🔥 Uma história incestuosa que espero que curtam muito 🔥
... O abajur da mesinha de cabeceira não era muito forte, mas dava pra ver que a mamãe estava corada de um rosa intenso. Depois, ficou em silêncio por um bom tempo: "Desculpa, Michael. Não fazia ideia de que você voltaria. Eu... tinha lido uma coisa no meu livro e... Bom, me deixou meio, sabe, quente." "O negócio é que, mãe, eu não conseguia tirar isso da cabeça. Pensei em você o tempo todo. Pensei em você como uma pessoa sexual, como uma mulher, em vez de só como minha mãe. Nunca tinha feito isso antes", completei. "Sei que foi errado", continuei, "mas com o vinho e o dia de folga e tudo mais, não consegui evitar. Você parecia tão gostosa." Mamãe me deu um meio sorriso e eu relaxei um pouco. Não ia ter uma briga catastrófica nem uma ruptura na família. Não era do jeito da minha mãe, mas ainda assim foi bom ter essa confirmação. "Não sei se me sinto lisonjeada, horrorizada ou as duas coisas", ela fez uma pausa, organizando os pensamentos. "Quer dizer, a literatura está cheia de caras jovens com fixação na mãe, então não é como se a ideia fosse nova pra mim. Mas quando isso se manifesta no seu próprio filho, é um baita choque." Ela fez outra pausa e eu esperei, prendendo a respiração, sem conseguir adivinhar o que diria a seguir. "Além disso, acho que eu esperaria que um complexo de Édipo tivesse aparecido quando você era mais novo, não quando eu tenho quase sessenta anos!" "Nunca tinha te visto se masturbando antes", falei, mudando um pouco de posição. "Acho que não", respondeu ela. "E obviamente você não vai contar pra mais ninguém, né?" "Claro que não!" Mamãe suspirou. "E obviamente nunca pode rolar nada dessa natureza entre a gente. Você entende, né, Michael?" "Sim", suspirei, e ela se inclinou e me beijou na bochecha, e eu tive que segurar o impulso de virar a cabeça e beijar os lábios dela de novo. Essa conversinha tinha me levado a novas alturas, a gente tinha trazido o tabu do incesto quase pra luz. do dia, e certamente dentro do âmbito de uma discussão futura. Meu pau estava duríssimo debaixo do edredom. "Boa noite, Michael." "Boa noite, mãe." O café da manhã daquele domingo não foi tão desconfortável quanto eu temia. Mamãe fez um esforço para me deixar à vontade e nenhum de nós dois falou sobre a noite anterior. O plano estava indo mais ou menos como previsto. Faltavam quinze dias para o próximo passo. Na verdade, esse passo aconteceu no fim de semana do aniversário da minha mãe. Eu disse a ela para deixar o domingo livre e ela ficou toda animada de antecipação. Eu também estava animado, por razões diferentes e mais sombrias. O bom tempo continuou quando janeiro virou fevereiro, então naquele domingo de manhã levei minha mãe para as colinas de novo e caminhamos por uma rota diferente, mas com uma parada no mesmo pub para almoçar. Mamãe estava de shorts dessa vez e pude admirar sorrateiramente as pernas dela; não eram as mais finas que eu já tinha visto na vida, mas eram bem torneadas, musculosas e bronzeadas com um tom de mel. Chegamos em casa lá pelas três e mamãe abriu os poucos presentes que tinha ganhado; eu tinha comprado para ela um buquê enorme de flores e uma cafeteira de última geração. Depois eu disse que tinha uma mesa num restaurante na cidade reservada para as nove e meia e que depois veríamos um espetáculo no Teatro Royal. Mamãe estava radiante de emoção; ela nunca saía para jantar e raramente ia ao teatro. Quando eu disse que era "Guys 'n' Dolls" ela deu um gritinho de prazer e me abraçou forte, apertando os peitos dela contra o meu peito; "Guys 'n' Dolls" é o favorito dela de todos os tempos. Ela sumiu escada acima e eu ouvi o som da banheira enchendo. O restaurante custou uma fortuna, mas valeu a pena. Comida boa, serviço bom e ambiente agradável. E minha mãe também estava uma gostosa. Ela usava um vestido de cocktail preto justo com um único colar de pérolas. "Acho que estou um pouco grande demais para este vestido", ela tinha me confidenciado. enquanto esperávamos o táxi. "Bobagem, isso realça sua figura", falei, e era verdade. A cintura dela tinha engrossado um pouco com os anos, mas ainda tinha curvas e os peitos cheios e os quadris largos eram o epítome de uma mulher madura, embora eu tenha me abstido de mencionar isso. "Obrigada", ela respondeu, me dando um sorriso levemente provocador. Ela também tinha lavado o cabelo, que brilhava sob a luz sutil da vela sobre a mesa entre nós. Ela se maquiou com cuidado e fez um esforço extra, usando base, sombra, rímel e um batom carmim escuro que deixava os lábios dela ainda mais carnudos e suculentos. Também notei que ela estava usando meia-calça preta e sapatos de salto, então, no geral, me senti meio dominado pela aparência da minha mãe. Não esperava que ela estivesse tão gostosa! E ela estava num humor raro; conversando tranquilamente com os garçons, fazendo piadas, me olhando por cima da borda do copo enquanto bebia o Chianti dela. Me perguntei o que ela estava pensando. Também notei, com certa surpresa, que ela tinha pintado as unhas com um esmalte transparente, algo que não lembro dela ter feito antes. Será que ela estava fazendo tudo