O Despertar de um Homem Capítulo 27

O DESPERTAR DE UM HOMBRE CAPÍTULO 27
Doce vingança- O plano estava em andamento, já era noite, voltei pra casa e o jantar já estava pronto. Me perguntaram onde eu tinha me metido, e contei que estava por Lugano visitando a galera. Senti um ciúme em alguns olhares, na minha princesa Juli e na Paola. O jantar transcorreu normalmente, contei algumas coisas sobre o hospital. Naquela noite, chamei minhas princesas pra dormir comigo. Vi um sorriso safado mais na Juli do que na Yessi. As duas foram colocar o pijama e aproveitei pra tomar um banho.

Enquanto me ensaboava, senti umas mãos na minha cintura. Ao me virar, me deparei com os olhos mais lindos: Paola. Um olhar cheio de luxúria, transbordando desejo. Ela já estava completamente nua — não sei quando entrou, foi muito sorrateira. Entrou no box, se prendeu na minha boca com desejo, paixão, amor. A abracei pela cintura e a puxei pra perto. Meu pau foi crescendo entre suas pernas... sua buceta estava fervendo. Ela levantou um pouco a perna e se encaixou na entrada. Assim que a cabeça entrou, bastou um movimento pra entrar o resto.

O gemido que saiu da boca dela foi a melodia que eu precisava.
— Quanto senti sua falta... quanto precisei de você. Sentir você dentro de mim, sentir seu calor, sua boca, tudo em você. Não me faz esperar, me faz de amor — foram suas últimas palavras antes de virar um concerto de gemidos.

Fizemos amor, um pequeno reencontro dos nossos corpos debaixo do chuveiro. Gozamos os dois ao mesmo tempo, ficando abraçados sob a água por um tempo. Nossos corpos não queriam se separar — essa era a conexão que eu tinha com ela, era mais espiritual, um magnetismo que não dava pra explicar com palavras.

Nosso encontro foi interrompido pelas minhas princesas entrando no quarto. Demos um último beijo, Paola saiu escondida e minhas princesas já estavam esperando na cama. Tinham deixado um espaço pra mim bem no meio das duas. Estavam divertidas e com um sorriso bem safado. Me deitei entre elas e começamos... conversar e rir, guerra de travesseiros e cócegas, até que num momento, por acidente, toquei o peito da Juli. Longe de ficar brava,

Juli: Olha meu irmãozinho que atrevido, tocando o peito da irmã, pervertido – enquanto seu rosto ficava corado e ela soltava uma risadinha nervosa –, você é meu irmão, tem permissão pra tocar.

Ser: Desculpa, não foi minha intenção e não devemos, somos irmãos, não vai acontecer de novo.

A brincadeira já tinha acabado, era hora de dormir. As duas se deitaram de lado entre meus braços, apoiando a cabeça no meu peito. Pude sentir o peito da Juli no meu lado, era firme e o biquinho duro? Não, o que tá acontecendo comigo, ela é minha princesa, minha irmã. Essa é uma linha que não vou cruzar, não com elas. Elas pegaram no sono, assim como eu. Não dormi bem aquela noite. De madrugada, senti uma sensação estranha. O quarto estava escuro. Senti alguém mexendo no meu pau duro. Minhas princesas estavam acordadas e na mesma posição em que adormecemos. As duas estavam se masturbando e sussurravam:

Yesi: É enorme, isso não vai caber em você.

Juli: Não sei se vai caber, vou tentar.

Yesi: Sabe que ele não vai querer, ele não te vê como mulher.

Juli: Vou provocar até ele me ver como mulher. Estou perto de fazer 15 anos e quero ele de presente.

Yesi: Você não vai convencê-lo, isso eu posso garantir.

Juli: Veremos. Viu como tá pulsando? Late, tá quente.

Tive que me mexer para que ela desistisse do que estava prestes a acontecer. Não ia permitir. Uma coisa era minha mãe, outra eram elas. Elas se acomodaram de novo e depois de um tempo consegui dormir.

