O DESPERTAR DE UM HOMBRE CAP30
Sofi e Pao - A arrogância de Victoria chegou ao fim, parte 1
Quem foi que esteve atrás da porta, claramente a tinha fechado, troquei de roupa e investiguei pela casa para ver quem tinha chegado, não encontrei ninguém até ouvir a porta da entrada e alguém subindo as escadas, era nada mais nada menos que Paola, tinha chegado cedo, seu rosto apagado e triste, seus olhos derramando lágrimas, com voz suave eu disse, - Pao, você está bem? O que aconteceu? - sua resposta me deixou gelado, - O que te importa, me deixa sozinha, - em seguida ela entrou no seu quarto trancando a porta, me aproximei da porta e pude escutar seu choro,
Ser: Pao, abre aí, o que aconteceu? Abre, por favor,
Pao: Me deixa sozinha, não quero te ver,
Ser: Se você não me contar, não saio daqui
Pao: Amadurece, me deixa sozinha, te peço
Não respondi mais, pensei, se ela não abrir, vou entrar pela janela, fui ao quarto ao lado, entrei e saí na varanda, por sorte sua janela estava aberta, quando entrei ela estava deitada na cama de bruços, silenciosamente me sentei na cadeira que estava na escrivaninha,
Ser: Agora você vai me contar o que está acontecendo,
O susto que ela levou foi incrível e a primeira coisa que fez foi arremessar a primeira coisa que tinha à mão, uma caixinha de madeira e com tanta pontaria ou sorte que me acertou na testa, acho que se fosse um filme eu teria ganhado o Oscar, fiz a atuação da minha vida, mano, ao ver que eu desmaiava e caía no chão, ouvi como ela correu até mim, obviamente eu tinha os olhos fechados, imaginei sua cara de susto, ela se aproximou de mim, me levantou apoiando em suas pernas e sacudindo meu rosto, sua voz soluçava e suas lágrimas caindo no meu rosto, disse
Pao: Ai, não, o que eu fiz, meu amor, por favor, acorda, não me faça isso, Deus, que bruta eu fui, meu amor, por favor, eu te amo, Deus, você acabou de se recuperar e eu estou te machucando, você é tudo para mim, amor, eu te amo,
Ela se agarrou tão forte em mim que está me deixando sem ar
Ser: Se você me aperta assim, você vai me deixar sem ar,- outro substituir mais- olha o que eu tenho que fazer pra você falar, por que não me disse antes
Ele se afastou de mim e pude ver seus olhinhos lacrimejantes e um sorriso
Pao: você é um imbecil,
Ser: o melhor de todos
Pao: como você me faz isso
Ser: a única forma de você falar, não me deu opções,
Pao: e pra quê, se você já tem namorada
Ser: não sabia que tinha namorada, acabei de descobrir
Pao: eu ouvi o que você disse pra ela
Ser: que bonitinha, escutando atrás das portas, não te ensinaram que é falta de educação - num tom brincalhão - e que estranho, não lembro de ter pedido a Sofia pra ser minha namorada
Pao: ouvi quando você disse te amo
Ser: isso sim, mas acho que você não ouviu tudo, se vai escutar tem que ser completo, não acha
Pao: sim, mas você a ama, não pode negar
Ser: sim, da mesma forma que amo você,
;- ela abriu muito os olhos,
Pao: não pode amar duas pessoas ao mesmo tempo, isso é impossível,
Ser: quem diz? A sociedade, o que me importa o que a sociedade diz, você sabe bem que sinto coisas fortes quando estou com você, é algo tão forte que não teria explicação,
Pao: é uma loucura,
Ser: que seja uma loucura então, mas prefiro chamar de amor, um amor louco,
Pao: e Sofia, você a ama
Ser: sim, como amo você, o que você sente quando fazemos amor, não sente que está voando,
Pao: sim, é verdade, mas não sei se vou conseguir compartilhar
Sofia: eu consigo, além do mais você tem a vantagem de estarem sob o mesmo teto
;- outro susto da Paola, parece que não é a única que escuta atrás da porta,
Ser: aprenda, viu, ela escuta até o final, passa aqui, coração,
Sofia: e se você abrir aí, talvez eu possa entrar
Ser: pequeno grande detalhe,
Sofia entrou, me deu um beijo na boca e depois se dirigiu à Paola, se aproximando e antes que ela dissesse A, devorou sua boca com um beijo, no início ela resistiu, depois se deixou levar, Sofi aproveitou para meter a mão e Paola levou suas mãos até sua bunda, apertou, amassou, acariciou
Sofia: amor, nos deixa sozinhas, vou fazer amor com ela, o que você acha?
Ser: acho muito bom.
Me aproximei dela, dei um beijo na boca de cada uma e me retirei deixando-as sozinhas. As duas vão ficar um bom tempo juntas. Fui tomar banho. O que eu queria era terminar com a Sofi e acabei tendo as duas de novo, que coisa do destino. Por ambas eu sentia coisas, de formas diferentes, e ambas terminaram no mesmo lugar. Por outro lado, pensei na Juli, como ela levaria essa história das minhas duas amantes. Diferente delas, eu sentia um grande amor pelas minhas irmãs, amor de irmão. Acho mais conveniente manter isso em segredo por enquanto. A Fabi foi a primeira vez dela, espero que ela não esteja apaixonada. Vou ter que ir vê-la. Tomei banho, preparei outro café e umas torradas, sentei na varanda. Quando terminei, acabei dormindo um pouco até a Naty me acordar.
Naty: Ei, dorminhoco, acorda.
Ser: Uhn, que horas são?
Naty: Calma, é 1 da tarde. Há quanto tempo você está aí?
Ser: Não sei, desde as 11, acho. Nem ideia. Já chegaram todos?
Naty: Sim, vim te avisar que a comida já está pronta.
Ser: Já desço. A Pao e a Sofi estão na mesa?
Naty: Não vi elas e nem sabia que estavam. Vou avisá-las.
Ser: Deixa que eu vou.
Ao chegar, encontrei as duas abraçadas, nuas e dormindo. Estavam como num quadro, prontas para serem retratadas. Me aproximei delas e primeiro beijei a Sofia. Ela demorou a reagir até perceber que era eu.
Ser: Vejo que você se divertiu muito.
Sofi: Muito, mas eu precisava disso – agarrando meu pau por cima da calça.