isso por mim? Estava me dizendo, do jeito sutil dela, que talvez as coisas pudessem progredir entre nós? Duvidava muito, mas era uma fantasia gostosa e eu curtia comer, conversar e olhar para ela do outro lado da mesa. O espetáculo também foi bom. Não sou muito fã de musicais, mas o elenco interpretou muito profissionalmente e mamãe ficou encantada, que era o objetivo do passeio. No intervalo, guiei ela suavemente pela multidão até o bar com uma mão na parte baixa das costas dela e bebemos coquetéis, e ela conversou animadamente sobre o show, e foi tudo o que pude fazer para não puxar ela para perto e beijá-la. Minha mãe era uma delícia! Voltamos para casa às duas e meia da manhã e sugeri uma dose para dormir, ao que que a mamãe topou de boa, então servi um Remy Martin forte, o licor favorito dela; peguei um uísque. A gente sentou e foi tomando goles das bebidas em lados opostos da sala. Mamãe no sofá, como sempre, e eu na poltrona. A gente conversou sobre a comida e o show, e o relógio bateu três horas, até que finalmente larguei meu copo vazio e me levantei. "Tô indo pra cama", anunciei. "Eu também", sorriu mamãe, se levantando. Ela parou na minha frente. "Valeu por me proporcionar um dia tão especial, Michael. Foi... esplêndido", finalizou. "Você fez uma velhinha muito feliz". Ela deu um passo na minha direção e me beijou na bochecha, e eu senti meu tesão subir a um nível de grito, coloquei as mãos nos quadris dela e puxei ela um pouco mais pra perto. Ela me deu aquele sorriso provocador de novo. "Você não vai estragar tudo agora, vai?" "Tá tranquilo", falei, e fiquei feliz por ter tomado o uísque, porque me sentia meio anestesiado e conseguia continuar meu discurso. "Nas últimas duas semanas, eu reprimi meus sentimentos por você, e foi muito difícil". Fiz uma pausa, e mamãe me olhou com a cabeça levemente inclinada pra um lado, numa pose de quem tava curiosa. "Aí hoje à noite, eu achei que você tava tão absolutamente deslumbrante que quase me deixou sem fôlego". Tava sendo bem atrevido agora, mas era algo que saiu do coração. "Eu entendo completamente todas as coisas que você me disse no meu quarto, mas pensei que talvez hoje à noite eu pudesse roubar um beijo seu, só pra não ficar totalmente maluco. Com certeza um beijo não faz mal nenhum, né?" "O que me preocupa é onde isso pode levar", disse minha mãe. Ela me olhou com atenção, pensando. "Só um beijo?" "Só um beijo", prometi. E então, inacreditavelmente, a gente se beijou. Minha mãe colocou as mãos nos meus ombros, e eu puxei ela suavemente pra perto de mim com as mãos ainda na cintura dela, inclinei minha cabeça e ela inclinou a dela pro outro lado, e nossas cabeças se encontraram devagar, e eu fui consciente do cabelo dela emoldurando o rosto. E o aroma dela, e então, hesitantemente, nossos lábios se encontraram e se roçaram, e aos poucos aumentei a pressão, e mamãe não se afastou, mas também não respondeu. Eu a beijei com mais firmeza e abri a boca. Esse foi o ponto de ruptura; um beijo significava um beijo de língua, com a intimidade de bocas e línguas abertas? Com o coração batendo forte no peito e a cabeça girando, senti a boca dela se abrir ligeiramente contra a minha, e toquei os lábios dela com minha língua, e ela ficou passivamente contra mim, então apertei mais com meus lábios, abri mais minha boca e deslizei minha língua para dentro. A boca da minha mãe, e ela aceitou, e nos beijamos por longos segundos, eu trabalhando minha boca contra a dela, ela dando respostas fracas, mas perceptíveis, com os lábios. Fui eu quem quebrou aquele primeiro beijo; não queria que fosse a mamãe. Ela estava com os olhos fechados, mostrando pálpebras sombreadas de azul, mas os abriu e me olhou. "É isso que você queria?" ela perguntou calmamente. "Sim", sussurrei. Então me inclinei para frente, beijei os lábios dela e disse boa noite. Nu na minha cama, me masturbei violentamente, depois uma segunda vez mais calmamente, lembrando do toque dos lábios da minha mãe, do gosto e do cheiro dela, da sensação da minha língua na boca dela, tocando a língua dela em um momento. Não sei quantas vezes gozei naquela noite; continuei acordando, me masturbando, dormindo e acordando de novo até o sol nascer e chegar a hora de levantar e ir trabalhar. Não vi minha mãe no café da manhã, mas ela estava em casa quando voltei do trabalho e entrei na cozinha onde ela estava preparando legumes para o jantar. "Como foi seu dia?" perguntei. "Tudo bem", ela respondeu, neutra. "E o seu?" Havia um desconforto entre nós que era completamente novo. Uma barreira a ser derrubada. "Bem", eu disse. "Aconteceu alguma coisa? Precisamos conversar?" "Bem, o que você acha, Michael? Ontem à noite nos beijamos, como fazem os amantes. Então sim, acho que precisamos conversar". Ela estava na minha frente do outro lado da bancada da cozinha, com as mãos apoiadas na superfície de madeira e as palmas viradas para baixo. "Foi só um beijo", comecei. "Qual é o próximo passo? Quer apertar meus peitos? Acariciar minha bunda? E depois disso?" A voz da mamãe tinha se elevado. Ela nunca gritava, mas isso foi alto para ela. Tentei não parecer surpreso que ela tivesse