Na manhã seguinte, as garotas já tinham ido. Eram 10 da manhã quando acordei com uma ereção por causa daquela puta da minha mãe. "Pequenos diabinhos, olha o que vocês provocaram", pensei. Nisso, batem na porta. Era a Paola, que vinha me trazer um café e um croissant. Cheirava delicioso, mas não foi isso que me deixou tonto, e sim o que ela estava vestindo. Ela veio com um robe quase transparente preto e uma calcinha fio-dental branca. Dava pra ver seus seios e seus mamilos marrom-escuros, me deleitei ao vê-la assim, o cabelo preso, os lábios pintados de vermelho intenso e nos seus olhos a luxúria que ela irradiava. Ela se aproximou de mim com toda sensualidade, me deu um beijo terno nos lábios.

Pao: Bom dia, meu amor.
Ser: Bom dia, linda.
Pao: Como você passou a noite com suas princesas?
Ser: Bem, fazia tempo que não dormíamos juntos.
Pao: Que lindo, mesmo que elas já não sejam mais menininhas inocentes... — aquele tom me cheirava a que ela sabia de algo que eu não estava sabendo.
Ser: É verdade, já não são mais menininhas, mas pra mim sempre serão. — enquanto dava um gole no café e mordia uma medialuna —.
Não sei em que momento ela apoiou a mão no meu pau.

Pao: Sim, mas essas diabinhas te deixaram bem quentinho, olha como isso está.
Ser: Isso não é por causa delas, é por você, você está incrivelmente sexy.
Pao: Obrigada, meu amor.

Ela se aproximou de mim, tirando a xícara de café e a medialuna pela metade que eu segurava, para se sentar em cima de mim, abrindo as pernas para os lados. Tirou o roupão, ficando nua, e aqueles seios lindos que me deixavam louco. Amei esses seios, beijei e mordisquei, enquanto ela segurava minha cabeça. — Isso, come eles como você gosta, eles são só seus, sua propriedade. — Continuei aproveitando aquela iguaria. — Como eu gosto de você, você me deixa louco. — Foi o detonador para um orgasmo. — Aaaaa aaa aa aaaaa, como você me fez gozar, o que você tem que me deixa louca? — Ela se afastou para trás, tirando minha cueca e calça e libertando a fera. Não demorou muito para ir até ele, baixou a cabeça, beijou e lambeu antes de engolir tudo. Ver sua cabeça subindo e descendo me deixou terrivelmente excitado. Passar sua língua de cima a baixo, aproveitando sua preciosa iguaria. Minha gozada estava próxima e eu a avisei. — Me dá meu leite, me dá tudo na boquinha. — Ela apoiou os lábios envolvendo minha cabeça e com a mão me masturbava, sua língua rodeava todo o freio e a gozada era iminente. Engoliu cada jato que saiu, saboreando e aproveitando seu gosto, limpou minha glande deixando-a brilhante. O que ela disse depois me... Ele ficou um pouco desconcertado, tomou um gole de café, "da próxima quero no meu café", esse comentário longe de me fazer recuar me deixou ainda mais duro, ela sabia disso, subiu em cima de mim de novo, puxou a calcinha fio-dental e enfiou de uma só vez, uma dança sensual mexendo os quadris que me deixou louco - aaaaah siiim como eu amo fazer amor com você -, sua buceta molhada e quente, eu estava tão excitado que ia gozar a qualquer momento, - me dá leite, me dá que eu vou gozar, me dá tudo, siiiiii aaaaarrrr aaarr aaaaaaaa siiim meu amor, como você me enche aaaaah -, desabando sobre mim roubando um beijo lindo,