Ser: Não esquenta a água se não vai tomar o mate.
Sofi: Mmm, que vontade de beber nessa bomba me deu. Mas melhor dar para ela, ela está esperando.
Ser: A comida já vai estar pronta.
Sofi: Vai lá, amor, ela precisa. Enquanto isso, vou me trocar.
Sofia foi para o meu quarto, onde estava minha roupa, e eu, com o pau duro, tirei a calça e aproveitei o momento. Fiquei na frente dela, levantei um pouco sua perna e com meu pau rocei sua buceta, ainda molhada com seus fluidos. Não foi difícil introduzir mais da metade. Minha pica, com movimentos curtos e lentos comecei a meter, me aproximei dela, a abracei e comecei a dar beijinhos, ela gemidinho baixinho, - mmm mm mm, - de repente nossas bocas se uniram mais e as línguas começaram a brigar
Pao: assim que eu gosto de ser acordada
Ser: você gosta amor,
Pao: eu adoro, que lindo é sonhar assim
Ser: não tá sonhando amor, - abriu os olhos e percebeu que não estava sonhando,
Pao: assim não para amor,
Ser: não vou parar, você gosta amor
Pao: aa aaa aaaaa aa sim meu amor, me faz amor, aa aaa aa aaa, me faz chegar como só você sabe fazer,
Nessa posição bombei mais e mais rápido, - aaa aaa aaaa aa aaa aaa aaaa siiii aaaa, - eu estava quase gozando e ela também, - sim me faz gozar siiii aaaaaaaaaaaa, - gozamos juntos e com um enchimento especial de porra na sua buceta,
Pao: o que eu vou fazer com você,
Ser: muitas coisas, mas por agora prefiro que me coma de beijos
Pao: você é um bobo sabia
Ser: sim faz tempo, vamos que já vai estar a comida e você já começou com a sobremesa,
Ambos rimos, me troquei e fui pra cima, as princesas, naty, minha mãe e sofía já estavam na mesa, pao apareceu um pouquinho depois de mim, não vi luz por nenhum lado e perguntei por ela, o que me responderam me surpreendeu,
Naty: saiu com um amigo
Juli: com aquele que se parece com ele, - apontando, -
Ser: olha que legal, essa eu não sabia
Naty: você saberia se estivesse mais em casa
Ser: se abriu o escritório de reclamações, têm o que terminei meu prato, - rimos todos - já que tá aberto o escritório ouço reclamações,
Mamãe: filhinho quando você começa a retomar o ensino médio
Ser: ai essa eu não esperava, mas vou te responder, ano que vem eu começo, começar agora não valeria a pena, próximo reclamo
Naty: você nos tem abandonado, por que motivo, razão e circunstâncias
Ser: ai dobro, tô fazendo um par de coisas, importantes e não posso contar pra vocês
Yesi: olho no que você faz, já sofremos muito nessa família
Ser: tranquila minha pequena, não é nada perigoso Yesi: pra quem você tá chamando de pequena, agarrando os dois peitos que cresceram nela Mamãe: Yesiii!!!, tudo bem a gente ser família, mas ele é seu irmão Ser: tá bom mãe, ela já deve estar saindo com namoradinhos, Yesi: naaa, são todos uns carinhas, nada interessante, mas me diverto tendo eles aos meus pés Ser: ei calma aí guria, olha que atrevida essa, vou ter que botar limites, vou ter que fechar o escritório por enquanto Juli: nada de fechar que ainda tem eu, o que você planejou pro meu aniversário Ser: o que você tem em mente pro seu aniversário, Juli: mamãe já tá me preparando pra festa, isso é óbvio, e você já sabe o que eu quero de presente, Mamãe: o que ela pediu Ser: se você não sabe mãe, imagina eu, as meninas são complicadas, Terminei minha garfada e fui pra varanda um pouco, quase logo apareceu a Juli Juli: ei por que tá se fazendo de bobo Ser: te falei que isso não é possível e não vai rolar Juli: quer apostar irmãozinho, - se aproximou perigosamente de mim, - Ser: calma irmãzinha, lembra que sou seu irmão e você não deve fazer isso, Juli: mas bem que você fez com a Paola, com a Ana, com a Vivi e até com a mamãe, por que comigo não ;- a putinha da mãe como caralho ela ficou sabendo, será que tava me espiando, Ser: será que você tava me espiando, com você é diferente você é minha princesa, e o que menos quero é estraçalhar seu coração, entende princesa, Juli: você é meu irmãozinho, te conheço o suficiente e sei que não vai me machucar, justamente por isso sou sua princesa, tchau irmãozinho, - se aproximou de mim tão rápido que roubou um beijo, Que gostosinha, bom já não tá tão gostosinha agora que cresceu tanto me perguntei, Pouco depois apareceram a Sofi e a Paola, estavam de bunda e calcinha, cochichavam e falavam baixinho no ouvido, essas duas tão planejando alguma coisa, ambas se aproximaram e se sentaram uma em cima de cada uma das minhas pobres pernas, Sofi: amor a gente tem que resolver uma coisa primeiro Ser: mmm o que tem que resolver Sofi: esse probleminha da Victoria, entende Ser: esse probleminha vai estar resolvido depois do sábado,
Pao: acho que você não tá entendendo, o que ela quer dizer,
Sofi: é que eu quero que você me arrombe a bunda na frente dela e que ela fique com vontade, entendeu agora,
; - fiquei surpreso com uma proposta daquelas e com o que ela queria fazer,
Ser: tem certeza do que quer fazer, porque o que eu tenho planejado pra ela e pro irmão dela não é nada perto do que você tá me pedindo,
Pao: o que pode ser pior que isso?
Ser: não vou adiantar nada, se quiserem saber vão ter que ir no sábado no clube, se forem avisem agora pra eu pedir mais reserva,
Sofi: gostei, vamos Pao
Pao: não sei muito sobre ela, mas tô dentro
Ser: não se fala mais, vou fazer uma ligação,
Deixei as meninas lá, os dias passaram voando, sofri o assédio constante da Juli, fiz amor várias vezes com a Pao e alguns encontros com a Sofi, com a Naty tomamos banho juntos, mas não passou de uns amassos, na sexta à tarde antes do evento, me encontrei com a Susy no apartamento dela, a Mary tinha ido ao clube fazer os últimos retoques e deixar pronta a gravação sabotando o vídeo dos irmãos Meyer, pra isso ela teve que fazer um favorzinho pra quem vai ficar responsável pelo audiovisual,
Ser: oi Susy, que lindas
Susy: oi gostoso, pensei que tinha esquecido da gente
Ser: isso nunca, linda, a Mary onde tá?