delineado com bastante precisão os próximos dois passos do meu plano mestre. De repente, soube o que tinha que fazer. Caminhei ao redor da bancada, a peguei nos braços e a beijei forte e apaixonadamente. Por uns dez segundos gloriosos, ela respondeu como uma amante, abrindo a boca, deslizando a língua sobre meus lábios, agarrando meus ombros com as mãos, cravando as unhas nas minhas costas. Depois parou e me interrompeu. O cabelo dela estava meio bagunçado e o batom tinha borrado. Ela tentou me afastar, mas eu a abracei com força. "Só um beijo", eu disse, "Isso é tudo. Não tem nada de errado em nos beijarmos." Ela relaxou e me olhou cansada. —"Acho que você não entende, Michael. Você não é o único que tem sentimentos." Eu a soltei e ela pegou o descascador de batatas e escolheu uma cenoura na bancada. Fiquei sem palavras, então andei, como em transe, até a sala de estar e tentei ler o jornal do dia, mas foi inútil, então joguei no chão e sentei para olhar pelas portas de vidro, tentando processar o que minha mãe tinha dito. Será que ela quis dizer que beijar era perigoso porque excitava tanto ela quanto eu? Voltei para a cozinha. "Desculpa", eu disse. "Acho que fui bem egoísta." Mamãe largou a cenoura e se aproximou para ficar na minha frente. "Ah, Michael", suspirou. "O que está acontecendo aqui?" "É minha culpa", eu disse. "Fiquei obcecado por você. Como uma imagem da perfeição sexual madura, mais do que como mãe. Adoraria te beijar" — acrescentei. "Não tentaria levar as coisas mais longe. "Se você não quisesse" — acrescentei, tentando a sorte de novo. — "Mas é errado, querido. Nunca deveríamos ter nos beijado assim. Sou sua mãe." "É só um beijo, mãe. Ninguém saiu machucado. Ninguém mais precisa saber." Minha mãe ficou parada ali, na cozinha, pensando no que eu tinha dito, com o rosto ilegível. Meu estômago estava embrulhado; parecia que estávamos chegando a um ponto de virada. Finalmente, ela se sentou num dos bancos da cozinha e me olhou. "Você me viu me masturbando umas semanas atrás." Foi engraçado ouvi-la usar essa palavra. E acho que foi isso que começou tudo. Não foi uma pergunta. "Pode te surpreender saber que eu me masturbo bastante. Não no jardim, mas na cama. Na verdade, na maioria das noites." Meu estômago deu um nó duplo e eu fiquei de boca aberta. "Ah, qual é, você não pode ficar tão surpreso assim", ela disse. "Tenho certeza de que você faz o mesmo." Ela juntou as mãos sobre a mesa. "O problema é que é muito bonito dizer 'é só um beijo', mas eu também tenho sentimentos. Quando você me beijou agora há pouco e eu devolvi o beijo, foi um terreno perigoso!" "Mas se a gente se excitar um pouco com os beijos, então ambos temos a opção segura da masturbação", argumentei, sabendo que era um ponto bem idiota. "Ah, então tá tudo bem!" Isso me acalmou. Não acredito que estamos tendo essa conversa. — "Me promete que vai pensar nisso?" Eu implorei. "Com certeza vou pensar", ela respondeu, e essa foi a última vez que o beijo foi mencionado naquela noite, embora, para ser justo, não se falou muito mais. Naquela noite, fiquei acordado de novo, cheio de dúvidas. Tentar seduzir minha mãe tinha parecido uma ideia louca e excitante, mas agora, com o plano se desenrolando em direções que eu não tinha previsto, estava preocupado. Me preocupava em me afastar da minha mãe, um dos poucos parentes que eu tinha e alguém que eu amava muito. Será que tudo isso valeu a pena? Com certeza eu podia sair e encontrar uma mulher. de sessenta anos se fosse isso que eu quisesse. Mas ela não seria minha mãe, e era com minha mãe, Liliana, que eu estava inextricavelmente obcecado. Disse a mim mesmo que nunca ia transar com ela, mas uma vozinha interior me disse: "Nunca se sabe". Ainda assim, na noite seguinte, fui surpreendido pela proposta da mamãe. A gente tinha jantado mais cedo que o normal e estava vendo um filme chato na TV quando, de repente, mamãe pegou o controle remoto e desligou o aparelho. "Já chega dessa porcaria", disse ela. "E além disso, tenho algo pra te falar." De repente, fiquei sem fôlego e meu estômago pareceu subir até a garganta. "Hoje fiquei pensando muito na gente. Nessa história dos beijos. No que você disse sobre uma opção de segurança." Esperei, tenso. "Se eu dissesse que a gente podia ter um beijo de vez em quando, um beijo de verdade, quero dizer, você prometeria não tentar ir mais longe?" Engoli em seco, sem querer. "Claro", falei, sentando. "Com certeza." "Tá bem", disse minha mãe, devagar, "vamos ver como funciona". Sentei no sofá do lado dela num instante. "Eu disse de vez em quando", ela sorriu, mas não resistiu quando passei o braço pelos ombros dela e a puxei pra perto de mim. E esse foi realmente o primeiro beijo de verdade entre a gente. A gente trabalhou os lábios juntos como amantes experientes, cada um ansioso e disposto. Minha mãe tinha um gosto delicioso, a saliva dela na minha língua enquanto eu explorava os dentes e gengivas dela. Ela esmagou a boca dela contra a minha, chupando meu lábio inferior e mordiscando ele de leve. Eu tava no céu! Nunca imaginei que minha mãe pudesse beijar assim! Me lembrou a Valerie no momento mais safado dela, e tive