Pao: meu coração e minha alma são seus,

Ela me disse ao sair do quarto, fiquei um tempo deitado pensando, a Pao é encantadora, temos uma química boa, sinto coisas por ela muito fortes, é algo que eu curto fazer amor, será que ela é a que eu quero pra minha vida,
Levantei da cama, tomei um banho e saí pra comprar as coisas que precisava pra vingança que tinha planejado pra esses dois, andei por Caballito e encontrei tudo que precisava, peguei o ônibus e fui pra Lugano, fui direto pra casa do Mati deixar as coisas, o lugar já estava escolhido, os participantes já estavam, só faltavam eles, o Mati e um amigo cuidariam da logística e preparariam o lugar, no sábado à noite seria o evento, voltei pra casa, jantei com a família, conversamos sobre um pouco de tudo, enquanto jantava comecei a observar as mulheres da casa, a olhar com atenção cada uma delas, tudo que tinha acontecido durante um ano e meio de ausência, a Yesi estava numa fase de crescimento, o corpo dela estava tomando forma, o rostinho, o jeito de falar, de se expressar, por outro lado a Juli já tinha desenvolvido, o universo tinha privilegiado ela com uma silhueta incrível de modelo, divertida, angelical, mas por trás daquela cara se escondia o mesmo demônio, a Naty continuava tão linda, estava fazendo academia e o corpo dela mostrava, a Ludmila estava radiante, já não era mais aquela garota que eu abracei nos meus braços dando a... possibilidade de uma boa vida, vai Pao, nem precisa dizer nada, tem tudo que um homem gostaria numa mulher, minhas mães lindíssimas, radiante, felizes, Ana eu notei estranha, não era uma garota de demonstrar sentimentos, aquele jeitinho de bad girl não a deixava, às vezes dava pra roubar um sorriso, mas desde que voltei pra casa nunca mais a vi sorrir, teria que conversar com ela, saber o que tá rolando, se tá tudo bem.
O jantar transcorreu normalmente e cada um foi pro seu quarto, essa noite a Paola dormiu comigo, fizemos amor por uma hora até ficar exaustos.

Já era sábado quando acordei, a Pao ainda tava dormindo nua do meu lado, parecia tão linda que não quis acordá-la, subi pra cozinha preparar uns mates, minha mãe e a Ana já estavam tomando café, batemos um papo e eu disse que voltaria amanhã, ia pra uma festa, troquei de roupa e fui pra Lugano, encontrei a Sofia quando descia do ônibus, e ela não demorou a correr pros meus braços e me cobrir de beijos, conversamos um pouco e ela seguiu caminho pra academia, aquela legging ficava perfeita nela. Passei a tarde de bobeira com os mlks até anoitecer, falei com o Maty e já tava tudo pronto, a gente ia se encontrar em Oliden e Riestra, a casa era colada nos trilhos, não teria interrupções, me apresentei pro traficante, e dei um envelope fechado pra ele, pela logística e pela galera que viria. A festa começou e os convidados foram chegando, entre eles tinha prostituta, travesti e gay, a condição era que tinham que vir de antifa ou máscara, também tinha uns conhecidos do traficante, enfim, faltavam eles dois pra completar, o que eu não contava é que possivelmente ele convidaria a loira e a Yamila. Entraram pela porta e lá estavam, não só essas escórias, mas também a loira, a Yamila e o irmão da loira, o Hernán. Por sorte, com as máscaras não me reconheceriam. Foram se acomodando e a festa começou, o plano tava em andamento, as prostitutas iam cuidar de separar esses dois pra depois levá-los pra um quarto, por outro... lado e que me facilitou as coisas eram Victoria, Hernan e Yamila dançavam juntos, enquanto os outros o levavam para um quarto, o plano começou, fiz sinal para Mati, ele chamou os dois travestis, e fui atrás deles, entrei no quarto e lá estavam eles, ambos nus e amarrados enquanto as garotas dançavam para eles, ao entrar ambas pararam a dança se colocando cada uma ao lado

Walter: por que param, ah já vejo mais garotas

Leo: olha que gostosa essa loira

Era inevitável não rir,

Ser: então vocês são a escória que gosta de andar humilhando, - ambos fizeram cara de terror - , agora vou dar uma lição para o resto da vida de vocês, essas garotas que estão ao meu lado, vão se encarregar disso,