Susy: saiu pra resolver umas coisas, vai demorar pra voltar, então estamos só eu e você sozinhos, sabe o que significa
Ser: não sei, quem sabe você poderia me dar uma dica,
Não demorou nada, logo ela grudou nos meus lábios como um carrapato e minhas mãos não perderam tempo, nossas mãos lutando pra tirar cada peça de roupa que nos cobria, até ficarmos pelados, essa parte, sinceramente, não sei como ela fez, deu um pulo abrindo as pernas e encaixando perfeitamente meu pau duro na buceta dela até o fundo, o que aconteceu é que doeu, o grito que ela deu devem ter ouvido até na prefeitura, - aaaaaaaaaaa aaaaaaa puta que pariu esqueci que é grande, aaaaa Fica quieto. - Quieto eu não fico. Apertei minhas mãos na sua bunda e comecei a subir e descer de um jeito descontrolado. Seus gemidos altos de luxúria e dor: - Aaa aaa aaa aaa aa, você tá me partindo! Isso, mete mais, mais forte, assim assim assim, aaaaaaaaaaaaaa! - Eu continuei de pé sem parar de meter. - Para, para, que eu vou gozar, ahh vou gozar, para por favor aaaaaaaaaaaaaaaaaaa Deus! Deixa eu parar. - É óbvio que não dei bola, até que ela parou e, como pôde, baixou as pernas sem me soltar do pescoço. Beijei-a e dessa vez a levantei e levei até o sofá. Deitei-a com as pernas abertas, deixando a bunda pra fora do sofá. Meu pau estava encharcado dos seus fluidos, então não hesitei e encaixei na entrada. Antes que ela dissesse algo, metade do meu pau já estava dentro.
Susy: Agora você meteu tudo.
Ser: Tudo não, só a metade.
Susy: Você vai me matar, não vou aguentar.
Ser: Vai aguentar sim, igual da última vez.
Susy: Mas não tá lubrificado.
Ser: Tá sim, sua buceta tá escorrendo de tão excitada que você está, e tudo cai no meu pau. - Chega de conversa.
Enterrei um pouco mais e comecei a me mover, metendo com força como ela tinha começado. Ela gritava pedindo mais forte, já não implorava para parar. Agora entrava tudo e não tinha resistência nenhuma.
Susy: Não para, que eu vou gozar, não para!
Ser: Não vou parar até te encher de porra.
Susy: Isso, enche minha bunda de porra.
Então descarreguei uma grande quantidade de porra dentro da sua bunda sem tirar, enquanto ela se contorcia de prazer.
Susy: Você encheu minha bunda de porra.
Ser: Deixa eu ver. Sim, tá cheia de porra. Por mais que você aperte, o buraco ficou aberto.
Susy: Você tava feito uma fera.
Ser: Me deixei levar pela sua energia.
Susy: A Mary ia adorar que você deixasse tudo arrebentado nela.
Ser: Vai ter oportunidade. Hoje você que recebeu o prêmio.
Susy: Mmmm, adorei. Da próxima quero que você destrua minha buceta.
Ser: Claro, adoraria te deixar em ruínas hahahahaha.
Nos vestimos e conversamos sobre o plano. Já estava tudo pronto, Mary. Eu tava aprontando com o programador, antes desse evento, tinha uns planos escondidos pra ela, mas na real meu foco era mais no irmão dela. Depois de me despedir da Susy com um beijo ardente, parti pro bairro.
Cheguei no bairro e tinha um pessoal na esquina. No grupo tavam o Nacho, a Johana, a Daniela, a Silvia e o Negro Marce, que tava vindo descendo a avenida.
Saudei todo mundo, bem animado como sempre, até que a Johana me puxou de lado e falou:
Joha: É verdade que você tá saindo com a Victoria?
Ser: Nada a ver, por que tá perguntando?
Joha: Ela tá espalhando no clube que vocês são namorados. Por isso perguntei. Chegou nos ouvidos da Sofia e elas se estranharam feio.
Ser: Que estranho a Sofia não ter comentado nada comigo...
Joha: Foi no clube, no meio do treino.
Ser: Vou ter que dar um jeito nisso e cortar essa história. – Suspirei e perguntei – Sabe onde ela tá agora?
Joha: Pra te falar a verdade, não sei. Desde que o Walter e o Leo sumiram, a Yamila não sai de casa. Não posso te dizer onde encontrar ela. Dá uma olhada nas fontes da igreja, talvez você tenha sorte.
Ser: Valeu, Joha. Depois eu passo aí. – Me despedi dela e do resto, e fui em direção à igreja, onde ficam a fonte e o ginásio. Tive muita sorte, porque encontrei ela lá, sentada de costas pra igreja. Do lado dela tava o irmãozinho, e do outro lado uma loira igual a ela. Estavam rindo à toa, zoando alguém que tava subindo do outro lado. Era o Emiliano com uma morena gatinha igual a ele, andando de mãos dadas. Ele tava feliz até perceber as risadas desses três loiros. Baixou a cabeça, e a mina que tava com ele falou algo no ouvido dele.
Hernan: Neguinho, traz tua amiguinha aqui. Vamos dar uma diversão pra ela.
Victoria: Com a gente ela vai se divertir.
Hernan: Vem aqui, corno manso.