uma lembrança repentina da mamãe chupando os sucos dos dedos e fiquei muito quente e muito excitado. Naquela noite a gente se beijou por um tempão e quando finalmente dei boa noite pra minha mãe e subi as escadas, minha boca tava mole e eu conseguia sentir o gosto da mamãe na minha língua. Durante a hora que a gente Nós nos beijamos, e eu tive uma ereção desconfortável, dura como vidro, e foi um alívio me despir e liberá-la. A glande estava roxa, inchada e coberta de líquido seminal pegajoso. Mal precisei me acariciar antes de gozar na pia pequena do banheiro do meu quarto. Mais uma vez, minha segunda punheta foi mais lenta e veio acompanhada de imagens de fantasia da minha mãe, quase sempre nua, mas também vestida com lingerie sexy. Eu a imaginei montada em cima de mim, cavalgando meu pau; ajoelhada na minha frente, me chupando e, o mais erótico de tudo, amarrada na cama enquanto eu a comia. Meus pensamentos também se misturavam com a realidade; eu tinha beijado minha mãe de cinquenta e poucos anos do jeito certo. Eu a beijaria de novo, sempre que pudesse. Pensei na promessa que fiz de não tentar levar as coisas mais longe. Bem, eu disse a mim mesmo, se nunca passasse dos beijos, ainda assim morreria um homem feliz. Meu plano principal era que os beijos se tornassem normais com o tempo e, então, eu seguiria timidamente por caminhos mais proibidos; acariciando os peitos dela, como ela mesma mencionou, por exemplo. Mas eu tinha prometido não fazer isso e, se quebrasse essa promessa, será que poderiam me tirar o privilégio de beijá-la? O que tornou a vida mais difícil, porque depois daquela primeira noite, a gente se beijava quase toda noite e, muitas vezes, de manhã antes de ir trabalhar. Como consequência disso, passei uma parte considerável do dia (e da noite) num estado de excitação sexual intensa. Por isso era completamente natural que eu quisesse ir mais longe com a minha mãe. Na verdade, até onde fosse possível chegar. Mas por mais de quatro semanas mantive minha promessa, até meados de março, quando o tempo mudou e a chuva do fim do verão batia nas janelas de casa e o futebol foi suspenso, então tudo que eu tinha pra fazer nos fins de semana era beijar minha mãe e me masturbar sem parar. Achei que minha mãe estava fazendo o mesmo. Finalmente, num sábado à tarde, perguntei. De manhã, tínhamos feito as tarefas de casa e lá fora ainda estava com aquele cheiro ruim. Depois de um almoço de salada e frios, sentamos pra ver um filme antigo em preto e branco do David Niven: *Uma Questão de Vida ou Morte*, um dos favoritos da mamãe. Assistimos aconchegados no sofá, com meu braço em volta da minha mãe e a cabeça dela no meu peito. Conforme os créditos finais rolavam, ela virou o rosto na minha direção e nos beijamos devagar e suavemente, e enquanto nos beijávamos, acariciei o cabelo dela, as costas e o braço e, uma vez, passei a mão no peito dela de leve. "O que você vai fazer quando a gente terminar de se beijar?" Brinquei com ela, "subir e bater uma?" "Esse não é o tipo de pergunta que se faz a uma dama." "Você ainda bate muita punheta?", insisti. "Sim", ela respondeu baixinho. "Muita." As palavras dela fizeram meu estômago revirar de desejo e possibilidade. "Eu poderia fazer isso por você um dia", sussurrei no ouvido dela. "Você fez uma promessa", ela me lembrou. "Só beijos." "Eu te amo, sabia?", falei, sentindo que todas as barreiras pra ser sincero tinham caído. "Eu sei", ela respondeu baixinho e meio triste. Depois da primeira semana de março, uma crista de alta pressão se moveu sobre o Atlântico e espantou a chuva. Os dias voltaram com o céu limpo e eram quentes, e as noites, quentes e abafadas. Dormir era difícil, mesmo sem cobrir a cama. As janelas estavam escancaradas, mas nenhuma brisa mexia no ar pesado. Uma noite, acho que era sexta, fiquei deitado banhado em suor por umas duas horas antes de levantar, vestir um roupão leve e descer as escadas, onde era uns graus mais fresco. Eram pouco mais das 3 da manhã, então me surpreendi ao ver uma luz acesa na sala de estar. Minha mãe, vestindo um roupão comprido de um tecido prateado, estava sentada no sofá lendo um romance policial. Lá fora, a Na faculdade, os gostos literários da minha mãe eram decididamente mais básicos. Ela levantou a vista quando entrei pela porta. "Também não conseguiu dormir?" perguntou, sorrindo pra mim. "Impossível com esse calor." Sentei ao lado dela e puxei ela pra perto pra dar um beijo. "Você não para nunca", disse ela, mas se deixou beijar e até largou o livro no sofá pra me abraçar e retribuir o beijo. A boca dela tinha um gosto meio rançoso, mas imagino que a minha também. Só que dessa vez teve algo diferente. Algo muito, muito excitante. Minha mãe, de cinquenta e sete anos, estava pelada por baixo do roupão. Dava pra sentir a maciez dos peitos dela contra o meu peito através do tecido. E, o mais erótico de tudo, dava pra sentir um cheiro de tesão nela, aquele cheiro que eu tô acostumado a sentir na buceta de uma mulher. O aroma dos fluidos dela. Imaginei uma visão repentina da mamãe se contorcendo, toda suada na cama do quarto escuro, com dois dedos enfiados fundo dentro dela.