Walter: que tipo de lição vocês podem dar,

Ser: a lição que vão te dar, vai ser arrombar seu cu, até deixar sangrando, você vai sair do bairro para nunca mais voltar, vamos tirar foto e filmar você, e se tentar denunciar, as fotos serão públicas, não deviam ter mexido com ele, - levantei minha máscara mostrando meu rosto, o terror nos olhos deles disse tudo, ambos começaram a chorar e suplicar -,

Walter: aaaaaaahhhhhh, mas mas você estava morto, isso é impossível

Leo: sim, nós te pegamos,

Ser: comigo nada, vocês mexeram com as pessoas erradas e agora vão pagar por isso

Walter: o que fizemos, não mexemos com ninguém, solta a gente,

Ser: humilhou meu melhor amigo, junto com os outros 3, e mexeu com Yamila essa garota era proibida para você, e agora sua falta será castigada,

Nós os amordaçamos para não ouvi-los, as garotas já estavam cuidando dos dois travestis, ambos tinham uma pica enorme, maior que a minha, me surpreendi com o tamanho, as garotas já estavam prontas, agarramos os dois e colocamos a bundinha para cima, tivemos que segurá-los para que não se mexessem, Gladys que era a loira, cuspiu no ânus de Walter introduziu um dos dedos e brincou nele, mesmo com a mordaça dava para ouvir a súplica dele, Gladys prestes a ao seu pênis na entrada e por mais que ele franziu o ânus, aquela besta entrou até o fundo, lágrimas escorriam dos seus olhos, ele tentou se mexer mas era impossível, Gladys começou a perfurar de leve no início e depois foi mais forte, - obrigada por isso, Sweetie, adoro cuzinhos virgens - , tirei algumas fotos bem de perto, enquanto uma das garotas filmava com diálogo e tudo, deixamos ele sozinho e fomos até o Leo, Mary era a moreninha fofa, o pau dela não era tão grande mas com certeza ia doer e dava pra ver que ele ia gostar, me aproximei dele, ele estava parado nem se mexia, os olhos marejados, Mary tirou o pau dela e apoiou na entrada, cuspiu um pouco e enfiou até o fundo, senti o gritinho, ele só ficou ali, e se deixou ter o cu arrombado, a garota que filmava se aproximou dele pra filmar e também tirar algumas fotos, tudo estava indo como planejado, num canto tinha um sofá grande, fui sentar um pouco pra admirar o espetáculo, Susana a outra prostituta sentou do meu lado,

Susi: tá curtindo o espetáculo?

Ser: muito, é excitante

Susi: sim, adoro essas brincadeiras

Ser: você tá acostumada com esses jogos?

Susi: sempre me chamam pra esses eventos, adoro participar, é muito excitante e vejo que pra você também

Não tinha percebido que tinha marcado um volume considerável entre minhas pernas, ela não fez outra coisa, o que sabia fazer, o que estava acostumada,

Susi: que ferramenta linda, vai fazer muitas mulheres felizes

Ser: sim, é isso, agora é sua, faz o que mais gosta de fazer,

E assim foi, ela tirou o pau pra fora da minha calça com uma maestria que nem eu imaginaria, uma habilidade e entusiasmo que só ela conseguiu até agora, abriu bem a boca e engoliu mais da metade, o boquete dela era excelente, te fazia voar nas alturas, a língua dela era uma cobra se enrolando num tronco, não tenho palavras suficientes pra descrever aquela maravilha,

Do outro lado do quarto, eu observava cuidadosamente como aquelas duas garotas arrebentavam o cu deles, mas o que mais me chamou a atenção foi que tinham mudado de posição, estavam de costas, e seus rostros já não tinham lágrimas, estavam gostando, inclusive tinham soltado as mãos deles e eles mesmos estavam se masturbando enquanto eram penetrados. A outra garota, Lucy, filmava e tirava fotos, ao mesmo tempo que com a mão se masturbava com aquela cena. O travesti estava pra gozar e sabia muito bem onde ia gozar: tirou seu monstro do cu do Walter, que sem dizer nada abriu a boca, e o Gladys esvaziou sua porra na boca dele. Ele engoliu e curtiu, ainda com o pau duro. Lucy viu a oportunidade, pegou uma camisinha não sei de onde, colocou e sentou no pau dele. Walter, com as mãos livres, agarrou a bunda da Lucy e acompanhou o movimento.