Essa foi a última palavra dele. Foi o que eu precisava pra acabar com ele. O banco tava a uns 1 metro de altura, então foi fácil chegar. Escalei e agarrei ele pelo pescoço, puxando pra perto. assim por trás, suas costas bateram no chão, levantei ele pelo pescoço e o encurralei contra a parede da igreja, em seguida um soco na boca do estômago, logo depois
Hernan: não me bate eu não fiz nada, - chorando que nem menininha - por favor me solta,
Ser: escuta bem seu merda, nunca mas nunca, você vai zoar ninguém e muito menos meu amigo, entendeu claro, isso aqui é sobremesa comparado com o que pode te acontecer, entendeu
Hernan: sim senhor não vou fazer de novo, eu juro, eu prometo, - não parava de chorar o baitola -,
Atrás de mim ouvi a mina que tava com o Emiliano xingando as loiras, claro que a Victoria largou ela sozinha e desceu de onde tava, o Emiliano apareceu atrás de mim,
Emi: mano tá de boa, não vale a pena
Ser: tranquilo ele merecia, esse não enche mais ninguém,
A Victoria reagiu e percebeu que fui eu que ataquei o irmão dela, viu como eu tava com ele encurralado e ele chorando,
Hernan era daqueles caras riquinhos ou melhor que acham que têm toda a grana, se acham os fodões e humilham os mais fracos, uma hora iam botar ele no lugar dele, e adivinha quem foi, esse que vos fala,
Victoria: Sergio, amor, solta ele
Ser: você cala a boca que com você eu acerto as contas depois,
Emi: já chega mano, não vale a pena,
Ser: nãooo, esse cara me encheu o saco com a prepotência dele e se achando intocável, hoje acaba,
Emi: mano o destino cuida dele, o de cima sempre tem um plano pra gente, a gente paga aqui na terra ou no além,
;- justamente essas palavras ecoaram na minha mente, não todas, só uma, “UM PLANO”, com a 5ª marcha no fundo, botei no neutro e freio a fundo,
Ser: hoje você tá com sorte, agradece a ele por não te mandar pro hospital,
Hernan: obrigado Sergio, obrigado obrigado obrigado,
Logo depois soltei ele, saiu correndo nem sei pra onde, o Emiliano me apresentou a mina como a namorada dele, Camila morena igual ele, dava pra ver que era de personalidade forte, mas ao mesmo tempo simpática, notei que ela tava completamente apaixonada por ele, conversamos mais um pouco até que eles foram embora e prometemos nos encontrar.
Era hora de encarar a loira, a maldita tinha desaparecido junto com a outra garota loira. Sabia que ela morava na torre 8, não seria muito difícil encontrá-la. Caminhei até lá pelo boulevard e de longe pude vê-la. Subi para o mezanino e esperei no final do corredor, onde havia uma escada. Ela teria que passar por ali de qualquer jeito para chegar à torre 8. Ouvi quando ela se despediu da amiga. Ela passou e eu fui atrás. Antes de chegar à torre, há um estacionamento coberto. Avancei por trás dela, tapando sua boca e segurando sua cintura, levando-a para trás de uma caminhonete. Era perfeitamente escuro e afastado do caminho, ninguém a ouviria. Ela tentou gritar e me morder, sem muito sucesso. Se acalmou quando eu disse em tom suave:
— É assim que se comporta com seu namorado?
Deixou de resistir e tentar gritar. Eu a soltei, virei-a e a encostei na caminhonete, segurando cada um de seus braços para cima. Devo sua boca de uma forma que ela correspondeu. Sua técnica de beijar não era muito boa, mas tentou acompanhar meu ritmo. Com uma mão segurei as duas mãos dela, e com a mão livre percorri todo seu corpo, apalpando seus peitos até sua cintura. Sua bunda se afastou da caminhoneta para que eu pudesse me mover com total liberdade sobre suas nádegas redondas e firmes. Ela usava uma calça solta, o que facilitava muito meus movimentos. Meti minha mão por dentro da calça, apalpei sua bunda. Tinha que admitir que ela tinha uma bunda boa. Continuei com minha mão para a frente até encontrar sua xoxotinha tranquila, sua buceta inchada e molhada. Meti minha mão dentro dela e toquei seu clitóris. Ela gemeu na minha boca, uma e outra vez, estava quase chegando lá. Abaixei sua calça o máximo que pude, tirando apenas uma perna da calça. Desabotoei a minha, deixando meu pau para fora. Soltei suas mãos e ela se agarrou ao meu pescoço. Levantei-a pela cintura e com minha mão afastei sua calcinha e apontei para sua buceta molhada. Entrou com facilidade em sua vagina. ela estava completamente encharcada, apertada, soltou da minha boca para gritar de prazer, a investida era forte e constante, até que chegou seu orgasmo, a baixei e a fiz ajoelhar, ela entendeu perfeitamente o que tinha que fazer, colocou meu pau na boca, engolindo o máximo que conseguia, posso garantir que ela sabia o que fazia com total maestria, punheta e chupada até tirar todo o gozo que eu tinha, engoliu tudo sem deixar nada, lambeu um pouco mais, e guardou dentro da cueca.
Ser: então sou seu namorado?
Vicky: sim, você vai ser meu
Ser: está muito segura, tem muito ego
Vicky: quando quero algo, eu consigo
Ser: e acha que vai conseguir me ter?
Vicky: e você o que acha? você veio até mim sozinho, nem precisei ir te buscar
Ser: te procurei pelo que andava dizendo, mas tem uma coisa que me intriga, essa mudança tão repentina de querer sair comigo, se não me engano você me odiava
Vicky: de alguma forma tinha que te trazer assim pra mim, com aquelas duas fora de jogo não ia ser difícil você vir, e respondendo sua pergunta sobre querer sair com você, desde que descobri sua ferramenta maravilhosa e a personalidade de homem que você tem, comecei a gostar mais de você, mas sabe o que deu o toque final?
Ser: diga, estou ouvindo
Vicky: foi como você me submeteu, como me dominou e me fodeu pela primeira vez, desde aquele dia estou esperando que você chegasse, que fizesse de novo, e me submetesse como fez hoje
Ser: vejo que te deixei louca, gostei de você, e muito. Olha, loira, tem uma condição para eu sair com você: vai ter que parar de foder com seu irmão
Vicky: eu não fodo com meu irmão, de onde você tirou isso? - lembrou que Emiliano é meu melhor amigo e Yami, mesmo sendo minha ex, também sabia -
Ser: loira, acha que sou trouxa?
Vicky: tem razão, vai me julgar por isso?
Ser: jamais, não sou ninguém para te julgar, só vou deixar uma coisa clara: nunca compartilho minhas garotas e com você não vou fazer exceção - menti -
Vicky: ok, ok, está bem, cê... digo e pronto.