🔥 Continua.... 🔥
... O abajur da mesinha de cabeceira não era muito forte, mas dava pra ver que a mamãe estava corada de um rosa intenso. Depois, ficou em silêncio por um bom tempo: "Desculpa, Michael. Não fazia ideia de que você voltaria. Eu... tinha lido uma coisa no meu livro e... Bom, me deixou meio, sabe, quente." "O negócio é que, mãe, eu não conseguia tirar isso da cabeça. Pensei em você o tempo todo. Pensei em você como uma pessoa sexual, como uma mulher, em vez de só como minha mãe. Nunca tinha feito isso antes", completei. "Sei que foi errado", continuei, "mas com o vinho e o dia de folga e tudo mais, não consegui evitar. Você parecia tão gostosa." Mamãe me deu um meio sorriso e eu relaxei um pouco. Não ia ter uma briga catastrófica nem uma ruptura na família. Não era do jeito da minha mãe, mas ainda assim foi bom ter essa confirmação. "Não sei se me sinto lisonjeada, horrorizada ou as duas coisas", ela fez uma pausa, organizando os pensamentos. "Quer dizer, a literatura está cheia de caras jovens com fixação na mãe, então não é como se a ideia fosse nova pra mim. Mas quando isso se manifesta no seu próprio filho, é um baita choque." Ela fez outra pausa e eu esperei, prendendo a respiração, sem conseguir adivinhar o que diria a seguir. "Além disso, acho que eu esperaria que um complexo de Édipo tivesse aparecido quando você era mais novo, não quando eu tenho quase sessenta anos!" "Nunca tinha te visto se masturbando antes", falei, mudando um pouco de posição. "Acho que não", respondeu ela. "E obviamente você não vai contar pra mais ninguém, né?" "Claro que não!" Mamãe suspirou. "E obviamente nunca pode rolar nada dessa natureza entre a gente. Você entende, né, Michael?" "Sim", suspirei, e ela se inclinou e me beijou na bochecha, e eu tive que segurar o impulso de virar a cabeça e beijar os lábios dela de novo. Essa conversinha tinha me levado a novas alturas, a gente tinha trazido o tabu do incesto quase pra luz. do dia, e certamente dentro do âmbito de uma discussão futura. Meu pau estava duríssimo debaixo do edredom. "Boa noite, Michael." "Boa noite, mãe." O café da manhã daquele domingo não foi tão desconfortável quanto eu temia. Mamãe fez um esforço para me deixar à vontade e nenhum de nós dois falou sobre a noite anterior. O plano estava indo mais ou menos como previsto. Faltavam quinze dias para o próximo passo. Na verdade, esse passo aconteceu no fim de semana do aniversário da minha mãe. Eu disse a ela para deixar o domingo livre e ela ficou toda animada de antecipação. Eu também estava animado, por razões diferentes e mais sombrias. O bom tempo continuou quando janeiro virou fevereiro, então naquele domingo de manhã levei minha mãe para as colinas de novo e caminhamos por uma rota diferente, mas com uma parada no mesmo pub para almoçar. Mamãe estava de shorts dessa vez e pude admirar sorrateiramente as pernas dela; não eram as mais finas que eu já tinha visto na vida, mas eram bem torneadas, musculosas e bronzeadas com um tom de mel. Chegamos em casa lá pelas três e mamãe abriu os poucos presentes que tinha ganhado; eu tinha comprado para ela um buquê enorme de flores e uma cafeteira de última geração. Depois eu disse que tinha uma mesa num restaurante na cidade reservada para as nove e meia e que depois veríamos um espetáculo no Teatro Royal. Mamãe estava radiante de emoção; ela nunca saía para jantar e raramente ia ao teatro. Quando eu disse que era "Guys 'n' Dolls" ela deu um gritinho de prazer e me abraçou forte, apertando os peitos dela contra o meu peito; "Guys 'n' Dolls" é o favorito dela de todos os tempos. Ela sumiu escada acima e eu ouvi o som da banheira enchendo. O restaurante custou uma fortuna, mas valeu a pena. Comida boa, serviço bom e ambiente agradável. E minha mãe também estava uma gostosa. Ela usava um vestido de cocktail preto justo com um único colar de pérolas. "Acho que estou um pouco grande demais para este vestido", ela tinha me confidenciado. enquanto esperávamos o táxi. "Bobagem, isso realça sua figura", falei, e era verdade. A cintura dela tinha engrossado um pouco com os anos, mas ainda tinha curvas e os peitos cheios e os quadris largos eram o epítome de uma mulher madura, embora eu tenha me abstido de mencionar isso. "Obrigada", ela respondeu, me dando um sorriso levemente provocador. Ela também tinha lavado o cabelo, que brilhava sob a luz sutil da vela sobre a mesa entre nós. Ela se maquiou com cuidado e fez um esforço extra, usando base, sombra, rímel e um batom carmim escuro que deixava os lábios dela ainda mais carnudos e suculentos. Também notei que ela estava usando meia-calça preta e sapatos de salto, então, no geral, me senti meio dominado pela aparência da minha mãe. Não esperava que ela estivesse tão gostosa! E ela estava num humor raro; conversando tranquilamente com os garçons, fazendo piadas, me olhando por cima da borda do copo enquanto bebia o Chianti dela. Me perguntei o que ela estava pensando. Também notei, com certa surpresa, que ela tinha pintado as unhas com um esmalte transparente, algo que não lembro dela ter feito antes. Será que ela estava fazendo tudo isso por mim? Estava me dizendo, do jeito