Gladys pegou a câmera e continuou filmando, mas agora sua companheira Mary, que estava arrebentando o cu do Leo. Ele estava pra gozar, então fez o mesmo, só que o Leo não abriu a boca e a porra foi parar toda na cara dele. O Leo já tinha gozado no próprio abdômen. Ambas as garotas estavam exaustas. Lucy continuou cavalgando no Walter até ele gozar. Uma cena que não sei se veria de novo, talvez em vídeo. Enquanto isso, a Susi estava pra me fazer gozar. Toquei a cabeça dela e sorri. Ela entendeu: sua boca e língua se prenderam à cabeça e sua mão agarrou meu pau. Foi questão de segundos pra eu explodir.

— Aaaaarrrrrrrrrr siiiiii aaaaaa que boqueta gostosa! — foi o que disse, quando ela se soltou do meu pau e o deixou reluzindo.

Susi: O chefe sempre fica com a melhor parte de mim.

Fiquei pensando naquela palavra enquanto as garotas se vestiam e saíam do quarto. As duas garotas restantes me olharam: "O que fazemos com esses dois?" Um gesto de aprovação foi o suficiente para agarrarem ambos e levá-los a outro quarto, continuando a festa. A vingança tinha saído melhor do que eu esperava. Dirão que fui um merda e um terrível... Filho da puta, em fazer isso com aqueles dois, uma surra teria sido suficiente, ou qualquer outra coisa. Pra mim não bastava, eu queria algo que o marcasse pra vida toda. Saí do quarto e fui até onde estava Maty.

Maty: E aí, como foi?
Ser: Melhor do que eu esperava.
Maty: Ótimo. Os irmãos estão se beijando e estão com um tesão da porra. O que você pensa em fazer?
Ser: Por enquanto, vou deixar eles continuarem dançando. Vou me aproximar da Yamila, separá-la deles e convidar todos para um quarto onde tem câmeras escondidas. Preciso que alguém tire fotos.
Maty: Não se preocupa, a Lucy cuida disso. Já aviso pra ela ficar pronta quando os dois subirem. E o que aconteceu com os outros, onde estão?
Ser: Estão com as duas garotas, Gladys e Mary. Parece que ele gostou de ter o cu arrombado.
Maty: Naaa, eu morro! Pena que não posso contar essa. Essa, amigo, vai ser a melhor história entre nós dois.

Apertamos as mãos e o plano improvisado tinha que continuar. Olhei para onde os três estavam dançando. Yamila parecia perdida, olhando pra todos os lados, certamente procurando por Walter. A Victoria provavelmente estava falando algo no ouvido dela. A Yami olhava em volta, mas não estava procurando por Walter – estava procurando por alguém. Essa era minha chance. Eu a encarei até que nossos olhos se encontraram. Um sorriso foi o sinal. Com quatro taças na mão, me aproximei deles. Eles não me reconheceram e eu dei um nome falso pra não suspeitarem. Notei que estavam bem bêbados e diria que drogados também. Passei as taças, pelo que agradeceram. Conversa vai, conversa vem, a coisa foi esquentando, ao ponto em que a Victoria e a Yamila não se seguravam em nada. Eu sugeri irmos para um quarto, e elas aceitaram na hora. Fomos os quatro quase correndo – estavam com muito tesão. Entramos em um dos quartos que estava cheio de espelhos, parecia um quarto de motel, com iluminação vermelha, uma cama gigante. Os beijos e as mãos começaram o show. A Yamila, nada lenta e preguiçosa, foi pelo que estava pendurado entre minhas... pernas ao tatear, afasto rapidamente a mão, chamo sua amiga Victoria e convido a tocar, ambas olharam e Yami disse: — É maior que a do Walter —, ambas abaixaram a calça e se depararam com um pau duro e pulsante, ambas embasbacadas por ver um pau tão lindo, Yami não demorou nada para escorregar e engolir a cabeça, me fez lembrar daquela chupada no trem, enquanto Victoria comia meu tronco, Hernan que tinha ficado sozinho já tinha tirado sua roupa, o cara vinha bem, um pau fino mas comprido por sua vez, ele se aproximou do meu lado e disse algo do qual eu já estava ciente: — Irmãzinha, não me deixe de lado, não —, logo deixou o meu para ir com ele, Yami tinha técnica mas não conseguia engolir tudo.