Ser: com dizer não me basta,
Vicky: e então como você acha que devo dizer a ele,
Ser: nós dois vamos dizer a ele
Vicky: e como você pensa em dizer a ele
Ser: fácil, vou te comer na frente dele e vai ser a última vez que ele te ver pelada, e ele vai saber quem é o dono do seu corpo de agora em diante…
Sofi e Pao - A arrogância de Victoria chegou ao fim, parte 1
Quem foi que esteve atrás da porta, claramente a tinha fechado, troquei de roupa e investiguei pela casa para ver quem tinha chegado, não encontrei ninguém até ouvir a porta da entrada e alguém subindo as escadas, era nada mais nada menos que Paola, tinha chegado cedo, seu rosto apagado e triste, seus olhos derramando lágrimas, com voz suave eu disse, - Pao, você está bem? O que aconteceu? - sua resposta me deixou gelado, - O que te importa, me deixa sozinha, - em seguida ela entrou no seu quarto trancando a porta, me aproximei da porta e pude escutar seu choro,
Ser: Pao, abre aí, o que aconteceu? Abre, por favor,
Pao: Me deixa sozinha, não quero te ver,
Ser: Se você não me contar, não saio daqui
Pao: Amadurece, me deixa sozinha, te peço
Não respondi mais, pensei, se ela não abrir, vou entrar pela janela, fui ao quarto ao lado, entrei e saí na varanda, por sorte sua janela estava aberta, quando entrei ela estava deitada na cama de bruços, silenciosamente me sentei na cadeira que estava na escrivaninha,
Ser: Agora você vai me contar o que está acontecendo,
O susto que ela levou foi incrível e a primeira coisa que fez foi arremessar a primeira coisa que tinha à mão, uma caixinha de madeira e com tanta pontaria ou sorte que me acertou na testa, acho que se fosse um filme eu teria ganhado o Oscar, fiz a atuação da minha vida, mano, ao ver que eu desmaiava e caía no chão, ouvi como ela correu até mim, obviamente eu tinha os olhos fechados, imaginei sua cara de susto, ela se aproximou de mim, me levantou apoiando em suas pernas e sacudindo meu rosto, sua voz soluçava e suas lágrimas caindo no meu rosto, disse
Pao: Ai, não, o que eu fiz, meu amor, por favor, acorda, não me faça isso, Deus, que bruta eu fui, meu amor, por favor, eu te amo, Deus, você acabou de se recuperar e eu estou te machucando, você é tudo para mim, amor, eu te amo,
Ela se agarrou tão forte em mim que está me deixando sem ar
Ser: Se você me aperta assim, você vai me deixar sem ar,- outro substituir mais- olha o que eu tenho que fazer pra você falar, por que não me disse antes
Ele se afastou de mim e pude ver seus olhinhos lacrimejantes e um sorriso
Pao: você é um imbecil,
Ser: o melhor de todos
Pao: como você me faz isso
Ser: a única forma de você falar, não me deu opções,
Pao: e pra quê, se você já tem namorada
Ser: não sabia que tinha namorada, acabei de descobrir
Pao: eu ouvi o que você disse pra ela
Ser: que bonitinha, escutando atrás das portas, não te ensinaram que é falta de educação - num tom brincalhão - e que estranho, não lembro de ter pedido a Sofia pra ser minha namorada
Pao: ouvi quando você disse te amo
Ser: isso sim, mas acho que você não ouviu tudo, se vai escutar tem que ser completo, não acha
Pao: sim, mas você a ama, não pode negar
Ser: sim, da mesma forma que amo você,
;- ela abriu muito os olhos,
Pao: não pode amar duas pessoas ao mesmo tempo, isso é impossível,
Ser: quem diz? A sociedade, o que me importa o que a sociedade diz, você sabe bem que sinto coisas fortes quando estou com você, é algo tão forte que não teria explicação,
Pao: é uma loucura,
Ser: que seja uma loucura então, mas prefiro chamar de amor, um amor louco,
Pao: e Sofia, você a ama
Ser: sim, como amo você, o que você sente quando fazemos amor, não sente que está voando,
Pao: sim, é verdade, mas não sei se vou conseguir compartilhar
Sofia: eu consigo, além do mais você tem a vantagem de estarem sob o mesmo teto
;- outro susto da Paola, parece que não é a única que escuta atrás da porta,
Ser: aprenda, viu, ela escuta até o final, passa aqui, coração,
Sofia: e se você abrir aí, talvez eu possa entrar
Ser: pequeno grande detalhe,
Sofia entrou, me deu um beijo na boca e depois se dirigiu à Paola, se aproximando e antes que ela dissesse A, devorou sua boca com um beijo, no início ela resistiu, depois se deixou levar, Sofi aproveitou para meter a mão e Paola levou suas mãos até sua bunda, apertou, amassou, acariciou
Sofia: amor, nos deixa sozinhas, vou fazer amor com ela, o que você acha?
Ser: acho muito bom.
Me aproximei dela, dei um beijo na boca de cada uma e me retirei deixando-as sozinhas. As duas vão ficar um bom tempo juntas. Fui tomar banho. O que eu queria era terminar com a Sofi e acabei tendo as duas de novo, que coisa do destino. Por ambas eu sentia coisas, de formas diferentes, e ambas terminaram no mesmo lugar. Por outro lado, pensei na Juli, como ela levaria essa história das minhas duas amantes. Diferente delas, eu sentia um grande amor pelas minhas irmãs, amor de irmão. Acho mais conveniente manter isso em segredo por enquanto. A Fabi foi a primeira vez dela, espero que ela não esteja apaixonada. Vou ter que ir vê-la. Tomei banho, preparei outro café e umas torradas, sentei na varanda. Quando terminei, acabei dormindo um pouco até a Naty me acordar.
Naty: Ei, dorminhoco, acorda.
Ser: Uhn, que horas são?
Naty: Calma, é 1 da tarde. Há quanto tempo você está aí?
Ser: Não sei, desde as 11, acho. Nem ideia. Já chegaram todos?
Naty: Sim, vim te avisar que a comida já está pronta.
Ser: Já desço. A Pao e a Sofi estão na mesa?
Naty: Não vi elas e nem sabia que estavam. Vou avisá-las.
Ser: Deixa que eu vou.
Ao chegar, encontrei as duas abraçadas, nuas e dormindo. Estavam como num quadro, prontas para serem retratadas. Me aproximei delas e primeiro beijei a Sofia. Ela demorou a reagir até perceber que era eu.
Ser: Vejo que você se divertiu muito.
Sofi: Muito, mas eu precisava disso – agarrando meu pau por cima da calça.
Ser: Não esquenta a água se não vai tomar o mate.
