É hora de contar talvez uma das minhas fodas mais quentes, pelo menos até aquele momento. A parada começou com as meninas girls aproveitando o pleno verão e um calor infernal pra organizar um dia nas piscinas sindicais. Claro que não vou dizer qual complexo. Naquele sábado cedo, a gente começou a ir basicamente com toda a família girl pro terreno sindical. As girls tinham se arrumado pra matar, obviamente competindo entre si. A Jesica, minha lutadora perfeita, escolheu pra parte de cima um biquíni amarelo fluorescente bem chamativo, bem pequenininho, que deixava bastante pra ver dos peitos dela, tamanho laranja já pós-parto. Só isso em cima, deixando o umbigo e o piercing novo de vagabunda dela ao ar livre. Na parte de baixo, ela vestiu uma saia jeans branca bem curtinha, diria que na altura da bunda, e por baixo o biquíni tipo fio dental também amarelo fluorescente, que completava o conjunto com a parte de cima. Cabelo solto, sobrancelha bem feita, lábios pintados de vermelho furioso (vermelho carmesim, diria o Sandro) e só uma mochilinha onde basicamente levava mais coisas pra filha do que pra trocar de roupa ela mesma. De modo que ia ficar bem putona o dia todo. De mim não esperem muito: um short de futebol azul celeste do Napoli (falso, obviamente comprado na feira) e a camisa vermelha e azul do meu amado San Lorenzo. Como obviamente tava sem cueca, com aquele short de futebol marcava toda a pica. Minha lutadora notou isso na hora e, antes de subirmos no Fiat 147, roçou a bunda toda no meu volume e, quando terminou de passar, pegou na minha pica com a mão e me disse sem disfarçar nada, mesmo com as irmãs dela por perto: "Ai, bebu, essa pica por favor, que linda que tá". Eu, com tesão ao sentir a mãozinha dela pegando na minha pica, devolvi a boca nela com um beijo bom e passei a mão nos peitos dela. "São minhas", falei, o que deixou ela bem excitada porque a girl logo ficou toda melosa e se jogou em cima de mim pra fazer carinho e ficar de beijinho. O porta-malas basicamente tinha duas caixinhas térmicas. Cheias de birita: latas de cerveja, Frizze e Gancia. Minha sogra, pra esquentar o Melena, o novo macho dela, se vestiu igual uma putinha novinha. Como se tivesse roubado a roupa das irmãzinhas. Um biquíni azul claro que marcava bem aquelas tetonas gigantes e a parte de baixo bem fio dental. Me chamou muita atenção como aquele biquíni fio dental ficava dez naquele rabo lindo de mulher. Completava com uma saia jeans também curtinha. Por último, mas não menos importante, minhas duas cunhadas que estavam com a gente. A mulher do falopero, apesar do papel de mãe batalhadora, também chamava muita atenção, igual a minha mina. Era a única com um vestidinho curto bem de verão e dava pra ver que tinha um biquíni vermelho por baixo, que eu tava doido pra descobrir. A mais novinha das irmãs (a que eu tinha desvirginado) claramente foi caçar algum macho, porque tava toda putona. Pra começar, foi a única que saiu de casa com uma regata branca sem sutiã, sem biquíni. Com os pezinhos pequenos marcados, transparentados na regata. Embaixo, uma saia mais pra balada do que outra coisa e terrivelmente pelada com um fio dental branco fininho. Com certeza ia colocar o biquíni lá, mas queria putear desde antes. Como as minas competem em tudo, a viagem até o clube foi motivo de jogar na cara o sucesso da outra. Assim, minha mina não quis levar nenhuma das irmãzinhas e só nós três fomos no Fiat. Já com tudo carregado e quando saímos de ré, minha mina olhou com uma certa superioridade pras outras. Tipo uma Wanda do subúrbio. Aliás, umas horas antes, enquanto decidiam isso, minha batalhadora tinha falado pra mulher do falopero: "Ah, não sei que ônibus vai, a gente vai de carro", como se o pobre do quarentão fosse uma BMW ou algo do tipo. Quem surpreendeu todo mundo e tinha carro era o Melena. Que chegou com um Ford Taunus cupê azul dos anos 70, embora todo destruído. onde quer que você olhe. Mas minha sogra toda gostosa e bem putona subiu feito uma rainha e arrancaram atrás da gente. O farizeiro com a mulher e a cunhada mais nova tiveram que ir viajando. Quando chegamos no local, estacionamos os carros juntos e fomos pras churrasqueiras. Montamos as coisas e fomos pras piscinas. Minha luchonsita tirou a saia e rebolava aquela bunda divina com aquele biquíni amarelo neon que me deixava louco. Ela me provocava e encostava a bunda no meu volume. Fomos nós dois pra piscina. Minha sogra e o cabeludo ficaram nas churrasqueiras acendendo o fogo e cuidando da nossa bebê. A piscina, verdade seja dita, era um oásis de minas de fio dental, puta que pariu. Os olhos ficavam malucos. Tinha biquíni fio dental pra todo lado. Peitudas nem tanto, mas rabudas com bundas redondas bem estilo vila, outras um pouco menos. De tudo. Minha luchonsita, verdade seja dita, chamava muita atenção e me provocava bastante na piscina, me roçava, brincava, me dava beijinhos. Ela me tinha na mão. Eu tava com o pau duro, dava pra ver no short, e ela