Ser: irmãos? Isso sim quero ver — perguntei.

Victoria: sim, somos irmãos e dá muito tesão transar juntos.

Ser: faz muito tempo que transam?

Victoria: faz uns 3 anos que transamos.

Ser: isso é um espetáculo que não quero perder.

Ambos tiraram suas máscaras assim como Yamila, preferi não tirar a minha.

Yami: posso ver seu rosto — me aproximei do seu ouvido.

Ser: ainda não, quero que fique intrigada por aquele que vai te comer, esse homem que vai fazer você ter orgasmos, que seu corpo vai tremer — ela entendeu.

Me afastei dela, a coloquei na minha frente e fui tirando cada peça de roupa dela, tirava delicadamente, observando cada parte da anatomia do seu corpo, seus seios pequenos, e sua bunda minúscula bem redondinha, sua cintura de vespa, sua buceta bem depilada deixando no monte uma linha perfeita de pelos, o que não passou despercebido foram os machucados e arranhões no seu corpo, não era momento de perguntar, era momento de fazê-la minha, e talvez a única vez que estaríamos juntos, a deitei suavemente na cama, desci até sua vulva, seus lábios vaginais inchados, abri suas pernas, e comecei a devorar aquela buceta, seu sabor amargo e viciante, ela tocava meu cabelo e massageava suavemente minha cabeça enquanto a levava ao ponto de prazer, ao nosso lado, Victoria De barriga para cima, enquanto Hernán a martelava, eles se beijavam e ao mesmo tempo ela olhava para Yami, que saboreava a "buceta" que eu lhe servia. Seu orgasmo surgiu do nada, um orgasmo silencioso, um orgasmo abafado. Seu corpo reagiu a tal estímulo, arqueou-se, suas pernas apertaram minha cabeça, e minha língua continuou lambendo seu clitóris, até que ela não aguentou, abriu as pernas e com as mãos me afastou, deixando aquele corpo em convulsões. Victoria olhava admirada pelo orgasmo intenso que teve.

Yami: Nunca me fizeram gozar assim.
Ser: Esse é o primeiro de muitos que vou te dar.

Para o lado havia um sofá, era o momento perfeito para que Lucy pudesse tirar algumas fotos e gravar só eles dois. Convidei Yami para vir comigo, e ela aceitou. Sentei-me nele e ela em cima de mim, de costas. Eu dava beijos em suas costas, pescoço e, de vez em quando, roubava uns beijos. Não queria beijá-la ainda, temia que ela percebesse quem eu era, caso se lembrasse dos meus beijos. Ela esfregava sua "buceta" na minha "pica".

Ser: Pronta para ser enfiada?
Yami: Muito pronta, me faz sua.

Agarrei minha "pica" e a coloquei na entrada, e ela mesma foi descendo até a metade. — Dói muito —, ela disse. — Calma, você vai se acostumar, com o quanto está molhada, não vai ser problema —. Ela se moveu o suficiente, num vai e vem para frente e para trás, ganhou confiança e já não sentia dor. Começou a pular. Eu com uma mão brincava com seu clitóris, e com a outra apertava seu mamilo, enquanto ela saltava. Ela se recostou sobre mim. Enquanto isso, na cama:

Victoria: Vai, irmãozinho, me come, vai filho da puta, fode sua irmã!
Hernán: Estou te comendo, sua puta nojenta.
Victoria: Mais forte, me dá mais forte, vai, cara!
Hernán: Putinha, vou te fazer gozar e vou encher sua "buceta" de porra, sua vagabunda.
Victoria: Nãooo, quero a porra na minha boca, vai, cara, me dá a porra, me dá porra, se não vai me fazer gozar.
Hernán: Quer a porra? Vem aqui e toma, puta!
Ela saiu de cima dele, masturbou-o... seu irmão, até fazê-lo esvaziar quase tudo na boca dela, ela se recostou ao lado, e começou a se masturbar freneticamente, até gozar entre gemidos e putarias,
Victoria: tanta pílula e você nunca me faz gozar, cara de merda,
Ambos ficaram deitados na cama, olhando para onde estávamos, Yami tinha tido seu orgasmo de 2 segundos, tive que segurá-la firme para que não caísse, e ficou deitada sobre mim, ainda com a respiração ofegante, a separei de mim, a levantei em meus braços e a levei para a cama, ainda estava exausta e quando se apoiou fechou os olhos, Hernan também ficou de boca com os olhos fechados e Victoria estava se recuperando do orgasmo que acabara de ter, me olhou nos olhos e olhou para meu pau,

Victoria: você quer me fazer sua puta
Ser: vou fazer você minha puta e não vai haver outra rola que te satisfaça,
Ela levou a mão à virilha e a massageou suavemente, agarrei seus tornozelos e a puxei para mim, beijei sua boca muito apaixonadamente, enquanto apertava sua bunda,

Victoria: como você beija bem, cara
Ser: te disse que você vai virar minha puta pessoal, essa bunda vou arrebentar tanto, que você vai se lembrar de mim para sempre,
Victoria: vai doer, com uma rola dessas

Quem diria que com essa carinha de anjo, seria tão puta,
Beijei-a mais uma vez, a joguei de bruços, a coloquei de quatro, levantando bem esse bumbum branco, me joguei para chupar sua buceta, estava muito molhada, essa buceta ia sofrer umas enfiadas, que doesse, que sofresse, desgrudei minha boca, agarrei meu pau, e apontei de uma vez, entrei de uma vez até o fundo,
Victoria: ai filho da puta, enfiou tudo, tira, está doendo, por favor
Ser: não puta, agora você vai ver o que é uma boa foda, vou acabar com você
Victoria: nãooo, dói, por favor

Fiz caso omisso ao seu pedido, minha pelvis batia em sua bunda, ela tentava se libertar de mim, segurei bem seus quadris, comecei rápido e curto, às vezes tirava quase tudo para enfiar inteiro, constante, Não ouvia mais súplicas, só ouvia xingamentos: "Você tá arrebentando minha boceta, filho da puta!". Continuei metendo cada vez mais forte por 20 minutos até chegar o que tanto queria: o orgasmo. "Tô gozando, filho da puta! Aaarrrrrr aaaaaaaaa arrrr aaaaaaaa!". Enquanto sacudia o corpo dela, soltei deixando que caísse na cama. Não deixei terminar o orgasmo, queria aquele cu e não ia esperar ela entregar. Queria agora. Levantei a bunda dela de novo, sem erguê-la, me posicionei sobre as pernas dela, com um dedo na saliva na entrada do cu, que já parecia arrombado, coloquei meu pau dentro da boceta dela para lubrificar.

Victoria: "Você vai me foder toda, me dá uns minutos!"

Ser: "Aguenta, puta! Agora essa bunda vai ser destruída!"

Não deixei ela nem responder, apontei direto e com uma única estocada entrei até o fundo. As paredes apertavam meu pau, ela soltou um grito desgarrador.

Victoria: "Você rasgou meu cu, filho da puta!"

Ser: "Vou rasgar mesmo quando tiver meu pau todo dentro, puta!"

Comecei a bombear até meter tudo, fazer top com meu abdômen. Entrava, ela gritava e xingava sem parar. Puxei ela para mim, colocando de quatro. Ela teve 3 orgasmos e eu não parava de penetrar. Ela pedia para parar, mas não fazia nada para se soltar. Continuei bombando, estava frenético. Dei palmadas naquela bunda branca até deixar vermelha. Me joguei em cima dela, colocando de lado e sem parar de perfurar aquele cu.