Sofi: Mmm, que vontade de beber nessa bomba me deu. Mas melhor dar para ela, ela está esperando.
Ser: A comida já vai estar pronta.
Sofi: Vai lá, amor, ela precisa. Enquanto isso, vou me trocar.
Sofia foi para o meu quarto, onde estava minha roupa, e eu, com o pau duro, tirei a calça e aproveitei o momento. Fiquei na frente dela, levantei um pouco sua perna e com meu pau rocei sua buceta, ainda molhada com seus fluidos. Não foi difícil introduzir mais da metade. Minha pica, com movimentos curtos e lentos comecei a meter, me aproximei dela, a abracei e comecei a dar beijinhos, ela gemidinho baixinho, - mmm mm mm, - de repente nossas bocas se uniram mais e as línguas começaram a brigar
Pao: assim que eu gosto de ser acordada
Ser: você gosta amor,
Pao: eu adoro, que lindo é sonhar assim
Ser: não tá sonhando amor, - abriu os olhos e percebeu que não estava sonhando,
Pao: assim não para amor,
Ser: não vou parar, você gosta amor
Pao: aa aaa aaaaa aa sim meu amor, me faz amor, aa aaa aa aaa, me faz chegar como só você sabe fazer,
Nessa posição bombei mais e mais rápido, - aaa aaa aaaa aa aaa aaa aaaa siiii aaaa, - eu estava quase gozando e ela também, - sim me faz gozar siiii aaaaaaaaaaaa, - gozamos juntos e com um enchimento especial de porra na sua buceta,
Pao: o que eu vou fazer com você,
Ser: muitas coisas, mas por agora prefiro que me coma de beijos
Pao: você é um bobo sabia
Ser: sim faz tempo, vamos que já vai estar a comida e você já começou com a sobremesa,
Ambos rimos, me troquei e fui pra cima, as princesas, naty, minha mãe e sofía já estavam na mesa, pao apareceu um pouquinho depois de mim, não vi luz por nenhum lado e perguntei por ela, o que me responderam me surpreendeu,
Naty: saiu com um amigo
Juli: com aquele que se parece com ele, - apontando, -
Ser: olha que legal, essa eu não sabia
Naty: você saberia se estivesse mais em casa
Ser: se abriu o escritório de reclamações, têm o que terminei meu prato, - rimos todos - já que tá aberto o escritório ouço reclamações,
Mamãe: filhinho quando você começa a retomar o ensino médio
Ser: ai essa eu não esperava, mas vou te responder, ano que vem eu começo, começar agora não valeria a pena, próximo reclamo
Naty: você nos tem abandonado, por que motivo, razão e circunstâncias
Ser: ai dobro, tô fazendo um par de coisas, importantes e não posso contar pra vocês
Yesi: olho no que você faz, já sofremos muito nessa família
Ser: tranquila minha pequena, não é nada perigoso Yesi: pra quem você tá chamando de pequena, agarrando os dois peitos que cresceram nela Mamãe: Yesiii!!!, tudo bem a gente ser família, mas ele é seu irmão Ser: tá bom mãe, ela já deve estar saindo com namoradinhos, Yesi: naaa, são todos uns carinhas, nada interessante, mas me diverto tendo eles aos meus pés Ser: ei calma aí guria, olha que atrevida essa, vou ter que botar limites, vou ter que fechar o escritório por enquanto Juli: nada de fechar que ainda tem eu, o que você planejou pro meu aniversário Ser: o que você tem em mente pro seu aniversário, Juli: mamãe já tá me preparando pra festa, isso é óbvio, e você já sabe o que eu quero de presente, Mamãe: o que ela pediu Ser: se você não sabe mãe, imagina eu, as meninas são complicadas, Terminei minha garfada e fui pra varanda um pouco, quase logo apareceu a Juli Juli: ei por que tá se fazendo de bobo Ser: te falei que isso não é possível e não vai rolar Juli: quer apostar irmãozinho, - se aproximou perigosamente de mim, - Ser: calma irmãzinha, lembra que sou seu irmão e você não deve fazer isso, Juli: mas bem que você fez com a Paola, com a Ana, com a Vivi e até com a mamãe, por que comigo não ;- a putinha da mãe como caralho ela ficou sabendo, será que tava me espiando, Ser: será que você tava me espiando, com você é diferente você é minha princesa, e o que menos quero é estraçalhar seu coração, entende princesa, Juli: você é meu irmãozinho, te conheço o suficiente e sei que não vai me machucar, justamente por isso sou sua princesa, tchau irmãozinho, - se aproximou de mim tão rápido que roubou um beijo, Que gostosinha, bom já não tá tão gostosinha agora que cresceu tanto me perguntei, Pouco depois apareceram a Sofi e a Paola, estavam de bunda e calcinha, cochichavam e falavam baixinho no ouvido, essas duas tão planejando alguma coisa, ambas se aproximaram e se sentaram uma em cima de cada uma das minhas pobres pernas, Sofi: amor a gente tem que resolver uma coisa primeiro Ser: mmm o que tem que resolver Sofi: esse probleminha da Victoria, entende Ser: esse probleminha vai estar resolvido depois do sábado,
Pao: acho que você não tá entendendo, o que ela quer dizer,
Sofi: é que eu quero que você me arrombe a bunda na frente dela e que ela fique com vontade, entendeu agora,
; - fiquei surpreso com uma proposta daquelas e com o que ela queria fazer,
Ser: tem certeza do que quer fazer, porque o que eu tenho planejado pra ela e pro irmão dela não é nada perto do que você tá me pedindo,
Pao: o que pode ser pior que isso?
Ser: não vou adiantar nada, se quiserem saber vão ter que ir no sábado no clube, se forem avisem agora pra eu pedir mais reserva,
Sofi: gostei, vamos Pao
Pao: não sei muito sobre ela, mas tô dentro
Ser: não se fala mais, vou fazer uma ligação,
Deixei as meninas lá, os dias passaram voando, sofri o assédio constante da Juli, fiz amor várias vezes com a Pao e alguns encontros com a Sofi, com a Naty tomamos banho juntos, mas não passou de uns amassos, na sexta à tarde antes do evento, me encontrei com a Susy no apartamento dela, a Mary tinha ido ao clube fazer os últimos retoques e deixar pronta a gravação sabotando o vídeo dos irmãos Meyer, pra isso ela teve que fazer um favorzinho pra quem vai ficar responsável pelo audiovisual,
Ser: oi Susy, que lindas
Susy: oi gostoso, pensei que tinha esquecido da gente
Ser: isso nunca, linda, a Mary onde tá?