mais me roçava, tinha virado de costas pra mim, encostando a bunda nua e rebolava devagar no ritmo de um cumbia que tocava no porta-malas de um carro. Assim, bem tarados, a gente tava na piscina até que voltamos pras churrasqueiras. Minha sogra tava no colo do cabeludo e se beijavam sem parar. Não tinham acendido o fogo e nem olhavam pra bebê. Mas minha mina também não ligou muito, porque ficou uns minutos basicamente agachada me mostrando toda aquela bunda divina e voltamos pra água. Só quando saímos da água depois de provocar por mais ou menos uma hora e já com um tesão extremo, incrível, aí chegaram o farizeiro, a mulher e minha cunhada. Mesmo assim, ela, embora tenha chegado tarde pra caralho, logo chamou atenção com aquela regata sem sutiã e vários caras olharam assim que ela entrou. Ela foi andar com a desculpa de ir se trocar, mas com certeza ia esquentar uns caras por lá. A gente ficou na mesa e o cabeludo se mando uns patys enormes. Quando minha cunhada apareceu pra gente ir junto pra piscina, eu fiquei mais puto ainda. Ela tava com um biquíni minúsculo rosa choque super chamativo, puta merda. A bundinha bem empinada com aquele biquíni ficava estourada demais, e a parte de cima era tão pequena que parecia que ela tinha comprado um tamanho menor. Puta vadona. Na piscina, com toda a bebida que tinham tomado, dava pra sentir o clima de tesão e competição entre as minas. Principalmente entre minha mulher e minha cunhada. A Jéssica ficava me provocando mais, grudada em mim, e minha cunhada ia e vinha pela piscina toda, provocando e chamando muita atenção. Quando minha cunhada passou na minha frente e roçou a pica dura com aquela bundinha perfeita, minha mulher entendeu que tinha que tomar uma atitude. Então ela me pegou pela mão e disse: "quero que você me coma". Saímos da piscina andando rápido de mãos dadas, enquanto meus olhos cravavam naquela bunda perfeita. Aproveitamos que o banheiro feminino tava vazio, sem ninguém cuidando, e entramos de uma vez. Fomos pra um dos vasos e fechamos a porta. Minha mulher começou a me beijar com um tesão do caralho, segurava meu rosto, encostava os peitos molhados no meu peito nu. Ela me deixava louco. A pica tava durona, cabeçuda pra caralho, estourando o short. Enquanto a gente se beijava, eu apertava forte as nádegas daquela bunda divina. A preliminar não durou muito, ela virou de costas e encostou na parede, com a bundinha virada pra mim. Eu abaixei a calcinha fio dental dela e, com aquela buceta linda, melada e molhada, toda pra mim, enfiei com tudo. Meti sem camisinha, pele com pele, até o fundo da pussy. Minha mulher teve que segurar o grito porque duas minas tinham acabado de entrar no banheiro. Cada uma abriu a porta do lado da nossa. E deu pra ouvir elas sentando pra mijar. Eu comecei a bombar a pica devagar dentro da minha mina, mas a vontade e o tesão eram tantos que de Devagar, a gente foi aumentando o ritmo logo. "Porra, que delícia, manda ver" disse uma das minas enquanto a outra respondia entre risadas. A gente metendo no meio das duas sem elas saberem. Eu enfiava a pica cada vez mais forte e minha guerreira coitada tinha que segurar os gritos. Tanto que ela teve que dar um soco na parede. Por sorte as minas meio bêbadas nem perceberam. Quando finalmente as minas saíram do banheiro, a Jesica deu dois gemidos bem altos "aaaaaaai moraaaaa aaaaaaa simmmmm" eu mais tarado do que nunca continuava metendo a pica com mais ritmo. A gente ficou um tempão de boa transando e minha guerreira gemendo baixinho. Até que de novo entrou um grupo de minas no banheiro. Uma tentou abrir a porta da gente mas com a pica dentro a Jesica falou: "ocupado". A gente continuou metendo, nunca tirei a pica sem camisinha de dentro da buceta dela, toda meladinha. De novo ela teve que segurar os gritos e gemidos até a última mina sair. Num momento de paz a Jesica gozou uma porra de uma meladinha, uns jatos bem selvagens que pareciam um jato lindo de mijo. Eu sentindo tudo aquilo já não aguentei mais e enchi completamente a buceta dela de porra. Foi uma gozada espetacular, a melhor da minha vida. Eu sentia saindo e saindo porra da pica e ela recebendo tudo dentro da buceta dela gemia de prazer. Disfarçadamente a gente saiu do banheiro e voltou pra piscina onde minha cunhada tava fazendo "amizade" com um boy tatuado bem maior que ela. Quando a gente ficou de frente uma pra outra, minha guerreira esperou o momento certo pra soltar a bomba e soltou. "Cadê você, sua mãe tá te procurando" falou minha cunhada. Aí a Jesica respondeu: "transando no banheiro com meu marido". Pra surpresa da minha cunhada, minha guerreira olhou pra ela com toda superioridade e mandou: "e se eu ficar grávida, você pode ser a madrinha, quer?"... Continua

7 comentários - Minha gostosa me come na piscina do sindicato (cap 22)
hoy a la mañana afuera de mi oficina habia una turrita y me acorde de tus relatos, dios mio se me volo la cabeza, encima hermosa.- mi ciudad es chica ya la voy a encontrar ja