sutil dela, que talvez as coisas pudessem progredir entre nós? Duvidava muito, mas era uma fantasia gostosa e eu curtia comer, conversar e olhar para ela do outro lado da mesa. O espetáculo também foi bom. Não sou muito fã de musicais, mas o elenco interpretou muito profissionalmente e mamãe ficou encantada, que era o objetivo do passeio. No intervalo, guiei ela suavemente pela multidão até o bar com uma mão na parte baixa das costas dela e bebemos coquetéis, e ela conversou animadamente sobre o show, e foi tudo o que pude fazer para não puxar ela para perto e beijá-la. Minha mãe era uma delícia! Voltamos para casa às duas e meia da manhã e sugeri uma dose para dormir, ao que que a mamãe topou de boa, então servi um Remy Martin forte, o licor favorito dela; peguei um uísque. A gente sentou e foi tomando goles das bebidas em lados opostos da sala. Mamãe no sofá, como sempre, e eu na poltrona. A gente conversou sobre a comida e o show, e o relógio bateu três horas, até que finalmente larguei meu copo vazio e me levantei. "Tô indo pra cama", anunciei. "Eu também", sorriu mamãe, se levantando. Ela parou na minha frente. "Valeu por me proporcionar um dia tão especial, Michael. Foi... esplêndido", finalizou. "Você fez uma velhinha muito feliz". Ela deu um passo na minha direção e me beijou na bochecha, e eu senti meu tesão subir a um nível de grito, coloquei as mãos nos quadris dela e puxei ela um pouco mais pra perto. Ela me deu aquele sorriso provocador de novo. "Você não vai estragar tudo agora, vai?" "Tá tranquilo", falei, e fiquei feliz por ter tomado o uísque, porque me sentia meio anestesiado e conseguia continuar meu discurso. "Nas últimas duas semanas, eu reprimi meus sentimentos por você, e foi muito difícil". Fiz uma pausa, e mamãe me olhou com a cabeça levemente inclinada pra um lado, numa pose de quem tava curiosa. "Aí hoje à noite, eu achei que você tava tão absolutamente deslumbrante que quase me deixou sem fôlego". Tava sendo bem atrevido agora, mas era algo que saiu do coração. "Eu entendo completamente todas as coisas que você me disse no meu quarto, mas pensei que talvez hoje à noite eu pudesse roubar um beijo seu, só pra não ficar totalmente maluco. Com certeza um beijo não faz mal nenhum, né?" "O que me preocupa é onde isso pode levar", disse minha mãe. Ela me olhou com atenção, pensando. "Só um beijo?" "Só um beijo", prometi. E então, inacreditavelmente, a gente se beijou. Minha mãe colocou as mãos nos meus ombros, e eu puxei ela suavemente pra perto de mim com as mãos ainda na cintura dela, inclinei minha cabeça e ela inclinou a dela pro outro lado, e nossas cabeças se encontraram devagar, e eu fui consciente do cabelo dela emoldurando o rosto. E o aroma dela, e então, hesitantemente, nossos lábios se encontraram e se roçaram, e aos poucos aumentei a pressão, e mamãe não se afastou, mas também não respondeu. Eu a beijei com mais firmeza e abri a boca. Esse foi o ponto de ruptura; um beijo significava um beijo de língua, com a intimidade de bocas e línguas abertas? Com o coração batendo forte no peito e a cabeça girando, senti a boca dela se abrir ligeiramente contra a minha, e toquei os lábios dela com minha língua, e ela ficou passivamente contra mim, então apertei mais com meus lábios, abri mais minha boca e deslizei minha língua para dentro. A boca da minha mãe, e ela aceitou, e nos beijamos por longos segundos, eu trabalhando minha boca contra a dela, ela dando respostas fracas, mas perceptíveis, com os lábios. Fui eu quem quebrou aquele primeiro beijo; não queria que fosse a mamãe. Ela estava com os olhos fechados, mostrando pálpebras sombreadas de azul, mas os abriu e me olhou. "É isso que você queria?" ela perguntou calmamente. "Sim", sussurrei. Então me inclinei para frente, beijei os lábios dela e disse boa noite. Nu na minha cama, me masturbei violentamente, depois uma segunda vez mais calmamente, lembrando do toque dos lábios da minha mãe, do gosto e do cheiro dela, da sensação da minha língua na boca dela, tocando a língua dela em um momento. Não sei quantas vezes gozei naquela noite; continuei acordando, me masturbando, dormindo e acordando de novo até o sol nascer e chegar a hora de levantar e ir trabalhar. Não vi minha mãe no café da manhã, mas ela estava em casa quando voltei do trabalho e entrei na cozinha onde ela estava preparando legumes para o jantar. "Como foi seu dia?" perguntei. "Tudo bem", ela respondeu, neutra. "E o seu?" Havia um desconforto entre nós que era completamente novo. Uma barreira a ser derrubada. "Bem", eu disse. "Aconteceu alguma coisa? Precisamos conversar?" "Bem, o que você acha, Michael? Ontem à noite nos beijamos, como fazem os amantes. Então sim, acho que precisamos conversar". Ela estava na minha frente do outro lado da bancada da cozinha, com as mãos apoiadas na superfície de madeira e as palmas viradas para baixo. "Foi só um beijo", comecei. "Qual é o próximo passo? Quer apertar meus peitos? Acariciar minha bunda? E depois disso?" A voz da mamãe tinha se elevado. Ela nunca gritava, mas isso foi alto para ela. Tentei não parecer surpreso que ela tivesse delineado com bastante precisão os próximos dois