Susy: saiu pra resolver umas coisas, vai demorar pra voltar, então estamos só eu e você sozinhos, sabe o que significa
Ser: não sei, quem sabe você poderia me dar uma dica,
Não demorou nada, logo ela grudou nos meus lábios como um carrapato e minhas mãos não perderam tempo, nossas mãos lutando pra tirar cada peça de roupa que nos cobria, até ficarmos pelados, essa parte, sinceramente, não sei como ela fez, deu um pulo abrindo as pernas e encaixando perfeitamente meu pau duro na buceta dela até o fundo, o que aconteceu é que doeu, o grito que ela deu devem ter ouvido até na prefeitura, - aaaaaaaaaaa aaaaaaa puta que pariu esqueci que é grande, aaaaa Fica quieto. - Quieto eu não fico. Apertei minhas mãos na sua bunda e comecei a subir e descer de um jeito descontrolado. Seus gemidos altos de luxúria e dor: - Aaa aaa aaa aaa aa, você tá me partindo! Isso, mete mais, mais forte, assim assim assim, aaaaaaaaaaaaaa! - Eu continuei de pé sem parar de meter. - Para, para, que eu vou gozar, ahh vou gozar, para por favor aaaaaaaaaaaaaaaaaaa Deus! Deixa eu parar. - É óbvio que não dei bola, até que ela parou e, como pôde, baixou as pernas sem me soltar do pescoço. Beijei-a e dessa vez a levantei e levei até o sofá. Deitei-a com as pernas abertas, deixando a bunda pra fora do sofá. Meu pau estava encharcado dos seus fluidos, então não hesitei e encaixei na entrada. Antes que ela dissesse algo, metade do meu pau já estava dentro.
Susy: Agora você meteu tudo.
Ser: Tudo não, só a metade.
Susy: Você vai me matar, não vou aguentar.
Ser: Vai aguentar sim, igual da última vez.
Susy: Mas não tá lubrificado.
Ser: Tá sim, sua buceta tá escorrendo de tão excitada que você está, e tudo cai no meu pau. - Chega de conversa.
Enterrei um pouco mais e comecei a me mover, metendo com força como ela tinha começado. Ela gritava pedindo mais forte, já não implorava para parar. Agora entrava tudo e não tinha resistência nenhuma.
Susy: Não para, que eu vou gozar, não para!
Ser: Não vou parar até te encher de porra.
Susy: Isso, enche minha bunda de porra.
Então descarreguei uma grande quantidade de porra dentro da sua bunda sem tirar, enquanto ela se contorcia de prazer.
Susy: Você encheu minha bunda de porra.
Ser: Deixa eu ver. Sim, tá cheia de porra. Por mais que você aperte, o buraco ficou aberto.
Susy: Você tava feito uma fera.
Ser: Me deixei levar pela sua energia.
Susy: A Mary ia adorar que você deixasse tudo arrebentado nela.
Ser: Vai ter oportunidade. Hoje você que recebeu o prêmio.
Susy: Mmmm, adorei. Da próxima quero que você destrua minha buceta.
Ser: Claro, adoraria te deixar em ruínas hahahahaha.
Nos vestimos e conversamos sobre o plano. Já estava tudo pronto, Mary. Eu tava aprontando com o programador, antes desse evento, tinha uns planos escondidos pra ela, mas na real meu foco era mais no irmão dela. Depois de me despedir da Susy com um beijo ardente, parti pro bairro.
Cheguei no bairro e tinha um pessoal na esquina. No grupo tavam o Nacho, a Johana, a Daniela, a Silvia e o Negro Marce, que tava vindo descendo a avenida.
Saudei todo mundo, bem animado como sempre, até que a Johana me puxou de lado e falou:
Joha: É verdade que você tá saindo com a Victoria?
Ser: Nada a ver, por que tá perguntando?
Joha: Ela tá espalhando no clube que vocês são namorados. Por isso perguntei. Chegou nos ouvidos da Sofia e elas se estranharam feio.
Ser: Que estranho a Sofia não ter comentado nada comigo...
Joha: Foi no clube, no meio do treino.
Ser: Vou ter que dar um jeito nisso e cortar essa história. – Suspirei e perguntei – Sabe onde ela tá agora?
Joha: Pra te falar a verdade, não sei. Desde que o Walter e o Leo sumiram, a Yamila não sai de casa. Não posso te dizer onde encontrar ela. Dá uma olhada nas fontes da igreja, talvez você tenha sorte.
Ser: Valeu, Joha. Depois eu passo aí. – Me despedi dela e do resto, e fui em direção à igreja, onde ficam a fonte e o ginásio. Tive muita sorte, porque encontrei ela lá, sentada de costas pra igreja. Do lado dela tava o irmãozinho, e do outro lado uma loira igual a ela. Estavam rindo à toa, zoando alguém que tava subindo do outro lado. Era o Emiliano com uma morena gatinha igual a ele, andando de mãos dadas. Ele tava feliz até perceber as risadas desses três loiros. Baixou a cabeça, e a mina que tava com ele falou algo no ouvido dele.
Hernan: Neguinho, traz tua amiguinha aqui. Vamos dar uma diversão pra ela.
Victoria: Com a gente ela vai se divertir.
Hernan: Vem aqui, corno manso.