Victoria: "Acaba comigo, não aguento mais! Me dá o leite!"

Ser: "Se quer o leite, vai ter que tirar do seu cu!"

Victoria: "Nãooo, me dá na boca!"

Não ia dar esse gosto. Continuei penetrando até chegar meu orgasmo. Já tinha aguentado muito. Me esvaziei dentro dela enquanto ela continuava gritando sem parar.

Ela ficou rendida na cama, virou a cabeça para me dar um beijo. Puxei minha máscara para ela ver meu rosto e, antes que adormecesse:

Ser: "Hoje e para sempre você vai ser minha puta pessoal, não vai trepar com mais ninguém. com ninguém que não seja eu Ela me viu e só disse: "Sergio, sou sua putinha". Deitou-se ao lado do irmão, abraçando-o. Eu vesti minha roupa, peguei a Yamila nos braços, envolvi-a num lençol e levei-a para o terraço, onde havia um quarto com banheiro e cozinha. A Lucy aproveitou para tirar algumas fotos de perto. A madrugada tinha passado voando, a festa estava terminando, os convidados foram indo embora. Deixei a Yami deitada numa cama e desci para me despedir de alguns. Nos corredores, alguns estavam saindo, entre eles Walter e Leo, acompanhados pelos dois travestis e uma garota. Já não tinham aquela cara de quando os vi sendo submissos. "Pensei que ele gostou de ter o cu arrombado", com as ameaças que fiz, certamente não os veria mais pelo bairro. Também soube que os dois andavam como matões. Por outro lado, Victoria saiu me procurando por todos os lados, buscando o garoto de máscara. Hernan a seguiu por trás. Ela se aproximou do Matias sem saber que era ele, perguntou por mim, quis saber se eu era o Sergio. Ele fingiu que estava pensando, quando disse que eu já tinha ido embora e não sabia meu nome. A cara de decepção dela, pensando que tinha sido só um sonho. Eu ri com o Maty depois, não conseguia andar direito.

Maty: Você arrebentou o cu dela, olha como ela anda.
Ser: Aproveitei a oportunidade, esse rabo não ia escapar de mim, essa bunda já tem meu nome gravado.
Maty: Nome e sobrenome, com certeza ela vai te procurar por todo o bairro.
Ser: Com a bêbada e drogada que ela tava, duvido que vá lembrar de muita coisa.

O amigo do Mati foi embora, me deixou as chaves para que eu trancasse tudo e depois deixasse com o Maty na casa. A Lucy foi a última a ir, deixou tudo numa mochila, antes de sair.

Lucy: Aí deixei tudo, gostoso. Foi incrível.
Ser: Fico feliz que você tenha curtido a festa.
Lucy: Gosto desse tipo de festa louca assim. Gostaria de te ver de novo, mas não como cliente. Queria mais como amigo.
Ser: Com certeza, também gostaria de te ver de novo.
Lucy: Mmm, é, fiquei com vontade. desse, - enquanto agarrava meu pacote por cima da calça,
Ser: até a próxima, bombom, - enquanto apertava forte uma nádega e dava um beijo perto da comissura dos seus lábios -, tchau, gostosa
Lucy: tchau, bombom

Lucy deu um passo, freou, deu meia-volta e comeu minha boca. Pensei que prostitutas não beijavam na boca. Já eram 8 da manhã, e o sol já estava nascendo. Fui à padaria mais próxima e comprei uma dúzia de pães doces. Voltei, preparei café, arrumei tudo numa bandeja, quando ouvi a porta do quarto abrir. Seus passos curtos. Ela estava tão confusa por não saber onde estava. Eu estava de costas para ela enquanto terminava de servir o café,

Yamila: oi, onde estou? - com uma voz tão preocupada
Ser: bom dia, linda, - me virei lentamente até ficar de frente para ela,
Ela tapou a boca, e seus olhos me mostraram o medo que sentiu

Yami: não pode ser, você está morto…

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