passos do meu plano mestre. De repente, soube o que tinha que fazer. Caminhei ao redor da bancada, a peguei nos braços e a beijei forte e apaixonadamente. Por uns dez segundos gloriosos, ela respondeu como uma amante, abrindo a boca, deslizando a língua sobre meus lábios, agarrando meus ombros com as mãos, cravando as unhas nas minhas costas. Depois parou e me interrompeu. O cabelo dela estava meio bagunçado e o batom tinha borrado. Ela tentou me afastar, mas eu a abracei com força. "Só um beijo", eu disse, "Isso é tudo. Não tem nada de errado em nos beijarmos." Ela relaxou e me olhou cansada. —"Acho que você não entende, Michael. Você não é o único que tem sentimentos." Eu a soltei e ela pegou o descascador de batatas e escolheu uma cenoura na bancada. Fiquei sem palavras, então andei, como em transe, até a sala de estar e tentei ler o jornal do dia, mas foi inútil, então joguei no chão e sentei para olhar pelas portas de vidro, tentando processar o que minha mãe tinha dito. Será que ela quis dizer que beijar era perigoso porque excitava tanto ela quanto eu? Voltei para a cozinha. "Desculpa", eu disse. "Acho que fui bem egoísta." Mamãe largou a cenoura e se aproximou para ficar na minha frente. "Ah, Michael", suspirou. "O que está acontecendo aqui?" "É minha culpa", eu disse. "Fiquei obcecado por você. Como uma imagem da perfeição sexual madura, mais do que como mãe. Adoraria te beijar" — acrescentei. "Não tentaria levar as coisas mais longe. "Se você não quisesse" — acrescentei, tentando a sorte de novo. — "Mas é errado, querido. Nunca deveríamos ter nos beijado assim. Sou sua mãe." "É só um beijo, mãe. Ninguém saiu machucado. Ninguém mais precisa saber." Minha mãe ficou parada ali, na cozinha, pensando no que eu tinha dito, com o rosto ilegível. Meu estômago estava embrulhado; parecia que estávamos chegando a um ponto de virada. Finalmente, ela se sentou num dos bancos da cozinha e me olhou. "Você me viu me masturbando umas semanas atrás." Foi engraçado ouvi-la usar essa palavra. E acho que foi isso que começou tudo. Não foi uma pergunta. "Pode te surpreender saber que eu me masturbo bastante. Não no jardim, mas na cama. Na verdade, na maioria das noites." Meu estômago deu um nó duplo e eu fiquei de boca aberta. "Ah, qual é, você não pode ficar tão surpreso assim", ela disse. "Tenho certeza de que você faz o mesmo." Ela juntou as mãos sobre a mesa. "O problema é que é muito bonito dizer 'é só um beijo', mas eu também tenho sentimentos. Quando você me beijou agora há pouco e eu devolvi o beijo, foi um terreno perigoso!" "Mas se a gente se excitar um pouco com os beijos, então ambos temos a opção segura da masturbação", argumentei, sabendo que era um ponto bem idiota. "Ah, então tá tudo bem!" Isso me acalmou. Não acredito que estamos tendo essa conversa. — "Me promete que vai pensar nisso?" Eu implorei. "Com certeza vou pensar", ela respondeu, e essa foi a última vez que o beijo foi mencionado naquela noite, embora, para ser justo, não se falou muito mais. Naquela noite, fiquei acordado de novo, cheio de dúvidas. Tentar seduzir minha mãe tinha parecido uma ideia louca e excitante, mas agora, com o plano se desenrolando em direções que eu não tinha previsto, estava preocupado. Me preocupava em me afastar da minha mãe, um dos poucos parentes que eu tinha e alguém que eu amava muito. Será que tudo isso valeu a pena? Com certeza eu podia sair e encontrar uma mulher. de sessenta anos se fosse isso que eu quisesse. Mas ela não seria minha mãe, e era com minha mãe, Liliana, que eu estava inextricavelmente obcecado. Disse a mim mesmo que nunca ia transar com ela, mas uma vozinha interior me disse: "Nunca se sabe". Ainda assim, na noite seguinte, fui surpreendido pela proposta da mamãe. A gente tinha jantado mais cedo que o normal e estava vendo um filme chato na TV quando, de repente, mamãe pegou o controle remoto e desligou o aparelho. "Já chega dessa porcaria", disse ela. "E além disso, tenho algo pra te falar." De repente, fiquei sem fôlego e meu estômago pareceu subir até a garganta. "Hoje fiquei pensando muito na gente. Nessa história dos beijos. No que você disse sobre uma opção de segurança." Esperei, tenso. "Se eu dissesse que a gente podia ter um beijo de vez em quando, um beijo de verdade, quero dizer, você prometeria não tentar ir mais longe?" Engoli em seco, sem querer. "Claro", falei, sentando. "Com certeza." "Tá bem", disse minha mãe, devagar, "vamos ver como funciona". Sentei no sofá do lado dela num instante. "Eu disse de vez em quando", ela sorriu, mas não resistiu quando passei o braço pelos ombros dela e a puxei pra perto de mim. E esse foi realmente o primeiro beijo de verdade entre a gente. A gente trabalhou os lábios juntos como amantes experientes, cada um ansioso e disposto. Minha mãe tinha um gosto delicioso, a saliva dela na minha língua enquanto eu explorava os dentes e gengivas dela. Ela esmagou a boca dela contra a minha, chupando meu lábio inferior e mordiscando ele de leve. Eu tava no céu! Nunca imaginei que minha mãe pudesse beijar assim! Me lembrou a Valerie no momento mais safado dela, e tive uma lembrança repentina da mamãe chupando os