Essa foi a última palavra dele. Foi o que eu precisava pra acabar com ele. O banco tava a uns 1 metro de altura, então foi fácil chegar. Escalei e agarrei ele pelo pescoço, puxando pra perto. assim por trás, suas costas bateram no chão, levantei ele pelo pescoço e o encurralei contra a parede da igreja, em seguida um soco na boca do estômago, logo depois
Hernan: não me bate eu não fiz nada, - chorando que nem menininha - por favor me solta,
Ser: escuta bem seu merda, nunca mas nunca, você vai zoar ninguém e muito menos meu amigo, entendeu claro, isso aqui é sobremesa comparado com o que pode te acontecer, entendeu
Hernan: sim senhor não vou fazer de novo, eu juro, eu prometo, - não parava de chorar o baitola -,
Atrás de mim ouvi a mina que tava com o Emiliano xingando as loiras, claro que a Victoria largou ela sozinha e desceu de onde tava, o Emiliano apareceu atrás de mim,
Emi: mano tá de boa, não vale a pena
Ser: tranquilo ele merecia, esse não enche mais ninguém,
A Victoria reagiu e percebeu que fui eu que ataquei o irmão dela, viu como eu tava com ele encurralado e ele chorando,
Hernan era daqueles caras riquinhos ou melhor que acham que têm toda a grana, se acham os fodões e humilham os mais fracos, uma hora iam botar ele no lugar dele, e adivinha quem foi, esse que vos fala,
Victoria: Sergio, amor, solta ele
Ser: você cala a boca que com você eu acerto as contas depois,
Emi: já chega mano, não vale a pena,
Ser: nãooo, esse cara me encheu o saco com a prepotência dele e se achando intocável, hoje acaba,
Emi: mano o destino cuida dele, o de cima sempre tem um plano pra gente, a gente paga aqui na terra ou no além,
;- justamente essas palavras ecoaram na minha mente, não todas, só uma, “UM PLANO”, com a 5ª marcha no fundo, botei no neutro e freio a fundo,
Ser: hoje você tá com sorte, agradece a ele por não te mandar pro hospital,
Hernan: obrigado Sergio, obrigado obrigado obrigado,
Logo depois soltei ele, saiu correndo nem sei pra onde, o Emiliano me apresentou a mina como a namorada dele, Camila morena igual ele, dava pra ver que era de personalidade forte, mas ao mesmo tempo simpática, notei que ela tava completamente apaixonada por ele, conversamos mais um pouco até que eles foram embora e prometemos nos encontrar.
Era hora de encarar a loira, a maldita tinha desaparecido junto com a outra garota loira. Sabia que ela morava na torre 8, não seria muito difícil encontrá-la. Caminhei até lá pelo boulevard e de longe pude vê-la. Subi para o mezanino e esperei no final do corredor, onde havia uma escada. Ela teria que passar por ali de qualquer jeito para chegar à torre 8. Ouvi quando ela se despediu da amiga. Ela passou e eu fui atrás. Antes de chegar à torre, há um estacionamento coberto. Avancei por trás dela, tapando sua boca e segurando sua cintura, levando-a para trás de uma caminhonete. Era perfeitamente escuro e afastado do caminho, ninguém a ouviria. Ela tentou gritar e me morder, sem muito sucesso. Se acalmou quando eu disse em tom suave:
— É assim que se comporta com seu namorado?
Deixou de resistir e tentar gritar. Eu a soltei, virei-a e a encostei na caminhonete, segurando cada um de seus braços para cima. Devo sua boca de uma forma que ela correspondeu. Sua técnica de beijar não era muito boa, mas tentou acompanhar meu ritmo. Com uma mão segurei as duas mãos dela, e com a mão livre percorri todo seu corpo, apalpando seus peitos até sua cintura. Sua bunda se afastou da caminhoneta para que eu pudesse me mover com total liberdade sobre suas nádegas redondas e firmes. Ela usava uma calça solta, o que facilitava muito meus movimentos. Meti minha mão por dentro da calça, apalpei sua bunda. Tinha que admitir que ela tinha uma bunda boa. Continuei com minha mão para a frente até encontrar sua xoxotinha tranquila, sua buceta inchada e molhada. Meti minha mão dentro dela e toquei seu clitóris. Ela gemeu na minha boca, uma e outra vez, estava quase chegando lá. Abaixei sua calça o máximo que pude, tirando apenas uma perna da calça. Desabotoei a minha, deixando meu pau para fora. Soltei suas mãos e ela se agarrou ao meu pescoço. Levantei-a pela cintura e com minha mão afastei sua calcinha e apontei para sua buceta molhada. Entrou com facilidade em sua vagina. ela estava completamente encharcada, apertada, soltou da minha boca para gritar de prazer, a investida era forte e constante, até que chegou seu orgasmo, a baixei e a fiz ajoelhar, ela entendeu perfeitamente o que tinha que fazer, colocou meu pau na boca, engolindo o máximo que conseguia, posso garantir que ela sabia o que fazia com total maestria, punheta e chupada até tirar todo o gozo que eu tinha, engoliu tudo sem deixar nada, lambeu um pouco mais, e guardou dentro da cueca.
Ser: então sou seu namorado?
Vicky: sim, você vai ser meu
Ser: está muito segura, tem muito ego
Vicky: quando quero algo, eu consigo
Ser: e acha que vai conseguir me ter?
Vicky: e você o que acha? você veio até mim sozinho, nem precisei ir te buscar
Ser: te procurei pelo que andava dizendo, mas tem uma coisa que me intriga, essa mudança tão repentina de querer sair comigo, se não me engano você me odiava
Vicky: de alguma forma tinha que te trazer assim pra mim, com aquelas duas fora de jogo não ia ser difícil você vir, e respondendo sua pergunta sobre querer sair com você, desde que descobri sua ferramenta maravilhosa e a personalidade de homem que você tem, comecei a gostar mais de você, mas sabe o que deu o toque final?
Ser: diga, estou ouvindo
Vicky: foi como você me submeteu, como me dominou e me fodeu pela primeira vez, desde aquele dia estou esperando que você chegasse, que fizesse de novo, e me submetesse como fez hoje
Ser: vejo que te deixei louca, gostei de você, e muito. Olha, loira, tem uma condição para eu sair com você: vai ter que parar de foder com seu irmão
Vicky: eu não fodo com meu irmão, de onde você tirou isso? - lembrou que Emiliano é meu melhor amigo e Yami, mesmo sendo minha ex, também sabia -
Ser: loira, acha que sou trouxa?
Vicky: tem razão, vai me julgar por isso?
Ser: jamais, não sou ninguém para te julgar, só vou deixar uma coisa clara: nunca compartilho minhas garotas e com você não vou fazer exceção - menti -
Vicky: ok, ok, está bem, cê... digo e pronto.
Ser: com dizer não me basta,
Vicky: e então como você acha que devo dizer a ele,
Ser: nós dois vamos dizer a ele
Vicky: e como você pensa em dizer a ele
Ser: fácil, vou te comer na frente dele e vai ser a última vez que ele te ver pelada, e ele vai saber quem é o dono do seu corpo de agora em diante…
1 comentários - O Despertar de um Homem Capítulo 30