios lindos e carnudos, beijava o tronco do meu pau enquanto enfiava ele todo na boca, até... o fundo... no momento do tesão, agarrei ela pelo cabelo e fiz ela parar, virando-a e apoiando-a contra a pia. D- Ahhh siiim, assim que eu gosto! E quando eu tinha puxado a calcinha dela pra enfiar o pau, ouvi o Bruno me procurando, então saí fingindo que não era comigo e fomos pro lavanderia. Passaram 5 minutos e recebo um zap da Delfi que abri quando cheguei no lavanderia e fui pro banheiro... "me deixou assim" *vídeo se tocando com a buceta toda molhada*... Y- Não pode, filha da puta! D- Não pode me deixar assim! Por enquanto a coisa ficou por isso mesmo, não dava pra fazer nada porque cada um tinha que fazer sua parte e o tempo voava. A questão é que fui jantar com a família, deu meia-noite, a gente se cumprimentou, brindou e tipo 1:00 eu parti com a galera pra fazer o pré antes da balada. Em um momento o Bruno, que já estava meio bêbado, chega perto e me fala: "Quer ir buscar a Delfi em casa e levar na casa da Sofi? Não tô com vontade". E eu fui, fui atrás de terminar o que a gente tinha começado, porque aquilo não ia ficar assim. Quando chego na casa, entrei com a chave do Bruno e gritei "Deeelfi, sou eu!" enquanto subia as escadas... D- Tô no quarto, entra! Quando entro no quarto ela estava se trocando e óbvio que não deixei ela terminar, porque automaticamente fui pra cima, virei ela e comecei a beijar. Ela queria me dizer alguma coisa, mas com o beijo não deixava ela falar, e quando a levanto no colo pra continuar beijando, abrem a porta... Luz... Eu estava com a Delfi no colo e os dois ficamos olhando pra Luz... D- Era isso que eu queria te dizer... Enquanto baixava a Delfi L- Podem continuar tranquilos, no máximo eu me junto e a gente recebe o ano os três *enquanto se aproximava* Ela ficou bem na minha frente, a milímetros da minha boca, e quando ela disse "ou não te anima?" agarrei ela pela cintura e comecei a devorar a boca dela. A Delfi arregalou os olhos, mas teve a ideia de abaixar a saia da Luz, e quando a bunda linda dela ficou à mostra, só de calcinha, ela se ajoelhou e começou a dar beijos nas nádegas enquanto eu tirava o... lindo top que cobria seus peitos lindos... L- Ah siii, filha da puta, vai! Sei que você me quer demais. Enquanto Delfi continuava a comer o cu da Luz, eu soltei o sutiã dela e comecei a chupar seus lindos peitos. Estávamos num clima de tesão ao extremo e Delfi prosseguiu, abrindo meu jeans e começando a chupar meu pau... D- Bem durinho, do jeito que eu gosto. L- Nossa, que pauzão que você tem. Sentei na beirada da cama e as duas se ajoelharam para chupar meu pau. Tinha os dois cuzinhos lindos de calcinha fio dental, empinados; eu estava no paraíso, totalmente perdido de prazer, enquanto Delfi passava a língua em círculos na cabeça do meu pau, e Luz chupava minhas bolas de um jeito totalmente desesperado e lindo; de tanto tesão, me joguei para trás enquanto Luz fazia um boquete incrível. Delfi subiu em cima de mim, colocando sua buceta na minha boca, e eu comecei a chupá-la; enquanto passava minha língua por sua buceta, sentia ela ficar ainda mais molhada e gritar de prazer... D- Ayy sim, filho da puta, como você chupa bem uma buceta. E para não ficar atrás, Luz tirou a calcinha fio dental, colocou uma camisinha em mim e, sem mais delongas, sentou no meu pau. *L- ayy siiiii* Ela começou a fazer movimentos leves de cima para baixo enquanto pequenos gemidos saíam de sua boca, até que os movimentos começaram a acelerar e os gemidos aumentaram. Eu tinha Delfi com a buceta totalmente na minha boca e Luz pulando no meu pau, totalmente puta; continuaram assim por um tempo até que Delfi decidiu trocar e foi pular no meu pau, e Luz colocou sua buceta na minha boca, mas olhando para Delfi, e aí tudo foi para o caralho, porque enquanto as duas gemiam e gritavam como putas, Luz começou a beijá-la... L- Como você me queria, filha da puta, me beija, vai. A situação estava ficando cada vez mais intensa e mais quente, então decidi comandar o jogo e colocá-las as duas de quatro. Tinha os dois bundas paradas para mim, eram todas minhas e comecei a dar palmadas enquanto elas pediam mais forte... entrei primeiro na Delfi, já sabia o que ela queria e dei sem piedade, a bunda ficou com as marcas dos meus dedos e enquanto eu abria a boceta a socos, agarrei seu cabelo com força do jeito que ela gostava, Luz era espectadora até deitar de pernas abertas na frente da Delfi... L- Chupa minha boceta, puta! E obedecendo ao pedido, Delfi começou a chupar sua boceta, estava totalmente submissa e excitada, depois de vários minutos penetrando-a soltou um gemido lindo que a deixou tremendo... ela tinha chegado no limite e era a vez da Luz, ia colocá-la de quatro mas quando vi como ela ficava linda de pernas abertas, trouxe ela pra perto de mim e enfiei meu pau, comecei a comê-la sem piedade e ela adorava, a vadia, meu pau entrava e saía daquela boceta em alta velocidade, arrancando gemidos lindos dela enquanto massageava seus peitos lindos com minhas duas mãos. Delfi de vez em quando beijava sua boca e subia em cima para que chupasse sua boceta, estávamos no auge do tesão mas ela queria mais, então depois de alguns minutos a coloquei de quatro, levantou a bunda e comecei a meter sem parar, não sabia quanto tempo ia durar mas continuei metendo, tinha seu cabelo agarrado com uma mão e com a outra dava tapas na bunda, fiquei assim por vários minutos e alguns segundos antes de meu pau explodir, ela gozou, soltou um gemido de prazer lindo e ficou tremendo... enquanto eu tirava a camisinha e a putinha da Delfi esperava de boquinha aberta pela porra, ela se recuperou como pôde e ficou ao lado dela, comecei a me masturbar e gozei na cara das duas vadias... estava exausto, não aguentava mais... então me joguei na cama com as duas putinhas ao lado... L- Feliz ano novo! D- Haha, lindo começo Y- O melhor começo de ano... E foi assim que recebi o ano com a irmã do meu melhor amigo e a meia-irmã.
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