sucos dos dedos e fiquei muito quente e muito excitado. Naquela noite a gente se beijou por um tempão e quando finalmente dei boa noite pra minha mãe e subi as escadas, minha boca tava mole e eu conseguia sentir o gosto da mamãe na minha língua. Durante a hora que a gente Nós nos beijamos, e eu tive uma ereção desconfortável, dura como vidro, e foi um alívio me despir e liberá-la. A glande estava roxa, inchada e coberta de líquido seminal pegajoso. Mal precisei me acariciar antes de gozar na pia pequena do banheiro do meu quarto. Mais uma vez, minha segunda punheta foi mais lenta e veio acompanhada de imagens de fantasia da minha mãe, quase sempre nua, mas também vestida com lingerie sexy. Eu a imaginei montada em cima de mim, cavalgando meu pau; ajoelhada na minha frente, me chupando e, o mais erótico de tudo, amarrada na cama enquanto eu a comia. Meus pensamentos também se misturavam com a realidade; eu tinha beijado minha mãe de cinquenta e poucos anos do jeito certo. Eu a beijaria de novo, sempre que pudesse. Pensei na promessa que fiz de não tentar levar as coisas mais longe. Bem, eu disse a mim mesmo, se nunca passasse dos beijos, ainda assim morreria um homem feliz. Meu plano principal era que os beijos se tornassem normais com o tempo e, então, eu seguiria timidamente por caminhos mais proibidos; acariciando os peitos dela, como ela mesma mencionou, por exemplo. Mas eu tinha prometido não fazer isso e, se quebrasse essa promessa, será que poderiam me tirar o privilégio de beijá-la? O que tornou a vida mais difícil, porque depois daquela primeira noite, a gente se beijava quase toda noite e, muitas vezes, de manhã antes de ir trabalhar. Como consequência disso, passei uma parte considerável do dia (e da noite) num estado de excitação sexual intensa. Por isso era completamente natural que eu quisesse ir mais longe com a minha mãe. Na verdade, até onde fosse possível chegar. Mas por mais de quatro semanas mantive minha promessa, até meados de março, quando o tempo mudou e a chuva do fim do verão batia nas janelas de casa e o futebol foi suspenso, então tudo que eu tinha pra fazer nos fins de semana era beijar minha mãe e me masturbar sem parar. Achei que minha mãe estava fazendo o mesmo. Finalmente, num sábado à tarde, perguntei. De manhã, tínhamos feito as tarefas de casa e lá fora ainda estava com aquele cheiro ruim. Depois de um almoço de salada e frios, sentamos pra ver um filme antigo em preto e branco do David Niven: *Uma Questão de Vida ou Morte*, um dos favoritos da mamãe. Assistimos aconchegados no sofá, com meu braço em volta da minha mãe e a cabeça dela no meu peito. Conforme os créditos finais rolavam, ela virou o rosto na minha direção e nos beijamos devagar e suavemente, e enquanto nos beijávamos, acariciei o cabelo dela, as costas e o braço e, uma vez, passei a mão no peito dela de leve. "O que você vai fazer quando a gente terminar de se beijar?" Brinquei com ela, "subir e bater uma?" "Esse não é o tipo de pergunta que se faz a uma dama." "Você ainda bate muita punheta?", insisti. "Sim", ela respondeu baixinho. "Muita." As palavras dela fizeram meu estômago revirar de desejo e possibilidade. "Eu poderia fazer isso por você um dia", sussurrei no ouvido dela. "Você fez uma promessa", ela me lembrou. "Só beijos." "Eu te amo, sabia?", falei, sentindo que todas as barreiras pra ser sincero tinham caído. "Eu sei", ela respondeu baixinho e meio triste. Depois da primeira semana de março, uma crista de alta pressão se moveu sobre o Atlântico e espantou a chuva. Os dias voltaram com o céu limpo e eram quentes, e as noites, quentes e abafadas. Dormir era difícil, mesmo sem cobrir a cama. As janelas estavam escancaradas, mas nenhuma brisa mexia no ar pesado. Uma noite, acho que era sexta, fiquei deitado banhado em suor por umas duas horas antes de levantar, vestir um roupão leve e descer as escadas, onde era uns graus mais fresco. Eram pouco mais das 3 da manhã, então me surpreendi ao ver uma luz acesa na sala de estar. Minha mãe, vestindo um roupão comprido de um tecido prateado, estava sentada no sofá lendo um romance policial. Lá fora, a Na faculdade, os gostos literários da minha mãe eram decididamente mais básicos. Ela levantou a vista quando entrei pela porta. "Também não conseguiu dormir?" perguntou, sorrindo pra mim. "Impossível com esse calor." Sentei ao lado dela e puxei ela pra perto pra dar um beijo. "Você não para nunca", disse ela, mas se deixou beijar e até largou o livro no sofá pra me abraçar e retribuir o beijo. A boca dela tinha um gosto meio rançoso, mas imagino que a minha também. Só que dessa vez teve algo diferente. Algo muito, muito excitante. Minha mãe, de cinquenta e sete anos, estava pelada por baixo do roupão. Dava pra sentir a maciez dos peitos dela contra o meu peito através do tecido. E, o mais erótico de tudo, dava pra sentir um cheiro de tesão nela, aquele cheiro que eu tô acostumado a sentir na buceta de uma mulher. O aroma dos fluidos dela. Imaginei uma visão repentina da mamãe se contorcendo, toda suada na cama do quarto escuro, com dois dedos enfiados fundo dentro dela.
🔥 Continua.... 🔥
2 comentários - Mãe Relutante #2